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Jogadores casuais estão perdendo interesse pelos portáteis

Por em 22 de novembro de 2011 - 11 Comentários

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A pergunta é simples: Com o 3DS começando a dar sinais de que irá engrenar e o Playstation Vita prestes a ser lançado, você ainda tem interesse em adquirir um videogame portátil? Para algumas pessoas investir em um aparelho desses não faz sentido, preferindo os smartphones e um grupo de jogadores que parece estar desistindo dos portáteis são os casuais.

A situação foi constatada pela empresa de pesquisa de mercado Cowen and Company, que após realizar uma pesquisa nos Estados Unidos, descobriu que apenas 37% das pessoas ainda jogam nos portáteis, enquanto que 52% usam seus celulares como plataforma de jogos. Segundo o relatório, o interesse dos casuais nos portáteis caiu 29% nos últimos dois anos e os principais responsáveis por isso seriam justamente os smartphones.

Os analistas ainda sugerem que um generoso corte de preços poderiam ajudar a reverter o cenário e acreditam que este não seja um grande problema para as desenvolvedoras americanas, já que muitas delas estão lucrando com a venda de jogos para celulares. No entanto, o mesmo não pode ser dito dos japoneses, como a Sony e especialmente a Nintendo, que continua se negando a vender seus títulos para aparelhos que não sejam fabricados por eles mesmos.

Para os jogadores que não se importam muito com gráficos e uma jogabilidade mais complexa, acho que o melhor mesmo é usar seus iPhones e similares para jogar, mas para aqueles que procuram algo mais parecido com a experiência proporcionada pelos consoles, penso que algo como um PS Vita é a melhor opção e enquanto os estúdios não encontrarem uma maneira de compensar a ausência de botões dos celulares, continuarei comprando portáteis.

[via GamesIndustry]

emCelulares Jogos Nintendo Portáteis Sony

Scribblenauts Remix destrona Angry Birds na App Store

Por em 18 de novembro de 2011 - 2 Comentários

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É muito provável que a façanha conquistada pela 5th Cell Media e Warner Bros. não dure muito tempo, mas após reduzir o preço do Scribblenauts Remix para dispositivos iOS para apenas US$ 0,99, as empresas conseguiram algo que parecia impossível, tirar o Angry Birds do topo da lista de jogos mais vendidos da App Store.

O game conquistou muitos jogadores no DS ao oferecer uma jogabilidade viciante onde devemos solucionar quebra-cabeças ao utilizar objetos que são invocados ao digitamos seus nomes e a conquista do primeiro lugar pode ter um significado bastante significativo, mostrando que títulos de qualidade por preços acessíveis podem brigar em condições de igualdade com o gigante da Rovio.

Além disso, é muito bom ver um jogo que brilha pela originalidade vendendo, mesmo que temporariamente, mais do que um que não se envergonha de aproveitar a ideia de outras pessoas, sem falar nos seus criadores, que deixaram o sucesso subir à cabeça e que não mostram sinais de quando apresentarão ao mundo algo que não esteja relacionado aos pássaros nervosinhos.

Se você está procurando um título muito divertido para seu iPad, iPhone ou iPod, vá por mim, deixe o Angry Birds de lado e dê uma chance ao Scribblenauts Remix, pelo menos no DS ele é fantástico.

[via Gamasutra]

emCelulares Jogos

App de Raio-X em Realidade Aumentada–Um fail com grande potencial

Por em 16 de novembro de 2011 - 6 Comentários

Moosejaw X-Ray App from Gary Wohlfeill on Vimeo.

Depois da linda aplicação de realidade aumentada da National Geographic agora é a vez dessa bobeirinha da Moosejaw, uma loja online de roupas, totalmente sem graça. No vídeo acima você vê a proposta: Um iPad, iPhone ou Android rodando a aplicação visualiza as páginas do catálogo da empresa, e quando passa por cima de alguma modelo vestida até as orelhas, exibe a mesma pose mas com a guria de lingerie.

