Japão resolve maior problema da Classe Média: Fones que detectam a orelha correta

Por: em 03/02/12 na(s) categoria(s): Áudio Vídeo Fotografia


 

Esse é o tipo de problema de quem não tem problemas: Audiófilos, por exemplo, que gastam milhares de dólares em cabos que passarão sinais digitais, ou um caso que vi onde um cabo de fibra óptica vinha com uma bobina magnética anti-interferência. JURO.

O problema irritante e terrível que estraga a vida dos audiófilos no caso é colocar o fone na orelha errada, e assim ouvir a música invertida. Não de trás pra frente, como fazemos para invocar Lorde Satã, mas com o canal esquerdo na orelha direita, e vice-versa.

Se isso te irrita profundamente, fique calmo. Um grupo da Agência de Ciência e Tecnologia do Japão desenvolveu um protótipo –admito- bem interessante. A um custo de menos de US$1,00 instalaram um sensor de proximidade que identifica quando o fone está próximo da parede traseira do pavilhão de sua orelha. Se colocado invertido o sensor apontará para fora, não detectará a supracitada orelha,e perceberá que está instalado errado.

Automaticamente os canais serão invertidos, e sua música ficará perfeita.

Claro, olhar as letrinhas L & R antes de atuchar o fone no canal áudiofuricular é obviamente pedir demais.

Fonte: NS

A melhor embalagem de fones de ouvido de todos os tempos


Quando se fala em fones de ouvido, aspectos como qualidade sonora, reforço de graves e cancelamento de ruídos sempre são lembrados.

O RP-HJE 130, da Panasonic, subverte essa regra e faz do seu visual, ou melhor, do visual de sua embalagem seu ponto mais marcante:

óunnnnn

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O design da embalagem foi desenvolvido pela agência Scholz And Friends, de Berlim, e foi premiado, merecidamente, em Cannes.

O mais curioso é que, dada a repercussão da embalagem, é praticamente impossível encontrar informações sobre as especificações técnicas dos fones. Ninguém sabe quais recursos ele tem, se a qualidade do áudio é boa ou não, enfim, se o produto é mais que uma cara bonitinha.

Fonte: Wired.