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Rise of Incarnates, o novo jogo de luta da Namco

Por em 22 de abril de 2014

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Quando se trata de jogos de luta, a Namco, ou melhor, a Bandai Namco costuma ser mais conhecida pelas séries Tekken e SoulCalibur, mas em breve ela tentará adicionar outra franquia de respeito ao seu portfólio.

Conhecido como Rise of Incarnates, o jogo deverá ser lançado ainda este ano apenas para computadores e seguindo uma tendência que a empresa tem explorado ultimamente, ele será distribuído gratuitamente, obtendo seu lucro através de microtransações.

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emComputadores Games

Executivo reclama das críticas feitas aos jogos free-to-play

Por em 11 de abril de 2014

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Você provavelmente já viu declarações vindas de alguns executivos quanto a possibilidade de, no futuro, todos os jogos serem distribuídos gratuitamente. Eu tenho minhas dúvidas se chegaremos a tanto, mas o fato é que os free-to-play estão se tornando cada vez mais comuns e em um longo artigo publicado no Polygon, Ben Cousins bateu duramente naqueles que criticam esse modelo de distribuição.

Os ataques e críticas às mecânicas dos free-to-play são muitas vezes injustas e seletivas, deixando práticas de negócios tradicionais, porém questionáveis, de lado. Isso é pretensão, evidência de que a velha guarda está assustada com os rumos que a indústria está tomando.

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emGames Indústria

Para diretor do EverQuest Next, todos os MMOs deveriam ser gratuitos

Por em 4 de abril de 2014

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É engraçado, mas ao mesmo tempo em que muitas pessoas criticam fortemente os jogos distribuídos como free-to-play, muitas outras vivem afirmando que não se submeterão a assinatura cobrada por alguns MMOs e hoje, uma das maiores dificuldades da indústria é descobrir qual o melhor modelo de negócios para os títulos deste gênero.

Já o diretor de desenvolvimento do EverQuest Next, David Georgeson, não teve medo de dizer o que considera melhor e expôs uma opinião interessante sobre esta disputa.

Não há nada errado com o modelo de assinatura. Eu tenho opiniões pessoais, que compartilharei porque sou um convencido. Acho que o free-to-play é a maneira como os jogadores deveriam desejar que seus MMOs fossem e a razão para pensar assim é que se não fizermos um trabalho realmente bom e não entretermos o jogador, não fazemos um centavo.

Somos praticamente artistas de rua: vamos lá fora, cantamos e dançamos e se fizermos um bom trabalho, as pessoas jogam moedas no chapéu. E acho que esta é a maneira como os jogos devem ser. Porque pagar US$ 60 para apostar se um jogo é bom ou não? Você não terá esse dinheiro de volta… Com os free-to-play você entra, dá uma olhada e descobre. É nossa total responsabilidade fazer com que você se sinta entretido.

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emMMO

Warface chega a 25 milhões de jogadores registrados

Por em 2 de abril de 2014

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O Warface pode até ter um dos nomes mais ridículos de todos os tempos, mas isso não parece ter sido o suficiente para fazer com que as pessoas não dessem uma chance à criação da Crytek, que afirma que depois de cerca de dois anos no mercado, o FPS gratuito atingiu esta semana a impressionante marca de 25 milhões de jogadores registrados.

O Warface é parte do nosso modelo games-como-serviço, o que significa que o jogo se desenvolve e gira em torna da nossa comunidade,” explicou Cevat Yerli, CEO da desenvolvedora. “Estamos visando entregar mais da grande jogabilidade que eles estão esperando e posso prometer ao crescente número de fãs do Warface que a franquia ainda tem muitas surpresas guardadas.

Apesar do número ser bastante alto, eles não disseram quantas dessas pessoas continuam jogando, muito menos quanto as microtransações estão rendendo à empresa, mas como o título está em fase de testes no Xbox 360 e com o seu lançamento na China, Japão e Taiwan previsto para acontecer nos próximos meses, é muito provável que a popularidade do game alcance níveis estratosféricos.

Criado com a CryEngine 3, o Warface possui gráficos muito melhores do que nos acostumamos a ver em jogos gratuitos e um dos seus destaques é a possibilidade de jogarmos tanto competitiva, quanto cooperativamente.

