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Conheça o Google Glass por dentro

Por em 12 de junho de 2013

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Abrir o Google Glass é última coisa que eu faria se tivesse um, mas foi a primeira coisa que o engenheiro elétrico Star Simpson e o engenheiro de software Scott Torborg fizeram quando conseguiram colocar as mãos no aparelho. A entrega do Google Glass já é um capítulo a parte, pois depois de conseguir comprá-lo online, você precisa retirá-lo em um dos “Glass Studios” que ficam em Mountain View, Los Angeles ou Nova York. O compromisso tem hora marcada com um técnico que te dá as dicas básicas para usar o Glass.

Depois que chegaram em casa, os dois colocaram as ferramentas em ação para desvendar os segredos do Glass, sem se importar se isto era uma violação dos termos de uso, mas o processo não foi simples, já que ele definitivamente não foi feito para ser aberto pelo usuário. Dentro do case de titânio o Glass é equipado com um processador OMAP4430 da Texas Instruments e 16GB de memória Flash da SanDisk. O touchpad da lateral foi feito sob medida pela Synaptics. A bateria fica bem escondida dentro do Google Glass, e definitivamente não é user friendly. A tela do Glass é minúscula, e tem resolução de 640 x 360 pixels. A câmera é descrita pelos dois como semelhante a de um smartphone.

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Google confirma compra do Waze por mais de 1 bilhão de dólares

Por em 11 de junho de 2013

waze

O Google confirmou oficialmente em seu blog a compra a empresa Waze , responsável pelo aplicativo que ajuda a escapar de engarrafamentos no trânsito. O Waze tem o objetivo de tornar a experiência no trânsito mais simples, trazendo relatos em tempo real dos seus amigos e outros usuários sobre o que está acontecendo no seu caminho.

Com a compra, o Google deixa para trás empresas como Facebook, Apple e Nokia, que teriam muito a ganhar com o banco de dados do aplicativo, e deixa seu Google Maps reinar soberano no mercado com ainda mais recursos para o usuário, o que é uma ótima notícia para quem não vive sem o aplicativo.

Na prática, o Google Maps vai ganhar alguns dos recursos do Waze, e o Waze vai ganhar a busca do Google, como conta Brian McClendon, vice presidente de geolocalização no Google. O mais importante é que o time de 110 desenvolvedores do Waze vai continuar trabalhando de Israel de forma independente, o que é uma boa notícia para quem temia que a compra fosse acabar com o aplicativo.

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Toda Boa Ação tem sempre uma Punição: Projeto do Google aumenta adultérios na África

Por em 8 de junho de 2013

Em tempos de PRISM corporações viraram alvos fáceis, mas algumas vezes os resultados de suas ações não são os esperados, mais por falta de visão do que por malícia.

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Não dá nem pra aplicar a Navalha de Hanlon, que diz que nunca devemos atribuir à malícia o que pode ser explicado pela estupidez. No máximo a culpa é da ingenuidade dos envolvidos.

É o caso de um projeto do Google e da Fundação Grameen, visando conscientizar e informar mulheres na África sobre questões de saúde e sexualidade.

O conceito é simples: SMS. A penetração (ui!) de telefonia celular em países do 3º Mundo é de 89%, muito maior do que internet móvel e outros luxos burgueses.

Com ajuda do Google estabeleceram um serviço de respostas automáticas onde mulheres enviam perguntas por SMS, o software tenta deduzir a dúvida e retorna, também por mensagem de texto uma série de respostas. É possível navegar por menus, se aprofundar nas explicações e efetivamente fugir dos mitos e superstições que matam tanta gente desnecessariamente.

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Segundo denúncia Apple, Microsoft, Facebook e Google entregam dados de usuários à NSA voluntariamente

Por em 7 de junho de 2013

NSA is watching you

E parece que a administração Obama anda ouvindo muito mais do que se pensava. Após o Guardian revelar que a NSA coletava dados de usuários da Verizon, surge uma denúncia ainda mais grave: de acordo com um documento conseguido pelo Washington Post, nove grandes empresas de tecnologia cederam voluntariamente todos os dados de usuários à NSA e FBI, em troca de imunidade jurídica.

Segundo slides conseguidos pelo jornal, Microsoft, Apple, Google, Yahoo!, Facebook, PalTalk, AOL, YouTube e Skype cederam os dados a um projeto da NSA chamado “PRISM”, que visa proteger as empresas em processos jurídicos em troca de sua cooperação. Segundo os slides a empresa há mais tempo no projeto é a Microsoft (2007) e a mais recente a Apple (desde outubro de 2012).

Mas diferente do escândalo da Verizon, onde havia indício de que apenas os números de telefone e duração de chamadas eram armazenados, neste caso a NSA coleta tudo: conteúdos de e-mail, conversas em chats (texto, áudio e vídeo), fotos, dados armazenados, videoconferências, chamadas via VoIP, pesquisas online, detalhes nas redes sociais, logins… além de requisições especiais feitas pela agência. Segundo um funcionário de alto escalão da NSA:

“A agência pode literalmente ver suas ideias se formarem enquanto você digita”.

Claro, novamente é humanamente impossível verificar tudo isso presencialmente, já que a maior parte do fluxo de dados passa pelos Estados Unidos, o que significa que a NSA monitoraria todo o tráfego do planeta. O mais provável é, caso seja verdade, que os dados são simplesmente armazenados e catalogados automaticamente, através de busca de palavras-chave ou origem dos dados.

Apesar de ausentes Twitter e Dropbox são, segundo fontes, os próximos a integrarem a lista. Como de praxe, as empresas negaram conhecimento desse acordo.

