Fotografia
Fotografia
Digital Drops Blog de Brinquedo

Quando o Equipamento é Importante?

Por em 13 de fevereiro de 2014

Perguntas que sempre chegam no meu e-mail e até via Facebook: qual câmera comprar? qual equipamento é o melhor? Quais lentes devo ter? A maioria dos fotógrafos iniciantes (e até alguns mais avançados) se prendem muito a questões relacionadas ao equipamento. Gastar, gastar e gastar é importante para ter tudo do bom e do melhor. A postura de quase 100% das pessoas que ensinam fotografia (cursos ou workshops) é dizer para você que equipamento não é importante, que quem faz a foto é o fotógrafo e não a câmera, e que é prioritário investir na formação do olhar. Mas, quase 100% destes professores, após dizerem essas palavras, tiram da bolsa uma câmera com uma lente top de linha. Ai fica uma pergunta: o equipamento realmente é secundário? O importante mesmo é o fotógrafo e seu conhecimento? Posso me dar bem com qualquer equipamento? Como diria meu amigo Jack, o estripador, vamos por partes, pois a resposta não é simples.

equipamento_fotográfico (4) continue lendo

emDestaque Equipamentos

Flekt – qualidade de luz para seu flash pop-up

Por em 29 de janeiro de 2014

Esse texto leva em conta duas verdades. A primeira é que o flash pop-up da sua câmera fotográfica é muito ruim por estar em um ângulo que deixa a luz muito dura e com sombras horríveis. A segunda verdade é que os sites de financiamentos estão mostrando projetos cada vez mais criativos e, muitos deles, voltados para ajudar o fotógrafo em sua busca pela melhor imagem. Um destes projetos une essas duas verdades e apresenta ao público o Flekt, um pequeno acessório que, mesmo não sendo tão pequeno assim, vai ajudar você a resolver os eu problema com a qualidade de luz do flash de sua câmera.

fleckt_01

O acessório, que promete transformar seu pequeno flash em algo com melhor qualidade, consiste em duas partes. A primeira é um conector que se acopla a sapata hot shoe de sua câmera e possui um pequeno rebatedor que joga a lua para trás. Esse rebatedor é composto por um prisma de ângulo direto, mas com refletores côncavos, que permite redirecionar a luz sem perder sua potência. Logo depois se conecta o segundo acessório, que seria o refletor para jogar essa luz sobre o objeto fotografado, porém muito mais suave. Como o segundo acessório é conectado magneticamente ao primeiro, isso abre várias possibilidades de variação deste acessório como, por exemplo, mudar as cores do fundo para empregar efeitos nas imagens. Na realidade, o Fleckt apenas se utiliza das características básicas do comportamento da luz. Quanto maior a fonte emissora, mais suave vai ser essa luz. Por isso que usamos rebatedores e difusores em estúdio, para aumentar o tamanho da fonte de luz e conseguir um resultado mais suave. Porém, temos que admitir que o pequeno Flekt é muito bacana.

fleckt_02

O projeto está disponível no KickStarter e vai ficar on-line por mais 54 dias e já arrecadou US$ 26.360,00 dos US$ 70.000,00 propostos. O interessante é que o design permite que o Flekt seja utilizado nas mais diversas marcas de câmeras fotográficas, já que o encaixe da sapata de flash é quase universal. Eu gostaria de ver esse pequeno brinquedo a venda, já que pode melhorar consideravelmente a qualidade de uma foto sem a necessidade de um flash externo.

emNotícias

Como fotografar um jato voando a 500 km por hora?

Por em 22 de novembro de 2013

foto_avião_flash

Quando eu vi a notícia, pensei comigo mesmo: uau, inútil, mas muito divertido. Acho que todo fotógrafo já se deparou com um desafio. Pode ser uma coisa grandiosa, mas também aquele serviço inédito, que você nunca tinha fotografado, mas aceitou assim mesmo. Lembro da primeira vez que fui fotografar pratos de comida em um restaurante. Possuía o conhecimento, mas nunca tinha feito. Na teoria tudo iria funcionar, mas sempre fica aquela apreensão da novidade.

