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Próximo jogo de CliffyB deverá ser um FPS de arena

Por em 13 de dezembro de 2013

cliffyb

Sendo o principal responsável por um dos melhores jogos da geração passada, muitas pessoas estão ansiosas para saber no que Cliff Bleszinski está trabalhando e depois de ter divulgado algumas artes conceituais estranhas em seu Twitter, que mostrava desde cidades destruídas até jogadores de basquete, o game designer deu alguns detalhes sobre o que deverá ser novo jogo.

Durante sua participação no podcast Pointless, CliffyB afirmou que o projeto está em fase de planejamento e que ele deverá ser lançado para PC, resgatando um estilo de jogo que anda um pouco esquecido, que são os FPSs multiplayer disputados em arenas, algo no estilo do Quake III.

Bleszinski citou que hoje a molecada só quer saber de Call of Duty, além de ter revelado que ainda não possui uma equipe trabalhando com ele e usou como exemplo o No Man’s Sky, que está sendo feito por quatro pessoas, para dizer que não precisa de um grande estúdio e que deverá fugir do modelo dos acordos com grandes editoras, pois não quer algum engravatado lhe dizendo o que deve ou não fazer.

Por fim, o pai do o Gears of War afirmou que ainda não se decidiu sobre qual engine utilizar, mesmo reconhecendo que a Unreal seria a escolha óbvia, mas não ficou claro se o tal jogo tem relação com as artes divulgadas recentemente.

Sendo assim, tudo indica que tal jogo ainda deverá demorar um bom tempo até que seja lançado, mas o que você acha da ideia? Há espaço no mercado para um mata-mata online nesses moldes?

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Superhot quebra recorde no Steam Greenlight

Por em 27 de setembro de 2013

superhot

Quando fui apresentado ao jogo Superhot, fiquei tão encantado com sua mecânica que cheguei a dizer que desconfiava que não demoraria muito até que uma versão comercial fosse anunciada e isso de fato aconteceu. Percebendo o sucesso que o FPS estava fazendo, os poloneses da Blue Brick resolveram colocar o título no Steam Greenlight e para surpresa de todos, ele foi aceito mais rápido do que qualquer outro jogo havia conseguido antes.

Graças ao fantástico apoio de vocês, fomos aprovado no Steam Greenlight em apenas cinco dias!” revelou o empolgado game designer Piotr Iwanicki. “Nós averiguamos isso – O Superhot é o jogo a conseguir sua aprovação mais rapidamente… Estamos muito empolgados com isso, mas à nossa frente está uma tarefa ainda maior – agora temos que fazer esse jogo acontecer.

Na minha opinião, todo este reconhecimento é merecido, ainda mais se levarmos em consideração que o jogo foi criado em apenas setes dias para ser apresentado em uma competição e uma das coisas que considero mais importante no comentário de Iwanicki é o reconhecimento de que terão que trabalhar duro para corresponder à expectativa daqueles que gostaram da demo técnica, se é que podemos chamar assim.

Sem uma data prevista para o lançamento da versão final, o que imagino deverá demorar um pouco, a missão do estúdio agora será desenvolver muito mais estágios do que vimos na versão gratuita, aperfeiçoar a mecânica e elaborar o enredo e se você não tiver jogado o original, ele pode ser encontrado aqui.

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emComputadores

Superhot, um FPS inovador e muito divertido

Por em 11 de setembro de 2013

superhot

Nos últimos anos temos visto os FPSs sendo duramente criticados pela falta de originalidade e mesmo que eu concorde um pouco com essa reclamação, felizmente há alguns títulos que tentam dar uma oxigenada no gênero e um exemplo disso é o Superhot.

Sendo um dos participantes do 7DFPS, uma espécie de competição onde game designers de todo mundo tem apenas sete dias para desenvolverem inovadores jogos de tiro em primeira pessoa, o título se destaca não só por seu belo estilo visual minimalista, mas principalmente por sua mecânica.

