Digital Drops Blog de Brinquedo

Windows Phone: Microsoft dando tiro no pé?

Por em 7 de novembro de 2011

lumia800

A Maior unanimidade produzida por Redmond desde o WindowsME (por motivos diferentes, óbvio) o Windows Phone já garantiu seu lugar na trindade dos sistemas operacionais mobile. O New York Times fez uma das resenhas mais entusiasmadas já vistas no jornal. Um dos motivos desse resultado é a decisão da Microsoft de determinar graus de exigência bem altos dos fabricantes de hardware.

A idéia era esquecer o tempo onde qualquer fabricante xing-ling produzia celular com Windows Mobile, desvalorizando a marca.

Excelente, até sair a notícia de que a Microsoft relaxou as exigências e permite agora que sejam fabricados smartphones Windows Phone sem câmeras.

Sim, o telefone multimídia, compartilhador, social, completamente cego.

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emArtigo Celular

Google, Apple e a boa e velha Schadenfreude

Por em 3 de novembro de 2011

lindsay-lohan-cuffed

O termo Schadenfreude é uma palavra alemã que significa o sentimento de íntima satisfação diante do infortúnio de outros. Claro, só um povo amante de vida e feliz por natureza como os germânicos poderiam criar uma palavra pra isso.

Ele pode ser usado para descrever a sensação de ver o carro do Nigel Mansel quebrar, o seu rival tomar um toco da menina que ambos disputam ou ver o inimigo que ocupa seu país tentar invadir a Rússia no inverno.

No caso descreve a atitude da Apple diante da App do Gmail, lançada com certa fanfarra pelo Google e escurraçada da AppStore com o rabo entre as pernas algumas horas depois.

A tal App além de chata feia e boba não tinha sequer suporte a múltiplas contas, parecia algo feito nas coxas como a App do Google+, se bem que no caso o Google+ é uma rede social feita nas coxas, então se aplica.

O maior problema foi que o Google não testou NADA, a App dava erro no sistema de notificações do iOS5, e erro feio. O povo, claro, foi xingar muito no Twitter.

David Coursey, da Forbes percebeu e fez a pergunta que não quer calar: Como a Apple, tão perfeccionista deixa uma App cagada como essa ser aprovada? Onde estão os critérios? Os testes internos são bem mais rígidos, se há uma certeza que usuários de iOS têm é que não serão surpreendidos por Apps capengas.

O próprio David sugere que foi intencional. Eu concordo, mas não creio que seja só a vontade da Apple de ver o Google atirando no próprio pé, acabando com a imagem do Gmail no iOS e provando pros fãs da Apple mais uma vez que ela sabe o que é melhor para nós. (all Glory to the Hypnotoad!)

Quem lembra do mimimi-preemptivo que a Opera fez para lançar seu navegador no iPhone, criando contadores online e alertando contra um pseudo-futuro-possível boicote da Apple? OK, mais gente do que os que lembram que existe Opera no iPhone.

EU ACHO que se a Apple tivesse simplesmente rejeitado a App do Google correria o sério risco de ser acusada publicamente de boicotar a concorrência, enquanto secretamente os programadores corrigiriam a cagada, assim quando a App voltasse estaria correta, seria a palavra da malvada Apple contra o bonzinho Google, e o fantasma de Jobs continuaria assombrando Cupertino.

É uma atitude infantil? Com certeza, mas o mundo dos negócios funciona assim, e convenhamos, qual o mais lógico, admitir que cometeu um aborto da natureza em termos de programação ou ativar uma estratégia de controle de danos e culpar seu concorrente?

A Regra de Ouro do mundo dos negócios continua valendo e não poderia ser mais clara: Não dê mole.

Até porquê quando a Apple lançou aquele aborto da natureza que foi a primeira versão do Safari pra Windows, todo mundo caiu em cima. Com razão.

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Quais as principais influências na indústria de games?

Por em 3 de novembro de 2011

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Que Steve Jobs teve uma forte influência na vida de todos nós é algo inquestionável, mas uma pesquisa causou uma grande polêmica ao revelar que de acordo com 1000 pessoas que foram questionadas sobre os principais nomes responsáveis por influenciar a indústria de games, o dele ficou em primeiro, com 26%, a frente de Gabe Newell com 16%, Shigeru Miyamoto com 7%, Tim Berners-Lee com 4% e por fim, Mark Zuckerberg, com 3%.

Outro resultado que causou um certo espanto foi sobre os cinco produtos que ajudaram a moldar os jogos eletrônicos e novamente a Apple ficou no topo, com o iPhone conquistando 17% dos votos, seguido pelo Wii com 11%, a Xbox Live e o primeiro Playstation com 3% cada um e o Steam com 2%.

