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Google+ ganha sistema de tradução nativa by Google Tradutor

Por em 20 de agosto de 2013

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Acho muito bacana quando uma empresa, seja ela qual for, faz uso da sua capacidade de inovar e das tecnologias que consegue desenvolver para tornar a vida dos usuários mais fácil. Apesar de ter muitas falhas e cometer muitos erros (posso abordar “o outro lado” em outra oportunidade), o Google tem, através de serviços como Street View e, claro, o Google Search, permitido que os usuários encontrem cada vez mais informações de todo o mundo, algumas delas, até então, acessíveis somente viajando. E, dentre as muitas tecnologias disponibilizadas pela empresa, uma das que mais me chama a atenção é o Google Tradutor.

Seja copiando e colando textos, utilizando extensões ou a integração nativa que o tradutor da empresa tem com o Google Chrome, usuários de qualquer canto do mundo podem acessar sites nos mais variados idiomas e, com um simples clique, ter todo o conteúdo totalmente traduzido na tela do seu computador. Se isso não pode ser considerado como “tornar a informação acessível à todos”, não sei o que pode. E, mesmo que de forma modesta, o Google acaba de dar mais um passo no sentido facilitar a comunicação entre os usuários, desta vez, através da integração do tradutor com o Google+.
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Cuidado: se você viajar para o exterior, o Google apagará seus livros

Por em 19 de agosto de 2013

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Em 2009, em uma ironia absolutamente deliciosa todo mundo que comprou 1984 e Revolução dos Bichos na Amazon, em versão para o Kindle, descobriu que o livro havia sumariamente desaparecido de seus e-readers. Sem traço de sua existência, apagados, deletados, obliterados.

A Amazon explicou que os livros haviam sido disponibilizados por uma empresa que não tinha direitos de distribuição. Versões de Harry Potter também desapareceram. Todo mundo entende que eram casos de pirataria, mas a própria idéia de que a empresa pode acessar remotamente seu Kindle e apagar um livro é assustadora.

Agora esse temor se concretizou, via Google.

O mercado de música e filmes é uma zona. Há toneladas de licenciamentos, o que impede um espectador no Brasil de assinar o Netflix dos EUA, por exemplo, mas há um consenso que em mídias físicas vale tudo. Mesmo com Region Code, ninguém vai te impedir de entrar em uma loja em Miami e comprar um DVD, nem de embarcar com ele pra o Brasil. Com livros muito menos.

As licenças envolvem traduções, mas livrariam sempre venderam livros em língua estrangeira, geralmente cobrando o famigerado dólar-livro. Com o digital, ao invés de manter a estrutura vigente ou flexibilizar, parece que o Google está apertando o cerco.

Foi o que descobriu Jim O’Donnell.

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Google fica fora do ar por menos de cinco minutos e leva 40% do tráfego web com ele

Por em 17 de agosto de 2013

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Quando qualquer serviço web capota, é mais do que normal que os usuários afetados reclamem. Afinal, tudo o que a gente não quer é ficar sem poder usar o que gosta. É assim quando o Outlook.com, Instagram, Gmail e muitos outros simplesmente saem do ar, deixando os seus usuários na mão. Entretanto, quando o problema afeta toda uma empresa e retira do ar dezenas de serviços utilizados por centenas de milhões de usuários ao redor do mundo, a coisa fica bem mais séria.

Na noite da última sexta-feira, por volta das 20 h (horário de Brasília), o Google sofreu um apagão em todo o mundo. Apesar do número de serviços e usuários afetados, o blackout durou menos de cinco minutos e logo foi restabelecido. Na minha opinião, o mais impressionante foi como a queda dos serviços da gigante das buscas afetou o tráfego web mundial.

De acordo com a empresa de análise web GoSquared, durante os meros cinco minutos em que os serviços do Google ficaram inacessíveis, nada menos que 40% de todo o tráfego web simplesmente sumiu. Ninguém conseguia assistir vídeos no YouTube, enviar mensagens pelo Gmail, acessar os arquivos do Google Drive… nada, tudo parou. No entanto, o apagão não afetou somente o Google. Imaginem quantas milhões de pesquisas e, consequentemente, acessos deixaram de serem feitos pela indisponibilidade do Google Search.
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Novo app do YouTube, lançado pela Microsoft, é bloqueado pelo Google

Por em 15 de agosto de 2013
App do YouTube para WP, desenvolvido pela Microsoft, não ficou dois dias no ar

App do YouTube para WP, desenvolvido pela Microsoft, não ficou dois dias no ar

Estava, há alguns minutos, pensando em como iniciar este texto, mas, como ainda não consegui parar de rir, vou começar assim mesmo.