Garanto que minha ansiedade não chegou perto ao desafio do fotógrafo Yuri Arcurs que teve como objetivo fotografar um avião voando a 500 km por hora e utilizando flash. Entenderam o problema? A primeira barreira foi quanto a iluminação. Para iluminar um assunto tão rápido e em uma distância considerável, foram utilizados vários flash e baterias que somaram um total de 24 mil watts de potência. Nada mal para uma única sessão fotográfica. Todo esse circo foi montado em um aeroporto ativo, e as fotos eram feitas entre a decolagem e pouco dos aviões comerciais. Então o grande problema era fazer a foto exatamente no momento em que o jato passasse pela zona iluminada pelo flash. Um grande problema é que a câmera utilizada por Arcurs, uma Hasselblad, tem um atraso de cerca de 1 segundo no obturador. Essa pequena característica tornava a coisa muito mais complicada. Você pode perguntar o motivo de utilizar uma câmera com tamanho atraso de obturador. O motivo é que a Hasselblad possui uma alta velocidade de sincronismo de flash, o que é uma característica positiva quando se fotografa um objeto com grande velocidade de deslocamento.

Depois de várias tentativas fracassadas com sua grande angular, Arcurs mudou para uma lente panorâmica e começou a apertar o botão do obturador momentos antes do avião sobrevoar o alvo. Essa estratégia se mostrou mais eficaz, e foi capaz de fazer a foto que abre o texto. A foto, muito bacana, é o resultado de uma grande aventura. Ela serve mais como marketing do fotógrafo, se mostrando capaz de realizar uma foto quase impossível. Na prática não possui função muito diferente disso. Mas, quem nunca teve vontade de realizar um grande feito para demonstrar seu conhecimento e técnica?

Abaixo você pode conferir os bastidores da foto.

emNotícias

Strobist – você ainda vai fazer um

Por em 25 de maio de 2013

Alguns anos atrás comecei a ver com muita frequência na internet a palavra Strobist, principalmente associada a movimentos que visavam causar alguma transformação no modo de fotografar. Fiquei com isso na cabeça, pois nunca tinha ouvido o termo. Mas, como o Google é o pai dos burros, logo você consegue chegar a uma solução para seus enigmas. Strobist nada mais é do que fotografar com o flash compacto fora da câmera. Isso mesmo, coisa simples. Tão simples que já fazíamos isso muito antes da fotografia digital dar as caras em nosso mundo (só que não tinha esse nome estiloso), porém tenho que admitir que é muito mais simples hoje.

strobist_05
continue lendo

emDestaque Tutoriais

Metz mecablitz 52 AF-1

Por em 28 de setembro de 2012

Para quem fotografa já há algum tempo a marca Metz já está enraizada fortemente no imaginário fotográfico. Além da qualidade da marca alemã, existia a impressão de que todos os fotógrafos que possuíam compromisso com o bom direcionamento de sua fotografia utilizava um flash Metz. A fotografia evoluiu para o digital e a empresa acompanhou essa evolução lançando equipamentos que se adequassem a nova realidade se mantendo como uma das melhores opções em iluminação e, justamente por conta disso, uma das mais caras também (mas, nada no nível Leica de ser).

Agora a empresa está apostando em mais inovação ao lançar o Mecablitz 52 AF-1 que será o primeiro flash com painel LCD sensível ao toque do mundo. Olhando o equipamento pela parte da frente ele parece ser um flash bem comum. Mas, na parte de trás, ele apresenta um visor LCD sensível ao toque onde é possível fazer todas as configurações necessárias para o seu correto funcionamento. Será esse o futuro de todos os equipamentos nessa Era digital?

