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Digital Drops Blog de Brinquedo

Quem fala o que quer, ouve o que não quer: do juiz! Steve Jobs tem que engolir a língua em caso envolvendo blogueiro do Gawker Media Group.

Por em 12 de agosto de 2011

A história começa de um jeito bastante conhecido (um protótipo e mais um furo) para depois evoluir em direção uma tramponetagem indigesta, que acaba no colo de um juiz e no estômago de um mogul da indústria de telecom.

Steve Jobs concedeu uma entrevista ao website AppleInsider na Conferência D8 2010 All Things Digital. Eis um trecho transcrito daquela conversa:

“Mossberg traz à tona o assunto de um protótipo do novo Apple iPhone que desapareceu e pergunta à Jobs sobre a apreensão de equipamentos e outros equipamentos do editor do Gizmodo que furou a história, dizendo à polícia para irem até lá, no mandado de busca mesmo, e levem os pertences desse jornalista. Nesse momento, nessa palavra, Steve Jobs o interrompe e diz “Bem, esse cara, quem pode dizer que ele (Jason Chen do Gawker Media) é um jornalista?”. A audiência faz um silêncio mortuário.

Quem pode dizer? O promotor de justiça do Condado de San Mateo, na verdade. Treze meses depois, via a Associated Press, publicou-se:

Promotores disseram nessa quarta-feira (10) que não prosseguirão com denúncias contra o blogueiro que comprou um protótipo de um Apple iPhone, após ter sido encontrado em um bar em março de 2010, no caso que iniciou um caloroso debate sobre a Primeira Emenda.

O promotor assistente de justiça do condado de San Mateo, Morley Pitt, fez constar que nenhuma queixa fora indiciada contra Jason Chen, editor do Gizmodo, ou qualquer um de seus outros empregados, citando que a lei da California reza claramente pela proteção de confidencialidade de fontes legitimamente jornalísticas.

Sorry, mas… #chupajobs!

A Apple está acostumada a enviar cartas ameaçadoras a blogueiros que não se curvam diante de suas empreitadas de distorção abordagem da percepção do mercado, comumente durante o período que antecede seus maiores lançamentos. Sendo o blogueiro/jornalista alguém que vai contra o império, pode-se ouvir de tudo. Felizmente, não dessa vez. Perdeu prayboy!

Nessa mesma entrevista, Jobs disse:

“Qualquer coisa que nós pudermos fazer para ajudar o New York Times, o Washington Post, o The Wall Street Journal e outras organizações de notícias, afim de que encontrem novos meios de expressão, para que assim assegurem que sejam pagos e possam manter sua operação intacta, eu sou totalmente à favor”

E a pérola:

“Eu não quero que nos tornemos uma nação de blogueiros”.

Desculpe, meu querido Cabeça, mas vocês já são. E por acaso, a maior de todas elas. Inclusive graças ao próprio iPad e o iPhone. Vai me dizer que agora você quer devolver a ‘Revolução’? Isso tudo porque alguém espumou na cachaça em algum buteco ching-ling e deixou cair do bolso o próximo iPhone…

Ainda bem que o The Daily teve o mesmo efeito bem-sucedido que levar uma mordida na virilha de uma banguela feia, certo? Já imaginou o que seria do mundo se aqueles blogueiros ornalistas tivessem triunfado sobre a plebe rude?

Ô, Zé Larry!?

Para ouvir a entrevista completa (90 minutos), clique na imagem abaixo:

PS: precisa de Flash!

