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Zeus, o jogo cancelado que se passaria num Rio pós-apocalíptico

Por em 24 de março de 2014

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A Volition possui alguns jogos bem interessantes em seu portfólio, como a série Red Faction e o The Punisher, mas eles sempre serão lembrados pelos títulos da franquia Saints Row, especialmente os dois últimos. O que que ninguém sabia era que o estúdio estava trabalhando em outro game que poderia ser bastante interessante, principalmente para nós brasileiros, já que ele se passaria no Rio de Janeiro.

Com seu desenvolvimento acontecendo para o Xbox One e PlayStation 4, o projeto que vinha sendo chamado internamente de Zeus nos colocaria num mundo aberto pós-apocalíptico que recriaria a Cidade Maravilhosa e naquela terra sem lei, a ideia era fazer do jogo uma espécie de faroeste moderno.

Certo ou errado, sabemos que poderíamos ter feito aquele jogo, mas aquilo levaria muito tempo. Não seria a coisa certa a se fazer,” disse o produtor sênior da empresa, Greg Donovan, para justificar o cancelamento do projeto.

O executivo revelou que algumas pessoas da equipe ficaram frustradas com o cancelamento, mas acha bom eles terem encerrado o desenvolvimento quando ele ainda estava no início e no fim das contas, a experiência adquirida com o Zeus deverá servir para melhorar o próximo jogo que lançarem, uma produção que estão tratando com todo o segredo e que espero, não seja apenas um novo Saints Row.

É uma pena, pois eu realmente gostaria de ver como seria explorar um Rio de Janeiro completamente destruído (o que dizem, não está muito longe de acontecer na vida real), mas todos nós sabemos que tal jogo certamente teria uma péssima repercussão por aqui e no mínimo acho que o pessoal da Volition se livrou de uma chuva de críticas por parte da imprensa brasileira.

Fonte: Shacknews.

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Anatel vazou joystick da Amazon e Valve mostra novo Steam Controller: só falta o gamepad do XBO no PC

Por em 16 de março de 2014
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Joystick do novo console Android da Amazon (Crédito: Anatel via Engadget)

Em julho de 2012, o Brasil descobria o PlayStation 3 super slim. A culpada? Anatel.

Para algum aparelho eletrônico poder ser vendido no Brasil, ele tem que passar pela Anatel primeiro. Graças à burocracia tradicional de nosso país, as empresas têm que enviar os aparelhos para análise com meses de antecedência. Durante o processo, podem ocorrer vazamentos e não foi diferente com o joystick da Amazon.

A Amazon provavelmente estaria desenvolvendo um console Android (o tio Laguna espera que a Amazon reaproveite o joystick para jogos nos seus tablets Kindle Fire) e a disposição dos botões do gamepad que a Anatel vazou lembra bastante a vista nos recentes consoles XBox, inclusive herdando o compartimento de pilhas na parte dorsal.
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A Major League Gaming está chegando ao Brasil

Por em 17 de fevereiro de 2014

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Mesmo sem causar muito alarde, a Major League Gaming anunciou recentemente que irá expandir sua marca para outros países e vejam só, o primeiro escolhido foi o nosso querido país.

A MLG criou uma nova cultura de competição e revolucionou o mercado ao criar uma plataforma inovadora de transmissão similar a dos esportes. Temos o prazer de entrar nesta indústria em crescimento com um líder global deste espaço,” declarou o CEO da MLG Brasil, Paulo Castello Branco Filho. “Como o quarto maior mercado do mundo, sabemos que existe um enorme potencial no Brasil e um apetite por competição. Nosso objetivo é aumentar o sucesso global da MLG usando seu modelo comprovado para ajudar os brasileiros a ganharem espaço entre os melhores jogadores de eSports do mundo.

O primeiro evento que se beneficia desta investida é o Call of Duty Championship Brazilian Online Qualifiers, que teve uma etapa ontem e terá outra no próximo domingo, dia 23 de fevereiro, tendo como grande destaque vagas para um campeonato que acontecerá em Los Angeles a partir de 28 de março.

