Soul Calibur será lançado para o iPhone

Se você ainda não se cansou de jogar um dos melhores títulos do Dreamcast ou simplesmente procura um bom jogo de luta para o seu iPhone, comemore, pois a Namco anunciou que irá lançar no dia 19 de janeiro o Soul Calibur para os dispositivos iOS.
Trazendo os 19 lutadores do original, o game ainda contará com os modos arcade, time attack, survival e extra survival, além de um museu e um onde poderemos treinar os golpes. Alguns desses modos ainda serão compatíveis com o Game Center, permitindo que a pontuação obtida seja enviado para um placar online.
Contudo, saiba que o jogo só rodará no iPhone 4/4S, iPad 2 e iPod Touch 4, mas infelizmente o valor não foi revelado e apesar de graficamente a versão parecer muito boa, minha curiosidade é saber como ficarão os controles na tela sensível ao toque. Alguém que tenha jogado o Street Fighter IV em um desses aparelhos pode dizer se a jogabilidade é precisa?
[via Eurogamer]
Salada de Frutas: O jogo que não funciona
Procurando joguinhos bacanas na App Store Brasil (sim, existem, mas ficam escondidos pelo nome de “Entretenimento”), encontrei um que parecia ser uma imitação do Fruit Ninja. Se parecia ser, esperava que fosse bom. O jogo Salada de Frutas custa US$0,99, até peço desculpas por ter errado no vídeo o valor (citei que era US$1,99).
O problema é que o jogo simplesmente não funciona. Nas duas primeiras tentativas, a tela de início carregava e depois ficava uma tela preta. Para tentar “remediar” vi que o iPhone estava mudo, coloquei o som ativo e ele magicamente funcionou. Fui jogar, as frutas apareciam na tela e… e… cadê a lâmina? Não é mentira, gravei tudo em um vídeo (e peço desculpas pela minha voz, além de gripado ela não é muito boa…).
PopCap lançará jogo dirigido por garoto de 9 anos
Quando ainda somos crianças, quando a nossa inocência ainda se encarrega de nos blindar da realidade muitas vezes cruel do mundo que nos cerca, desejamos uma infinidade de coisas aparentemente impossíveis para os adultos, como nos tornar um astronauta, namorar a garota mais bonita da escola ou ganhar uma medalha de ouro nas olímpiadas, mas para o pequeno Owain Weinert de nove anos e diagnosticado com leucemia aguda, tudo o que ele queria era criar um jogo eletrônico.
Foi quando a Make-A-Wish resolveu buscar ajuda e em breve ele verá o seu sonho ser realizado. Esta fundação tem como objetivo algo digno de todos os elogios, realizar o desejo de crianças com sérios problemas de saúde e que inclusive atua no Brasil.
Quem resolveu apostar na ideia do garoto foi a PopCap, que muitos devem conhecer por ser a responsável pela série Bejeweled e o Plants vs Zombies e lançará para os dispositivos iOS, ou seja iPad, iPhone e iPod, o Allied Star Police, um jogo de estratégia em tempo real futurista e que terá o valor arrecadado com as vendas destinado a ajudar a instituição.
O menino tem frequentado a sede da desenvolvedora para trabalhar como diretor no projeto e ontem a noite ele já pode sentir um pouquinho de como é ser um game designer celebridade, quando a desenvolvedora realizou uma festa com direito a bolo, pizza e camisetas para revelar o game e mesmo que ele não se mostre um sucesso, no momento isso é o que menos importa, já que de uma maneira ou outra a iniciativa certamente mudará a vida de todos os envolvidos e não só a de Owain.
[via GameSetWatch]
O jogo mais real já lançado para o iPhone
Numa das poucas vezes em que eu parei para pensar sobre a criação de um jogo, idealizei um onde a pessoa não poderia morrer, ou melhor, deveria evitar ao máximo que isso acontecesse, sob a pena de que não poderia jogar aquele game novamente. O conceito é bastante cruel e com exceção do The Witcher 2, que no seu modo mais difícil não permitirá que o save seja reaproveitado por quem deixar seu personagem morrer, eu nunca tinha visto ele ser utilizado, até conhecer o One Single Life.
