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O que é real? Michael Abrash da Oculus fala sobre realidade virtual

Por em 31 de março de 2015

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Em sua apresentação no #F8 na semana passada, o cientista chefe da Oculus Michael Abrash, mostrou alguns motivos pelos quais a realidade virtual será importante para nós, e fará cada vez mais parte da nossa vida. Mas isto não é um certo exagero? Bem, eu testei o Crescent Bay em janeiro na CES e fiquei muito impressionado com a tecnologia, pois pela primeira vez realmente me senti dentro dos ambientes e das situações mostradas nas demonstrações. Antes eu era cético, mas agora realmente acredito que o VR tem o potencial de causar uma verdadeira revolução no mundo dos games e do entretenimento.

Admitindo de cara seu interesse por ficção científica, Abrash citou como algumas de suas influências o clássico Snow Crash de Neil Stephenson, e sensacional Ready Player One de Ernest Cline: “As raízes claramente vêm de uma vida lendo ficção científica, que me mostraram que o caminho para pensar em realidade virtual não era apenas possível, mas algo que eu podia ajudar a acontecer”. Para ele, porém, tudo mudou quando ele assistiu o clássico filme Matrix, de 1999: “Enquanto os livros de ficção científica me deram o framework para pensar em realidade virtual, a Matrix me fez acreditar nela”. Abrash reviu o filme recentemente e ficou tão impressionado com o discurso de Morpheus para Neo, que o leu na íntegra durante a apresentação.

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Para Abrash na expressão “realidade virtual”, a palavra “realidade” é muito mais importante do que “virtual”. Como disse Morpheus, tudo o que percebemos são os sinais elétricos interpretados pelo nosso cérebro, e assim o nosso entendimento do mundo real é limitado pelos sensores com que os captamos.

Citando nossa visão, por exemplo, Abrash lembrou que não conseguimos enxergar infravermelho ou ultravioleta, só temos três sensores de cores e nossa visão periférica é limitada. É claro que ele também falou sobre o inevitável vestido que parece trocar de cores para diferentes pessoas, mostrando como o que vemos depende do que a nossa mente interpreta. Tentamos montar um modelo coerente do mundo, com os dados limitados que temos, e é isto que define o que é real para nós. Nossa mente faz certas suposições e interpretações que nem sempre mostram o que está acontecendo no mundo real.

Michael Abrash trouxe várias ilusão de ótica para fazer valer o seu ponto de que o mundo real é muito maior do que conseguimos captar: “Existe um mundo lá fora, e o seu cérebro está juntando informações bem limitadas captadas pelos seus sensores, e tentando inferir qual é o estado real deste mundo, de acordo com o seu modelo interno.”

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Voltando a Matrix, ele mostrou a imagem de duas pílulas, uma azul e outra vermelha, só para depois revelar que as duas são na verdade da mesma tonalidade de cinza, quando você retira as cores na lateral. O mesmo acontece com duas imagens de um cubo mágico, uma com luz amarela e outra com luz azul, que na verdade são do mesmo tom de cinza. Outro exemplo são quadrados em um piso, que apesar de terem a mesma cor, parecem ser brancos e pretos.

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Abrash trouxe mostrou outras ilusões de ótica já clássicas como a ilusão do dragão, na qual o seu cérebro te engana para ver o rosto do dragão para fora quando ele está para dentro, e o efeito McGurk, que você pode conferir no vídeo abaixo, no qual uma bela moça fala a mesma coisa com um vídeo dela falando outra, assim o que nós escutamos, depende do que estamos vendo.
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Facebook transforma Messenger em uma plataforma, com apps próprios

Por em 26 de março de 2015

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Quando o app do Messenger foi desmembrado do Facebook no ano passado, a desculpa dada era que Mark Zuckerberg considerava o ato de conversar com seus amigos pelo aplicativo principal da rede social “uma solução de segunda classe”, uma gambiarra. Claro que haviam motivos comerciais por trás, e nesta quarta-feira foram revelados os planos para o app.

Durante a conferência para desenvolvedores F8, Zuck revelou que o Messenger vai virar uma plataforma independente, e contará com um ecossistema próprio.

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emInternet Software Web 2.0

Ataque pode ter comprometido dados de usuários do Twitch

Por em 24 de março de 2015

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Os usuários do Twitch estão com um belo abacaxi nas mãos: o serviço informa que foi vítima de um ataque onde os hackers podem ter tido acesso aos dados pessoais dos usuários.

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emInternet Miscelâneas Segurança Web 2.0

Facebook anuncia sistema de pagamentos para o Messenger

Por em 18 de março de 2015

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Nós temos ouvido a história de que o Facebook planejava introduzir um sistema de pagamentos em sua rede social há quase um ano, e recentemente surgiram indícios de que o Messenger seria o app responsável por realizar as transferências entre os contatos. Ontem a rede social finalmente revelou a novidade, por enquanto restrita a usuários dos Estados Unidos.

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emSoftware Web 2.0

Francês leva Facebook pro pau: liberdade para as PPKs

Por em 11 de março de 2015
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Você vai entender.

A diferença entre arte e pornografia algumas vezes se resume a orçamento e tempo de publicação. Mesmo os catecismos do Carlos Zéfiro (pergunte a seu avô) se tornaram cult e capa de disco da Marisa Monte. Há coisas que são basicamente lixo, não merecem ser classificadas de pornografia, como 50 Tons de Cinza, outras incomodam instigam, mexem e fazem pensar. Se tornam arte.

A pintura L’Origine du Monde, de Gustave Courbet é exemplo disso. Para muitos é a claudiaohanização da arte, mas em 1866 foi um ataque à idealização do nu feminino, combatendo as ninfas perfeitas com a imagem de uma mulher real (real demais, era amante de um amigo dele) deitada, com a genitália desnuda em destaque, como você pode ver no link no começo do parágrafo. Você não clicou, né? Ops.
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emInternet Software Web 2.0

Páginas do Facebook não contarão curtidas de contas inativas

Por em 5 de março de 2015

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Sempre que, em uma mesma notícia, os termos “Facebook”, “páginas” e “audiência” são abordados, a tendência é ver muito dono de fanpage querendo arrancar os cabelos da cabeça. A principal reclamação deles é de que têm páginas com volumes gigantescos de curtidas, mas com um alcance absolutamente baixo. A menos que pague para promover as postagens, claro.

Nesta quinta-feira, o Facebook anunciou uma novidade envolvendo as páginas que poderá desagradar ainda mais alguns donos, mas que, segundo a empresa, tem a melhor da intenções: remover, do número global de curtidas, aquelas feitas por contas inativas ou pelos memoriais (perfis de pessoas falecidas).

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emInternet Web 2.0

Instagram introduz carrossel de imagens para propagandas

Por em 5 de março de 2015

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O Facebook vem trabalhando desde 2012 para introduzir um formato inteligente de monetização no Instagram, mas até o momento nada do que tentaram deu muito certo até pela resistência dos usuários, que querem ver suas fotos e vídeos de comida e gatos sem serem aporrinhados com propaganda.

Só que Zuckerberg não quer perder dinheiro com uma rede com mais de 300 milhões de usuários, ainda mais considerando a grana que investiu (ele pagou US$ 1 bilhão, mas hoje a rede já vale US$ 35 bilhões). Por isso a companhia introduziu uma plataforma no mínimo visualmente interessante: propagandas interativas na forma de um carrossel de imagens.

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