A grande sacada do Superhot é que o tempo só passará quando nos movermos, ou seja, enquanto estivermos parados poderemos bolar estratégias para roubar as armas dos inimigos e assim contra-atacar, mas é importante ter noção de que as balas que dispararmos também só seguirão suas trajetórias enquanto nos movimentarmos.

Descrever a jogabilidade de um game como este não faz jus a sua qualidade e por isso recomendo que você lhe dê uma chance, sob o risco de se ver preso em sua atmosfera e a todo momento se perguntando sobre com ninguém havia feito isso antes.

Infelizmente o Superhot dura apenas alguns poucos minutos, afinal se trata de um protótipo, mas desconfio que logo os criadores anunciarão uma versão comercial do game e se isso acontecer, certamente serei um dos que investirão em sua compra.

Fonte: USgamer.

emComputadores

Será que o Titanfall conseguirá brigar com os grandes?

Por em 10 de setembro de 2013

titanfall

Os jogos de tiro em primeira pessoa podem ter sido acusados de monopolizar a indústria de games nos últimos anos, mas a verdade é que hoje temos praticamente apenas dois competidores neste gênero, as séries Battlefield e Call of Duty. Mesmo as editoras responsáveis por estes títulos sofrem ao tentar lançar um FPS, mas para aqueles que procuram caras novas nesse estilo, a chegada da próxima geração poderá colocar alguns concorrentes de peso na disputa.

Pois foi sobre essa tentativa de se destacar que falou Vince Zampella, um dos criadores do Call of Duty e que agora está a frente da Respawn Entertainment, estúdio responsável por um dos grandes destaques da E3, o Titanfall.

É uma nova marca. Você constrói um nome ao longo dos anos quando está criando uma nova série. Estamos começando do zero, então não venderemos tão bem quanto o Call of Duty.

Muitos dirão que o comentário é um tanto óbvio, mas numa indústria onde os egos permanecem constantemente inflados, confesso que sempre me surpreendo quando algum figurão admite que terá dificuldades a frente, mas pelos comentários que tenho lido em sites e redes sociais, tenho a impressão de que a Respawn está no caminho certo.

Previsto para chegar em 2014 ao PC, Xbox 360 e Xbox One, Titanfall conseguiu conquistar muitas pessoas com sua jogabilidade que oferece enormes mechs para serem controlados e na minha opinião, a única coisa que me tirou um pouco do interesse que tinha por ele é o fato de que não terá um modo para um jogador.

Ainda assim estou curioso para ver como este e o novo título da Bungie se sairão perante os grandes nomes do gênero, mas arrisco dizer que pelo o que foi mostrado até o momento, se fosse para escolher apenas um eu iria de Destiny.

Fonte: Gamespot.

emIndústria

DICE não pretende transformar Battlefield numa franquia anual

Por em 28 de agosto de 2013

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Nos últimos anos nós nos acostumamos com a seguinte fórmula: entre setembro e novembro temos uma nova versão de pelo menos quatro franquias: FIFA Soccer, Pro Evolution Soccer, Assassin’s Creed e Call of Duty. No caso do último pela estratégia da EA e DICE em atualizar Battlefield apenas quando o game for o melhor possível, isso permite à Activision encher o burro de dinheiro todos os anos.

Há quem diga que a franquia rival deveria seguir o mesmo caminho e se atualizar anualmente, porém a DICE não pensa assim.

Em entrevista ao site VideoGamer, o produtor executivo Patrick Bach desmentiu os rumores acerca da possibilidade alegando um motivo bem simples: “nós não podemos fazer um game desses por ano”.

“Vocês viram que no caso de Battlefield 3, não houve uma exigência de um jogo novo por ano. Vocês mencionaram o (pacote de expansão) Premium. Nós tivemos 18 meses e as pessoas ainda queriam mais. Agora já são quase dois anos e muita gente continua jogando. Então do nosso ponto de vista, as pessoas querem mais de Battlefield o ano todo”.