O flash chega disponível para Canon, Nikon, Olympus, Panasonic, Leica, Pentax e Sony, ou seja, quase todas os fabricantes de peso de câmeras fotográficas reflex ou mirrorless. O flash possui uma cabeça articulada permitindo direcionar a luz para todos os lados, facilitando o rebatimento e suavização da luz. Além disso existe o zoom motorizado que permite a cobertura de distâncias focais entre 24 e 105mm além do suporte difusor para uso de lentes grande angulares de 12mm. O número guia fica em 52 (ISO 100) e ele pode trabalhar em TTL ou no modo manual com 22 níveis de intensidade de luz. Também entra na lista de características a possibilidade de trabalhar como master e slave, sincronização na primeira ou segunda cortina, reciclagem máxima de 3,5 segundos e luz de modelagem. Duas características bacanas: o visor LCD rotaciona em 90º quando a câmera e virada para a posição retrato e o flash possui uma entrada USB para facilitar a atualização de firmware.

O Metz Mecablitz 52 AF-1 ainda não possui previsão de preço e nem de data de lançamento, mas é melhor prepararem o bolso.

emAcessórios

Versão em Flash do Alien Hominid foi jogada 20 milhões de vezes

Por em 11 de maio de 2012

dori_alie_10.05.12

Fundada em 2003, talvez você só tenha conhecido a The Behemoth graças ao ótimo jogo Castle Crashers, mas muito antes do estúdio independente fazer sucesso na Xbox Live, a empresa já havia chamado a atenção de alguns jogadores graças a adaptação para Playstation 2 e GameCube de um joguinho feito em Flash por Dan Paladin e Tom Fulp, o Alien Hominid, cuja versão original, após quase 10 anos de seu lançamento, acaba de ultrapassar a impressionante marca de 20 milhões de partidas.

O  jogo acabou se tornando um dos mais jogados do Newsground, site especializado em jogos em Flash e a informação foi passada pela própria companhia e não é difícil entender tamanho sucesso. Recheado de humor negro, gráficos muito bonitos e uma jogabilidade desafiadora que se assemelha a de clássicos como Contra e Metal Slug, a adaptação depois ainda acabou sendo lançada na Xbox Live.

Atualmente o pessoal da The Behemoth está trabalhando no BattleBlock Theater, jogo de plataforma com multiplayer competitivo e cooperativo que manterá o inigualável estilo visual dos seus trabalhos anteriores e que aparentemente será tão divertido quanto difícil.

[via Behemoth Blog]

emWeb Games

Epic acredita que em breve jogos AAA estarão nos browsers

Por em 11 de maio de 2012

dori_arkh_08.05.12

Eu tenho percebido há algum tempo que muitas pessoas ainda possuem um certo preconceito em relação aos jogos que podem ser jogados pelos navegadores, talvez por causa dos primeiros títulos feitos em Flash e que possuíam uma qualidade questionável. Eu mesmo as vezes tento me policiar em relação a não julgar um game apenas por ele não pedir uma instalação, mas de acordo com Tim Sweeney, CEO da Epic Games, não deverá demorar muito até que jogos do calibre de um Batman: Arkham City ou Gears of War estejam rodando num Firefox ou Chrome (Internet Explorer? Nem sei o que é isso).

Estamos seguindo lentamente nesta direção como uma indústria. Você deveria poder pegar qualquer jogo – um título de Playstation 3 ou iOS, por exemplo – e simplesmente jogá-lo através de qualquer navegador. Em alguns anos, acho que que isso se tornará um cenário possível e então a web será uma plataforma, e você podendo ter uma aplicação com um conjunto de recursos que rodem em um browser; isso será muito bem vindo.

Sweeney cita a evolução do Flash para ilustrar seu raciocínio e afirma que o HTML5 seria o próximo passo para fazer com que games tecnologicamente mais avançados estejam disponíveis em qualquer aparelho que possua um navegador e conexão com a internet. Segundo ele, já seria possível oferecer esses jogos atualmente, mas eles rodariam muito lentamente e teriam muitos bugs devido aos estágios iniciais de implantação do JavaScript nos browsers atuais.

Será que tal maravilha está mesmo tão perto de se tornar realidade? Eu não saberia a resposta, mas como até onde entendo rodar um jogo assim através do navegador também exige uma máquina potente, tendo a crer que algo como o OnLive seja mais interessante quando o assunto é levar qualquer jogo a maior quantidade possível de aparelhos.

[via Gamasutra]

emIndústria Web Games