Tilt–Parece fofoletice mas é uma extensão danada de útil para o Firefox
Existem idéias que em uma primeira olhada são inúteis, mas após um minutinho encafifando sobre elas surgem várias possibilidades. Um bom exemplo disso é a extensão Tilt 3D do Firefox.
Transformar um site em um objeto 3D, Girar aproximar e afastar via OpenGL soa perigosamente próximo daquelas baitolagens que o Ubuntu tanto se orgulhava, a Microsoft tentava implementar no Windows Vista e o Mac desprezava como truques de salão.
Sim, era impressionante, bonito fazer a tela tirar em um cubo, mas no dia-a-dia é tão usado quando o ALT+Tab do Aero.
O Tilt 3D passa essa impressão, mas não é por aí.
A extensão cria uma estrutura em profundidade usando a hierarquia da página, separando os elementos por cores, mantendo-o todos clicáveis (não funcionais, não é um girador de páginas, é uma ferramenta de desenvolvimento) mostrando o código-fonte de cada elemento.
Para quem como eu tem dificuldade de visualizar o inferno de camadas e classes que é o CSS, a ferramenta caiu do céu. Ela mostra até DIVs ocultas fora da página. Vale muito dar uma olhada.
Fonte: CNN
Firefox desvia da bala–fecha mais 3 anos de Paitrocínio com Google
Não tá fácil pra ninguém. Depois de achar que o mundo seria maravilhoso pra sempre, colocar todos os ovos numa única cesta e descobrir que o Google –a empresa responsável por 85% de sua renda- estava desenvolvendo browser próprio, a Mozilla viu o mundo desabar.
Depois de anos de uma lucrativa parceria, com direito a publicidade gratuita no AdSense, pacotes e propaganda junto aos serviços Google tudo começou a minguar. No final de Novembro o acordo entre as empresas acabou e não parecia que seria renovado. Isso significaria o fim do Firefox.
Atirando pra todos os lados chegaram até a lançar uma versão de Firefox com o Bing como buscador principal. Provavelmente esse foi um dos catalisadores que fez o Google reagir, chamar o Firefox pra um papo, explicar que não era bem assim, que tinha entendido tudo errado.
O acordo foi renovado por mais três anos. O Google continuará sendo o buscador-padrão do Firefox, que por sua vez poderá morrer aos poucos em paz, recebendo seu dindim, enquanto o Chrome e o IE assumem sua antiga fatia de mercado.
A princípio não faz sentido. Qual a lógica do Google pagar para continuar aparecendo em um navegador em franca decadência cujo extermínio seria a princípio benéfico?
Bem, primeiro o Google vive de busca, não de browser. O Firefox, com 25% de share direciona um horror de tráfego para o Google. Cancelar o acordo poderia fazer com que –mesmo por vingança- o Firefox passasse a usar o Bing. O buscador da Microsoft já empatou com o Yahoo, hoje tem 3,61% do mercado, comparado com 91% do Google.
Dar de bandeja 25% dos navegadores para o Bing é tudo que o Google não quer. Isso colocaria na mão da Microsoft 66% das buscas via browser. Fora que os fãs do Firefox provavelmente reagiriam a um golpe mortal do Google migrando para o Bing, na estratégia “O inimigo de meu inimigo é meu amigo”.
Fonte: AT
Mozilla lança nova versão do Firefox para Honeycomb

