Tablet Asus Eee Pad Slider SL101 – [Análise]
Esse ano foi o ano de navegarmos em uma opção enorme de tablets. O Eee Pad Slider chegou como uma aposta da Asus nesse mercado, oferecendo preços (um pouco mais) baixos e também a opção de um teclado físico, para diferenciá-lo do mesmo sistema Android de todas os outros.
Design
Entre a atual mesmice dos tablets com Android, é no design que o Slider se sobressai. Para aqueles que reclamavam do teclado na tela de toque, o slider funciona como um celular com teclado QWERTY, já que também possui um. Basta empurrar a tela que ele se arma em um esquema tela/teclado, apresentando um pequeno mas completo teclado físico, ideal para escrever grandes textos. Por causa disso, acaba sendo muito pesado, com quase um quilo, perdendo um pouco de sua portabilidade.
No visual em geral ele também tenta se diferenciar. Assim como seu irmão Transformer, ele é da cor marrom acobreado, dando um ar bem elegante, exceto pela faixa prateada brilhante e fosca e pela espessura, que é de 1,7 centímetros. As bordas prateadas e a traseira são emborrachadas. Suas laterais são arredondadas, tirando um pouco o aspecto quadrado que o deixaria parecido com outros modelos de tablets.
Quanto a entradas e botões, temos muitos. Em cima fica a conexão de tablets, utilizada para recarga e para a conexão de acessórios, juntamente com uma HDMI e a entrada para abrir o teclado. Abaixo fica uma grande saída para som externo. No lado esquerdo encontramos a entrada para cartões microSD, o botão reset, volume, energia e microfone. Na direita ficam a conexão USB convencional e a entrada para fones. Atrás ficam apenas os pezinhos de borracha e a câmera e na frente, junto à tela, ficam o sensor de luz e a câmera frontal.
Tela
O ânuglo da tela quando aberta com o teclado é muito bom, não machuca o pescoço. A tela dele é bem semelhante a todas os outros, uma tela de LED multitouch com 10.1 polegadas, trazendo definição de 1280 x 800 pixels. Ele também tem tecnologia IPS para um ângulo de visão de até 178º sem perda de qualidade e gorilla glass, tecnologia que previne riscos.
No geral, é uma tela bem luminosa e grande, ótima para assistir a vídeos ou trabalhar. Não é muito boa para leitura, como veremos mais a seguir.
App Store fatura 6x mais que Android Market. Motivo?
Em diversos artigos, como esse aqui da Reuters, fala-se do sucesso de vendas de celulares/smartphones com Android em comparação com o iPhone. É um pouco óbvio que isso aconteça, considerando que até minha tia fabrica celular com Android. Quando você tem todo o resto do mundo concorrendo com uma única empresa, se você não for a Microsoft é pouco provável que ao menos em números você fique em primeiro lugar. No caso de iPods/iPhones/iPads x Celulares/Smartphones/Tablets Android a briga numérica é injusta e desnecessária. É como colocar a torcida do Corinthians pra brigar com a da Portuguesa.
A Apple não está preocupada em vender mais dispositivos que o Android. O iPhone, iPod Touch e o iPad são caros o bastante pra restringir o seu acesso, enquanto há smartphones e tablets com Android a preço de Bala Juquinha. Um usuário dono de um iPhone 3GS continua consumindo apps e gerando receita. Já no Android a coisa muda um pouco de figura. O que pode explicar tamanha discrepância entre as duas lojas on-line para as plataformas concorrentes? Fazendo uma pesquisa rápida, as explicações mais recorrentes foram:
- Alto índice de pirataria no Market;
- Preços muito caros das apps na App Store (juro);
- Celulares low-end com Android não suportam apps;
- Preço muito baixo ou gratuito das apps no Android Market;
Me parece bem pouco provável que a pirataria sozinha pudesse justificar uma diferença tão grande no faturamento (pesquisa feita com as 200 apps mais rentáveis). Como se sabe também é perfeitamente possível piratear no iOS. Com relação ao preço das apps, observando este outro artigo que possui uma série de métricas, nota-se que o preço médio da app na App Store é de US$1,98. Convertendo em reais isso dá exatamente 1 toddynho e meio. E desconsiderei totalmente o fato de que não se deve converter moeda pra esse tipo de conta, a não ser que os americanos estejam recebendo salário em reais e não fiquei sabendo.
Não é muito sábio enfiar Android em qualquer cacareco eletrônico que faz e recebe chamadas e se gabar das vendas se esses celulares de baixo custo não permitem o consumo de apps. Quem consome apps está constantemente instalando coisas novas. Quem compra um celular barato além de não consumir apps naturalmente não vai trocar de celular de 6 em 6 meses para assim gerar uma nova receita. A possível receita com apps que não existe pelo último argumento, de que as apps do Market são muito baratas ou de graça também é furada. Alguns dos jogos mais rentáveis da App Store como Cut The Rope custam estritamente a mesma coisa na App Store e no Android Market.
Considerando tudo isso fica a pergunta: o Google está fazendo algo errado ou donos de Smartphones Android são mãos-de-vaca?