Quando o jogo ainda estava em fase de testes, eu até cheguei a lhe dar uma chance, mas sinceramente não vi nada nele que fosse suficiente para me prender. Pode ser que ele tenha melhorado desde então e por isso acho que preciso jogá-lo novamente, mas com tanta coisa mais interessante na fila, é muito provável que isso não aconteça tão cedo.

Fonte: Crytek.

emComputadores Microsoft

World of Speed não será um F2P, mas sim um jogo gratuito

Por em 2 de abril de 2014

world of speed

Eu costumo dizer que, se você quiser fazer com que alguns gamers percam o interesse pelo o seu jogo, basta dizer que ele será um Free-to-Play. É impressionante como esse modelo de negócios tem a capacidade de causar repulsa nas pessoas, muito é claro, devido a maneira como alguns estúdios foram incapazes de saber utilizá-lo.

Anunciado como um jogo gratuito, o World of Speed ilustra bem essa situação, pois mesmo ainda estando longe de ser lançado, não é raro vermos alguns jogadores desconfiando da maneira como ele tentará esvaziar nossos bolsos, mas de acordo com o líder do projeto, Pete Morrish, nós não temos com o que nos preocupar.

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emMiscelâneas

CEO da EA minimiza importância das plataformas e modelos de negócios

Por em 26 de março de 2014

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Uma das coisas que mais se discute hoje em dia é sobre qual seria o modelo de negócios ideal para que um jogo faça sucesso ou se um título deveria ser lançado para esta ou aquela plataforma, o que teoricamente poderia fazer a diferença entre o sucesso ou o fracasso, mas na opinião de Andrew Wilson, CEO da Electronic Arts, nada disso é tão importante, mas sim a qualidade do game.

Se a indústria evitar a distração das plataformas, da geografia, dos modelos de negócios e realmente focar em fazer grandes jogos para qualquer que for o público alvo a que ele se destina, para qualquer grupo de pessoas que seja; então acho que estará tudo bem. Essas outras distrações possuem seus méritos, são importantes, mas não podem ser o centro.

Bons jogos funcionam independente da plataforma em que estiverem ou do modelo de negócios que adotarem. Se você pode oferecer um bom entretenimento, então você realmente chega a essa interação minuto-a-minuto que é divertida e passa uma sensação de grande valor.

Embora eu admita que muita vezes sou um dos que desconfia de um determinado jogo apenas porque ele será distribuído gratuitamente ou porque foi lançado somente para tablets e smartphones, concordo plenamente com a opinião de Andrew Wilson e o parabenizo por ter tido a coragem de defender essa opinião mesmo estando a frente de uma empresa tão odiada quanto a EA.

O fato é que muitos de nós somos preconceituosos quando se trata de jogos que adotam plataformas, modelos de negócios ou o qualquer outra coisa com a qual não estejamos familiarizados e por isso muitas vezes acabamos perdendo a oportunidade de conhecer excelentes títulos, que sim, podem aparecer em qualquer lugar, formato ou estilo.

Fonte: OXM.

emIndústria

Sparta: War of Empires, um interessante RTS para o Facebook

Por em 14 de março de 2014

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Um dos últimos lugares onde poderíamos esperar encontrar um complexo jogo de estratégia em tempo real é o Facebook e talvez seja exatamente por isso que um game chamado Sparta: War of Empires esteja ganhando um certo destaque.

Desenvolvido pela Plarium, estúdio que já havia lançado outro título no mesmo gênero, o Soldiers, Inc., o novo jogo nos coloca no meio da guerra entre os espartanos e o império persa comandado por Xerxes, fazendo com que os jogadores precisem proteger sua cidade usando estratégia, diplomacia e claro, força bruta.

A Plarium tem focado no envolvimento de jogos hardcore de estratégia em tempo real com profundas mecânicas de jogabilidade desde que a companhia foi fundada em 2009 e essa tem sido nossa direção desde então,” explicou Gabi Shalel, chefe de marketing do estúdio. “Nós atualizaremos o jogo constantemente com novos conteúdos, novas mecânicas, personagens e eventos baseados na história que levem a experiência a um próximo nível. Quando tudo tiver sido dito e feito, nosso último objetivo será fazer com que os jogadores sintam-se imersos no jogo que criamos.

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emMMO