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Radio Flash Yongnuo Yn 622 e Yn 622 TX

Por em 13 de abril de 2015

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Existe uma nova tendência na fotografia de eventos que ensina que flash bom é o flash fora da câmera (palavras do fotógrafo Allan Ely). Não sei se em todos os momentos do trabalho profissional podemos seguir essa premissa, mas já sou conhecedor da técnica de strobist desde o começo da minha carreira (mesmo antes do digital). O flash é uma constante em minha vida e eu o utilizo até em fotografias externas. Armando Vernaglia Jr. aponta em seu livro Fotometria e Flash TTL que você deve utilizar o flash em 3 situações: a) quando não existe outra fonte de luz para iluminar o assunto e o flash se torna a fonte principal de iluminação; b) para contornar defeitos que podem aparecer com a fonte principal, como em um flash de preenchimento; c) para criar efeitos dramáticos em sua cena. A terceira opção é a que cai mais em meu agrado.

Embora a minha câmera possa disparar o flash externo de forma remota, existem algumas complicações. Durante o dia o sistema é muito falho e muitas fotos são perdidas. Quando existem obstáculos entre o flash e a câmera a coisa também não funciona e, por último, a questão da distância entre os dois equipamentos. Durante muito tempo acabei me utilizando de radio flash, um equipamento que dispara o flash a distância. Porém eram simples e o flash tinha que ser utilizado sempre no manual. Agora, depois de muito tempo, acabei adquirindo um conjunto de rádios com a tecnologia TTL. O que muda? Muita coisa meu amigo.

O equipamento escolhido foi o Yongnuo 622c. A escolha se deve pelo fato da marca chinesa ter se mostrado de confiança, o que levou um número muito grande de fotógrafos profissionais a adotarem esse produto. A caixa contém dois transceivers, ou seja, cada unidade pode funcionar como transmissor ou como receptor. Eles podem transmitir o disparo utilizando a tecnologia TTL, e-TTL, i-TTL, Manual e Multi. Ou seja, você pode fotografar com o flash fora da câmera e manter todas as comodidades do sistema TTL. É possível controlar 3 canais de flash com 3 grupos cada um. Suficiente para qualquer tipo de situação.

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Godspeed Flash: YouTube agora reproduz vídeos em HTML5

Por em 28 de janeiro de 2015

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O Google passou cinco anos dando duro para que o HTML5 e o Google entrassem em perfeita harmonia, e após várias provações finalmente o dia esperado chegou: em um anúncio oficial a empresa de Mountain View joga mais uma pá de terra na cova do Flash, passando a reproduzir os vídeos do YouTube em HTML5 por padrão.

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Google passa a avisar aos usuários quais sites usam Flash

Por em 15 de julho de 2014

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Steve Jobs odiava o Flash, e com razão: em sua famosa carta aberta endereçada à Adobe, ele explicou porque o plugin foi chutados dos iGadgets e não é bem visto nos Macs: ele é pesado, consumindo banda e energia em demasia. Por um bom tempo foi divertido ver alguns droidfags agarrados ao Flash como diferencial do Android frente ao iPhone e iPad, para serem destroçados com a fatídica comparação entre o Motorola Xoom e o iPad 2. Sério, o próprio site do tablet Android rodava melhor no iPad.

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Quando o Equipamento é Importante?

Por em 13 de fevereiro de 2014

Perguntas que sempre chegam no meu e-mail e até via Facebook: qual câmera comprar? qual equipamento é o melhor? Quais lentes devo ter? A maioria dos fotógrafos iniciantes (e até alguns mais avançados) se prendem muito a questões relacionadas ao equipamento. Gastar, gastar e gastar é importante para ter tudo do bom e do melhor. A postura de quase 100% das pessoas que ensinam fotografia (cursos ou workshops) é dizer para você que equipamento não é importante, que quem faz a foto é o fotógrafo e não a câmera, e que é prioritário investir na formação do olhar. Mas, quase 100% destes professores, após dizerem essas palavras, tiram da bolsa uma câmera com uma lente top de linha. Ai fica uma pergunta: o equipamento realmente é secundário? O importante mesmo é o fotógrafo e seu conhecimento? Posso me dar bem com qualquer equipamento? Como diria meu amigo Jack, o estripador, vamos por partes, pois a resposta não é simples.

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Flekt – qualidade de luz para seu flash pop-up

Por em 29 de janeiro de 2014

Esse texto leva em conta duas verdades. A primeira é que o flash pop-up da sua câmera fotográfica é muito ruim por estar em um ângulo que deixa a luz muito dura e com sombras horríveis. A segunda verdade é que os sites de financiamentos estão mostrando projetos cada vez mais criativos e, muitos deles, voltados para ajudar o fotógrafo em sua busca pela melhor imagem. Um destes projetos une essas duas verdades e apresenta ao público o Flekt, um pequeno acessório que, mesmo não sendo tão pequeno assim, vai ajudar você a resolver os eu problema com a qualidade de luz do flash de sua câmera.

