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Endoscópio Windows para remoção de cera de ouvido. Sim, Japão.

Por em 8 de abril de 2014
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Não pergunte.

Uma das partes menos legais da Evolução é que nossos canais auriculares encolheram mas os sistemas de manutenção e proteção não mudaram. Continuamos produzindo cera como alucinados, o que acarreta em muitos casos deficiências auditivas e até surdez mecânica completa. Simplesmente a cera não se dissolve naturalmente a tempo.

Para piorar uma mutação fez com que vários grupos étnicos desenvolvessem cera de ouvido seca, que é mais complicada ainda, pois não sai com cotonete. Com isso o Japão tem toda uma tradição de limpeza auricular, deu até na CNN. Paga-se US$ 32,00 pra uma japinha bater papo enquanto futuca sua orelha com uma fina espátula de bambu.
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Japão é proibido de caçar baleias, mas não comemore ainda

Por em 2 de abril de 2014

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Numa decisão que foi comemorada por diversos ambientalistas e defensores dos animais mundo afora, a Corte Internacional de Justiça deu um basta na mais velha falácia do governo japonês: a da caça de baleias “para fins científicos”. A comissão deu ganho de causa à Austrália, que abriu uma ação contra o Japão em 2010 visando proibir a caça dos cetáceos nos mares antárticos. A decisão exige que os nipônicos interrompam a atividade imediatamente.

Tudo muito bom, tudo muito bonito, mas ainda é cedo para comemorar. E sendo sincero a Austrália sequer entrou com a ação visando proteger as baleias, há outros interesses nisso.

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Bravely Default, o jogo que está fazendo a Square repensar seus JRPGs

Por em 1 de abril de 2014

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Antes tarde do que nunca… A Square Enix parece ser adepta desta filosofia e depois de vários anos sendo criticada por ter perdido a mão em seus RPGs, a empresa japonesa finalmente se deu conta de que precisa voltar às origens e o gatilho que disparou essa mudança de planos foi justamente o sucesso alcançado por um lançamento recente, o Bravely Default.

Segundo o presidente da editora, Yosuke Matsuda, o erro deles foi tentar criar jogos que conquistassem uma parcela maior do público, algo que não se mostrou bem sucedido.

No passado, quando desenvolvemos jogos para consoles com uma premissa global, nós perdemos nosso foco e eles acabaram sendo jogos que não se adequaram ao gosto japonês, mas acabaram sendo títulos incompletos que não se adequam também ao público global.

Por outro lado, há jogos como os JRPGs que fizemos para o público japonês com os elementos corretos, como o Bravely Default, que terminou vendendo bem em todo o mundo.

Para ilustrar sua opinião, o executivo citou como exemplo o Hitman: Absolution, título que a IO Interactive criou visando conquistar um público global (o que basicamente significa agradar os jogadores que não conhecem a franquia e ignorar os antigos fãs), mas que falhou em ser um sucesso comercial. Ou seja, o que a Square Enix espera fazer é voltar às raízes, criando jogos que apelem para seu público padrão e assim aumentar as vendas, o que não deixa de ser irônico.

Eu ainda me lembro da época em que as empresas não tinham essa preocupação de agradar este ou aquele consumidor e sim de fazer um bom jogo, o que em boa parte das vezes resultava em vendas no mínimo aceitáveis e nos fez aprender a amar grande parte das bizarrices que tinham os japoneses como alvo. Portanto, obrigado Bravely Default, que o seu sucesso sirva de legado, nos trazendo os JRPGs das antigas que tanto amávamos.

Fonte: Siliconera.

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Veja o que acontece quando 1.500 pessoas tentam andar e usar o celular ao mesmo tempo

Por em 31 de março de 2014

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Nós já conhecemos os efeitos nocivos de utilizar celulares enquanto andamos na rua ou pior, enquanto dirigimos. Embora sempre pensemos que “não vai acontecer comigo”, a verdade é que o aparelhinho sempre representou um perigo para motoristas e transeuntes. Quando o celular digievoluiu para smartphone a coisa só piorou, a possibilidade de fazer tudo ao mesmo tempo e economizar tempo precioso enquanto nos deslocamos permite que acidentes envolvendo celulares se tornem cada vez mais comuns.

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Rain, o jogo que foi modificado por um terremoto

Por em 24 de março de 2014

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Em 2011 acordamos com a notícia de que o Japão havia sido duramente atingido por um dos piores terremotos de sua história recente e além daquele desastre ter afetado profundamente a vida de milhares de moradores do país, ele também fez com que a produção de alguns jogos tomassem um rumo bastante diferente do planejado inicialmente.

O caso mais conhecido relacionado a catástrofe foi o do MotorStorm: Apocalypse, que devido sua temática semelhante acabou tendo seu lançamento adiado e durante a Game Developers Conference realizada na última semana, Ken Suzuta e Yuki Ikeda, respectivamente produtor e diretor do Rain, revelaram que o jogo também sofreu com aquele terremoto.

De acordo com Suzuta, inicialmente o título seria muito mais sombrio e deveria passar uma sensação maior de solidão, obrigando os jogadores a se esgueirar pelos cenários para evitar o confronto com um monstro que os ameaçaria. Porém, quando o dia 11 de março chegou e o país foi sacudido pelos tremores de terra, o jogo deixou de ser tão importante e a equipe perdeu o interesse em criar algo tão deprimente.

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Xbox One chegará ao Japão e mais 25 países somente em setembro

Por em 18 de março de 2014

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A Microsoft tem certa razão em concentrar os esforços de vendas do Xbox One em mercados onde ele se saia bem, como Reino Unido e Brasil, mas é fato que há uma boa leva de países que ainda não recebeu o novo console da empresa. Já haviam sido publicados informes dizendo que alguns países do leste asiático só seriam contemplados no fim de 2014, o que poderia levar a até um ano de diferença entre a data de lançamento original. Curioso notar que outrora esse era o cenário reservado ao Brasil se não pior. Das três fabricantes de consoles, a única que faz pouco caso de nosso mercado é a Nintendo, como ela já demonstrou aqui e aqui.

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CSI: Calcinha (sim, Japão)

Por em 5 de março de 2014

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O Japão tem um problema sério com tarados. A ponto de venderem roupa de baixo à prova de visão de raio-x e com fabricantes de celulares obrigados por Lei a desabilitar modo silencioso das câmeras, para que pervertidos não tirem foto das vergonhas das japinhas, sem que elas percebam.

A polícia de vez em quando faz batidas em casa de colecionadores de calcinhas, montam armadilhas com policias disfarçadas de colegiais (tipo um Anjos da Lei de japinhas. Darei uma pausa para você apreciar esse conceito).
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