O mais curioso é que a enquete não foi feita com pessoas que teoricamente não possuem conhecimento da indústria, já que são profissionais com trabalham com games e que visitarão a London Games Conference, que começa no próximo dia 10. Isso pode sugerir que muitos dos entrevistados são desenvolvedores de jogos casuais e/ou independentes, o que explicaria o iPhone, Xbox Live, Jobs e Zuckerberg, mas não é porque eles supostamente defenderam seu mercado que a história deva ser ignorada.

Embora eu ache que daqui há alguns anos esse resultado possa ser razoavelmente aceitável, desconsiderar a importância de Miyamoto ou a maneira como a marca Playstation popularizou os games é um grande erro e ou os entrevistados desconhecem o passado da indústria em que estão trabalhando, ou essa foi uma grande piada de mau gosto.

[via Eurogamer]

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Conheçam o Galaxy 4SII

Por em 28 de outubro de 2011

Não sei qual é o objetivo de quem cria esse tipo de coisa (sendo de graça, ganhar dinheiro não é) mas já posso visualizar a espuma escorrendo pelos cantos da boca dos defensores mais fervorosos do Android. Após passar 1 ano com um iPhone 3GS e 1 ano com um iPhone4 me cansei um pouco da experiência de uso da Apple e resolvi respirar novos ares. Achei que era hora de sair da minha prisão em forma de castelo para ser livre. Debaixo da ponte, mas livre. Como primeiro brasileiro a possuir um iPhone 4S [morra – Cardoso] comprado no dia do lançamento as 8h da manhã pacific time (eu estava em Los Angeles no dia que o aparelho foi lançado), minha reação ao utilizar o Smartphone mais novo da Apple por alguns minutos foi: “meh”.

Por mais que o aparelho tenha melhorado no quesito hardware, acreditem, o 3GS rodando iOS5 ainda possui uma performance bem satisfatória. Sabendo disso a Apple manteve o 3GS na linha mesmo possuindo já duas versões mais recentes do seu espertofone, por um simples motivo: apesar de ter quase 3 anos e meio de lançado, ele ainda é melhor e mais desejado que 95% dos outros smartphones do mercado. Dados do IMBEINH – Instituto Meio Bit de Estatísticas Inventadas na Hora.

Chupa, Jobs!

Too soon?

Com isso, o iPhone 4S ficou com a patroa e eu parti pra um Galaxy SII, que veio com Android 2.3.4. A tela giganteca faz com que ele seja praticamente uma TV LCD dos smartphones e foi um atrativo pra minha aquisição, que trabalho bastante com o celular acessando clientes remotamente, além do hardware privilegiado. Mas ao utilizar meu primeiro smartphone com Android, fiquei um pouco perdido nos menus e procurei customizações que deixassem ele mais com a minha cara.

E aí entrou o Espier Launcher (dica do @RobertoStrabe). O que ele faz? Basicamente modifica a interface do Android e o deixa… igualzinho ao iOS. Segundo a própria empresa criadora, o Espier “traz uma nova experiência para o Android”. Nova experiência = interface igualzinha a do IOS, acreditem, eu usei. As imagens ao lado são do meu Galaxy SII modificado, não é de nenhum iPhone. Óbvio que usuários avançados vão perceber de cara, pois não é 100% igual, mas realmente fica MUITO parecido, inclusive as funcionalidades de modificação de ícones e criação de pastas estão presentes.

Algo parecido jamais seria aprovado na APP Store. E seria no mínimo engraçado ver um defensor cego do Android tirando devagarinho seu telefone do bolso, usando escondido pra ninguém ver que ele deixou seu Android com a cara do iOS. Como não defendo nem A nem B, digo logo: estou usando o Espier e adorando.

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Hora de comprar um Gadget novo. E agora: quem poderá me defender?

Por em 26 de outubro de 2011

Algo que acontece de forma recorrente comigo, principalmente no Twitter: muita gente vem me questionar pedindo dicas sobre produtos, perguntando se deveriam comprar o aparelho A ou o B. Por sorte as perguntas resumem-se a produtos de tecnologia e carros de luxo, pelo menos até agora!

Cara de satisfação quando ouvimos essas perguntas

Atualmente, com a demanda por Smartphones crescendo mais que os seios da sua irmã adolescente, são constantes as perguntas, que dentre as mais comuns, destaco:

– Compro um Android ou um iPhone?

– Compro um iPhone ou um iPad?

– E aí, Galaxy SII ou iPhone 4S?

– Que Notebook  eu compro?

