Grupo quer que modificação de consoles seja permitida nos EUA

As pessoas que defendem o direito de poder modificar seus consoles ganharam um forte aliado nesta batalha. A Electronic Frontier Foundation (EFF), organização que defende o direito da liberdade de expressão, quer que os consoles e tablets sejam inseridos na mesma lei de direitos autorais que permite aos proprietários alterarem seus celulares, algo que havia sido proposto por eles mesmos no ano passado.
Caso a ideia seja aceita, quem possui um console poderia usá-lo da maneira que achar melhor, seja instalando outro sistema operacional ou rodando aplicativos desenvolvidos por terceiros, não dependendo da aprovação dos fabricantes. Segundo Corynne McSherry, diretor da EFF, “o DMCA supostamente serve para impedir a violação de direitos autorais, mas ao invés disso é usado erroneamente para ameaçar criadores, inovadores e consumidores, desencorajando-os a usar plena e justamente suas propriedades.”
Já a apresentação do projeto diz que “os videogames atuais são sofisticados computadores, capazes de rodar não somente jogos, mas sistemas operacionais completos. No entanto, as três principais fabricantes — Sony, Microsoft e Nintendo — tem implantado restrições técnicas que forçam os compradores de consoles a se limitarem a sistemas operacionais e softwares exclusivos oferecidos por vendedores autorizados, mesmo não havendo evidências de que outras opções irão infringir os direitos autorais.”
O grande medo por parte das fabricantes em relação a abertura de seus sistemas está numa possível maior facilidade na reprodução de cópias ilegais de jogos, o que sinceramente acho válido e embora eu não sinta necessidade de “destravar” um dos meus consoles para rodar homebrews, durante um bom tempo pensei em fazer isso com o meu Wii, simplesmente porque esta seria a única maneira de jogar a versão europeia do Xenoblade Chronicles, mas felizmente a Nintendo mudou de ideia e lançará o jogo nos EUA.
Quanto a ser a favor ou não das modificações dos consoles, continuo pensando que enquanto as empresas não aceitam esse tipo de coisa, acho que não adianta fazer e depois reclamar porque foi banido e vale lembrar que embora o jailbreak em celulares já seja aceito nos EUA, fazer isso elimina a garantia do aparelho.
[via 1UP]
Jailbreak: Apple faz malandro provar do próprio remédio
Pior do que o malandro só o mané que acha que é esperto. Essa espécie nem de longe em extinção lota o mundo, mas ao menos serve pra que a gente ria um pouco, além de garantirem a sobrevivência de um monte de espertos Aprendiz Nível 2.
Vagabundo ouve o galo cantar, não sabe aonde e já pensa no ensopado, dá nisso: Um monte de espertões escuta nos fóruns da vida que malandro que é malandro faz Jailbreak no iPhone, pra poder rodar sem pagar todos aqueles jogos caríssimos de US$0,99. Só que o malandro que ouve falar não é malandro, se fosse usaria o Google.
Resultado: O ESPERTÃO abre a AppStore, digita Jailbreak e dá de cara com isto:
Pô, pô, pô, suporte a todos os aparelhos, se chama Jailbreak? Custa caro? MALUCO SE DEU BEM, mete a mão no cartão da mãe (porque esperto que é esperto vive de mesada) paga os US$9,99 (em dez jogos recupero isso, como sou esperto!) e então descobre a verdade:
Um Malandro Power Mago Nível 60 criou um JOGUINHO chamado Jailbreak anunciou por US$9,99 e milhares de otários caíram como patinhos.
Prato do dia: Siri hackeado.
Como todo bom e velho lançamento da Apple, além de rituais de mortificação corporal em meio às filas intermináveis Apple Stores afora, a empresa dificilmente dá a benção sem uma pequena penitência.
Como um dos principais fatores para justificar a migração para o iPhone 4S, a Apple apostou todas as suas hóstias em sua mais recente aquisição (ó, o Siri) e provocou o mesmo ruído inquieto de sempre.