A Mozilla anunciou o lançamento da esperada versão para o Android 3.0, Honeycomb, adicionando melhorias à versão já lançada para smartphones.
Assim como em outras versões recentes, o novo Firefox para tablets inclui o “Awesome Bar”, uma ferramenta para acesso rápido à sites favoritos junto à barra de navegação.
Mas a maioria das mudanças está na programação da versão e os usuários não verão nada muito além desse adicional e de um visual mais “honeycomb” do Firefox. Continue lendo »
Google Chrome e América do Sul: um caso de amor ou necessidade?
Durante muitos anos o Internet Explorer dominou sozinho o mercado de browsers. Vir embarcado no Windows, que por sua vez ocupa 90% ou mais dos computadores pessoais em todo o mundo era como tirar doce de uma criança cega. Mas como qualquer mercado onde a concorrência não existe, o browser parou no tempo e a Microsoft sofreu diversas punições pelo seu monopólio. Foi aí que o FireFox mostrou suas garras.
Internet Explorer 9 chuta o traseiro da concorrência e começa a recuperar o respeito quanto à segurança
Taí uma coisa que eu não achava que relataria tão cedo: o IE9 levou a melhor (disparado) sobre todos os outros navegadores. Aonde? Acredite, em segurança.
Por anos a Microsoft tem levado na lorpa quando o assunto é a sua postura diante de questões como polimentos, a necessidade de updates e patches quase infinitos que costuram e remendam seus próprios sistemas (dando uma impressão de que nunca estão, de fato, prontos) e principalmente em segurança de dados.
A passos lentos, mas felizmente na direção correta, a Microsoft começa a se emendar e passou a virar o jogo no que diz respeito à sua reputação nessa e também outras questões.
Até a Kaspersky passou uma manteiga quente no pão da empresa e apontou um número significativo de novas funções no Windows 7 que melhoraram muito a segurança dos usuários de Windows OS. Isso ajuda a pavimentar uma estrada com cada vez menos buracos para a vinda ainda bem discutida e questionada do Win8.
Mas isso nem se compara a um novo report da NSS Labs que recentemente colocou todos os browsers mais populares da rede na berlinda – Safari, Firefox, Chrome, Opera e o próprio IE – através de um teste conhecido como Socially Engineered Malware Test (SEM). E olha só meu velho, se você é usuário desleixado de Opera e Safari, olho nisso…
Os SEM são os tipos mais comuns de malwares atualmente. Se você ainda não foi infectado por um, certamente conhece alguém que foi. Eu não fui, o Lombardi também não foi, mas me disseram que mmmmnão é muito bom.
A peste se espalha através de links inadvertidamente clicados pelo usuário através do Facebook, Twitter, e-mail ou qualquer outro programa nativo predominantemente para Windows e, em alguns casos, outros OSs também.
Clicar nesses demonhos faz com que o malware seja baixado e instalado na máquina do usuário, frequentemente mascarando-se como alguma coisa útil ou necessária para o sistema. Muitas vezes também como anti-virus, anti-trojan, anti-qualquercoisa…

Mas, também para a minha surpresa, o gráfico acima mostrar um típico ‘chocolate’ que o IE deu em todos os seus concorrentes mais diretos, escupinchando com sucesso códigos maliciosos e bloqueado links contendo estes malwares em 99% do tempo. #uia!
A segunda melhor performance, lá bem longe, foi a do Google Chrome (13%).
É óbvio que o SEM não é o único malware circulando por aí e existem abismos de distância entre segurança lógica e a moleira do usuário.
Entretanto, mesmo sempre tendo razões de sobra para criticar o Internet Explorer e a Microsoft em relação a estes sérios problemas, nada mais justo que dar um joinha cinco estrelas para o empreendimento de esforços consistentes da empresa para sair daquele lodo. Boa!
E, nesse caso, deixando a competição para trás, de lavada mesmo…
Mozilla anuncia Boot to Gecko, novo sistema operacional móvel baseado em web apps

Boot to Gecko: OS móvel da Mozilla.
Depois de Apple, Google e Microsoft, agora é a vez da Mozilla apostar em smartphones e tablets. Se a Opera vier com algo parecido, podemos dizer que o futuro dos navegadores passa pelos dispositivos móveis.
A dona do Firefox anunciou que está preparando um sistema operacional móvel, batizado de Boot to Gecko, ou simplesmente B2G — o que me remete a siglas corporativas como B2B, B2C, coisas que, de verdade, tenho sérias dúvidas quanto ao apelo comercial junto aos potenciais consumidores.