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Piadinhas à parte, a entrevista tem diversos pontos interessantes e Steve Jobs lidera um projeto vencedor, de números incontestáveis e é provavelmente um dos grandes empreendedores do nosso tempo. Infelizmente, trupicou num único comentário bastante infeliz, e tomou na lorpa. Ok, Acontece. Como minha avó dizia “A arrogância pode sair pela boca, mas entra por outro lugar”. Enfim, tergiverso… Particularmente, gostei bastante do argumento dele no final da entrevista (1hs05min00) onde ele diz que “prefere se demitir a ‘deixar passar’ coisas” como o lance com o Gizmodo, onde ele considera que um produto das idéias de seus colaboradores foi roubado e ele, pessoalmente, foi extorquido. Segundo Jobs, ele prefere encarar toda a guerra de P.R. e perder se for o caso (foi o caso), do que deixar quieto e fingir que não importa.

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[app] FBI lança aplicativo para iPhone

Por em 11 de agosto de 2011

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O FBI lançou um novo aplicativo chamado Child ID. É o primeiro aplicativo mobile para iOS da agência norte-americana e sua meta é construir um banco de dados nacional.

A meta é que ele contenha, com o apoio dos próprios pais, informações vitais de crianças e adolescentes para o caso de um dia ficarem desaparecidos.

O app é gratuito e esta disponível para iPhone e pode ser baixado na Apple Store. Os pais podem fornecer imagens atualizadas de seus filhos, assim como informações como peso, altura, sinais de nascença ou qualquer outro identificador físico que possa colaborar com eventuais buscas.

O Child ID também incluem dicas para que os pais mantenham seus filhos em segurança e o que devem fazer nas primeiras horas no caso de desaparecimentos que, segundo o próprio FBI, acontecem a cada 40 segundos nos Estados Unidos.

Normalmente quando juntamos banco de dados psicográficos e demográficos e governos, na mesma sentença, minha orelha fica meio vermelha. Mas nesse caso, não seria uma má idéia se o app pudesse se tornar global e ficar à disposição de forcas policiais em todo o mundo.

As primeiras 48 horas nesse tipo de desaparecimento são fundamentalmente as mais importantes na localização e recuperação de crianças desaparecidas, por uma série de razões e circunstâncias.

O aplicativo mantem todos os dados seguros dentro do aparelho, exceto se forem voluntariamente enviados pelo usuário para o FBI.

Aqui

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The Dark Meadow é promissor FPS para iPhone

Por em 5 de agosto de 2011

Se você possui um iPhone/iPad e está cansado de atirar passarinhos contra porcos e procura um jogo um pouco mais complexo, é bom ficar de olho no The Dark Meadow, título em primeira pessoa desenvolvido pela Phosphor Games Studio.

Nele seremos um sujeito que acordará em uma cama de um hospital em ruínas repleto de seres bizarros e teremos que usar uma espada e um arco e flecha para sobrevivermos e tentar descobrir como fomos parar nesse mundo paralelo. O clima de mistério e terror no qual seremos jogados promete ser um dos grandes destaques do jogo, assim como o visual espetacular possível graças a poderosa Unreal Engine 3.

Com previsão de lançamento já para agosto, o projeto teve início a apenas três meses e o primeiro trailer mostra que a produção está bastante avançada, o que segundo Chip Sineni, co-fundador da desenvolvedora, foi possível graças a experiência com os consoles que alguns membros da equipe possuem. Ele também revelou que o The Dark Meadow será uma espécie de conto de fadas modernos, tendo usado como grande inspiração o filme O Labirinto do Fauno, o que aumenta ainda mais a minha expectativa pelo jogo.

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Os consoles venceram e a “derrotada” foi a Apple

Por em 4 de agosto de 2011

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Talvez você não conheça Seamus Blackley, mas o sujeito é um dos criadores do primeiro Xbox e ao conceder uma entrevista sobre a situação atual da indústria, declarou que não concorda com a opinião das pessoas que acham que o crescimento do Facebook e dos smartphones como plataformas de jogos está matando o mercado de consoles.

Todo o mundo está lançando consoles. Eles são chamados de iPads e Facebook. O que acontece não é que o negócio de consoles morreu e sim que ele venceu. Você não pode lançar atualmente um dispositivo que não seja um console e se ele não for um bom console, falhará. Essa é a verdade.

