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Digital Drops Blog de Brinquedo

Apple perdeu OUTRO iPhone? Aham, senta lá, Cláudia.

Por em 1 de setembro de 2011

Se não fosse da CNET eu acharia que é coisa do Onion, mas a fonte e séria. Só a fonte, a história é de lascar.

Aparentemente um funcionário da Apple visitou a Cava 22 (cuidado, música), uma tequilaria bem simpática em São Francisco. Devidamente calibrado com o suquinho do capeta, o cidadão deixou o iPhone na mesa na hora de ir embora, provavelmente 100% chapado. Quando a ressaca passou e viu que havia perdido o telefone, ligou desesperado várias vezes mas no bar nada havia sido achado.

O celular apareceu na Craigslist, onde foi vendido por US$200,00. A Apple contactou a polícia de São Francisco, dizendo que o aparelho era inestimável, e que o estava rastreando. Chegaram até a casa de um sujeito, que disse não saber de nada. Com a permissão dele revistaram o apartamento (isso está mal-contado) e não acharam nada.

Na saída os representantes da Apple ofereceram dinheiro em troca do aparelho “sem perguntas”, mas o sujeito continuou negando.

Como o caso ainda está na fase do disse-me-disse, o sujeito ainda não foi executado pelos esquadrões ninja da Apple, mas Steve Jobs, de sua câmara de hibernação já escreveu no vidro “matem o Gizmodo”, só por desencargo, provavelmente.

OK, mentira. Ninguém teve coragem de contar ao Jobs. A Apple oficialmente diz que nada aconteceu. Logo saberemos, é só esperar pela notícia da implosão da sede do Gizmodo. Só por desencargo, claro.

emApple e Mac Celular Mundo Estranho

Theme Park será lançado gratuitamente para iPad e iPhone

Por em 25 de agosto de 2011

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Eu sempre tive uma queda por jogos de gerenciamento – tirando os de esportes – e sempre que começo a jogar um deles sou capaz de perder completamente a noção da hora. Quando tive o meu primeiro contato com a série Theme Park, lá no Playstation, achei a ideia fantástica, afinal, construir o seu próprio parque de diversões e ainda poder se divertir em alguns brinquedos era o sonho de muita gente, mas desde então eu nunca mais tive a oportunidade de jogar outro título da franquia.

Na minha opinião os tablets e smarthphones são os aparelhos ideais para esse tipo de jogo e foi pensando nisso que a EA resolveu levar para os dispositivos iOS uma versão reformulada, com gráficos em 3D, do clássico jogo da Bullfrog. Previsto para ser lançado ainda este ano, o game será distribuído gratuitamente, com a desenvolvedora pretendendo lucrar com a venda de moeda virtual que será utilizada na compra de itens, atrações e dessa forma permitindo ao jogador acelerar o desenvolvimento dos parques.

Outras promessas interessantes são a possibilidade de mantermos nosso progresso salvo nos servidores do Origin, serviço de distribuição digital da EA, além de minigames que usarão a tela sensível ao toque do iPad e do iPhone e brinquedos inspirados em algumas marcas famosas da Electronic Arts, como o Mass Effect, Dragon Age e o Dead Space.

É mais uma tentativa da EA de expandir seus negócios para o mundo dos celulares e jogos casuais e acredito que eles tenham escolhido bem o jogo.

[via Eurogamer]

emCelulares Jogos

MegaPhone: Amplificador passivo para iPhone, feito à mão.

Por em 25 de agosto de 2011

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Existem traquitanas, umas bacanas e outras nem por isso. E existem as invenções geniais…

Eu sempre fui fã daquelas caixinhas de som super-phodangers capazes de transformar um simples iPod em um som para qualquer festa.

Mas essas caras da EnAndIs elevaram a minha empatia por tais produtos a um nível completamente diferente.

O MegaPhone para iOS é um exemplo do quão boa e bem-vinda pode ser a clareza de boas, realmente boas (e belas) invenções.