Algumas perguntas até dá pra responder, mas em geral, são perguntas que envolvem essencialmente experiência de uso e percepção de valor, o que torna a tarefa de ajudar alguém a escolher o seu novo gadget quase impossível. Perguntar a alguém se você deve comprar um Smartphone ou um Tablet é como decidir entre um fogão e uma geladeira. Talvez você precise dos dois, talvez não precise de nenhum deles, mas eles são mutuamente exclusivos. Um não exerce a função do outro, um não ocupa o espaço do outro. Se você não precisa de nenhum deles, piorou. Você estará perguntando em que produto deve rasgar o seu dinheiro. Se precisa dos dois, cabe a você decidir qual é o mais necessário nesse momento.

Ter um amigo geek ou um “personal nerd” nessas horas ajuda apenas a sair de roubadas. O que essa pessoa pode fazer pra lhe ajudar não é dizer o que você deve comprar, mas o que você não deve comprar de jeito nenhum. Portanto, algumas dicas pra você escolher o seu novo cacareco eletrônico são:

– Defina a plataforma. Se você já é familiarizado com uma empresa ou produto, talvez permanecer nela seja uma boa pois você já conhece o caminho das pedras e terá poucas dificuldades de adaptação. Se pretende mudar, procure conhecer sobre a nova plataforma para ver se você irá se adaptar a ela. Fale com amigos, parentes, pessoas conhecidas que já utilizaram ou utilizam e tire suas dúvidas, leia fóruns, reviews, etc;

– Teste o produto. Se possível, tente ir até uma loja e testar antes o produto. Veja a qualidade do material, o design, a usabilidade geral, ou procure alguém próximo que possua o item que você quer comprar e tire algumas impressões (foi assim que fiz com minha segunda Ferrari);

– Analise os prós e contras. Veja se você realmente esta disposto(a) a gastar aquela grana, se há risco ou não de arrependimento e observe as políticas de devolução do produto caso você fique insatisfeito.

E uma dica final: nunca passe para outra pessoa o poder de decisão sobre a compra de um produto que pode lhe acompanhar por anos. Você pode acabar se frustrando com a aquisição e culpando um terceiro pela bobagem que você fez. Deixar os outros decidirem como você gasta o seu dinheiro só quando você for casado (fica o alerta).

emArtigo Dicas Meio Bit

Celular de 1922–não deve ter Angry Birds pra ele

Por em 19 de outubro de 2011

O vídeo acima está rodando as Interwebs, é um dos curtas da British Pathé, parte do conglomerado Pathé que dominou o mercado de produção cinematográfica no final do Século XIX e boa parte do XX.

É o equivalente daqueles vídeos conceituais mostrando como o futuro seria. No caso extrapolaram em alguns poucos anos e previram basicamente celulares e streaming de música. SÓ ISSO.

No filme de 1922 duas moças-damas passeiam pela rua, então decidem fazer uma ligação. Puxam o rádio-telefone (seu celular, exatamente), aterram em um hidrante, ligam a antena do guarda-chuva (ENTENDEU, APPLE?) e pronto, já estão falando.

Chique é pedirem para a atendente (SIRI, alguém?) uma música, e ela tocar em um gramofone.

iPhone,Siri, iCloud, tudo ali, só removemos o elemento humano, e só levou 89 anos.

E não, o filme não é fake, por mais tentador que seja concluir isso. Há pessoas com conhecimento e imaginação para sonhar com o futuro, e algumas vezes, acertam.

Fonte: Telegraph

emComputação móvel Telecom Wireless e Redes

iPhone 4S vs Canon 5d Mark II–Adivinhe quem ganha

Por em 19 de outubro de 2011

Se você disse “Canon”, meus parabéns, você acertou. O iPhone NÃO consegue uma qualidade de imagem tão boa quanto uma câmera DSLR de US$3 mil. Acho até justo, do contrário teria um monte de executivo visitando a fábrica da Foxconn em Shenzhen pedindo para usar o terraço.

Mesmo assim o resultado é excelente. A Apple não pode desrespeitar as Leis da Física (não mais), e dentro das limitações ópticas da tecnologia envolvida o 4S dá um show. De cara ele é BEM melhor que minha filmadora Samsung HD, que só fazia 720i  (o i é de inútil).

A popularização de celulares filmando FullHD é algo muito bem-vindo, embora nem seja novidade. No começo do ano passado a Fujitsu já vendia o !brilhantemente batizado F-06B, que ainda por cima era à prova d’água.

Logo aquelas sex tapes em resolução de anime pirata rmvb trocado em disquete vão deixar de existir, finalmente os programas de TV poderão parar de usar molduras para disfarçar a péssima qualidade das “pegadinhas” e vídeos de “cinegrafista amador”.

Curioso como essa convergência chegou rápido. Hoje um simples celular consegue filmar na mesma resolução que a transmissão de TV e os BluRays usam. Aliás, consegue filmar e BEM, veja:

 

Fonte: TNW

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