Quando perguntado se o game poderia evoluir para uma plataforma fixa com atualizações pontuais (quase como um MMO), Bach disse que pode ser uma escolha acertada ou não, dependendo exclusivamente da audiência. Conhecendo o perfil dos jogadores de FPS que gostam de gráficos de última geração, tal estratégia seria um tiro no pé, pois engessaria o game numa engine por anos a fio.

Há de se levar em conta que Battlefield 3 foi muito fortalecido após o descontinuamento da franquia Medal of Honor, que teve vendas pífias em suas últimas incursões. Em todo caso, a DICE percorre um caminho totalmente diferente da Infinity Ward: ao invés de lançar um game voltado para um multiplayer dinâmico e divertido todo ano, ela prefere focar no realismo e entregar um game que se aproxime do que é uma guerra o máximo possível. E para alcançar esse nível, um ano é muito pouco tempo.

Fonte: VG.

emComputadores Microsoft Sony

Oculus Rift + Razer Hydra, o sonho dos fãs de FPS

Por em 6 de agosto de 2013

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Convenhamos, um dispositivo de realidade virtual como o Oculus Rift é um acessório legal e que pode aumentar consideravelmente a imersão nos games, mas você já parou para pensar que encarar um jogo de tiro em primeira pessoa enquanto estamos sentados pode não ser tão realista assim?

Pois foi pensando nisso que o desenvolvedor australiano Teddy Lipowitz criou uma demonstração que serve para termos uma noção de como os jogos do gênero poderão ser no futuro e por mais cansativa que uma seção de jogatina poderá se tornar, não há como negar que a ideia é fantástica.

Embora entregue uma jogabilidade simples, onde o usuário precisa apenas se defender de um ataque alienígena, a grande sacada está na utilização do Razer Hydra como interface. Funcionando de maneira semelhante ao PlayStation Move ou o Wiimote, este acessório permite ao jogador se esquivar e ter a sensação de estar segurando uma arma de verdade e como podemos ver no vídeo abaixo, a impressão é de estarmos realmente naquela situação. Na verdade Lipowitz alertou aqueles que forem testar a demo de que a imersão pode ser muita alta, com algumas pessoas chegando a tentar se apoiar nas caixas que servem de proteção e que obviamente não estão ali.

Eu sinceramente não sei até que ponto algo assim pode se tornar comercial, pois se você prestar atenção verá que o comando que normalmente seria utilizado na mão esquerda foi preso nas costas do rapaz, permitindo assim que os movimentos do seu corpo sejam rastreado e ainda temos o problema da locomoção do personagem, mas de qualquer forma, acho que seria muito legal jogar desta maneira.

Pelo o que tenho visto do Rift nos últimos meses, acho que ele tem muito potencial, mas espero que não tenha o mesmo destino do Kinect, dar vida a uma infinidade de demos interessantes, mas com poucos jogos realmente divertidos.

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emAcessórios Miscelâneas

Primeiras imagens da Red Epic Dragon filmando em 6K

Por em 5 de agosto de 2013

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O surgimento da HDTV significou uma mudança radical na forma com que se faz TV. As produções ficaram muito mais caras, até a maquiagem dos atores e apresentadores teve que ser repensada. Em termos de equipamento o Full HD se tornou o mínimo aceitável, mas quem tem como, investe em qualidade superior, para se preparar para o futuro. Mesmo assim, tudo se torna obsoleto muito rápido.

As câmeras Sony 2K usadas em Avenida Brasil são incapazes de produzir material para as TVs 4K, que possuem a mesma resolução do bom cinema digital. O normal é só 2K mesmo.

O equipamento que produz essas imagens é caríssimo, e entre eles temos as RED, câmeras absolutamente LINDAS, veja que coisa quase pornográfica:

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