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Balonistas pretendem recriar plano de guerra japonês da 2ª Guerra

Por em 25 de janeiro de 2015

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A guerra costuma trazer muita inovação tecnológica, mas nem toda idéia é genial. Se de um lado tivemos os foguetes V2, o Messerschmidt Me 262, o Projeto Manhattan e o radar, do outro lado tivemos navios com torres lança-chamas para espantar aviões, a bomba voadora controlada por pombos, os cachorros-bomba russos e… os balões de fogo japoneses.

A idéia era simples, prática, inédita e idiota: em 1944 os japoneses começaram a lançar balões com 1 kg de explosivos. Como Aquaman não havia declarado guerra ao Império do Sol Nascente, a princípio isso não fazia sentido.
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emDestaque Destaques Espaço Miscelâneas

Parque japonês ganha atração inspirada no Resident Evil

Por em 23 de janeiro de 2015

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Quanto mais o tempo passa, mais difícil se tornar deixar de sentir inveja do tratamento que os apaixonados por games costumam receber em outros países e nem me refiro a um suporte melhor, impostos minimamente aceitáveis ou o acesso a promoções fantásticas. O que mais me entristece é perceber que nunca teremos acesso a algo como o Resident Evil The Escape, atração que estreia hoje no parque da Universal Studios do Japão.

Espalhada por quatro andares, a instalação levará os visitantes a um passeio por uma recriação de Raccoon City, onde quatro grupos explorarão o novo estúdio de televisão da cidade. Ao entrarem eles receberão uma mala e um computador, que deverão ser utilizados para a solução de alguns quebra-cabeças.

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emCultura Gamer

Executivo explica porque a Nintendo tem dificuldade em se modernizar

Por em 23 de janeiro de 2015

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Durante nove anos Dan Adelman trabalhou na Nintendo, sendo o principal elo da empresa com os desenvolvedores independentes, e alguns meses após deixar a fabricante japonesa, o executivo continua desferindo alfinetadas no seu antigo empregador.

Sempre bastante aberto à entrevista e sem medir muito as palavras, primeiro Adelman afirmou que, enquanto ainda era funcionário da BigN, eles tentaram silenciá-lo fazendo com que acabasse com sua conta no Twitter e logo depois o sujeito voltou suas forças para o departamento de marketing da companhia, criticando duramente o nome do Wii U. Porém, ainda havia mais a ser dito.

Ao conversar com o pessoal do site Dromble, Dan Adelman deu a sua opinião em relação a porque a Nintendo demora tanto para adotar novas ideias, veja só:

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emIndústria Nintendo

Canon pretende levar produção de câmeras de volta para o Japão

Por em 13 de janeiro de 2015

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Todo mundo que possui equipamentos analógicos da Canon pode olhar a placa, na parte inferior do equipamento, que diz: Made in Japan. Aliás, essa plaquinha era sinônimo de equipamento mais caro em uma revenda. Hoje em dia não é assim. Por conta do alto preço da produção no Japão a maioria das empresas daquele país decidiu terceirizar a produção em países onde a mão de obra era mais barata e menos organizada. Com isso começamos a encontrar equipamentos com a placa Made in China. Tirando a parte social da coisa (exploração do trabalho e outras coisinhas) os equipamentos são os mesmos e possuem a mesma garantia.

Porém, ao que tudo indica, a empresa agora vai colocar em prática um processo inverso. Aproveitando a desvalorização do iene a Canon indica que voltará a concentrar a maior parte da produção de suas câmeras no Japão. Aliás, os próprios planos econômicos do governo japonês possuem esse objetivo. Com o custo de produção mais baixo, as empresas devem voltar a concentrar a produção em território nacional, porém a Canon foi a primeira grande empresa a anunciar essa intenção.

Em novembro do ano passado a empresa deu o primeiro sinal de que isso iria acontecer.  Na época foi anunciado que o aumento seria de 50% na produção interna. No anúncio oficial a empresa diz que o a produção atual da companhia no Japão é de 40% do total. Nos próximos 3 anos essa produção deve chegar a 60%. Os produtos que estão dentro deste plano de expansão interna são câmeras fotográficas, copiadoras e impressoras. Embora não tenham nada concretizado, outras empresas japonesas como Panasonic e Sharp estão com estudos para também voltar a produzir mais dentro do Japão.

Fonte: Dpreview

emÁudio Vídeo Fotografia Notícias

Quem quer uma bateria externa com amplificador de fones de ouvido?

Por em 10 de dezembro de 2014

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Como dito anteriormente, o mercado de baterias externas não tem muito o que inovar. O diferencial a que os usuários irão se atentar é se os acessórios são capazes de suprir cargas decentes o bastante para contornar a limitação inicial dos gadgets, já que queremos sempre fazer mais e mais coisas ao mesmo tempo. E aí, não há carga que resista.

Só que isso não impede os fabricantes de adicionar recursos curiosos em gadgets que só tem uma função, que é fornecer energia para seu smartphone e/ou tablet. Claro, o Japão adora esse tipo de coisa e depois da bateria com câmera embutida, agora temos uma com função de amplificador.

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Microsoft diz que JRPGs chegarão ao Xbox One. Será?

Por em 1 de dezembro de 2014

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Sem nenhuma surpresa, a situação do Xbox One no Japão está muito ruim, tendo inclusive levado Takashi Sensui, chefe da divisão por lá, a pedir demissão, mas embora isso não seja muito diferente do que o seu antecessor passou no país, existe um detalhe que torna o futuro do console ainda mais preocupante – inclusive para nós ocidentais –, que é a falta de RPGs japoneses.

Se pegarmos o início da vida do Xbox 360, podemos notar que o console recebeu alguns bons títulos feitos por desenvolvedoras do país, como o Tales of Vesperia, Infinite Undiscovery, Star Ocean: The Last Hope, Blue Dragon e Lost Odyssey, sendo que alguns destes permanecem exclusivos até hoje, mas e o Xbox One? Será que o console não receberá o mesmo tratamento?

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emMicrosoft

Sharp apresenta display IGZO de 4,1 polegadas com 736 ppi

Por em 17 de novembro de 2014

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A culpada inicial foi para variar a Apple. Ao introduzir a Tela Retina no IPhone 4, os fabricantes de smartphones em geral começaram a correr atrás do prejuízo, lançando aparelhos com resoluções cada vez melhores.

Isso é excelente, pois forçou a indústria a resolver (ou ao menos tentar resolver) o problema do consumo de energia. Hoje temos gadgets como o LG G3, o Galaxy Note 4 ou o Moto Maxx, com resoluções estonteantes e baterias de alta performance, que não sugam toda a energia com 15 minutos de uso. Só que Quad HD ainda é pouco, a meta agora é enfiar um tela 4K no seu bolso. E a Sharp está perto de conseguir realizar isso.

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