Com o formato de um chifre todo estiloso (ou uma corneta, se incomodar) e que cairia bem até na decoração da sala do próprio Óðinn, o MegaPhone é bem curioso não apenas pelo formato inusitado ou pelo potente som que é capaz de amplificar.

Mas também pelo facto de ser um aplificador passivo e não utilizar pilhas, cabos, baterias, nada. Segundo o seu designer, o pitch de venda (meio afrescalhado, concordo) é o seguinte:

“A forma foi desenhada para amplificar e otimizar a melhor saída de som possível do aparelho. O amplificador repousa sobre uma fina estrutura de madeira, permitindo que o objeto possa ‘flutuar’ sobre a mesa. Isso para que a vibração do objeto possa ser aumentada e também para que a emissão do som seja melhorada. É perfeito para se ouvir música do iPhone sem fones de ouvido, para uma áudio-conferência como se a pessoa estivesse falando ao-vivo na mesma sala”.

A peça é feita artesanalmente de cerâmica manipulada e madeira reciclável, todo feito à mão e tem agradado à todos por onde passa, que até ganhou uma Fan Page no Facebook.

Se bem que eu  tenho quase certeza que ele funciona em qualquer outro smartphone, desde que a saída de som seja na parte inferior do aparelho.

emApple e Mac Meio Bit Mobile

iOS 5 Beta 6 já possui versão tetherizada para JailBreak

Por em 24 de agosto de 2011

ios5

O iOS 5 ainda nem saiu dos cueiros do sexto Beta e já foi arrombado de novo pelo experiente grupo de hackers totalmente dedicados ao JailBreak.

Como sempre, o desbloqueio inicial é tetherizado (não, esfregar o iPhone na teta não o desbloqueia). Esse tipo de desbloqueio envolve repetir todo o processo cada vez que o iOS for reiniciado e, apesar disso, já está totalmente compatível com a versão 6 do iOS 5 Beta.

Por hora, apenas os usuários do Windows podem desbloquear seus gadgets via Sn0wbreeze 2.8b6, graças ao pessoal do iH8sn0w. O JB funciona com iPhone 3GS, iPhone 4, iPod Touches de 3ª e 4ª geração e iPad1. Instruções disponíveis no Redmond Pie.

Após a lei norte-americana tornar o desbloqueio legalmente opcional, algo que controverteu a opinião da indústria por alegações de que o JB favorece a pirataria, esse vai-e-vem de versões e updates tinha chegado a atingir uma certa estabilidade.

De um lado a Apple liberando versões, do outro a resistência soltando outras. A Apple tapa os buracos usados nos exploits, o grupo de hackers encontra um jeito de burlar a versão liberada. Tem sido sempre assim.

Apesar de sempre trabalharem com as versões Beta liberadas especificamente para desenvolvedores – para terem tempo suficiente para liberar patches e softwares para o desbloqueio à tempo de acompanhar as versões da própria Apple - somente nos últimos meses se intensificou a prática de desbloquear e liberar já direto a partir das versões beta do iOS.

Isso provoca uma inundação de usuários instalando versões do iOS já desbloqueadas, porém, desconsiderando que essas são atualizações ainda incompletas, que frequentemente contem erros e, mais seriamente, bugs e problemas de segurança.

Sem nenhuma boa razão para instalar essas versões (Beta-JB’d), pelo contrário, mais e mais usuários adotam essa prática e aumentam o número de dispositivos potencialmente susceptíveis à invasões.

A exemplo da última versão oficial desbloqueada, o iOS 4.3.2, que possui um erro grave de segurança envolvendo a leitura de arquivos .PDF mas que, entretanto, foi devidamente corrigida via um patch oferecido pelo próprio hacker. (Jay Freeman, a.k.a. ‘Saurik‘, criador do Cydia)

Atualmente, dispositivos iOS ainda na versão 4.3.2 podem ser desbloqueados com apenas um clique e em dois ou três minutos diretamente pelo Safari, via JailbreakMe, criado pelo jovem e talentoso hacker Nicholas Allegra (19), conhecido na rede como Comex.

