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Netflix leva o Emmy, HBO que se cuide!

Por em 23 de setembro de 2013
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Kevin Spacey na entrega dos Emmys 2013 (Crédito: Entertainment Weekly)

Netflix seria a nova HBO? Ainda lembro que esta teve bastante destaque de crítica com um de seus primeiros seriados originais, o Família Soprano, tanto que tal canal fechado de TV conseguiu estabelecer alguma conexão de fidelidade com o espectador. Espectador esse que quer fugir da TV aberta, lugar onde provavelmente alguns dos atuais sucessos da HBO como Boardwalk Empire e Game of Thrones fracassariam graças ao modelo tradicional de negócios: a produtora de um seriado tem a obrigação de enviar um episódio piloto que pode simplesmente ser reprovado.

Se no final do século passado a HBO teve coragem de apresentar um seriado sem a obrigação de saciar o apetite das emissoras de TV aberta por mais e mais episódios e no menor tempo possível, liberdade que a assinatura dos usuários lhe permitiu, o tio Laguna encontra fórmula parecida no Netflix quando este começou a investir pesado em conteúdo original e exclusivo.
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Adivinha quem não gostou nada do Chromecast?

Por em 25 de julho de 2013

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Vamos lá, nem é tão difícil assim: qual é o tipo de profissional ganancioso, retrógrado, nocivo e que só não dá para chamar de câncer porque o último evolui?

Pois é, executivos de TV. A possibilidade de um dongle como Chromecast, que quebra os limites entre TV e outros dispositivos permitindo que você reproduza seu conteúdo no conforto de sua tela grande acionou todas as sirenes em suas cabeças, acostumados a lucrar com pacotes extras pois consideram cada tela um serviço à parte.

O melhor exemplo é o Hulu. A empresa trata o streaming na net e o app das Smart TVs como serviços separados: você pode utilizar o serviço gratuitamente no desktop, mas para assistir seus programas na TV você precisa assinar o serviço Plus, por US$ 8/mês. Ainda que desconheçam a possibilidade de ligar um cabo HDMI entre a TV e o PC, a ideia de espelhar o streaming do Chrome na TV aterrorizou a empresa, que diz estar desenvolvendo um app para o Chromecast, muito provavelmente atrelado à Plus.

Outra que expressa preocupação é a HBO, a mesma que impediu a Apple de reproduzir seu conteúdo por muito tempo. O HBO Go, serviço de streaming da emissora só teve a função Air Play liberada em iPhones e iPads em fevereiro, e o app dedicado só chegou à Apple TV mês passado. A possibilidade de também espelhar seu conteúdo na TV sem que a emissora possa controlar isso é algo inadmissível para quem está acostumado a tratar cada device como um cliente.

Parece bobeira argumentar com um consumidor que se ele possui uma assinatura ele pode reproduzir o que quiser em quantas telas ele possuir, mas os executivos sempre desenharam uma linha entre dispositivos. Que o diga a cobrança por ponto extra em instalações de TV a cabo.

O Google não parece preocupado, na verdade segundo o gerente de do setor de desenvolvimento Ossama Alami, isso é exatamente o que a companhia quer: dar liberdade ao consumidor de reproduzir o que quiser onde quiser. Aos executivos de TV, ele deixou uma solução simples: “deixem de compartilhar seu conteúdo no Chrome”.

Conhecendo esses cabeças de ostra, não duvido que será exatamente o que eles irão fazer.

Fonte: AllThingsD.

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HBO solicita remoção do VLC Media Player dos resultados de busca do Google

Por em 15 de julho de 2013

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Todos os dias detentores de direitos autorais enviam centenas de milhares de pedidos de remoção de conteúdo para o Google, baseados na DMCA (Digital Millennium Copyright Act), na tentativa de tornar mais difícil encontrar conteúdo ilegal para download, como músicas e filmes (mesmo falhando miseravelmente).

Apenas no mês de junho foram mais de 14 milhões de pedidos. Infelizmente, nem todos esses pedidos são legítimos.

Em alguns casos o conteúdo já foi removido do site em questão. Mas o sistema utilizado, que é automático, também inclui conteúdo perfeitamente legal. Mesmo estando atento para esse tipo de abuso, às vezes algum desses pedidos passa despercebido pelo Google.

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Assassin’s Creed IV quer mostrar piratas com padrão HBO de qualidade

Por em 15 de março de 2013

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Eu não sou fã da série Assassin’s Creed, não porque não goste de seu conceito, mas porque só joguei o comecinho do primeiro e as muitas críticas sobre ele acabaram me deixando com um certo receio de continuar. Portanto devo ser uma das poucas pessoas no mundo que não se empolga a cada anúncio de um novo capítulo e em se tratando especificamente do Assassin’s Creed IV: Black Flags, minha falta de interesse foi ainda maior, já que a temática de piratas não é algo pelo o que morra de amores.

Mas se você também é um dos que temem que a Ubisoft entregue com o jogo mais uma história batida sobre os saqueadores dos mares, o gerente de conteúdo Carsten Myhill deixou claro que eles estão fazendo um produto acima da média:

Estamos nos mantendo longe dos clichés, coisas como andar na prancha, papagaios nos ombros e ganchos nas mãos. Estamos dando aos piratas o tratamento realista que vemos em séries da HBO e isso nos permite redefinir a pirataria no entretenimento. Não será mais para crianças,” afirmou o profissional, numa clara referência à franquia Piratas do Caribe e ele ainda continuou:

Nós temos uma fantástica oportunidade para os piratas nos videogames. Certamente quando a parte naval do Assassin’s Creed III foi lançada houve clamor por parte dos fãs para um jogo de piratas. Não há dúvidas de que as pessoas queriam isso, mas não é fácil. Isso exige uma equipe muita talentosa, muita experiência e uma ótima tecnologia. Uma coisa é ter boas batalhas navais, mas combinar isso com uma boa navegação e jogabilidade em terra firme de uma forma perfeita é algo difícil de se fazer.