O curioso é que ao contrário do que poderíamos esperar, algo dessa magnitude acabou não tendo uma grande divulgação e talvez o motivo para isso ter acontecido seja o perfil mais discreto dos responsáveis por trazer a MLG para cá, um tal de Grupo Águia. Caso você não os conheça, trata-se de um conglomerado formado por 10 empresas e que no comunicado à imprensa afirmam ser os maiores especialistas em viagens e turismo no país, tendo uma vasta experiência em eSports.

No entanto o grande mérito dessa companhia foi conseguir ser apontada como a operadora de turismo da CBF, o que deverá lhes render algo em torno de R$ 350 milhões durante a Copa do Mundo da FIFA. Um belo negócio, não acha?

De qualquer forma, a iniciativa é bacana por mostrar o quanto nosso mercado está crescendo e desde que o trabalho seja bem feito, acredito que poderá fazer com que essas competições se tornem muito mais respeitadas por aqui.

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Pirataria de games no Brasil ainda é alarmante

Por em 19 de dezembro de 2013

pirataria

Podem me chamar de inocente, desinformado ou até mesmo de idiota, mas depois de ver tantos relatos aqui no Meio Bit Games de pessoas que abandonaram a pirataria ou mesmo de ter visto vários amigos que preferiram manter seus consoles travados, eu realmente achei que o problema havia diminuído consideravelmente no Brasil, mas infelizmente não parece ser o que aconteceu.

A preocupante revelação foi feita por um levantamento realizado pelo FNCP (Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade), que afirma que 82% dos jogos vendidos em nosso país ainda são cópias piratas, comércio que deixaria de fazer circular algo em torno de R$ 140 milhões no mercado legal.

É uma indústria a qual todos têm acesso atualmente. É preciso dar mais importância a este mercado, algo que hoje o país não faz,” declarou o presidente da associação, Edson Vismona, que acredita que um dos principais fatores que contribuem para o problema são os impostos absurdos que recaem sobre os games.

Outra organização que divulgou um dado interessante foi a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), que afirma que em 2012, 630 mil mídias ilegais foram apreendidas no Brasil, sendo que a maioria delas eram jogos de PlayStation 2, o que mostra a importância do console por aqui.

Repito, eu confesso que não fazia ideia de que a pirataria continuava tão forte por aqui e mesmo entendendo que ter um PC parrudo não é um privilégio da maioria, me espanta ver pessoas pagando por um jogo pirata até mais do que ele pode custar numa promoção do Steam ou até dos consoles e por isso torço muito para que os serviços de distribuição digital se tornem cada vez mais populares, mesmo sabendo que em boa parte das vezes, o problema nem está no preço cobrado, mas na péssima mania que algumas pessoas tem de se aproveitarem de tudo.

Fonte: UOL Jogos.

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EA estuda lançar jogo gratuito do UFC no Brasil

Por em 5 de dezembro de 2013

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O UFC tem se tornado cada vez mais popular ao redor do mundo e como o Brasil é um dos países com a maior quantidade de admiradores da modalidade, a Electronic Arts está procurando maneiras de alcançar o maior número possível de pessoas com seus jogos que tentam recriar o esporte.

Durante uma palestra realizada na Credit Suisse Technology Conference, que aconteceu no estado do Arizona, o CEO da editora, Andrew Wilson, revelou que além de estarem estudando a possibilidade de lançar uma versão gratuita do jogo do UFC por aqui, é provável que a empresa aproveite a proximidade da Copa do Mundo para disponibilizar o FIFA Online World.

Construído com a mesma engine do FIFA Online 3, lançado recentemente na Coreia do Sul, o jogo de futebol deverá se valer das microtransações para obter seu lucro e também poderá aparecer na Rússia, outro país onde a pirataria é muito comum.

Quanto ao EA Sports UFC, primeiro título da desenvolvedora após a aquisição dos direitos da competição, ele deverá ser lançado apenas para o PlayStation 4 e Xbox One, o que sem dúvida fará com que muitos fãs não tenham acesso ao game e essa versão gratuita, provavelmente criada para PC, seria uma maneira de contornar isso.

