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Perfeitamente Normal – Fotografia autoral com sensibilidade

Por em 10 de outubro de 2014

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Olha o tipo de notícia que tenho prazer em colocar aqui. O André Fachetti, leitor do MeioBit e que já contribuiu com um pequeno texto sobre a polêmica do sensor sujo da Nikon D600, tem uma carreira fotográfica em fotografia publicitária e se dedica (de maneira competente) na fotografia autoral. Aliás, é possível comprar essas imagens autorais no site do fotógrafo. Porém, o que motiva esse texto é um projeto muito bacana que está sendo desenvolvido por ele e que foi lançado neste mês. O Projeto Perfeitamente Normal tem por objetivo acompanhar pacientes que lutam contra o câncer e ser uma forma de vencer preconceitos e também de ajudar na auto estima destas pessoas. Segundo o release oficial de lançamento do projeto: ” Perfeitamente Normal – O Projeto, é o início do trabalho fotográfico autoral com pacientes em tratamento de câncer, num confronto com estigmas, medos e preconceitos, numa lição a partir da superação, do debate e da aproximação. A pura realidade humana. Perfeitamente normal.”

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Conheça a Revista Macrofotografia

Por em 3 de outubro de 2014

Eu já falei muito de fotografia de natureza aqui no blog. Eu mesmo já ministrei alguns cursos tendo como objetivo a obervação do natural mesmo no espaço urbano, mas sou apenas um grande apreciador deste tipo de fotografia. Conheço poucas pessoas que realmente ganham a vida fotografando a natureza, pois é algo muito específico. A maioria dos fotógrafos são entusiastas que fazem isso por paixão ao tema, ou seja, o verdadeiro fotógrafo Amador. Talvez esse seja o motivo de tantas fotos espetaculares de natureza que encontramos no flickr e em outros serviços de compartilhamento de fotos pela internet. Mas, mesmo não sendo uma atividade profissional, estudar e se especializar no tema é uma constante para o fotógrafo.

Por conta desta necessidade de aperfeiçoamento, e do pouco investimento das editoras nacionais em material voltado para a fotografia de natureza, é que fico feliz com iniciativas como a Revista Macrofotografia. Esse é um tipo diferente de publicação voltada para os fotógrafos. Ela é encabeçada pelo Tacio Philip, um dos grandes especialistas em macrofotografia do Brasil. Ele mantém o site Macrofotografia e é autor do livo Macrofotografia e Close-up que foi lançado no Brasil pela Editora Photos. A revista tem uma proposta interessante. Ela se encontra na terceira edição  e você pode comprar a revista na versão impressa pelo site, ou simplesmente ler on-line, ou baixar a versão em PDF sem custos. Ou seja, uma iniciativa que visa a divulgação da informação e pede uma colaboração para aqueles que puderem. Sei que estou na contramão da história e da opinião de muitos dos leitores do MeioBit, mas eu ainda gosto de publicações em papel.

A revista é dividida em textos explicativos, um ensaio e fotos dos leitores. Gostaria apenas de destacar três textos que estão presentes na publicação. O primeiro é do próprio Tacio Philip e se chama “Nem toda imagem é fotografável”. Uma reflexão muito interessante sobre imagens que precisam de uma grande intervenção para serem feitas e a maior parte dos fotógrafos iniciantes acha que é possível fazer algo parecido com apenas um click. Bacana para mostrar que não precisa ficar frustrado, é necessário apenas conhecimento de como as coisas são. O segundo texto que quero destacar é do Sérgio Moscato que fala sobre “Compactas Adaptadas”, ou seja, a boa e velha gambiarra para poder fazer fotos macro com sua câmera digital compacta. Resultados impressionantes.  O terceiro texto também é do Tacio Philip e nos mostra a técnica do empilhamento de foco, para aumentar a profundidade de campo na macrofotografia. Para quem nunca viu o processo, parece coisa de ficção científica.

Gosta de natureza e macrofotografia? Então não perca tempo e confira essas publicações maravilhosas.

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F/Stop vs T/Stop — veja a diferença

Por em 30 de setembro de 2014

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O vídeo foi publicado ano passado, mas parece que a galera veio descobrir essa pequena vídeo aula apenas agora. Embora a informação não seja essencial para sua fotografia, saber como isso funciona pode dar um indicativo sobre qual lente você vai comprar. A coisa funciona assim. Cada lente possui a sua abertura máxima de diafragma que é representado por um f seguido de um número. Essa representação nos chamamos de f/stop. O que entorta um pouco a cabeça de alguns iniciantes é que o f/stop possui uma relação inversa. Quanto maior o número menor a quantidade de luz que entra pela lente. Nesse caso, a lente com f/2,8 deixa passar mais luz do que quando o diafragma está em f/5,6 (não vamos falar nesse texto sobre Ponto de Luz para não enrolar a cabeça das pessoas mais ainda, mas fica para um futuro próximo).

