Queda do Flash em dispositivos móveis podem beneficiar o iSwifter

Para quem não conhece, iSwifter é um serviço que permite dispositivos móveis rodar jogos em Flash. O serviço se assemelha bastante com o OnLive, que roda os jogos em seus servidores e então fornece, via streaming de vídeo de alta velocidade, o jogo para o dispositivo.
Como vocês já devem saber, a Adobe finalmente desistiu do Flash para aparelhos móveis, e na prática, até mesmo tablets com Android poderão perder a compatibilidade com o flash player, mesmo que a longo prazo. Estrategicamente, isso só reforça o negócio da YouWeb, que ao prover essa solução, faz com que os usuários órfãos do Flash, possam usufruir da inúmera lista de jogos do Facebook, por exemplo.
“Sinto muito sobre as demissões na Adobe, mas estou muito feliz pelo iSwifter”, disse em uma entrevista Peter Relan, presidente da YouWeb, a incubadora que ‘chocou’ o iSwifter. “Eu estava esperando o dia que a Adobe finalmente perceberia que não pode fazer isso, e em vez disso vai deixar o iSwifter cuidar desse problema.”
No iPad o aplicativo é distribuído de graça para os primeiros trinta minutos, depois disso você pode fazer o upgrade por U$ 4,99 dólares e ter acesso ilimitado. Rajat Gupta, chefe executivo do iSwifter, disse que a versão para Android já está sendo feita, e logo mais estará disponível.
Nunca usei nenhum serviço do tipo, por isso sou suspeito para opinar sobre. Mas para os fanáticos por Farmville, CityVille e afins que desejam acessá-los do seu ‘iGadget’, parece ser uma boa opção.
[via VentureBeat]
Flash Mobile atinge o mesmo status que Steve Jobs (too soon?)
Por anos a Apple tem mantido a posição de que Flash em dispositivos móveis é pesado, desnecessário e consumidor alucinado de recursos. Desprezando a experiência desktop, que comprova todas as acusações de performance e recursos, os usuários Android se agarraram ao Flash de forma desesperada, dizendo que a Adobe magicamente criou versões decentes e bem-programadas e que seriam maravilhosos diferenciais em relação ao iPhone.
Esse maravilhoso diferencial, que em alguns casos sequer tem teclado virtual e não consegue funcionar direito com interface de toque agora MOR-REU. Acabou. Foi-se, é um ex-flash, foi se encontrar com seu criador. kaput. A Adobe anunciou que cessará o desenvolvimento de Flash para dispositivos móveis.
Faz até sentido. Quem lembra do vídeo do Gizmodo comparando iPad2 x Xoom com Flash? A cruel realidade da demonstração transformou o pobre Pedro Burgos no Judas dos Androidiotas. Sério, complicado defender o Flash no Xoom quando a página oficial do Xoom funciona melhor no iPad do que no Xoom.
A grande questão nem é a Adobe ter parado com o desenvolvimento, e sim se ele chegou a começar em algum momento. Foram ANOS esperando um Flash Mobile e tudo que conseguimos ver foram betas.
Agora, Inês é morta. O Android perdeu a principal vantagem que ninguém usava, pois o mercado todo se adaptou ao HTML5.
A vantagem é dos fabricantes, que poderão finalmente parar de perder tempo com Flash por causa de meia-dúzia de Flashiitas e com isso seus tablets (decentes) ganharão instantaneamente quase a mesma experiência de uso web do iPad.
De resto, todo macfag do Planeta neste momento está dizendo pro pessoal do Android: “Onde está seu Deus agora? O Meu está rindo horrores!”
Fonte: Wired
Flash 11 terá suporte à Unreal Engine 3
Se bons gráficos é o que falta para convencer os jogadores hardcore de que o Facebook pode ser uma ótima plataforma de jogos, o problema está perto de ser resolvido. Em um evento realizado ontem pela Adobe o diretor técnico da Epic Games, Tim Sweeney, anunciou que a mais nova versão do Flash poderá rodar a poderosa Unreal Engine 3, teoricamente tornando possível que jogos com uma qualidade visual semelhante a de um Gears of War ou Batman: Arkham City rodem direto do navegador.