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Cobra Tag–Acessório tão vencedor que deveria se chamar Cobra Kai

Por em 22 de agosto de 2011

Cobra-tag

Quando eu era criança houve uma moda de uns chaveiros-aporrinhola que apitavam quando você assoviava. Nunca achei graça, até porque nunca consegui assoviar. Ou assobiar, forma que prefiro, ainda mais quando uso o particípio passado.

Diziam que era um jeito de você achar o chaveiro perdido, mas nunca vi ninguém ser bem-sucedido nisso. Os gremlins que somem com as coisas são espertos demais para se deixarem enganar por um chaveiro.

Agora eles terão que evoluir, pois os chaveiros também evoluíram.

O Cobra Tag é um chaveiro que funciona em conjunto com seu iPhone Celular. Falando entre si por Bluetooth, um toma conta do outro.

Se você se afastar do chaveiro, o iPhone Celular apitará te lembrando. Se você deixar o iPhone Celular na mesa do bar e for embora com o chaveiro, o chaveiro apitará. Ao mesmo tempo o iPhone Celular irá acionar o travamento por código.

Caso você perca o chaveiro e o objeto associado, o iPhone Celular terá guardada a última localização dele, inclusive com distância aproximada, para facilitar o raio de busca. Você pode configurar envios automáticos de SMS, email e Twitter, assim mesmo que não tenha escutado o aviso, seus amigos escutarão e ligarão de volta com uma mensagem de apoio tipo “Ô animal, esqueceu a chave do carro na aula de balé. De novo.”

O Cobra Tag custa US$59,95. Não há indicação da autonomia da bateria, mas não tenho grandes esperanças.

Fonte: TechFresh

[ATUALIZAÇÃO] Em nenhum momento na fonte original é indicado que o Celular compatível é um iPhone, a própria imagem é um Android. Pedimos perdão pelo ato-falho, mas em nossa defesa, quem tem hábito de ser esquecido em mesas de bar e gera confusão com isso é o iPhone.

 

 

 

emApple e Mac Hardware

iTableous: o maior gadget do mundo?

Por em 19 de agosto de 2011

Itableous 1

Da próxima vez que a sua esposa disser que você não tem o menor tino para decoração de interiores e que você não pode ajudar na melhoria do ambiente familiar, diga para ela que você tem uma carta na manga.

Apesar de não ser um simples eletrodoméstico e não custar a mesma coisa que uma lâmpada de lava ou um entortador de bananas, assim que estiver disponível no mercado, o iTableous (saco, mais um “Ai”) pode trazer a família de volta à mesa de jantar.

O nome do seu criador é Benjamin Bachmeier (website) e o über-gadget roda tanto o Windows 7 quanto OS X, podendo ser inclusive controlado por iPhones.

De quebra, depois de jantar em cima dele, todo mundo pode se acomodar no sofá e jogar games, assistir filmes, acessar a internet, você é que decide.

Itableous 2

Infelizmente, talvez por conta do tamanho, o iTableous ainda não dá suporte a multi-touch e é controlado por teclados sem fio, iphones, etc.

Dentro do monstro, nada extavagante: um processador de 2Ghz, 4GB de memória ram e um HD de 500GB, portas de HDMI, USB 2.0 e um conector parecido com o do iPhone.

O design poderia ter fugido um pouco de centralizar seu visual no iPhone 4. Ou seja, não recomendado para quem não quer ser amaldiçoado com a letra escarlate de fanboy doente pelas visitas de final de semana.

E para não esquercer de mencionar, o iTableous é um PS3 também.

emApple e Mac Internet Meio Bit

Quem fala o que quer, ouve o que não quer: do juiz! Steve Jobs tem que engolir a língua em caso envolvendo blogueiro do Gawker Media Group.

Por em 12 de agosto de 2011

A história começa de um jeito bastante conhecido (um protótipo e mais um furo) para depois evoluir em direção uma tramponetagem indigesta, que acaba no colo de um juiz e no estômago de um mogul da indústria de telecom.

