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Oculus Rift + Razer Hydra, o sonho dos fãs de FPS

Por em 6 de agosto de 2013

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Convenhamos, um dispositivo de realidade virtual como o Oculus Rift é um acessório legal e que pode aumentar consideravelmente a imersão nos games, mas você já parou para pensar que encarar um jogo de tiro em primeira pessoa enquanto estamos sentados pode não ser tão realista assim?

Pois foi pensando nisso que o desenvolvedor australiano Teddy Lipowitz criou uma demonstração que serve para termos uma noção de como os jogos do gênero poderão ser no futuro e por mais cansativa que uma seção de jogatina poderá se tornar, não há como negar que a ideia é fantástica.

Embora entregue uma jogabilidade simples, onde o usuário precisa apenas se defender de um ataque alienígena, a grande sacada está na utilização do Razer Hydra como interface. Funcionando de maneira semelhante ao PlayStation Move ou o Wiimote, este acessório permite ao jogador se esquivar e ter a sensação de estar segurando uma arma de verdade e como podemos ver no vídeo abaixo, a impressão é de estarmos realmente naquela situação. Na verdade Lipowitz alertou aqueles que forem testar a demo de que a imersão pode ser muita alta, com algumas pessoas chegando a tentar se apoiar nas caixas que servem de proteção e que obviamente não estão ali.

Eu sinceramente não sei até que ponto algo assim pode se tornar comercial, pois se você prestar atenção verá que o comando que normalmente seria utilizado na mão esquerda foi preso nas costas do rapaz, permitindo assim que os movimentos do seu corpo sejam rastreado e ainda temos o problema da locomoção do personagem, mas de qualquer forma, acho que seria muito legal jogar desta maneira.

Pelo o que tenho visto do Rift nos últimos meses, acho que ele tem muito potencial, mas espero que não tenha o mesmo destino do Kinect, dar vida a uma infinidade de demos interessantes, mas com poucos jogos realmente divertidos.

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emAcessórios Miscelâneas

Primeiras imagens da Red Epic Dragon filmando em 6K

Por em 5 de agosto de 2013

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O surgimento da HDTV significou uma mudança radical na forma com que se faz TV. As produções ficaram muito mais caras, até a maquiagem dos atores e apresentadores teve que ser repensada. Em termos de equipamento o Full HD se tornou o mínimo aceitável, mas quem tem como, investe em qualidade superior, para se preparar para o futuro. Mesmo assim, tudo se torna obsoleto muito rápido.

As câmeras Sony 2K usadas em Avenida Brasil são incapazes de produzir material para as TVs 4K, que possuem a mesma resolução do bom cinema digital. O normal é só 2K mesmo.

O equipamento que produz essas imagens é caríssimo, e entre eles temos as RED, câmeras absolutamente LINDAS, veja que coisa quase pornográfica:

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Para executivo da DICE, o mercado de shooters militares não está saturado

Por em 17 de junho de 2013

Battlefield 4

Muita gente diz que o gênero dos FPS militares (também conhecido por MMS – Modern Militar Shooter) está saturado, muito por culpa da Activision, que insiste em lançar um Call of Duty religiosamente, todo ano (tal como a Ubisoft anda fazendo com Assassin’s Creed hoje em dia), repetindo o erro que cometeu com Guitar Hero, ao entupir o mercado de games similares até o jogador enjoar. A própria EA provou disso ao rebootar a série Medal of Honor, cujas vendas foram inexpressivas. Mas segundo o produtor executivo da DICE Patrick Back, o gênero ainda possui lenha para queimar.

“Não há muitos shooters militares, para ser honesto. (…) O gênero está saturado? Mesmo? Há dois anos atrás eu concordaria com isso. Mas as pessoas estão se movendo para outros gêneros. Nós permanecemos porque temos mais a fazer com ele. E eu acho que se você fizer um grande jogo, ele será grande, sem dúvidas. Não importa se você tem o título mais legal ou com mais hype”.

Faz sentido. O gênero ainda pode trazer grandes surpresas, como foi o caso de Spec Ops: The Line. Back ainda disse que o novo gênero eleito pelos desenvolvedores são os games de sci-fi,  que segundo ele “ficará saturado e as desenvolvedoras se moverão para outro gênero”. Qualquer semelhança com gafanhotos não é mera coincidência.

Se você analisar os games anunciados na E3 2013, veremos que vários shooters anunciados são futuristas, como Destiny e TitanFall. Segundo Back, a série Halo vem trazendo uma história de ficção científica de qualidade há vários anos, e agora várias desenvolvedoras viram e disseram “ei, isso pode ser legal” e foram atrás (lembrando que Destiny é da Bungie, antiga desenvolvedora de Halo). Portanto pode-se dizer que a DICE não pretende por enquanto produzir um novo Battlefield 2142, isso se não resolver voltar à Segunda Guerra Mundial, gênero que foi ordenhado até secar e agora anda esquecido.

Fonte: The Escapist.