No entanto, o comentário mais interessante feito por Blackley foi sobre a posição da Apple nesta história, apontada por muitos como uma das principais responsáveis pela disseminação dos games graças aos dispositivos iOS, mas que segundo ele, nunca foi a intenção da empresa.

Eles odiavam os videogames. A vitória dos jogos foi completa em relação a Apple. Eles tentaram duramente transformar o iPad em um processador de textos e reprodutor de música e o público simplesmente não quis isso. Isso é lindo, você não precisa mais ter uma estratégia para os jogos… Eles estão se tornando a atividade número um em qualquer plataforma. A principal ocupação para qualquer dispositivo digital serão os jogos.

Exageros de alguém que está fortemente ligado aos consoles? Enfim, eu costumo utilizar a palavra console apenas para videogames de mesa e nem mesmo os portáteis eu gosto de colocar na mesma categoria e por isso não acho que as pessoas que estão adotando o iPhone ou o Facebook como plataforma principal de jogos pertença ao mesmo grupo que paga caro por um console. Para mim o real motivo de preocupação acontecerá se as grandes desenvolvedoras de jogos começarem a deixar esses aparelhos para se dedicar apenas aos jogos casuais, que querendo ou não, são os que dominam esses novos competidores.

[via Edge]

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World Without End é RPG indie de quadrinista da Marvel

Por em 29 de julho de 2011

Embora jogue esse tipo de jogo muito menos do que deveria, eu adoro RPGs de estratégia por turno. O meu contato com o gênero só aconteceu com o Final Fantasy Tactics e confesso não ser um grande conhecedor do estilo, mas acho o conceito desses jogos muito legal e por isso fiquei bastante interessado no World Without End, título que será lançado para Android e dispositivos iOS.

Para tentar se diferenciar dos demais o game não utiliza aqueles quadrinhos nos mapas e a movimentação dos personagens é livre, mas nele teremos um certa quantidade de pontos de ação que serão gastos de acordo com o que realizarmos nas batalhas, com habilidades especiais consumindo mais pontos e nos obrigando a calcular com sabedoria o que faremos, já que um golpe mais poderoso pode não matar o inimigo e nos deixar vulnerável até o próximo turno.

A parte visual do WWE tem recebido um grande destque e isso pode ser explicado porque o seu criador é o multitalentoso Steve Uy, roteirista e ilustrador que já trabalhou em revistas em quadrinhos da Marvel. O artista que também atua como programador e músico agora tenta a sua primeira investida no mundo dos games e está tentando levantar 15 mil dólares em doação para terminar o game, que terá cerca de 15 horas de duração e será vendido por US$ 3.

Parece bem interessante, não acha?

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[via Game | Life]

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[App do Dia] PriorityList para iOS

Por em 25 de julho de 2011

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Uma nova startup com um nome bem bacana (Mutant Milk) acaba de colocar na App Store o PriorityList.

Dos milhares gerenciadores de tarefas disponíveis, poucos se destacam por conta da mesmice nas funções e a chatice do layout. Há exceções para ambos os pontos e o PriorityList com certeza é uma delas, no layout.

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[App do Dia] Ben the Bodyguard

Por em 18 de julho de 2011

"Um francês, protegendo seus segredos. Sim, sério"

Assim é assinado o pitch de venda de mais um aplicativo para proteger senhas, dados e arquivos para iOS.

Eu já havia mencionado o Ben the Bodyguard em nosso canal no Facebook antes, mas só para falar do espetacular site (agora sutilmente remodelado) feito para apresentar o app.

Dessa vez, tive a oportunidade de testar o aplicativo. Diante dos novos investimentos de ilustração feitos pelos cabras da N3rd Communications, não resta dúvidas que um app é apenas um app; e que adicionar elementos bacanas a ele pode tornar a coisa toda mágica e incrivelmente criativa.

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