Isso teria graça se catálogos não tivessem seção de lingerie, ou se fosse possível usar a aplicação em gente de verdade, igual aos óculos de Raio-X que anunciavam nos gibis.

selenaNa prática há poucas formas de ver os outros sem roupa que não envolvam vodca ou tequila, e mesmo o escândalo de anos atrás quando descobriu-se que as câmeras Sony com nightvision podiam ser enganadas e visualizar debaixo dos maiôs das japinhas se mostrou exagerado. Eu sei, eu tenho uma Sony com nightvision.

Um outro método que funciona mais ou menos envolve alterar os níveis de cor da imagem no Photoshop. É uma técnica interessante, usada em fóruns de celebridades e se baseia na idéia de que uma fotografia traz mais informação do que nossos olhos conseguem ver. São variações de tons muito próximas, causada por contornos e mudanças de cor no corpo debaixo da roupa da modelo.

Melhor: essas variações podem ser intensificadas digitalmente. Um bom exemplo (e tutorial) é este vídeo aqui, mas cuidado, é NSFW, seu chefe não vai gostar, mesmo que você o esteja assistindo em nome da Ciência!

Não é nada difícil escrever uma aplicação de celular que manipule tons, cores e contraste em tempo real, em busca do mesmo efeito de transparência.

Prevejo que uma aplicação assim surgirá (se é que já não existe) no Japão.

Aí entra a grande questão: Sua privacidade vai além do espectro visível? Quem compra uma foto tem direito a todos os pixels? A imagem acima, da bonitinha Selena Gomez é perfeitamente legítima, correta e honesta, mas após a devida manipulação de níveis de cores ela mostra aquilo que só o Justin Bieber teria visto se não tivesse fechado os olhos e gritado “xô bicho feio!”.

Não estamos falando de fakes, mas de intensificar informação existente na imagem. Qual o limite, já que essa técnica cai na área de tratamento de imagem?

A tecnologia que soluciona problemas também os cria, e hoje só a falta de tempo ou vontade impede alguém de criar uma App que deixaria a maioria das convidadas em uma festa nuas com a mão no bolso.

Será possível impedir que alguém manipule os fótons que você reflete? Até onde vai o direito de imagem, se for para “consumo próprio”?

emApple e Mac Fotografia Google

App do Dia: 4sqwifi–achador de Access Point–com senha–e nem é ráquer!

Por em 15 de novembro de 2011 - 10 Comentários

IMG_2088A reação de todo mundo assim que descobre a função do 4sqwifi –lista access points próximos, junto com suas senhas- é automática, óbvia e compreensível. Todo mundo arma um sorriso maroto e solta um “ah vá…”.

É compreensível mas injusto. Não há nada de malicioso na aplicação nem na forma com que ela coleta esses dados aparentemente sigilosos.

É um hábito entre usuários do Foursquare indicar no campo de dicas de um local se há wifi disponível, e se for necessário, a password.

Claro que com gente cadastrando até a casa do cachorro a quantidade de ruído no Foursquare torna inviável sair procurando nos estabelecimentos próximos, um a um até achar quem tenha WIFI.

O 4sqwifi automatiza essa busca, listando apenas os locais que tenham a string “wifi” no campo busca. Aqui um exemplo de um access point camarada encontrado por ele:

 

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Claro, as senhas podem ter mudado, ou o local pode ter wifi mas não está listado. Nenhum software é perfeito (exceto o XTreeGold) e não vai ser uma App gratuita que quebrará essa regra, mas estando ciente das limitações o 4sqwifi passa a ser um grande pequeno adianto.

Agora o alerta: Um monte de gente cadastra o access point de casa e libera o acesso, na pura camaradagem, mas um monte de gente também monta estrutura de honeypot para monitorar seu tráfego e roubar suas senhas. Usar um access point desconhecido é um convite ao desastre.

O 4sqwifi é digrátis e está disponível direto no iTunes.

emApple e Mac Software Software

Queda do Flash em dispositivos móveis podem beneficiar o iSwifter

Por em 11 de novembro de 2011 - Nenhum Comentário

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Para quem não conhece, iSwifter é um serviço que permite dispositivos móveis rodar jogos em Flash. O serviço se assemelha bastante com o OnLive, que roda os jogos em seus servidores e então fornece, via streaming de vídeo de alta velocidade, o jogo para o dispositivo.