Na última terça-feira, eu escrevi, aqui no Meio Bit, que a Microsoft havia relançado o app do YouTube desenvolvido por ela para a plataforma Windows Phone. No lançamento, a empresa afirmou ter trabalhado juntamente com o Google para que todas as diretrizes da gigante das buscas fossem atendidas e, assim, os usuários do WP finalmente pudessem desfrutar de um app “nativo” para ver os vídeos. Mas, aparentemente, a empresa não fez o dever de casa direitinho.

Nesta quinta-feira, o Google bloqueou o acesso da Microsoft à API do YouTube, tornando o app… bem, um app morto. De acordo com o que o The Verge conseguiu apurar junto ao Google, “a Microsoft não fez as melhorias necessárias na navegação para permitir uma experiência completa do YouTube e, em vez disso, lançou novamente o aplicativo do YouTube que viola os nossos Termos de Serviço”. Ainda de acordo com o Google, a decisão da empresa foi tomada pois a empresa valoriza “a nossa ampla comunidade de desenvolvedores e, portanto, quer que todos adiram às mesmas diretrizes”. A Microsoft, por sua vez, se limitou a confirmar o bloqueio e diz que está trabalhando para resolvê-lo.

Por que o Google bloqueou a Microsoft, mas não bloqueou o Facebook quando fez aquela lambança no Google Play? Por que a Microsoft não consultou o Google antes de lançar o raio da nova versão? Independentemente das respostas, o que ninguém pode negar é que, como sempre, o prejudicado acaba sendo o usuário.

Atualização: o The Verge conseguiu mais informações sobre a confusão envolvendo as duas empresas. Segundo o site, uma das imposições do Google era para que a Microsoft fizesse todo o app do YouTube utilizando HTML5 para dar, ao usuário, a mesma experiência de uso que há nos apps oficiais para Android e iOS (que, vale ressaltar, não são feitos em HTML5), mas a empresa do tio Bill diz ser impossível na atual plataforma móvel da Microsoft.

Resumindo, o Google faz exigências que sabe que a Microsoft não pode cumprir, ao mesmo tempo em que não disponibiliza o seu próprio app para WP. Interessante ver o descaso que a gigante das buscas tem que os usuários da Microsoft, atitude muito diferente da que tem com os usuários da Apple.

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Google Search está aprendendo a ouvir: busca por voz estará presente em Gmail, Calendar e Google+

Por em 15 de agosto de 2013

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O Google Search ainda está bem limitado no que diz respeito a entender português, mas o sistema continua recebendo melhorias significativas em inglês. Hoje a empresa divulgou que o recurso presente no Google Now recebeu passe livre para outras aplicações, e em breve a busca por voz estará presente no Gmail, Calendar e Google+.

Por enquanto exclusivo para usuários dos Estados Unidos, a ferramenta vai permitir que você pergunte diretamente ao Google sobre situações de seus voos, entregas, fotos compartilhadas no Google+ e outras coisinhas. A vantagem agora é que além de não mais precisar abrir o Google Now para isso, o Google se concentrou no último ano para melhor o algoritmo de reconhecimento de voz e ampliou seu banco de dados, tudo para fazer com que a conversação seja a mais natural possível. Basta perguntar: “a que horas sai meu voo?” ou “onde está minha encomenda”, ou ainda “mostre minhas fotos de Salvador”. O Search vai fazer o que já está acostumado, independente de qual app do Google você esteja usando.

O serviço está sendo ativado aos poucos para usuários americanos. Eles poderão tanto desativar a pesquisa por voz em apenas um único serviço como desligá-la completamente, através da opção Preferências de Pesquisa. A busca poderá ser realizada por tablets, smartphones e no Chrome. Ainda não há uma previsão de quando a novidade vai se estender a outros países, mas no caso do Brasil acredito que vá demorar um bocado, primeiro ele precisa aprender português direito.

Fonte: Google.

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Google+ para Android ganha integração com o Drive, melhorias no compartilhamento de localização e outras novidades

Por em 14 de agosto de 2013

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O Google começou a liberar, nesta quarta-feira, uma atualização para o aplicativo do Google+ para Android que traz excelentes novidades, principalmente para os usuários que precisam administrar perfis e páginas ao mesmo tempo, além de melhorias no sistema de compartilhamento de localização e integração com o Google Drive.

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Não espere privacidade do Gmail, diz Google

Por em 14 de agosto de 2013

1984

Há tempos que privacidade é o assunto do dia na internet, depois que Edward Snowden jogou tudo no ventilador sobre a espionagem praticada mundo afora pela NSA.

Respondendo a uma ação onde é acusado de invasão de privacidade, o Google, que escaneia automaticamente emails para filtrar spam e exibir publicidade direcionada a seus usuários, alega que os mesmos autorizaram isso em troca do serviço de email. A declaração vai além, dizendo que há jurisprudência sobre o assunto, citando uma decisão da Suprema Corte norte-americana de 1979.

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