Mozilla lança MMO feito em HTML5
Além de muitas outras vantagens, o HTML5 tem se mostrado uma ótima maneira dos desenvolvedores de jogos disponibilizarem suas criações através dos navegadores e para ajudar a divulgar a sua integração com o Firefox, o pessoal da Mozilla decidiu pedir ao franceses da Little Workshop para desenvolver um MMO gratuito usando apenas a linguagem, Javascript e a interessante tecnologia WebSockets.
Apesar de ser uma demo técnica, BrowserQuest funciona como um grande tributo aos antigos jogos de RPG para os 16-bits, como o The Legend of Zelda, contando porém com o elemento multiplayer e basta clicarmos no botão que mostra o número de jogadores online para vermos que milhares de pessoas podem estar aproveitando o jogo ao mesmo tempo.
O game permite ainda trocarmos mensagens com outros jogadores para organizarmos missões, conta com um sistema de conquistas e roda no Chrome ou Safari e ainda pode ser aproveitando em dispositivos iOS e Android, embora neste caso se trate de uma versão amis simples. Outro detalhe que merece ser mencionado é a disponibilização do código fonte, permitindo que os interessados na criação de games saibam como tudo funciona.
BrowserQuest pode ser uma ótima maneira de passarmos tempo, contudo, mais do que isso ele é uma bela demonstração de que bons jogos dos mais diversos estilos já podem ser acessados em praticamente qualquer lugar.
Tilt–Parece fofoletice mas é uma extensão danada de útil para o Firefox
Existem idéias que em uma primeira olhada são inúteis, mas após um minutinho encafifando sobre elas surgem várias possibilidades. Um bom exemplo disso é a extensão Tilt 3D do Firefox.
Transformar um site em um objeto 3D, Girar aproximar e afastar via OpenGL soa perigosamente próximo daquelas baitolagens que o Ubuntu tanto se orgulhava, a Microsoft tentava implementar no Windows Vista e o Mac desprezava como truques de salão.
Sim, era impressionante, bonito fazer a tela tirar em um cubo, mas no dia-a-dia é tão usado quando o ALT+Tab do Aero.
O Tilt 3D passa essa impressão, mas não é por aí.
A extensão cria uma estrutura em profundidade usando a hierarquia da página, separando os elementos por cores, mantendo-o todos clicáveis (não funcionais, não é um girador de páginas, é uma ferramenta de desenvolvimento) mostrando o código-fonte de cada elemento.
Para quem como eu tem dificuldade de visualizar o inferno de camadas e classes que é o CSS, a ferramenta caiu do céu. Ela mostra até DIVs ocultas fora da página. Vale muito dar uma olhada.
Fonte: CNN
Firefox desvia da bala–fecha mais 3 anos de Paitrocínio com Google
Não tá fácil pra ninguém. Depois de achar que o mundo seria maravilhoso pra sempre, colocar todos os ovos numa única cesta e descobrir que o Google –a empresa responsável por 85% de sua renda- estava desenvolvendo browser próprio, a Mozilla viu o mundo desabar.
Depois de anos de uma lucrativa parceria, com direito a publicidade gratuita no AdSense, pacotes e propaganda junto aos serviços Google tudo começou a minguar. No final de Novembro o acordo entre as empresas acabou e não parecia que seria renovado. Isso significaria o fim do Firefox.
Atirando pra todos os lados chegaram até a lançar uma versão de Firefox com o Bing como buscador principal. Provavelmente esse foi um dos catalisadores que fez o Google reagir, chamar o Firefox pra um papo, explicar que não era bem assim, que tinha entendido tudo errado.
O acordo foi renovado por mais três anos. O Google continuará sendo o buscador-padrão do Firefox, que por sua vez poderá morrer aos poucos em paz, recebendo seu dindim, enquanto o Chrome e o IE assumem sua antiga fatia de mercado.
A princípio não faz sentido. Qual a lógica do Google pagar para continuar aparecendo em um navegador em franca decadência cujo extermínio seria a princípio benéfico?
Bem, primeiro o Google vive de busca, não de browser. O Firefox, com 25% de share direciona um horror de tráfego para o Google. Cancelar o acordo poderia fazer com que –mesmo por vingança- o Firefox passasse a usar o Bing. O buscador da Microsoft já empatou com o Yahoo, hoje tem 3,61% do mercado, comparado com 91% do Google.
