Rock Band para iOS deixará de funcionar ainda este mês
Sabe aquela história de jogos que perdem suas porções multiplayer depois de um tempo? Pois a EA resolveu dar um perigoso passo adiante e a partir do dia 31 de maio aqueles que adquiriram o Rock Band para dispositivos iOS não poderão mais jogar o game.
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Isso mesmo, o jogo que continua sendo vendido através da App Store por US$ 4,99 ganhou uma data para deixar de funcionar e aqueles que investiram nele terão que conviver com ao amargo gosto de terem sidos enganados, pagando por algo que só poderia ser aproveitado enquanto a editora quisesse.
De acordo com o gerente de comunidade da Harmonix, desenvolvedora do game, o mais provável é que o problema esteja relacionado a exibição dos logos da EA e da MTV Games, mas como a parceria do estúdio com eles terminou, eles não tem ideia dos reais motivos.
A decisão, é claro, deixou muito jogadores preocupados, principalmente por comprovar o maior temor daqueles que adquirem jogos digitalmente e ainda mais os que compraram títulos através do Origin, o serviço de distribuição da EA.
Tomara que este seja um caso isolado e que de preferencia seja resolvido o quanto antes, com os responsáveis entrando num acordo e os jogadores não sendo os únicos prejudicados nessa história, mas o fato é que depois dessa muitos pensarão duas vezes antes de comprar alguma produção da EA.
[via Eurogamer]
4G–Apple descobre que até o campo de distorção da realidade tem limites
Os padrões de transmissão de dados e telefonia no mundo são uma grande zona, com países escolhendo quase aleatoriamente os modelos mais diversos. Hoje muitos celulares trabalham em 5 bandas de frequência diferentes, mas nem isso resolve, pois além de trabalhar na frequência correta ele precisa usar os protocolos corretos.
O marketing da novidade força os fabricantes, que lançam mais e mais aparelhos compatíveis com padrões novos, não-testados, não prontos pra consumo. Todo mundo que já usou as redes 3G e 3,5G no Brasil sabe do que estou falando.
Agora os EUA resolveram que querem sair na frente e lançaram suas redes LTE, mesmo que haja dúvidas se são realmente 4G ou 3G + gambiarra. Na dúvida, viraram 4G, e os iPads Retina funcionam nelas. Muito rápido, muito bom, exceto que essas tecnologias nas frequências em questão só funcionam nos EUA e no Canadá.
No resto do mundo os iPads fazem fallback para as boas e velhas redes 3G. Mesmo países com redes 4G não funfam, não ornam, não condizem com o iPad.
Só que no site de Apple Stores locais, como a da Austrália, o iPad 4G que só é 4G nos EUA e Canadá é vendido como… 4G.
Compreensivelmente os consumidores se sentiram enganados. A Apple diz que o 3,5G da Austrália é meio que mais ou menos 4G, mas não colou. O equivalente Australiano ao CADE (ou seja, um órgão parecido, só que venenoso) chamou a Apple na real, e agora ela se comprometeu a alterar as informações nos pontos de venda e até oferecer o dinheiro de volta de quem comprou o iPad Retina achando que era 4G.
Ninguém vai devolver, claro, mas é uma excelente chamada à realidade para a Apple. Uma coisa é dizer que o íPad é resolucionário, ou que é mágico. Não temos como medir midichlorians, ou seja lá como determinem essas coisas em Hogwarts, então tudo bem.
Já dizer que algo é 4G, mas que não funciona na rede 4G do país, e alegar que a definição de 4G oficial não é correta, já é forçar a amizade.
Fonte: Engadget
Remake de Baldur’s Gate não custará mais que US$ 10