Tudo bem, depois disso tudo eu confesso que até comecei a me interessar por este Assassin’s Creed, mas como antes eu pretendo jogar todo o resto da série, talvez antes do 15º capitulo chegar ao mercado eu já tenha jogado o Black Flags.

[via MCV]

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Microsoft confirma que vai começar a investir em programação

Por em 12 de fevereiro de 2013

Calma, não é mais um Visual Estúdio, é programação televisiva. Em setembro, anunciamos que a Microsoft havia contratado Nancy Tellem, em bambambam da CBS para desenvolver um núcleo de mídia.

Agora vem a informação de que os estúdios da Microsoft em Los Angeles estão se preparando para soltar produções originais na plataforma XBox até o final do ano.

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A Amazon está fazendo o mesmo, assim como a Netflix, com a elogiada House of Cards. Para desespero das emissoras e das agências que dependem da MENTIRA que são os índices Nielsen de audiência, a produção de conteúdo está pulando atravessadores e indo direto para as mãos do consumidor, e em uma mídia onde não há chute, sabe-se exatamente quantas pessoas assistiram cada episódio.

O único lado ruim disso é que está ocorrendo uma fragmentação de plataformas. O Netflix restringe a seus assinantes, o XBox a seus usuários, a Amazon idem, iTunes também. Se antes era possível viver com um pacote razoável de TV por assinatura, e baixar Game of Thrones piratão, já que ninguém quer pagar HBO só por ele, agora temos que gerenciar uma penca de fontes diferentes.

Mesmo esquecendo a questão financeira, não há como organizar uma grade pessoal em um dispositivo só, muito menos replicar para vários.

Um caso interessante de analisar foi o Machinima, um dos maiores canais do YouTube, que passou o longa Blood & Chrome em 10 partes. No começo o buzz foi incrível, as pessoas disputavam quem teria a primazia de anunciar um novo capítulo, mas depois começaram a atrasar, criaram um hiato de várias semanas, e o interesse desapareceu.

Só se voltou a falar quando saiu em DVD/Blu-ray, foi ripado e disponibilizado na locadora do Paulo Coelho. Ou seja: Toda a vantagem estratégica do conteúdo original no canal foi pro ralo. Imagina se cada um dos geradores de conteúdo fizer o mesmo…

Prevejo que uma boa fatia de dinheiro estará nos agregadores, e os bons serão indistinguíveis dos antigos canais de TV do Século XX.

Fonte: SG.

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Game of Thrones foi a série mais pirateada da temporada

Por em 13 de junho de 2012

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De tempos em tempos o site TorrentFreak publica artigos relatando a quantidade de downloads ilegais de jogos, filmes e séries, e no último deles o foco foi a temporada 2011/2012 de séries para TV. Ao contrário do que aconteceu no ano passado, quando Dexter ficou com o não tão desejado título de mais pirateado, dessa vez quem levou o troféu foi a Game of Thrones.

Sem a concorrência do serial killer mais querido da televisão, a adaptação dos livros de George R. R. Martin teve uma média de 3.9 milhões de downloads por episódio, um número muito superior ao do segundo colocado, How I Met Your Mother com 2.83 milhões. Logo em seguido temos o The Big Bang Theory, com 2.75 milhões e o House, que mesmo em sua última temporada só conseguiu a quarta posição, tendo uma média de 2.31 milhões de downloads.

No caso do Game of Thrones, chama a atenção a estimativa de que “apenas” 4.2 milhões de pessoas assistiram os episódios pela TV nos Estados Unidos, contra mais de 15 milhões do The Big Bang Theory, por exemplo e vários motivos podem ser apontados para tanto interesse em piratear a série de fantasia da HBO, como uma produção muito acima da média, contando com ótimas atuações, ambientação e roteiro, além da dificuldade de se obter os episódios após eles terem sidos exibidos ou casos de muito atraso na estreia, como na Austrália, onde eles são exibidos apenas uma semana depois de terem ido ao ar na terra do Tio Sam.

Já aqui no Brasil, quem possui acesso ao canal por assinatura provavelmente ficou surpreso ao saber que os novos episódios seriam exibidos simultaneamente com os EUA, algo bastante raro por estas bandas, mas que mostrou a atenção do HBO com o telespectador brasileiro, nos dando a opção de ver a série dublada ou com o som original e sem a interrupções de comerciais. Ah, como seria bom se outras emissoras seguissem o exemplo.

Mas então lhe pergunto, você baixou a segunda temporada do Game of Thrones ou assistiu pela TV por assinatura?

[via TorrentFreak]

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Teenage Paparazzo

Por em 8 de novembro de 2010

O nome da figurinha é Austin Visschedyk e a sua história é tão curiosa que levou ao ar um documentário sobre a sua vida (ainda em formação).

Trata-se do Paparazzo mais novo da história. Um moleque bacaninha, de boa família e sem mais problemas cuja única diferença dos outros garotos da sua idade é a vocação para fotografar que elegeu manifestar — precocemente.

Ambos os pais trabalham com design. A mãe com design de interiores e o pai com design de móveis e decoração. O que ativou a fixação de Austin pela vida das celebridades ninguém sabe ao certo, nem mesmo os seus pais.

Talvez por conta de estarem rodeados dos melhores restaurantes e badalações da cidade mais vigiada do mundo. Quem pode dizer…

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