Claro, há uma histeria infundada nisso tudo. Armazenar os dados de todo mundo não significa que o governo escuta cada palavra sua o tempo todo. Não somos especiais, somos comuns; somos números, estatística. Um grande banco de dados cujas informações serão cruzadas para pegar quem o governo norte-americano realmente está atrás: terroristas. Tudo isso é para proteger os cidadãos americanos, a velha desculpa de sempre, claro, mas se você não deve nada não há o que esconder.

Esse é o preço por vivermos no futuro, privacidade é um conceito, mas nem por isso você é observado o tempo todo. Agora se você é paranoico, acha que a NSA é o Grande Irmão e vigia cada passo seu, a única alternativa possível seria desconectar de tudo e ir morar numa caverna.

Fonte: WP.

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A guerra dos Sistemas Operacionais: Adoção às novas versões

Por em 5 de junho de 2013

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Brigas e debates sobre os sistemas operacionais móveis não faltam na internet, cada usuário tem sua própria experiência com um sistema que mais lhe agrada e o defende ferozmente. É quase uma religião e o fanatismo às vezes supera aquele pelo time de futebol do coração. Atualmente, e já é assim há algum tempo, os dois maiores players nessa disputa são o Android do Google e o iOS da Apple.

Em um resumo atualizado da briga podemos dizer que os números atuais apontam: mundialmente, no quarto trimestre do ano passado, em relação a venda de smartphones, o Android obteve 70,1% do total de vendas, contra 21% do iOS e 8,9% dos demais sistemas operacionais. No mesmo período, no quesito tablets, o iOS dos iPad’s teve um market share de 53,8%; contra 42,7% do Android e 3,5% dos demais, segundo dados do IDC. Outro quesito interessante para analisarmos nessa disputa é quem está faturando mais: no mesmo período analisado, a Apple abocanhou 72% do lucro total da indústria de smartphones e a Samsung 29%, sim 101%, pois as demais fabricantes não ganharam nada ou mesmo tiveram prejuízo, segundo a Canaccord. Ou seja, fica difícil determinar quem está ganhando, quando a tantos fatores a serem analisados.

Mas o que vou falar nesse artigo é sobre a adoção por parte dos usuários do Android e do iOS as novas versões dos respectivos sistemas operacionais. Há uma discrepância muito grande entre os concorrentes nesse quesito e é um dos trunfos mais utilizados pela Apple para estimular tanto usuários quanto desenvolvedores a darem preferência aos produtos com a maçã mordida. Foram divulgadas na segunda-feira as informações atualizadas do percentual de uso de cada versão do Android, o que mostra claramente a atual dispersão dos usuários entre as várias versões disponíveis do robô verde, 36,4% dos usuários ainda estão no Gingerbread (versão 2.3), o que a torna ainda versão mais utilizada entre todas. Em comparação, de acordo com a Chitika, em fevereiro de 2013 mais de 83% dos usuários de iPhones/iPads/iPods já estavam usando o iOS 6 e suas subversões.

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O que um parque eólico sueco, uma seguradora alemã e um data center finlandês do Google tem em comum?

Por em 4 de junho de 2013

Hoje em dia, tudo. Isso porque o Google da Finlândia comprou toda a produção do parque eólico sueco para alimentar sua central de processamento por dez anos. O negócio foi intermediado pela seguradora alemã Allianz, que comprou a fazenda e começará a vender toda a energia que produz para Mountain View em 2015.

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Trata-se de mais uma atitude “verde” do Google, buscando fontes de eletricidade livres de emissão de carbono, e de certa forma se assemelha ao recente acordo feito com uma fazenda eólica de Oklahoma, nos EUA, que irá prover 48 MW para uma de suas unidades.

E a compra aconteceu após ao anúncio de que 75% da eletricidade consumida pela Apple vem de fontes renováveis, principalmente por causa do uso de painéis solares.

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Isso mostra que, ao menos sobre este assunto, Google e Apple concordam e possuem o mesmo ponto de vista.

Fonte: Google.

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Ex-chefona do DARPA mostra senhas em pílulas e tatuagens eletrônicas da Motorola

Por em 31 de maio de 2013

Tatuagem eletrônica Motorola

Durante muito tempo, a Motorola foi uma empresa chata e previsível, mas isso foi antes deles terem sido comprados pelo Google e de contratarem Regina Dugan (antiga chefona do DARPA) para liderar a divisão de projetos especiais, algo que soa como Área 51 para os meus ouvidos, criando entre outros projetos alternativas para as velhas senhas em pílulas e  ”tatuagens” eletrônicas.

Dugan contou na conferência All Things D que criou coisas épicas no DARPA, mas está muito animada com os novos projetos na Motorola, especialmente a computação wearable, onde o potencial é ir muito além do Google Glass ou do mítico relógio smart da Apple. A foto acima mostra uma senha que pode ser usada em uma tatuagem eletrônica. O protótipo foi criado em parceria com a empresa MC10, especializada no assunto.

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Ainda mais interessante é a pílula que usa uma vitamina para autenticação. Depois de ingerida, a pílula usa a energia dos ácidos do estômago para liberar um sinal que transforma todo o seu corpo em uma senha. Ela garante que todos os testes são opcionais, e ninguém precisa tomar a pílula ou colocar um adesivo com a senha se não quiser, mas aposto que a maioria deve aceitar feliz da vida.

É claro que nada disso deve ser lançado tão cedo (ou nunca) no mercado, mas para Regina, isto é um sinal de uma nova audacidade na Motorola. O CEO da Motorola e chefe de Regina Dugan é Dennis Woodside, que resume a nova postura da empresa: “se você quer ter certeza de que irá falhar na sua inovação, tente eliminar os riscos. O tédio é o inimigo da inovação.”

Se você quiser saber mais sobre Regina Dugan, assista ao TED Talk que ela apresentou quando ainda era diretora da DARPA.

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