Dar de bandeja 25% dos navegadores para o Bing é tudo que o Google não quer. Isso colocaria na mão da Microsoft 66% das buscas via browser. Fora que os fãs do Firefox provavelmente reagiriam a um golpe mortal do Google migrando para o Bing, na estratégia “O inimigo de meu inimigo é meu amigo”.
Fonte: AT
Mozilla lança nova versão do Firefox para Honeycomb

A Mozilla anunciou o lançamento da esperada versão para o Android 3.0, Honeycomb, adicionando melhorias à versão já lançada para smartphones.
Assim como em outras versões recentes, o novo Firefox para tablets inclui o “Awesome Bar”, uma ferramenta para acesso rápido à sites favoritos junto à barra de navegação.
Mas a maioria das mudanças está na programação da versão e os usuários não verão nada muito além desse adicional e de um visual mais “honeycomb” do Firefox. Continue lendo »
Google Chrome e América do Sul: um caso de amor ou necessidade?
Durante muitos anos o Internet Explorer dominou sozinho o mercado de browsers. Vir embarcado no Windows, que por sua vez ocupa 90% ou mais dos computadores pessoais em todo o mundo era como tirar doce de uma criança cega. Mas como qualquer mercado onde a concorrência não existe, o browser parou no tempo e a Microsoft sofreu diversas punições pelo seu monopólio. Foi aí que o FireFox mostrou suas garras.
Internet Explorer 9 chuta o traseiro da concorrência e começa a recuperar o respeito quanto à segurança
Taí uma coisa que eu não achava que relataria tão cedo: o IE9 levou a melhor (disparado) sobre todos os outros navegadores. Aonde? Acredite, em segurança.
Por anos a Microsoft tem levado na lorpa quando o assunto é a sua postura diante de questões como polimentos, a necessidade de updates e patches quase infinitos que costuram e remendam seus próprios sistemas (dando uma impressão de que nunca estão, de fato, prontos) e principalmente em segurança de dados.
A passos lentos, mas felizmente na direção correta, a Microsoft começa a se emendar e passou a virar o jogo no que diz respeito à sua reputação nessa e também outras questões.
Até a Kaspersky passou uma manteiga quente no pão da empresa e apontou um número significativo de novas funções no Windows 7 que melhoraram muito a segurança dos usuários de Windows OS. Isso ajuda a pavimentar uma estrada com cada vez menos buracos para a vinda ainda bem discutida e questionada do Win8.
Mas isso nem se compara a um novo report da NSS Labs que recentemente colocou todos os browsers mais populares da rede na berlinda – Safari, Firefox, Chrome, Opera e o próprio IE – através de um teste conhecido como Socially Engineered Malware Test (SEM). E olha só meu velho, se você é usuário desleixado de Opera e Safari, olho nisso…
Os SEM são os tipos mais comuns de malwares atualmente. Se você ainda não foi infectado por um, certamente conhece alguém que foi. Eu não fui, o Lombardi também não foi, mas me disseram que mmmmnão é muito bom.
A peste se espalha através de links inadvertidamente clicados pelo usuário através do Facebook, Twitter, e-mail ou qualquer outro programa nativo predominantemente para Windows e, em alguns casos, outros OSs também.
Clicar nesses demonhos faz com que o malware seja baixado e instalado na máquina do usuário, frequentemente mascarando-se como alguma coisa útil ou necessária para o sistema. Muitas vezes também como anti-virus, anti-trojan, anti-qualquercoisa…

Mas, também para a minha surpresa, o gráfico acima mostrar um típico ‘chocolate’ que o IE deu em todos os seus concorrentes mais diretos, escupinchando com sucesso códigos maliciosos e bloqueado links contendo estes malwares em 99% do tempo. #uia!
A segunda melhor performance, lá bem longe, foi a do Google Chrome (13%).
É óbvio que o SEM não é o único malware circulando por aí e existem abismos de distância entre segurança lógica e a moleira do usuário.
Entretanto, mesmo sempre tendo razões de sobra para criticar o Internet Explorer e a Microsoft em relação a estes sérios problemas, nada mais justo que dar um joinha cinco estrelas para o empreendimento de esforços consistentes da empresa para sair daquele lodo. Boa!
E, nesse caso, deixando a competição para trás, de lavada mesmo…