Disponibilizado gratuitamente para o iPhone/iPod/iPad, o game possui uma jogabilidade extremamente simples. Clique uma vez na tela para correr e outra para saltar e ao longo dos dez estágios você terá que realizar um pulo do topo de um prédio para outro. O interessante é que se você errar, ao contrário dos outros jogos que estamos acostumados, não teremos uma segunda chance e o jogo ficará “travado”, impossibilitando que uma nova partida seja começada. No começo de cada fase haverá uma placa indicando a porcentagem de usuários que morrerão ali e segundo o seu criador, apenas 4% daqueles que experimentaram o One Single Life chegaram ao seu final.
Acho muito difícil que um título comercial com esta premissa pudesse fazer sucesso, já que os consumidores não aceitariam a ideia de que não poderiam mais jogar algo por que pagaram e mesmo concordando que ter novas tentativas é algo inerente ao DNA dos jogos eletrônicos, penso que temer pela vida do nosso personagem é uma ideia que poderia ser explorada pelos desenvolvedores, nem que seja da maneira como a CD Projeckt fará no seu RPG.
Tablet Android da Cisco? 7 polegadas vai ser um fracas-não, pode dar samba.
Protágoras disse com bastante propriedade que o Homem é a Medida de Todas as Coisas, mas isso não quer dizer que esse homem seja você, ou mesmo eu. Por isso a primeira impressão do Cisco Cius é errada.
Diante do incrível silêncio da Motorola diante das… err… vendas do Xoom, diante das caquinhas da RIM, ao lançar um Tablet Android SEM email, com câmera frontal e SEM software de videoconferência, a perspectiva de qualquer outro lançamento na área não é muito promissora.
Yoshinori Ono diz que iPhone não é para jogos hardcore

Ver as produtoras fazendo pouco caso de plataformas em que já lançaram jogos não chega a ser uma novidade e depois de ganhar um trocado com a versão para iPhone do Street Fighter IV, ao ser questionado se poderemos ver no celular um jogo parecido com o lançado para o 3DS, o produtor Yoshinori Ono não teve medo de afirmar que os dispositivos com iOS não foram feitos para jogos hardcore.
“Há diferença entre algo que foi feito para jogos e algo que pode ‘também’ rodar jogos. Mesmo que eles pareçam similares as vezes, as ferramentas disponíveis por trás da tela são totalmente diferentes. Um vislumbre do Street Fighter pode ser visto no iPhone, mas as pessoas querem realmente jogos hardcore nele? Acho que não, porque eles não foram feitos para isso.”
Para ele, o grande problema estaria exatamente no fato de que o portátil da Nintendo foi desenvolvido pensando nos games, enquanto que o iPad e o iPhone fazem isso como um adicional. Ono fez questão de “enfatizar que a diferença está no ‘para’ e no ‘pode’, então isso ‘pode rodar jogos’ ou isso ‘é para jogos’.” De acordo o produtor, “é apenas uma palavra, mas é muito importante, ela muda tudo.”
Sou obrigado a dizer que concordo plenamente com ele, até porque defendo a ideia de que os aparelhos tudo-em-um não costumam fazer nada muito bem. Eu sempre preferi a imagem da minha câmera digital a do celular e embora este consiga reproduzir músicas, gosto mais da qualidade sonora do meu MP3 player. Tudo bem, talvez eu esteja sendo conservador demais e me baseando num telefone sem muitos recursos e um iPhone ou um bom Android não perca em nada para uma digital ou um aparelhinho de ouvir músicas, mas pelo menos em relação ao games, acho que eles ainda não chegaram no nível de um portátil, até por causa de um simples detalhes, a falta de botões.
[via CVG]