Como vocês já devem saber, a Adobe finalmente desistiu do Flash para aparelhos móveis, e na prática, até mesmo tablets com Android poderão perder a compatibilidade com o flash player, mesmo que a longo prazo. Estrategicamente, isso só reforça o negócio da YouWeb, que ao prover essa solução, faz com que os usuários órfãos do Flash, possam usufruir da inúmera lista de jogos do Facebook, por exemplo.

“Sinto muito sobre as demissões na Adobe, mas estou muito feliz pelo iSwifter”, disse em uma entrevista Peter Relan, presidente da YouWeb, a incubadora que ‘chocou’ o iSwifter. “Eu estava esperando o dia que a Adobe finalmente perceberia que não pode fazer isso, e em vez disso vai deixar o iSwifter cuidar desse problema.

No iPad o aplicativo é distribuído de graça para os primeiros trinta minutos, depois disso você pode fazer o upgrade por U$ 4,99 dólares e ter acesso ilimitado. Rajat Gupta, chefe executivo do iSwifter, disse que a versão para Android já está sendo feita, e logo mais estará disponível.

Nunca usei nenhum serviço do tipo, por isso sou suspeito para opinar sobre. Mas para os fanáticos por Farmville, CityVille e afins que desejam acessá-los do seu ‘iGadget’, parece ser uma boa opção.

[via VentureBeat]

emCelulares

Mapas: Um preview do primeiro ataque termonuclear da Apple contra o Google

Por em 7 de novembro de 2011 - 41 Comentários

Antes de morrer Steve Jobs deixou escrito com todas as letras que iria destruir o Google. A Apple vem sistematicamente preparando o caminho para isso, em várias frentes. Uma delas é a de navegação. Depois que ficou de fora das versões mais avançadas do Google Maps a Apple decidiu correr atrás de opções, ao seu estilo.

A última adquirida, por US$150 milhões é a sueca C3 Technologies, uma empresa especializada em visualização 3D de mapas. Sabe aquele modelo 3D do Google Maps, que leva uma eternidade pra carregar? Olha como o software da C3 funciona num iPad e e em um Android…

Em um depoimento Eric Schmidt, CEO do Google declarou com todas as letras que sua posição ano passado de que a Apple não era uma ameaça real estava errado. Para ele agora Apple e Siri podem representar uma séria ameaça ao core business da empresa, serviços de busca.

Com um serviço de mapas como o da C3, mais Siri mais agregação de informações de toneladas de parceiros a Apple não precisa do Google. Busca? Sem problemas, Wolfram E Bing, que já vivem em feliz conjunção carnal, diga-se de passagem.

Dá para viver sem o Google? Eu não conseguiria, mas 15 anos atrás todo mundo vivia, e bem. Mesmo que a ameaça da Apple dê em nada, é bom para lembrar que nada é eterno no mundo da tecnologia, e que a empresa imprescindível de hoje vai para a poeira da História amanhã.

E se alguém duvidar, é só lembrar que no Homem de Ferro, na cena em que o soldado pede para tirar uma foto com Tony Stark ele responde “não quero ver isso na sua página do MySpace”.

emApple e Mac Computação móvel Google

Windows Phone: Microsoft dando tiro no pé?

Por em 7 de novembro de 2011 - 51 Comentários

lumia800

A Maior unanimidade produzida por Redmond desde o WindowsME (por motivos diferentes, óbvio) o Windows Phone já garantiu seu lugar na trindade dos sistemas operacionais mobile. O New York Times fez uma das resenhas mais entusiasmadas já vistas no jornal. Um dos motivos desse resultado é a decisão da Microsoft de determinar graus de exigência bem altos dos fabricantes de hardware.

A idéia era esquecer o tempo onde qualquer fabricante xing-ling produzia celular com Windows Mobile, desvalorizando a marca.

Excelente, até sair a notícia de que a Microsoft relaxou as exigências e permite agora que sejam fabricados smartphones Windows Phone sem câmeras.

Sim, o telefone multimídia, compartilhador, social, completamente cego.

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emArtigo Celular