Steve Jobs concedeu uma entrevista ao website AppleInsider na Conferência D8 2010 All Things Digital. Eis um trecho transcrito daquela conversa:

“Mossberg traz à tona o assunto de um protótipo do novo Apple iPhone que desapareceu e pergunta à Jobs sobre a apreensão de equipamentos e outros equipamentos do editor do Gizmodo que furou a história, dizendo à polícia para irem até lá, no mandado de busca mesmo, e levem os pertences desse jornalista. Nesse momento, nessa palavra, Steve Jobs o interrompe e diz “Bem, esse cara, quem pode dizer que ele (Jason Chen do Gawker Media) é um jornalista?”. A audiência faz um silêncio mortuário.

Quem pode dizer? O promotor de justiça do Condado de San Mateo, na verdade. Treze meses depois, via a Associated Press, publicou-se:

Promotores disseram nessa quarta-feira (10) que não prosseguirão com denúncias contra o blogueiro que comprou um protótipo de um Apple iPhone, após ter sido encontrado em um bar em março de 2010, no caso que iniciou um caloroso debate sobre a Primeira Emenda.

O promotor assistente de justiça do condado de San Mateo, Morley Pitt, fez constar que nenhuma queixa fora indiciada contra Jason Chen, editor do Gizmodo, ou qualquer um de seus outros empregados, citando que a lei da California reza claramente pela proteção de confidencialidade de fontes legitimamente jornalísticas.

Sorry, mas… #chupajobs!

A Apple está acostumada a enviar cartas ameaçadoras a blogueiros que não se curvam diante de suas empreitadas de distorção abordagem da percepção do mercado, comumente durante o período que antecede seus maiores lançamentos. Sendo o blogueiro/jornalista alguém que vai contra o império, pode-se ouvir de tudo. Felizmente, não dessa vez. Perdeu prayboy!

Nessa mesma entrevista, Jobs disse:

“Qualquer coisa que nós pudermos fazer para ajudar o New York Times, o Washington Post, o The Wall Street Journal e outras organizações de notícias, afim de que encontrem novos meios de expressão, para que assim assegurem que sejam pagos e possam manter sua operação intacta, eu sou totalmente à favor”

E a pérola:

“Eu não quero que nos tornemos uma nação de blogueiros”.

Desculpe, meu querido Cabeça, mas vocês já são. E por acaso, a maior de todas elas. Inclusive graças ao próprio iPad e o iPhone. Vai me dizer que agora você quer devolver a ‘Revolução’? Isso tudo porque alguém espumou na cachaça em algum buteco ching-ling e deixou cair do bolso o próximo iPhone…

Ainda bem que o The Daily teve o mesmo efeito bem-sucedido que levar uma mordida na virilha de uma banguela feia, certo? Já imaginou o que seria do mundo se aqueles blogueiros ornalistas tivessem triunfado sobre a plebe rude?

Ô, Zé Larry!?

Para ouvir a entrevista completa (90 minutos), clique na imagem abaixo:

PS: precisa de Flash!

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Piadinhas à parte, a entrevista tem diversos pontos interessantes e Steve Jobs lidera um projeto vencedor, de números incontestáveis e é provavelmente um dos grandes empreendedores do nosso tempo. Infelizmente, trupicou num único comentário bastante infeliz, e tomou na lorpa. Ok, Acontece. Como minha avó dizia “A arrogância pode sair pela boca, mas entra por outro lugar”. Enfim, tergiverso… Particularmente, gostei bastante do argumento dele no final da entrevista (1hs05min00) onde ele diz que “prefere se demitir a ‘deixar passar’ coisas” como o lance com o Gizmodo, onde ele considera que um produto das idéias de seus colaboradores foi roubado e ele, pessoalmente, foi extorquido. Segundo Jobs, ele prefere encarar toda a guerra de P.R. e perder se for o caso (foi o caso), do que deixar quieto e fingir que não importa.

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