De modo geral, o tal do f/stop é um número conseguido pela divisão da distância focal da lente pelo diâmetro do diafragma. Desse modo temos a circunferência do diafragma que vai deixar entrar mais luz (mais aberto) e menos luz (mais fechado) Pensando nesta lógica, toda lente com diafragma f/2,8 deixaria passar a mesma quantidade de luz, não é verdade? Bem, isso não acontece.
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MeioBit no Flickr – Fotos da Semana

Por em 25 de setembro de 2014

Estamos aqui mais uma vez para escolher as quatro melhores fotos da semana em nosso grupo do Flickr. Lembrando que as fotos são escolhidas perante a visualização, não tendo nenhuma influência o nome do membro ou o tipo de câmera que foi utilizada. Quando essas informações estão presentes elas são publicadas apenas como mais um indicador.

Atenção. O Flickr mudou a forma como as imagens são mostradas ao serem compartilhadas em um site. Agora, fora a foto selecionada, é possível dar uma olhada em outras fotos da galeria clicando nas flechas nos cantos da imagem.

As fotos da semana são escolhidas entre as imagens postadas em nosso grupo no Flickr. Já temos 2.233 participantes e um total de 53.738 itens compartilhados.

ATENÇÃO: pessoas que não permitem o compartilhamento de imagens no Flickr podem mandar suas imagens para nosso grupo sem problema, mas ficam impossibilitadas de participar da escolha semanal de fotos.

Cinco Maiores Colaboradores

01 – Carlos Chibata;

02 – Pmenge;

03 – Sandra Mora;

04 – Malcoln de Oliveira;

05 – Dudu Maroja.

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Astronomy Photographer of the Year – Vejam os Vencedores

Por em 22 de setembro de 2014

Astrofotografia é um tema que muito me agrada. Eu mesmo já tentei algumas experiências com alguns resultados positivos (e muitos negativos). Mas, o interessante é que você está sempre aprendendo novas coisas, procurando novos lugares para fazer suas fotografias e, o mais importante, contemplando o espaço e as estrelas. Garanto que é uma forma de terapia muito efetiva.

Para a alegria de quem gosta de fotografar as estrelas, todos os anos o Royal Observatory Greenwich e a revista  Sky at Night Magazine organizam o concurso Astronomy Photographer of the Year, com o objetivo de difundir essa arte e ampliar as fronteiras do conhecimento. Embora a maior parte dos fotógrafos que desenvolvem a astrofografia o façam por hobby, as imagens vencedoras deste ano são surpreendentes. A competição é dividida em duas categorias: Adultos e Jovens Fotógrafos. Cada um poderia mandar até 5 fotos e a única condição é que a foto não tenha ganho outros concursos ou tenha sido publicada em alguma agência de notícia. Essa parte do regulamento é interessante, pois força os fotógrafos a estarem produzindo novo material sempre.

O concurso é dividido em algumas categorias bem interessantes, entre elas podemos destacar:

  • Earth and Space – fotografias de paisagens da Terra, ou com pessoas, mas que envolvam fenômenos astronômicos (estrelas ou fases da Lua)
  • Our Solar System – Fotos do Sol, planetas, luas e asteroides.
  • Deep Space – Qualquer coisa fora do Sistema Solar, como galáxias, cometas e nebulosas;
  • Young Astronomy Photographer of the Year – para menores de 16 anos e valem fotos que estejam em qualquer uma das categorias anteriores.

Vejam abaixo alguns dos vencedores.

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Glendhu Stairways-© Chris Murphy – paisagem na Nova Zelândia. Foto vencedora do prêmio Sir Patrick Moore para melhor revelação.

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The Horsehead Nebula IC 434 ©-Shishir e Shashank Dholakia – os irmãos gêmeos de 15 anos venceram a categoria de Jovem Fotógrafo Astrônomo com essa imagem da Nebulosa Cabeça de Cavalo.

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California vs Pleiades © Rogelio Bernal Andreo – A imagem chamada Califórnia vs as Plêiades foi um dos destaques da categoria Espaço Profundo.

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Horesehead Nebula IC 434 © Bill Snyder – Vencedora da Categoria Espaço Profundo, essa foto de Bill Snyder também representa a Nebulosa Cabeça de Cavalo.

Além de inspirar a quem está na área, as imagens também mostram que tenho que comer muito feijão com arroz para chegar a esse nível. Gostou da competição? Tem material para brigar com essa galera? Então se prepare, pois logo deve ser anunciado a abertura das inscrições para a próxima competição. Todas as fotos vencedoras farão parte de uma exibição no Royal Museums of Greenwich ou no site do evento. Quer ver mais imagens? Então é só acessar o grupo do flickr do Astronomy Photographer of the Year.