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O acessório, que promete transformar seu pequeno flash em algo com melhor qualidade, consiste em duas partes. A primeira é um conector que se acopla a sapata hot shoe de sua câmera e possui um pequeno rebatedor que joga a lua para trás. Esse rebatedor é composto por um prisma de ângulo direto, mas com refletores côncavos, que permite redirecionar a luz sem perder sua potência. Logo depois se conecta o segundo acessório, que seria o refletor para jogar essa luz sobre o objeto fotografado, porém muito mais suave. Como o segundo acessório é conectado magneticamente ao primeiro, isso abre várias possibilidades de variação deste acessório como, por exemplo, mudar as cores do fundo para empregar efeitos nas imagens. Na realidade, o Fleckt apenas se utiliza das características básicas do comportamento da luz. Quanto maior a fonte emissora, mais suave vai ser essa luz. Por isso que usamos rebatedores e difusores em estúdio, para aumentar o tamanho da fonte de luz e conseguir um resultado mais suave. Porém, temos que admitir que o pequeno Flekt é muito bacana.

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O projeto está disponível no KickStarter e vai ficar on-line por mais 54 dias e já arrecadou US$ 26.360,00 dos US$ 70.000,00 propostos. O interessante é que o design permite que o Flekt seja utilizado nas mais diversas marcas de câmeras fotográficas, já que o encaixe da sapata de flash é quase universal. Eu gostaria de ver esse pequeno brinquedo a venda, já que pode melhorar consideravelmente a qualidade de uma foto sem a necessidade de um flash externo.

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Como fotografar um jato voando a 500 km por hora?

Por em 22 de novembro de 2013

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Quando eu vi a notícia, pensei comigo mesmo: uau, inútil, mas muito divertido. Acho que todo fotógrafo já se deparou com um desafio. Pode ser uma coisa grandiosa, mas também aquele serviço inédito, que você nunca tinha fotografado, mas aceitou assim mesmo. Lembro da primeira vez que fui fotografar pratos de comida em um restaurante. Possuía o conhecimento, mas nunca tinha feito. Na teoria tudo iria funcionar, mas sempre fica aquela apreensão da novidade.

Garanto que minha ansiedade não chegou perto ao desafio do fotógrafo Yuri Arcurs que teve como objetivo fotografar um avião voando a 500 km por hora e utilizando flash. Entenderam o problema? A primeira barreira foi quanto a iluminação. Para iluminar um assunto tão rápido e em uma distância considerável, foram utilizados vários flash e baterias que somaram um total de 24 mil watts de potência. Nada mal para uma única sessão fotográfica. Todo esse circo foi montado em um aeroporto ativo, e as fotos eram feitas entre a decolagem e pouco dos aviões comerciais. Então o grande problema era fazer a foto exatamente no momento em que o jato passasse pela zona iluminada pelo flash. Um grande problema é que a câmera utilizada por Arcurs, uma Hasselblad, tem um atraso de cerca de 1 segundo no obturador. Essa pequena característica tornava a coisa muito mais complicada. Você pode perguntar o motivo de utilizar uma câmera com tamanho atraso de obturador. O motivo é que a Hasselblad possui uma alta velocidade de sincronismo de flash, o que é uma característica positiva quando se fotografa um objeto com grande velocidade de deslocamento.

Depois de várias tentativas fracassadas com sua grande angular, Arcurs mudou para uma lente panorâmica e começou a apertar o botão do obturador momentos antes do avião sobrevoar o alvo. Essa estratégia se mostrou mais eficaz, e foi capaz de fazer a foto que abre o texto. A foto, muito bacana, é o resultado de uma grande aventura. Ela serve mais como marketing do fotógrafo, se mostrando capaz de realizar uma foto quase impossível. Na prática não possui função muito diferente disso. Mas, quem nunca teve vontade de realizar um grande feito para demonstrar seu conhecimento e técnica?

Abaixo você pode conferir os bastidores da foto.

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Strobist – você ainda vai fazer um

Por em 25 de maio de 2013

Alguns anos atrás comecei a ver com muita frequência na internet a palavra Strobist, principalmente associada a movimentos que visavam causar alguma transformação no modo de fotografar. Fiquei com isso na cabeça, pois nunca tinha ouvido o termo. Mas, como o Google é o pai dos burros, logo você consegue chegar a uma solução para seus enigmas. Strobist nada mais é do que fotografar com o flash compacto fora da câmera. Isso mesmo, coisa simples. Tão simples que já fazíamos isso muito antes da fotografia digital dar as caras em nosso mundo (só que não tinha esse nome estiloso), porém tenho que admitir que é muito mais simples hoje.

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