O iPhone 4S tem lá as suas atualizações, tal como a nova câmera de 8mp. que minimamente se adequou aos outros smartphones high-end do mercado e também um processador novinho, o A5 (do iPad2) fabricado por seu principal concorrente, a Samsung.
Como fazer para que milhões de fiéis que acabaram de comprar seus iPhones 4 desembolsem uma nova quantia e meio que voluntariamente concordem em trocar 6 por ½ dúzia?
Que tal um ‘assistente virtual’ que dá respostas engraçadinhas para perguntas quasi-práticas? Se você faz o tipo que fala com seu celular na rua em voz alta, então foi arrebatado pelo brinquedo bonitinho.
Mas alguns donos de iPhone são como bucéfalos determinados, não tão facilmente domáveis. Um grande recorte de clientes reclamou e muito das justificativas nada convicentes da Apple para não liberar o Siri para o resto da linha.
A lenga-lenga fora desde que os processadores anteriores não suportariam o Siri (pôxa, quer dizer que o A4 é tão ruim assim? Até ontem era a coisa mais phodanger que existia…), que haveriam problemas de performance, de bateria, de disenteria… etc.
Tudo lero-lero. Steve Troughton-Smith, um hacker irlandês que atualmente mora em São Francisco (EUA) e seu amigo Grant Paul acabaram dando um jeito de fazer com que os servidores da Apple — todos bem treinadinhos para executar o Siri apenas em iPhones 4S — se confundissem e passassem a pensar que até um iPod Touch 4G roda com o A5, não guageja e nem morre de fome quando tira da solidão milhares de Fanboyants pelo mundo.
Aliás, há gente trabalhando para que até o iPhone 3G funcione, ora veja só. A funcionalidade foi totalmente portada para o iPhone 4 e o iPod Touch 4G, assim como 100% da UI utilizada pelo Siri, os tokens de autenticação e parte do código da versão que roda nativa no iPhone 4S.
Há quem diga que é uma pena o hack ter chegado imediatamente antes da Apple ter vendido logo de cara mais de 4 milhões de unidades, apenas nos primeiros três dias (sendo que mais de 1 milhão de iPhones 4S foram vendidos já nas primeiras 24hs, sem contar algumas pré-reservas). Que pena para você não é early-adopter?
O próprio Troughton-Smith diz que não pretende colocar o hack à venda no Cydia e outros inferninhos e promete liberar geral assim que se certificar que vai servir o Siri de bandeja no iPhone 3GS.
Quando questionado sobre como ele conseguiu o feito, o humirde Troughton-Smith disse que não perdeu mais do que 10 minutos para os noves-fora e assim fazer os primeiros testes em seu iPhone 4.
Nos vídeos abaixo, Troughton-Smith mostra o funcionamento do Siri no iPhone 4 e também em um iPod Touch 4ª geração.:
Iphone 4:
iPod Touch 4G:
Fonte: Int’l Business Times
iOS 5 Beta 6 já possui versão tetherizada para JailBreak

O iOS 5 ainda nem saiu dos cueiros do sexto Beta e já foi arrombado de novo pelo experiente grupo de hackers totalmente dedicados ao JailBreak.
Como sempre, o desbloqueio inicial é tetherizado (não, esfregar o iPhone na teta não o desbloqueia). Esse tipo de desbloqueio envolve repetir todo o processo cada vez que o iOS for reiniciado e, apesar disso, já está totalmente compatível com a versão 6 do iOS 5 Beta.
Por hora, apenas os usuários do Windows podem desbloquear seus gadgets via Sn0wbreeze 2.8b6, graças ao pessoal do iH8sn0w. O JB funciona com iPhone 3GS, iPhone 4, iPod Touches de 3ª e 4ª geração e iPad1. Instruções disponíveis no Redmond Pie.
Após a lei norte-americana tornar o desbloqueio legalmente opcional, algo que controverteu a opinião da indústria por alegações de que o JB favorece a pirataria, esse vai-e-vem de versões e updates tinha chegado a atingir uma certa estabilidade.