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Panasonic Lumix DMC-CM1 — Smartphone com sensor fotográfico de 1 polegada

Por em 18 de setembro de 2014

Hoje não existe maneira de separar a fotografia de nossos smartphones. Já estamos extremamente acostumados a fazer fotos de todos as situações e de todos os lugares em que nos encontramos e, ao mesmo tempo, já compartilhar com nossos amigos via redes sociais. No começo de toda essa onda, as fotos feitas pelos pequenos aparelhos eram muito ruins. E quando digo ruins, não estou brincando. Tanto que por muito tempo não acreditei que isso pudesse melhorar. Mas, e já mordendo minha língua, o desenvolvimento da tecnologia nos apresentou aparelhos que entregam uma fotografia boa e possível de ser utilizada na maior parte das situações. Apostando nessa nova tendência, algumas empresas vem dedicando uma atenção toda especial ao quesito fotografia em seus smartphones e isso é muito positivo para o consumidor e para o fotógrafo que quer um equipamento leve e com qualidade razoável para seu registro do dia a dia.

Dentro destas características, nada mais justo do que destacar o Panasonic Lumix DMC-CM1 que a empresa japonesa apresentou durante essa semana na Photokina. De um lado ele parece um smartphone tradicional e do outro uma câmera fotográfica compacta. Do ponto de vista do telefone, ele apresenta as características básicas de um celular parrudo da atualidade. Tela com 4,7 polegadas e resolução de 1080 pixels. Ele roda o sistema Android versão 4.4 e tudo funciona com um processador quad-core Qualcomm Snapdragon S801 que tem clock de 2,3 GHz. O aparelho possui uma memória interna de 16 GB, mas é compatível com cartões de memória micro-SD de até 128 GB.

Porém, é na parte fotográfica que devemos nos ater mais. O CM1 possui um sensor fotográfico de 20 megapixels de resolução máxima com tamanho de 1 polegada. Pode parecer pouco para quem não entende das especificações da fotografia digital, mas estamos falando de um sensor compatível em tamanho com os das câmeras compactas premium da atualidade e nada mais do que 7 vezes maior do que o sensor dos celulares concorrentes. Só lembrando que em fotografia, quanto maior o sensor, melhor a captação de luz. Junto com o sensor temos uma lente Leica fixa equivalente a uma 28 mm com abertura de diafragma em f/2,8. O CM1 pode fotografar em RAW, grava vídeos em 4K e oferece um modo manual completo para o fotógrafo exigente. O único ponto negativo de toda essa tecnologia é que o telefone ficou com 21 mm de espessura, o que é um pouco mais do que apresenta a concorrência.

O Panasonic Lumix DMC-CM1 não possui data confirmada de lançamento, mas muitos estão apostando que as primeiras unidades devem chegar ao consumidor em alguns países da Europa em novembro por um preço sugerido de US$ 1.160,00.

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Fonte: Dpreview.

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Samsung NX1 — várias novidades e filmagem em 4K

Por em 16 de setembro de 2014

O mundo gira, e a roda da tecnologia não para. Duas empresas que começaram com o pé esquerdo na fotografia digital, produzindo equipamentos bonitos, mas com baixa qualidade de imagem foram Sony e Samsung. Depois de pouco mais de 10 anos podemos dizer que as duas estão ditando tendências e lançando câmeras que primam pelo avanço tecnológico e qualidade. Aproveitando a Photokina, a Samsung chegou chutando portas e colocou em destaque a sua nova câmera mirrorless, a NX1, com características interessantes para a fotografia e vantagens descomunais para quem quer ter uma câmera barata para executar vídeos com qualidade.

A NX1 já chega mostrando respeito no sensor. Estamos falando de um CMOS BSI APSC-C com 28 megapixels de resolução máxima. A tecnologia BSI (retroiluminado) foi criada para substituir os sensores CCD de câmeras compactas por sensores CMOS, barateando a produção e consumindo menos energia, porém mantendo a qualidade de imagem. Esta é a primeira vez que a tecnologia é utilizada em um sensor de tamanho APS-C. Em teoria deve trazer um grande ganho de qualidade na imagem produzida pela câmera. Outra característica de respeito da câmera é a capacidade de gravar vídeos na resolução 4K. Muitos dizem que o 4K é o futuro, mas temos que encarar que ele já é o presente. Quem produz vídeo profissionalmente já tem que estar pronto para fazer a migração. Outras característica bacanas da câmera são o o view finder eletrônico com 2,36 megapixels, a capacidade de fazer 15 fotos por segundo com foco contínuo, sistema de foco automático híbrido com 205 pontos de detecção cobrindo 90% do quadro, conexão USB 3.0, HDMI (saída de vídeo sem compressão), Bluetooh e Wi-Fi, com a possibilidade de ser controlada remotamente via smartphone.

É uma câmera profissional de vídeo? Não, mas sabemos que pequenas produtoras e diretores independentes se valeram das câmeras reflex que filmam em Full HD para entrarem no mercado de alta definição. Agora é a vez de mergulhar no mundo 4K. A Samsung NX1 chega ao mercado custando US$  1.499,99 (somente o corpo) ou US$ 2.799,99 com a lente 16-50mm f/2-2.8 e um battery grip com uma bateria extra.

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Fonte: Dpreview.

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