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Gamers veem e processam imagens melhor do que pessoas que não jogam, aponta estudo

Por em 17 de junho de 2013

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É de consenso geral que os gamers possuem reflexos mais rápidos do que pessoas que não jogam, muito devido aos movimentos rápidos e tomadas de decisão em frações de segundos que precisam tomar, o que pode significar a diferença entre vida e morte virtual. Entretanto não se sabia até agora se a velocidade de executar comandos era o único sintoma ou se havia alguma outra vantagem. Agora segundo um estudo realizados por pesquisadores da Duke University, na Carolina do Norte, jogadores hardcore não só ficam com as mãos mais rápidas, como também seus cérebros são mais treinados a fazer melhor uso da capacidade visual e processam informações mais rápido e de forma mais eficiente do que pessoas que não jogam.

Os pesquisadores selecionaram um grupo de 125 pessoas, entre pessoas comuns e jogadores frequentes, e foram submetidos a um teste onde um círculo com oito letras era exibido por apenas um décimo de segundo. Após um delay que poderia variar entre 13 milissegundos a 2,5 segundos, uma flecha era exibida apontando para uma posição onde uma letra estava, e a pessoa teria que identificar que letra estava ali.

Em todos os casos, os jogadores se saíram melhor em identificar as letras do que pessoas normais.

Apesar do que pode parecer, segundo os pesquisadores não é um caso de melhoria de memória de curto prazo, pois ambos grupos rapidamente se esqueceram onde a letra estava. “Em games de ação, principalmente em FPS, o gamer precisa fazer ‘inferências probabilísticas’ sobre o que ele está vendo – se aliado ou inimigo, se deve ir para a esquerda ou para a direita”, disse Greg Appelbaum, professor-assistente de psiquiatria do departamento de medicina da universidade. “Os gamers veem o mundo de uma forma diferente. Eles são capazes de extrair mais informações de uma cena visual. Eles precisam de menos informações, e processam o que veem mais rápido”.

A gente vem falando há tempos que os games estimulam o pensamento rápido e reflexos mais ágeis. Gamers são muitos bons em multitask, tanto que chegam a operar robôs cirúrgicos melhor do que médicos. Os jogos ditos violentos como Call of Duty e Battlefield são ótimos para fazer o jogador pensar rápido e com precisão, pois um passo errado é meio caminho andado para uma derrota. Portanto não critique seu filho enquanto ele joga, pois isso está fazendo ele uma pessoa mais esperta e perspicaz, o que é excelente como um todo.

Fonte: Duke.edu.

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Este rifle inteligente de US$ 22 mil é o sonho dos campers de FPS

Por em 21 de maio de 2013

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Treinar um sniper não é fácil. Não pense você que bastam algumas horas campeirando em Battlefield 3 que você é um expert, muito longe disso. Leva anos, custa uma fortuna, os soldados são ensinados a atirar entre batidas do coração para evitar que suas mãos tremam, para se ter uma ideia.

Além disso há uma série de variáveis a serem consideradas na hora de efetuar um disparo, como a direção e velocidade do vento, umidade do ar… pombas, até a rotação da Terra é uma variável e significa a diferença entre um amador e o recorde quebrado ano passado no Afeganistão, quando um sniper acertou um alvo a 2.815 m de distância usando um Barret M82 A1.

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Adi Granov revela arte conceitual de Maverick Hunter, o game que faria de Mega Man X um FPS

Por em 13 de maio de 2013

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Adi Granov é um artista de quadrinhos e designer que ficou mais conhecido da grande mídia como o responsável pela armadura do Homem de Ferro nos três filmes do latinha e nos Vingadores, mas ele já era bem conceituado entro da Marvel, principalmente pelas belas capas que já desenhou.

Mas ele também estava envolvido recentemente no título cancelado Maverick Hunter, uma reimaginação da série Mega Man X encomendada pela Capcom à Armature Studio (formada por ex-devs do game Metroid Prime, daí a influência), o transformando em um FPS com visual bem mais adulto, não lembrando em nada os games do robozinho azul até então.

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Estudo diz que FPSs ajudam a melhorar a memória

Por em 3 de maio de 2013

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Se um estudo conduzido pela Dra. Lorenza Colzato na Universidade de Leiden, na Holanda, estiver correto, as pessoas que acusam os jogos de tiro em primeira pessoa de serem formadores de assassinos deveriam parar de procurar chifre em cabeça de cavalo e passar a olhar para os benefícios que eles podem trazer aos jogadores, como ajudar a ter uma memória melhor.

Publicada no Psychological Research, a pesquisa usou jogadores e não-jogadores como cobaias e constatou que os FPSs “exigem que os pessoas desenvolvam uma mentalidade flexível para reagir rapidamente e monitorar tanto os movimentos visuais quanto os estímulos sonoros.

A pesquisadora explicou que esse tipo de jogo parece ter um maior efeito na memória de curta duração, aquela responsável pela percepção consciente e pelo processamento linguístico e disse ainda acreditar que “jogar videogames é a maneira mais fácil das pessoas melhorarem a memória, já que essas experiências possibilitam que o cérebro se torne mais flexível ao atualizar e organizar informações.

Este é portanto mais um daqueles casos em que um estudo tenta provar que os jogos eletrônicos podem servir para ajudar pacientes com certas dificuldades e/ou tornar as pessoas melhores, algo que talvez nunca seja comprovado, mas que ajudam a diminuir a péssima imagem que a mídia possui perante alguns críticos.

Eu até iria fazer um comentário mais aprofundado sobre o assunto, mas como não tenho jogado muitos FPSs ultimamente, acabei esquecendo o que iria falar, desculpe.

[via Science Daily]

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