Há poucos dias tivemos a confirmação de que o clássico Baldur’s Gate está sendo refeito, o que já seria motivo para muita alegria, mas a Overhaul Games liberou uma informação que era muito aguardada por várias pessoas, a confirmação de que o remake, além do PC, será lançado também para o iPad.
Saiba também que de acordo com Cameron Tofer, COO da Beamdog que conversou com o pessoal do Kotaku, apesar de o game contar com uma enorme quantidade de conteúdo, oferecendo mais de 80 horas de aventura, seria loucura cobrar mais do que US$ 10 por esta nova versão, o que tornará sua aquisição ótimo negócio, mesmo porque este é o preço cobrado pelo original.
Voltando à versão para o iPad, o IGN teve acesso a uma versão preliminar e disse que todas as novidades do jogo para PC estarão presente, incluindo a atualização gráfica proporcionada por uma versão melhorada da Infinity Engine, a integração com o pacote Tales of the Sword Coast, novas missões e o mais importante, constataram que a conversão está rodando de maneira fluída e com a tela sensível ao toque funcionando muito bem como interface.
Em desenvolvimento pela Overhaul Games, Baldur’s Gate: Enhanced Edition deverá ser lançado ainda este ano para as duas plataformas e a previsão é que sua sequência também receba o mesmo tratamento.
Nãotícia do dia: A polêmica da bateria do iPad
Semana passada um sujeito resolveu espetar um medidor e acompanhar o consumo de energia do carregador do iPad, enquanto a bateria era recarregada. Por algum mistério ele se espantou ao perceber que o iPad reportava 100% de carga, mas mesmo assim continuava a chupar energia com força total. Ficou mais um tempão, só então caiu a níveis bem mais baixos.
Feito isso ele descobriu que o iPad ganhou mais autonomia, em torno de 1h extra.
Estava pronta a polêmica: mimimi a Apple mente, mimimimi a Apple reporta 100% de carga quando não terminou de carregar a bateria, bla bla bla.
Claro, ninguém questionou a lógica de tirar uma hora de autonomia de um tablet.
A explicação é mais simples do que parece, embora também seja extremamente complexa.
Primeiro, não é a Apple que faz isso. TODOS os aparelhos eletrônicos modernos reportam “errado” a carga da bateria. Não é um bug, é uma feature.
Phantasy Star Online 2 será gratuito

Infelizmente a minha única experiência com o Phantasy Star Online resume-se a alguns poucos minutos com a versão para o Dreamcast, numa época em que tínhamos que nos divertir online com uma sofrível conexão discada, mas ainda assim a impressão deixada pelo game foi muito boa. Por isso eu tenho uma certa expectativa em relação ao Phantasy Star Online 2, que será lançado no Japão no início do verão do hemisfério norte e algumas informações divulgadas pela Sega sugerem que o game deverá ser bem mais acessível que o original.
A principal delas diz respeito ao modelo de cobrança, que será o famoso Free-to-Play. Assim, qualquer pessoa poderá baixar e jogar gratuitamente, com o faturamento vindo das microtransações. A empresa também anunciou estar trabalhando em uma versão simplificada para os dispositivos iOS e Android, que contará com elementos sociais e compartilhará informações com o jogo principal, como a criação de personagens.
Contudo, os grandes destaques deverão ser mesmo as versões para PC e Playstation Vita, onde os jogadores de uma plataforma poderão jogar com os da outra e nos permitirá, por exemplo, começarmos uma partida no portátil e continuarmos no computador.
A previsão é de que o período de testes tenha início no Japão no próximo mês, com cerca de 100 mil pessoas participando e se tivermos um pouco de sorte, não deverá demorar muito até que uma versão localizada para o ocidente seja disponibilizada.
[via Andriasang]
Sakaguchi está desenvolvendo jogos para o iOS

O grande problema de alguém criar alguma coisa muito grandiosa como um FInal Fantasy é que as pessoas sempre esperarão algo ainda maior e talvez seja por isso que quase todo anuncio da Mistwalker seja recebido com uma certa decepção por parte dos fãs, o que provavelmente acontecerá quando souberem que o game designer está se dedicando a jogos para smarthphones e tablets.
“Estou trabalhando em três jogos novos jogos para o iOS,“ revelou o japonês através de um email ao site Siliconera.“Meu plano é publicar atualizações no meu Facebook conforme fizer progresso.”
Sakaguchi limitou-se a falar apenas sobre um dos jogos, que será sobre surfe, um dos seus hobbies então só nos resta especular sobre o que poderiam ser os outros dois. Levando em consideração os projetos que ele já esteve envolvido, seria legal se fosse utilizados alguns dos conceitos do Cry On, game em que prometeu que nos faria chorar e acabou sendo cancelado, mas se fosse para apostar, algo me diz que um spin-off do Blue Dragon está neste pacote ou então algum game parecido com um adventure.
Talvez essa não seja a notícia por qual muitos esperavam, mas acho que o pai do Final Fantasy merece um voto de confiança e seja qual for o estilo adotado para os jogos, que eles sejam divertidos e se for o caso, tenham um bom enredo.