De um lado a Apple liberando versões, do outro a resistência soltando outras. A Apple tapa os buracos usados nos exploits, o grupo de hackers encontra um jeito de burlar a versão liberada. Tem sido sempre assim.
Apesar de sempre trabalharem com as versões Beta liberadas especificamente para desenvolvedores – para terem tempo suficiente para liberar patches e softwares para o desbloqueio à tempo de acompanhar as versões da própria Apple - somente nos últimos meses se intensificou a prática de desbloquear e liberar já direto a partir das versões beta do iOS.
Isso provoca uma inundação de usuários instalando versões do iOS já desbloqueadas, porém, desconsiderando que essas são atualizações ainda incompletas, que frequentemente contem erros e, mais seriamente, bugs e problemas de segurança.
Sem nenhuma boa razão para instalar essas versões (Beta-JB’d), pelo contrário, mais e mais usuários adotam essa prática e aumentam o número de dispositivos potencialmente susceptíveis à invasões.
A exemplo da última versão oficial desbloqueada, o iOS 4.3.2, que possui um erro grave de segurança envolvendo a leitura de arquivos .PDF mas que, entretanto, foi devidamente corrigida via um patch oferecido pelo próprio hacker. (Jay Freeman, a.k.a. ‘Saurik‘, criador do Cydia)
Atualmente, dispositivos iOS ainda na versão 4.3.2 podem ser desbloqueados com apenas um clique e em dois ou três minutos diretamente pelo Safari, via JailbreakMe, criado pelo jovem e talentoso hacker Nicholas Allegra (19), conhecido na rede como Comex.
Em menos de 24h, iOS 5 já tem jailbreak
Como prometido pelo Dev Team, que jurava de pés juntos que o iOS 5 seria ainda mais fácil de desbloquear por conta do amplo histórico de exploits que a cena unlock tem nas mãos, o sistema, ainda em beta, mal mostrou a cara direito e já foi violado.
Não se passaram nem 24h da liberação do iOS 5 Beta para os desevolvedores, o MuscleNerd já havia reportado êxito em um jailbreak tetherizado do firmware graças ao popular Limera1n.
Ele alega que o desbloqueio também será possível com a versão final que deve ser disponibilizada em breve, por conta da Apple não ter tido sucesso em impedir que o bootroom dos iOS fosse devidamente protegido.
Dentro do que publicou recentemente no website do grupo e também no Twitter, ele disse que o Cydia também está funcionando sem quaisquer problemas e que instalações via iSSH (ao lado) correram como sempre. Ok.
O desbloqueio “não-tetherizado”, onde não é necessário plugar o iOS em desbloqueio toda vez que ele é reiniciado, deve estar pronto logo após a liberação da versão final do iOS, de acordo com o grupo de hackers.
iOS 4.3.1 jailbroken com participação especial
Ontem o blog sobre iOS Dev Team publicou as novas versões de suas ferramentas de jailbreak, o PwnageTool 4.3 e o Redsn0w 0.9.6rc9.
Como era esperado, ambos os softwares promovem o desbloqueio total do iOS de maneira não-tetherizada. Isso quer dizer que o dispositivo iOS não precisa bootado a partir da porta USB toda vez que for reiniciado para permanecer desbloqueado.
A última versão do iOS dá suporte à todos os aparelhos, exceto do iPhone 3G para trás e o iPad2, por enquanto. Segundo o Dev Team, o iPad2 ainda não é susceptível aos conhecidos exploits de bootroom Limera1n e SHAtter.
A curiosidade ficou ficou por conta uma certa gigante japonesa montadora de carros. Entendendo que fora do escopo de usuários fiéis aos seus contratos junto às operadoras de telefonia, a Toyota percebeu que há um óbvio recorte brutamontesco de usuários. Investindo em um tema para o iPhone (abaixo), a Toyota pode estar querendo bater um papo mais exclusivo com quem não fechou com a Apple quando comprou seu gadget.


