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Quer jogar em 4K no PC? Prepare-se para gastar muito

Por em 5 de maio de 2014

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Agora que TVs 4K estão se tornando um padrão da indústria (embora ainda sejam um bocadinho caras), é evidente que além de assistir filmes e seriados muita gente queira conferir seus games favoritos na resolução mais absurda possível. Tanto o PS4 quanto o Xbox One suportam 4K, só que ainda vai demorar um pouco para games com suporte aparecerem em ambas as plataformas. Já no PC a história é outra, até é possível configurar uma máquina bem parruda para aproveitar a resolução, mas é preciso manter em mente que será preciso gastar muito. Mas muito mesmo.

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Call of Duty: Advanced Warfare contará com Kevin Spacey

Por em 2 de maio de 2014

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Mais certo do que chuva em todo Dia de Finados, é desnecessário dizer que todo ano teremos um Assassin’s Creed e um Call of Duty novos. O primeiro já foi anunciado, portanto restava à franquia de tiro em primeira pessoa soltar as primeiras informações acerca do título deste ano. como não poderia deixar de ser elas saíram após um vazamento, o que fez com que a Activision corresse para confirmar o título e divulgasse tudo oficialmente.

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Chroma, o híbrido entre música e FPS da Harmonix

Por em 18 de fevereiro de 2014

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Existem certas desenvolvedoras que estão tão ligadas a um gênero, que mesmo quando tentam explorar outros estilos não conseguem fugir de suas raízes e uma que parece fazer parte deste grupo é a Harmonix.

Tendo feito toda sua história em torno dos jogos musicais, mais precisamente com as séries Rock Band e Dance Central, o estúdio revelou o seu próximo projeto e para a surpresa de todos, o game conhecido como Chroma será um mutiplayer gratuito para PC que misturará jogos de tiro em primeira pessoa com música.

As pessoas costumam brincar o tempo todo, dizendo que deveríamos fazer um FPS baseado em notas musicais. Bem, agora fizemos isso,” declarou o diretor de publicações, John Drake. “No passado os jogos musicais se tornaram simuladores, mas sentimos como se existisse muito mais para eles como componente de jogabilidade.

No jogo, as partidas acontecerão em um mundo onde cada jogador terá à sua disposição uma arma que emite feixes em vários tons e como cada personagem e arma emitirão notas diferentes, os membros de uma equipe poderão se unir, por exemplo, para tocar uma música improvisada.

Porém, o objetivo do jogo será o mesmo dos outros mata-matas online, que é eliminar os adversários, mas o seu grande diferencial estará na maneira como os ataques poderão ser intensificados caso acertemos longas sequências de notas.

Com seu desenvolvimento ainda em estágio inicial, confesso que não entendi muito bem como a mecânica funcionará, muito porque o trailer de divulgação não mostra trechos da jogabilidade, mas mesmo assim fiquei interessado pelo game, pois acho que ele poderá trazer alguma novidade, tanto aos jogos musicais, quanto aos FPSs.

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Um headset que pune o jogador com jogabilidade crescente quanto mais estressado ele ficar

Por em 19 de janeiro de 2014

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É um fato que boa parte dos jogadores de FPS utilizam os games para extravasar todo o stress e frustração acumulados, além de ser um ambiente que permite ao jogador dar voz a todos os sentimentos reprimidos e se comportar como uma criatura irracional e movida puramente por instinto. Não é a toa que a id Software de John Carmack e John Romero recebeu esse nome: é uma referência direta à estrutura do aparelho psicológico, movido puramente pelo prazer e que não possui qualquer noção de moral.

Já vimos inúmeros casos de pessoas absolutamente normais se comportarem como feras incontroláveis em ambientes online, mas é no FPS que a concentração é muito maior (hoje em dia esses números tem aumentado exponencialmente em MOBAs, mas divago). Isso levou o designer Samuel Matson a desenvolver um headset que funcionaria como um dispositivo anti-trolls, pois puniria o jogador estressado.

À primeira vista o Immersion parece um headset normal, porém ele é equipado com um processador Arduino e sensores que captam os batimentos cardíacos do jogador, bem como um controle do Xbox 360 modificado. Esses dados são enviados para um PC, que está rodando um FPS desenvolvido na Unity Engine. O jogo se alimenta do estado do jogador, e conforme ele for ficando cada vez mais estressado a dificuldade aumenta. A ideia por trás do experimento é fazer com que o jogador aprenda a lidar com sua raiva e aprender autocontrole.

Claro, é improvável que o Immersion seja lançado no mercado, até porque jogadores não vão gostar muito de um dispositivo que impeça o jogador de agir sem controle – é como se o headdset fosse o ego a reprimir o id. Por outro lado um game de terror que pudesse monitorar o medo do jogador, aumentando a tensão seria muito interessante. Já pensou jogar Slender, Amnesia ou Outlast sabendo que o jogo sabe quando você está se borrando de medo? Soa algo muito promissor.