A dúvida é a empresa conseguirá entregar uma jogabilidade equilibrada, que não exija que gastemos rios de dinheiro para termos alguma chance nas partidas, mas como se trata de algo gratuito, acho que no mínimo valerá a pena lhe dar uma chance, caso o jogo realmente venha a existir.

Fonte: Joystiq.

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A Square e sua busca para conquistar a América Latina

Por em 29 de novembro de 2013

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Com quase todo o planeta passando por séries dificuldades financeiras, a indústria de games tem buscando mercados que podem, se não substituir os mais tradicionais, ao menos lhes ajudar a melhorar os ganhos e um dos principais alvos de boa parte das editoras tem sido a América Latina.

Países como o Brasil e México aumentaram muito os gastos com jogos eletrônicos, o que fez com que a Square Enix instalasse uma subsidiária por lá, de onde, conforme explicou Igor Inocima, chefe da divisão latino-americana da companhia, estão tentando descobrir como conquistar a atenção dos jogadores.

Por não ter havido tanta exploração, ninguém tentou encontrar a fórmula que funciona especificamente para a América Latina. Os jogos que são populares aqui são em sua maioria os jogos que são populares nos Estados Unidos e Europa, como shooters e jogos de ação, mas talvez exista uma fórmula que funcione especificamente para cá.

Essa é uma das coisas que estamos tentando descobrir. Por que, por exemplo, os RPGs não são tão populares aqui? Isso acontece porque os consumidores não se identificam com a história ou a ambientação é muito distante deles? Então estamos experimentando algumas combinações de coisas para ver se conseguimos encontrar algo que ainda não foi tentado, mas teremos que ver como isso funcionará.

Para Inocima, há diversos fatores que dificultam este processo, como o tamanho da região, as diferenças culturais e até a situação econômica dos países, mas o lado bom é que as vendas de PCs, tablets e smartphopnes tem aumentando muito, o que sugere que eles poderão focar nessas plataformas, principalmente utilizando parcerias com estúdios locais.

Independente das intenções da Square e dos consumidores que serão beneficiados com o interesse pela América Latina, é bom vermos que finalmente estamos entrando no radar dessas desenvolvedores e só discordo quando ele diz que não gostamos de RPGs. Talvez isso seja verdade em outros países, mas aqui no Brasil sempre vejo muita gente defendendo o gênero (inclusive os JRPGs) e acho que a única coisa que acaba afastando os jogadores é a língua. Já pensou um Final Fantasy legendado em português?

Fonte: GamesIndustry.

emIndústria

Nuuvem e indies iniciam promoção no estilo “pague quanto quiser”

Por em 25 de novembro de 2013

Knights of Pen and Paper +1 Edition

Durante os dias 22 e 24 deste mês foi realizado o Super BR Jam, um evento que reuniu 30 estúdios brasileiros independentes que deveriam criar jogos durante os poucos dias. Além de ter sido uma excelente maneira de trazer alguma atenção para o mercado de desenvolvimento de games do nosso país, a organização encontrou uma bela maneira de ajudar os mais necessitados.

Funciona assim: ao visitar esta página e contribuir com qualquer valor, teremos direito a todos os jogos criados durante o evento e caso optemos por doar mais do que R$ 10, ainda ganharemos chaves que darão acesso a oito jogos bem interessantes, sendo eles o Knights of Pen and Paper +1 Edition, Dungeonland, Showdown Effect, Magicka e Magicka: Wizard Wars, sendo que estes podem ser ativados no Steam; além do Project Tilt para Facebook e do Qasir Al-Wasat e Out There Somewhere, que estão disponíveis através do Desura.

Quanto a instituição que será ajudada, trata-se do Solar Meninos de Luz, uma organização que dá auxílio educacional e de saúde a 400 crianças das comunidades do Pavão-Pavãozinho e do Cantagalo, no Rio de Janeiro. Como o espaço é mantido apenas por doações, o valor arrecadado será de extrema ajuda, ainda mais porque todo o dinheiro arrecado será destinado a eles.

Portanto, temos aí uma excelente oportunidade de ajudar muitas pessoas e ainda sermos recompensado com vários jogos, o que evidentemente não é nada se comparado a alegria das muitas crianças que se beneficiarão da ação.

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