Gameloft lança jogo de corrida para o Google+

A Gameloft pode não ser a desenvolvedora favorita daqueles que gostam de jogos originais, mas os franceses conseguiram surpreender muita gente ao disponibilizar através do Google+ o bom jogo de corrida GT Racing: Motor Academy.
Rodando no Firefox ou Chrome, ele é apontado pelo estúdio como o primeiro jogo desenvolvido em HTML 5 com gráficos em 3D, oferecendo mais de 100 carros de 26 montadoras diferentes, incluindo por exemplo Audis, Nissans e Ferraris, além de permitir que jogadores do mundo inteiro se enfrentem em corridas multiplayer.
Lançado originalmente para dispositivos iOS e Android, no computador o jogo exige pelo menos um processador dual-core de 1.8GHz e uma placa de vídeo com 512MB, além de uma boa dose de paciência na primeira vez que formos jogar, já que uma grande quantidade de dados precisa ser previamente carregada e dependendo da sua conexão, isso pode demorar bastante.
Graficamente ele está muito bonito, mas a física é estranha e é claro que o título não consegue chegar perto de jogos como um Forza Motorsport ou Gran Turismo, mas estamos falando de algo gratuito (com microtransações) que roda direto do navegador e que pelo menos mostra que jogos bastante complexos via browser não estão longe de se tornar realidade.
Google quer fortalecer Chrome como plataforma de jogos
A ideia de que os navegadores podem ser uma maneira de distribuir jogos não chega a ser uma novidade, com diversos títulos em Flash tendo feito bastante sucesso, emuladores rodando em Java e até redes sociais funcionando como plataforma para alguns games, porém, o Google está fazendo o possível para o Chrome ganhar mais espaço entre os amantes de jogos eletrônicos e a melhor maneira e fazer isso, claro, é oferecendo títulos de qualidade através de sua loja.
Para começar, há alguns dias a gigante de Mountain View começou a vender o Bastion, RPG indie desenvolvido pela Supergiant Games que conquistou muita gente na Xbox Live e PCs. Se você utiliza o navegador, basta acessar a página do jogo e adquirí-lo por US$ 15, ou se preferir, baixar a versão de demonstração gratuitamente. Um detalhe interessante é que a aventura pode ser salva em um computador e continuada em outro.
Permitir que games rodem direto do navegador só foi possível graças a tecnologia Native Client, recém lançada pelo Google e que para este jogo exige no mínimo um processador dual-core de 1.7 GHz e uma placa de vídeo com 512MB de memória e suporte a Shader Model 2.
E deixar o seu futuro ainda mais promissor, a empresa está fechando acordos com diversas produtoras e uma delas é a poderosa Square Enix, que anunciou uma versão do jogo Mini Ninjas para o navegador e através do seu CEO, Yoichi Wada, mostrou empolgação com as possibilidades abertas pela novidade:
“Vamos começar esta nova era juntos. O Google Native Client será muito bem recebido em todo o mundo como uma tecnologia verdadeiramente inovadora para a indústria de IT, assim como a de jogos. É uma excelente solução para os jogos via browser.“
Vale lembrar ainda que recentemente foi anunciado que o Chrome terá suporte a joysticks, câmeras e microfones sem a necessidade de plugins e através de sua loja já é possível encontrar uma razoável quantidade de jogos mais simples. No entanto a revolução parece estar apenas começando e se der certo, este seria apenas mais um prego no caixão dos consoles.
[Análise] Tablet Positivo Ypy 7″ Wi-Fi
Ao pegar a Ypy para testes, tive a oportunidade de conversar com representantes da Positivo para saber mais sobre a primeira tablet brasileira – Ypy, em tupi-guarani, quer dizer primeiro. Eles me explicaram que todas as decisões tomadas a respeito dela passaram por uma série de pesquisas, e que tudo foi planejado para o brasileiro que não entende muito de tecnologia mas que quer ter uma tablet. Ao longo do texto explico melhor algumas dessas decisões.
Design
O visual da Ypy não é dos mais caprichados. Ela parece um pouco “grosseira”, com arestas largas e detalhes bem aparentes. Isso não prejudica de forma alguma seu desempenho, mas ainda assim, ele comparado ao Galaxy Tab 10.1 da Samsung é até estranho. Talvez essa carcaça menos frágil tenha como propósito justamente a resistência, para que o produto dure mais.
[Análise] Motorola Milestone 3
A linha Milestone faz sucesso no mundo todo. O design quadradão, acompanhado de um teclado QWERTY físico e alto desempenho fazem com que a Motorola sempre renove seu aparelho mais querido, acompanhado de um sistema renovado e muita tradição.
Design
Não há como saber como isso é feito, mas a Motorola tem o dom de sempre melhorar o design quadradão e tradicional da linha Milestone. Agora ele está mais moderno, e o tom azulado da segunda versão se transformou em um prateado escuro, muito sóbrio. A tela é mais larga e por isso o Milestone 3 é menos esticado. Os cantos ainda são arredondados, mas está tudo mais sólido, puxando mais para os ângulos do iPhone 4.