“Com a UE3 e o Flash os jogos feitos para os consoles de alto desempenho podem rodar na web ou como um aplicativo para o Facebook, alcançando uma enorme base de usuários. Isso muda completamente as regras de jogo para as desenvolvedoras que querem distribuir amplamente seus jogos e lucrar com eles,” declarou Sweeney.
Como o Flash 11 a Adobe afirma que os jogos poderão ser renderizados, tanto em 2D quanto em 3D, cerca de mil vezes mais rápido do que com a versão anterior do player, permitindo que as empresas exibam milhões de objetos com uma taxa de atualização de 60 quadros por segundo e de fato isso poderá mudar toda a indústria.
É verdade que para um computador rodar um jogo assim ele ainda precisará de uma boa configuração, mas a possibilidade das desenvolvedoras poderem entregar jogos Free-to-Play pelo browser com uma qualidade gráfica tão absurda é algo que pode ser muito bom para Adobe, poder mostrar que o Flash ainda tem lenha para queimar e para a Epic, provando novamente a flexibilidade da sua engine.
Ainda é cedo para dizermos o que esse anúncio representará, mas novamente podemos estar diante de um acontecimento que abrirá muitas possibilidades.
Adobe atualiza o Flash Media Server para versão 4.5: Streaming de Flash para iOS e todo mundo.
A longa e tenebrosa queda de braço entre a Adobe e a Apple pode ter chegado ao fim. Ou quase, mas as prospecções são das melhores.
A Adobe anunciou hoje a versão 4.5 do Flash Media Server, solução oferecida à conglomerados de mídia que fazem distribuição de vídeos no formato pela internet.
Isso quer dizer que os websites poderão oferecer finalmente um conteúdo efectivamente compatível com inúmeros novos dispositivos – incluindo o iOS – através de streaming de dados, ao invés de compatibilidade casada via a instalação de software de suporte dentro dos aparelhos.
A boa notícia é que em um curto período de tempo, resolve-se um problema (e também cria-se outro) em relação ao Flash, onde a principal ocorrência é a não-necessidade de se instalar aplicativos famintos demais para aparelhos de menos.
Digo cria-se outro porque muitos já antecipam um renascimento em massa do banner mutante de propaganda em flash. Mas, vamos deixar a coisa se desenrolar primeiro antes de carregar o pente. Afinal, a notícia não é nada ruim.
Com a atualização, a Adobe chama para si resolver o problema e é o FMS que se vira para descobrir qual é a plataforma que o usuário utiliza e qual codec deve enviar embutido no streaming, na hora, para tocar a mídia.
No mesmo release, a Adobe também anuncia uma nova versão do Adobe Flash Access, uma solução de proteção de conteúdo para a plataforma Android; e também o Adobe Pass, uma solução de autenticação para o sistema de TV Anywhere, utilizada por centenas de provedores de conteúdo de vídeo na interweb.
Discretamente, o release também dá conta da compra da IRIDAS, uma fabricante de ferramentas para graduação de cor e aprimoramento digital de filme digital e vídeo, expadindo o ecosistema de parcerias da empresa. Continue lendo »
Canon Speedlite 320EX e 270EX II
Junto com o lançamento de suas duas novas câmeras de entrada, a Canon também está colocando no mercado duas novas opções de iluminação. Estamos falando de dois novos flashes que chegam com a missão se serem alternativas mais baratas aos modelos já existentes. Embora câmeras reflex tenham se tornado um elemento comum no mundo da fotografia amadora (por conta dos preços mais baixos) não podemos falar a mesma coisa do flash externo. Como a maioria dos iniciantes está acostumada com o flash incorporado à câmera nem notam como é importante esse acessório para poder executar uma fotografia de qualidade.