Fonte: Immersion via TE.

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Próximo jogo de CliffyB deverá ser um FPS de arena

Por em 13 de dezembro de 2013

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Sendo o principal responsável por um dos melhores jogos da geração passada, muitas pessoas estão ansiosas para saber no que Cliff Bleszinski está trabalhando e depois de ter divulgado algumas artes conceituais estranhas em seu Twitter, que mostrava desde cidades destruídas até jogadores de basquete, o game designer deu alguns detalhes sobre o que deverá ser novo jogo.

Durante sua participação no podcast Pointless, CliffyB afirmou que o projeto está em fase de planejamento e que ele deverá ser lançado para PC, resgatando um estilo de jogo que anda um pouco esquecido, que são os FPSs multiplayer disputados em arenas, algo no estilo do Quake III.

Bleszinski citou que hoje a molecada só quer saber de Call of Duty, além de ter revelado que ainda não possui uma equipe trabalhando com ele e usou como exemplo o No Man’s Sky, que está sendo feito por quatro pessoas, para dizer que não precisa de um grande estúdio e que deverá fugir do modelo dos acordos com grandes editoras, pois não quer algum engravatado lhe dizendo o que deve ou não fazer.

Por fim, o pai do o Gears of War afirmou que ainda não se decidiu sobre qual engine utilizar, mesmo reconhecendo que a Unreal seria a escolha óbvia, mas não ficou claro se o tal jogo tem relação com as artes divulgadas recentemente.

Sendo assim, tudo indica que tal jogo ainda deverá demorar um bom tempo até que seja lançado, mas o que você acha da ideia? Há espaço no mercado para um mata-mata online nesses moldes?

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Superhot quebra recorde no Steam Greenlight

Por em 27 de setembro de 2013

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Quando fui apresentado ao jogo Superhot, fiquei tão encantado com sua mecânica que cheguei a dizer que desconfiava que não demoraria muito até que uma versão comercial fosse anunciada e isso de fato aconteceu. Percebendo o sucesso que o FPS estava fazendo, os poloneses da Blue Brick resolveram colocar o título no Steam Greenlight e para surpresa de todos, ele foi aceito mais rápido do que qualquer outro jogo havia conseguido antes.

Graças ao fantástico apoio de vocês, fomos aprovado no Steam Greenlight em apenas cinco dias!” revelou o empolgado game designer Piotr Iwanicki. “Nós averiguamos isso – O Superhot é o jogo a conseguir sua aprovação mais rapidamente… Estamos muito empolgados com isso, mas à nossa frente está uma tarefa ainda maior – agora temos que fazer esse jogo acontecer.

Na minha opinião, todo este reconhecimento é merecido, ainda mais se levarmos em consideração que o jogo foi criado em apenas setes dias para ser apresentado em uma competição e uma das coisas que considero mais importante no comentário de Iwanicki é o reconhecimento de que terão que trabalhar duro para corresponder à expectativa daqueles que gostaram da demo técnica, se é que podemos chamar assim.

Sem uma data prevista para o lançamento da versão final, o que imagino deverá demorar um pouco, a missão do estúdio agora será desenvolver muito mais estágios do que vimos na versão gratuita, aperfeiçoar a mecânica e elaborar o enredo e se você não tiver jogado o original, ele pode ser encontrado aqui.

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Superhot, um FPS inovador e muito divertido

Por em 11 de setembro de 2013

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Nos últimos anos temos visto os FPSs sendo duramente criticados pela falta de originalidade e mesmo que eu concorde um pouco com essa reclamação, felizmente há alguns títulos que tentam dar uma oxigenada no gênero e um exemplo disso é o Superhot.

Sendo um dos participantes do 7DFPS, uma espécie de competição onde game designers de todo mundo tem apenas sete dias para desenvolverem inovadores jogos de tiro em primeira pessoa, o título se destaca não só por seu belo estilo visual minimalista, mas principalmente por sua mecânica.

A grande sacada do Superhot é que o tempo só passará quando nos movermos, ou seja, enquanto estivermos parados poderemos bolar estratégias para roubar as armas dos inimigos e assim contra-atacar, mas é importante ter noção de que as balas que dispararmos também só seguirão suas trajetórias enquanto nos movimentarmos.

Descrever a jogabilidade de um game como este não faz jus a sua qualidade e por isso recomendo que você lhe dê uma chance, sob o risco de se ver preso em sua atmosfera e a todo momento se perguntando sobre com ninguém havia feito isso antes.

Infelizmente o Superhot dura apenas alguns poucos minutos, afinal se trata de um protótipo, mas desconfio que logo os criadores anunciarão uma versão comercial do game e se isso acontecer, certamente serei um dos que investirão em sua compra.

Fonte: USgamer.

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