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DICE: Novos jogos com Frostbite 2 só vão rodar em 64-bit

Por em 22 de maio de 2012

A DICE, desenvolvedora sueca de jogos e subsidiária da EA Games, informou que a versão para PC de alguns de seus jogos com lançamento previsto para 2013, feitos com a engine Frostbite 2, só funcionarão em sistemas operacionais de 64 bits.

A primeira geração da engine esteve presente em jogos como Battlefield: Bad Company, Battlefield 1943 e Battlefield: Bad Company 2. Já a Frostbite 2, segunda geração da engine, já foi utilizada em jogos como Battlefield 3 e Need for Speed: The Run. Jogos em desenvolvimento, usando esta segunda geração, incluem Medal of Honor: Warfighter e Command & Conquer: Generals 2.

A EA Games deve passar cada vez mais a desenvolver seus títulos com a Frostbite 2, reduzindo os custos de desenvolvimento dos jogos, principalmente com licenças de uso da Unreal Engine 3, desenvolvida pela Epic Games, como no caso de Mass Effect 2 e 3.

Processadores de 64 bits trabalham com o dobro de dados e utilizam com mais eficiência a memória RAM, só que mais da metade dos usuários de PCs no mundo utilizam ainda versões de sistemas operacionais de 32 bits, independente de possuírem ou não processadores de 64 bits. Se pretendem rodar os novos jogos, vão precisar desembolsar para fazer um upgrade em seu sistema operacional.

Como informou Johan Andersson, arquiteto de renderização da DICE em seu Twitter, “Nós teremos jogos feitos com a Frostbite 2 em 2013, que vão ter como requisito um OS de 64 bits. Se você usa um 32 bits é uma grande oportunidade de fazer o upgrade para o Windows 8.”

[via Eurogamer]

emComputadores

Mirror’s Edge 2 e Bad Company 3 podem estar em desenvolvimento

Por em 16 de maio de 2012

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Ultimamente um dos melhores lugares para ficarmos sabendo da existência de novos jogos são os currículos publicados por alguns profissionais na internet e depois de um deles ter vazado o Dead Space 3, chegou a vez de outros dois possíveis títulos da EA terem sido revelados, o Mirror’s Edge 2 e o Battlefield: Bad Company 3.

A informação pode ser encontrada na página de Michael Joseph C. no LinkedIn, onde o programador garante ter trabalhado entre 2009 e 2011 “desenvolvendo protótipos, design e feedback para vários títulos AAA,” incluindo os dois previamente citados, além do Dead Space 2, Devil May Cry 5 e outro não anunciado.

Esta é pelo menos a terceira vez que um funcionário da editora diz ter trabalhado no Mirror’s Edge 2, continuação há muito aguardada pelos fãs do original, mas que a EA não parece muito disposta a investir devido as baixas vendas. Já em relação ao Bad Company 3, não chega a ser uma surpresa que ele seja anunciado em breve, afinal é quase certo que a série Battlefield receberá um novo capítulo este ano (e no próximo, e no próximo…).

Por achar que o primeiro trouxe um pouco de inovação para os jogos de tiro em primeira pessoa, gostaria muito de ver um novo Mirror’s Edge sendo lançado, ainda mais se ele usar a poderosa Frostbyte 2, então, tomara que na E3 a confirmação seja feita.

[via Gamerzines]

emRumores

DICE quer consoles com 8GB de RAM (!?!)

Por em 12 de março de 2012

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Parece ser unanimidade entre as desenvolvedoras que o aspecto que mais tem atrapalhado o desenvolvimento de jogos nos consoles atuais é a quantidade de memória RAM (512MB no Xbox 360 e 256MB para o sistema+256MB para vídeo no PS3) e ao ser questionado do que precisaria a próxima geração para rodar satisfatoriamente a engine Frostbyte 2, Johan Andersson, arquiteto de renderização na DICE, não teve o menor pudor de sonhar alto.

Há duas coisas: memória e poder de processamento. Precisamos de mais e mais poder de processamento. Quanto mais puder enfiar em um máquina, mais tiraremos vantagem dela. 2GB pode não ser suficiente quando se trata de RAM. 4GB pode funcionar, 8GB? Sim, acho que isso seria perfeito em se tratando de memória.

Agora pense comigo, se o Xbox 360 e o Playstation 3, com uma quantidade muito menor de memória conseguem nos entregar jogos com a qualidade que temos hoje, que considero ainda bastante satisfatória, inclusive tendo recebido uma boa conversão do Battlefield 3 que utiliza esta engine, o que esperar de um console dedicado com absurdos 8GB de RAM?

O detalhe é que por mais que tanta memória pareça um sonho distante, temos que levar em consideração que um próximo videogame da Sony ou Microsoft não deverão chegar ao mercado antes da metade do próximo ano e para o consumidor comum, nos Estados Unidos já é possível comprar 8GB de RAM por algo em torno de US$ 40, então imagine quanto custará para um fabricante?

É claro que muitos outros fatores são necessários para que um jogo possa ser considerado bom, mas não podemos esquecer que os próximos videogames já deverão rodar todos os títulos por padrão em FullHD, o que aumentaria consideravelmente o consumo de recursos e só de pensar em quanto a inteligência artificial poderia lucrar com tanto poderio, já fico bastante animado.

[via VG247]

emGames Indústria

Battlefield 3 não terá ferramenta para criação de Mods

Por em 7 de julho de 2011

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Sempre que um jogo de tiro em primeira pessoa está para ser lançado o pessoal que gosta de criar modificações fica empolgado imaginando o que poderão criar em cima dele, ainda mais se o título possui uma engine tão impressionante como é o caso do Battlefield 3, mas Patrick Soderlund, vice presidente sênior da EA, tratou de jogar um balde de água fria nessas pessoas.

Por enquanto não iremos fazer ferramentas para mods. Se olhar para a engine Frostbyte e o quão complexa ela é, será muito difícil para as pessoas modificarem o jogo, por causa da natureza das configurações dos níveis, a destruição… É algo bastante complicado. Então pensamos que seria um desafio muito grande para as pessoas criarem uma modificação.

Embora a explicação até faça um certo sentido, eu acredito que exista mais coisas para levá-los a não liberar uma ferramenta para criação de mods. Lembre-se que estamos falando de pessoas extremamente dedicadas, muitas das quais responsáveis por modificações desde a época do Doom e por mais complexa que a Frostbyte 2 seja, seria apenas uma questão de tempo até que a comunidade a dominasse e colocasse na internet criações incríveis usando o motor da DICE.

O que explicaria então tão decisão? Bom, talvez seja apenas uma teoria da conspiração de minha parte, mas acho que a a produtora está mais preocupada em impedir que a concorrência tenha acesso aos detalhes de sua engine do que em dificultar a vida dos modders.

[via Eurogamer]

emComputadores