O Canon Speedlite 270EX II chega para substituir o antigo 270EX. O flash é pequeno e possuí uma pequena cabeça articulada que faz movimento apenas para cima, possibilitando o rebatimento da luz no teto. O número guia do equipamento garante alcance da iluminação para até 27 metros (utilizando velocidade ISO 100) e possui tempo de reciclagem de 3,9 segundos. O flash é alimentado por apenas duas pilhas AA e pesa 155 gramas. Embora seja um acessório muito simples, ele está preparado para operar remotamente com o sistema wireless da Canon, podendo responder em TTL em modo slave em um dos 4 canais disponíveis nas câmeras. Vai estar disponível em abril ao preço de US$ 169,00.
Já o Canon Speedlite 320EX é uma conversa diferente. O flash já tem o formato dos irmãos mais velhos e possui cabeça articulada e zoom da luz do flash entre 24 e 50mm (controle manual de zoom). O número guia do equipamento garante alcance da iluminação em até 32 metros (com velocidade ISO 100) e possui velocidade de reciclagem em 2,3 segundos. O flash pesa 275 gramas, é alimentado por 4 pilhas AA e vai poder ser controlado remotamente pelo sistema wireless da Canon em modo slave. A grande sacada da Canon para esse flash é a inédita existência de uma luz Led para filmagem. Ele vai ser compatível com todas as câmeras da empresa que filmam em alta definição e a luz vai se acender automaticamente quando o equipamento determinar a necessidade de iluminação. Já estava na hora de pensar em soluções de luz para as filmagens. As câmeras já estão sendo utilizadas no mercado de vídeo profissional e outras empresas estão correndo para lançarem acessórios compatíveis com esses equipamentos. O Speedlite 320EX vai estar disponível em abril ao preço de US$ 249,00.
e-book Fotometria e Flash de Armando Vernáglia Jr.
Um dos temas mais importantes dentro da fotografia, e que muitos não dão a devida importância, é a questão da fotometria. Junte a isso a competência e conhecimento para se usar adequadamente a luz do flash e teremos uma obra bibliográfica matadora. Eu tive um professor que me disse uma vez que fotógrafo que sai alardeando que não gosta de usar a luz do flash é porque na realidade não sabe como usá-la. Armando Vernáglia Jr. é um profissional que dispensa apresentações no mundo da fotografia. Seus diversos textos tutoriais espalhados pela internet e suas aulas em escolas de fotografia fizeram dele uma fonte constante de conhecimento. E melhor, conhecimento e competência comprovados.
A idéia aqui foi simples. Junto com o blog Fotografia DG, Armando começou uma série de textos falando sobre um assunto com o qual ele possui muita intimidade: Fotômetria e o uso do Flash. Foram 9 textos publicados, sendo que dois por semana, abordando pontos específicos sobre o processo de fotometria e como usar de maneira adequada a luz do flash. Para os não iniciados, algumas das colocações podem ser um pouco complicadas, mas o texto é bem claro e didático. Aposto que vai esclarecer diversas dúvidas que alguns possam ter e nunca tiveram coragem ou a quem perguntar. Agora, depois que todos os textos foram publicadas, eles foram agrupados em um e-Book que está disponível para download gratuito. Isso mesmo galera, conhecimento da mais alta qualidade e disponível gratuitamente.
Vejam abaixo o índice do e-Book
· Introdução – 3
· O Fotômetro da Câmera – 4
· O Fotômetro de Mão – 7
· O Histograma – 8
· Latitude de Exposição – 11
· Flash TTL – 15
· Flash como luz de preenchimento – 18
· Flash como luz principal – 19
· Conclusões – 22
Para comemorar o lançamento desse primeiro e-Book com o seu selo, o Fotografia DG também está iniciando uma promoção para a sua divulgação. É só visitar o texto de lançamento e ver como ganhar alguns prêmios muito bacanas e como proceder para o download gratuito de sua cópia do livro. Se você gosta de fotografia e está querendo evoluir os seus conhecimentos, essa é uma ótima oportunidade.


