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Escola chinesa contribuiu com US$ 20 mil para campanha do Shenmue 3

Por em 7 de julho de 2015 - 18 Comentários

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Depois de um início impressionante, a campanha de financiamento coletivo do Shenmue 3 perdeu força e embora o jogo já tenha arrecadado quase 4 milhões e meio de dólares, ainda está muito longe dos 10 milhões desejados por Yu Suzuki.

Até o momento, mais de 51 mil pessoas já contribuíram com a campanha, mas entre elas existe um grupo que tem chamado a atenção da imprensa, não só pelo valor que eles deram, mas por serem responsáveis por uma escola na China.

Conhecidos como V.E.T. Program (Volunteer English Teacher), essas pessoas ensinam inglês para crianças do país que moram em pequenas vilas e orfanatos, e após terem pago US$ 10 mil para jantarem com Suzuki, eles perceberam a repercussão que o caso teve na China e decidiram dar mais US$ 10 mil, para assim terem direito a colocar um dos professores no jogo.

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Elon Musk, o improvável defensor do ensino alternativo

Por em 25 de maio de 2015 - 60 Comentários

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Elon Musk pode se gabar de ser muitas coisas. Empresário, filantropo, inventor, entusiasta, futurólogo e muito, muito mais. A comparação com Tony Stark não é gratuita, assim como o personagem da Marvel ele não se conforma com o mundo de hoje, e ao invés de reclamar no Twitter ele corre atrás e CRIA o futuro.

Só que se você está preocupado em fazer do mundo um lugar melhor para as novas gerações, há um campo que você não pode negligenciar: a educação básica. E como ele não é fã do sistema do ensino tradicional, mas é adepto do “faça você mesmo” Musk foi e criou sua própria escola de ensino alternativo.
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Fato: meninas aprendem mais e melhor que os meninos

Por em 28 de janeiro de 2015 - 40 Comentários

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Vamos ser francos aqui: é fato que as pessoas costumam prestar muito mais atenção ao que meninos alcançam em matemática e ciências, educacionalmente falando do que as meninas, mas um estudo da Universidade do Missouri mostra justamente o contrário: garotas tem aptidão natural a se saírem melhor do que os garotos em boa parte do mundo, independente das condições impostas ou problemas sociais.

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Distrito acadêmico norte-americano contrata startup para monitorar redes sociais de 13 mil alunos

Por em 17 de setembro de 2013 - 4 Comentários

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Pergunta simples para os pais de família: você concordaria que a escola onde seu filho estudam monitorasse toda a atividade dele nas redes sociais em busca de comportamento inadequado, e em caso positivo alertasse ao departamento de ensino e à família?

Pois é exatamente isso a startup Geo Listening faz. A empresa do CEO Chrys Frydrych foi contratada pelo Distrito Escolar Unificado de Glendale, um agrupamento de colégio do elementar ao ensino médio situado na Califórnia para acompanhar as postagens dos seus mais de 13 mil alunos nas redes sociais, em busca de postagens que denunciem bullying e cyber-bullying, depressão, discurso de ódio, textos que apontem para possibilidade de suicídio e etc. O agrupamento vai investir 40 mil dólares em 2014 para a Geo Listening realizar o monitoramento.

Frydrych deixa bem claro que sua startup não realiza invasão de privacidade – ela apenas irá monitorar as postagens públicas dos usuários no Twitter, Facebook e Instagram, entre outras redes. A decisão do grupo acadêmico se deu depois que dois estudantes de 15 anos cometeram suicídio de 2011 para cá (num período em que o acompanhamento psicológico dos alunos foi reduzido), algo que a direção aponta como um dos principais motivos para a decisão: salvar vidas. O superintendente Richard Sheehan aponta inclusive que já no plano piloto o sistema identificou um potencial suicida.

As opiniões estão divididas. Muitos pais apoiam a iniciativa, outros querem sabem até onde vai o monitoramento da Geo Listening, que não se reserva apenas a acompanhar os alunos do agrupamento escolar, mas seus contatos de fora dele ou até mesmo postagens que façam referência às escolas, que podem ser arquivadas como referência (tudo isso com geo-tagging) Já a grande maioria dos alunos obviamente é contra.

Em se tratando de jovens em idade escolar, eu costumo pensar que é obrigação dos pais e responsáveis saberem sim, o que seu filhos postam na internet e com quem eles conversam. O que fica no ar é se membros do corpo docente deveriam ter esse mesmo tipo de acesso, se os alunos são aconselhados a manterem suas contas publicas e se isso é um caso isolado ou um movimento do estado, já que Glendale é uma instituição educacional pública.

Fonte: Ars Technica.

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Pipeline, o projeto da Valve para estudantes que visam criar games

Por em 15 de julho de 2013 - Nenhum Comentário

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A Valve pode até não ser uma das melhores empresas para se trabalhar, mas muitas pessoas adorariam fazer parte da equipe responsável por títulos como Portal, Left 4 Dead ou Half-Life e os adolescentes que tiverem esse sonho em breve receberão um incentivo da desenvolvedora, o projeto Pipeline.

Criado por um grupo de estagiários que estão cursando o ensino médio e funcionando como uma comunidade online, a ideia do site é facilitar a vida daqueles que procuram trabalhar na indústria de games e através dele os usuários poderão aprender certas disciplinas, como músicas e arte, e tirar dúvidas sobre o mercado, tudo para aperfeiçoar seus conhecimentos e assim conseguir um emprego.

Por lá os estudantes terão à sua disposição entrevistas, vídeos, guias e todo tipo de material abordando os diferentes aspectos da criação de jogos, tendo a possibilidade de conversar com outros interessados ou mesmo pessoas que já trabalham na área e de acordo com um FAQ criado pela Valve, um dos motivos de estarem apostando no Pipeline é que embora a companhia seja um bom lugar para profissionais experientes, o estúdio não possui muita habilidade em ensinar quem acabou de sair da escola.

Ainda segundo o site do projeto, com ela a Valve verá se consegue pegar um grupo de adolescentes e treiná-los para fazer com que consigam as habilidades necessárias para trabalhar numa empresa como ela e embora algum resultado só deverá ser visto a médio/longo prazo, acho a proposta fantástica e uma excelente oportunidade para aqueles que forem escolhidos. Resta saber se eles a aproveitarão.

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iBoletim Brasil: app que gerencia notas escolares desenvolvido por programador-mirim de doze anos

Por em 7 de maio de 2013 - 27 Comentários

Natan Gorin, criador do iBoletim

Todo mundo nessa vida passou pela aflição de, quando ainda na escola, chegar o final do ano e ficar fazendo contas malucas para descobrir quantos pontos são necessários para fechar uma matéria. Agora multiplique isso por 10 ou 12 (no caso dos relaxados, que sempre passavam de ano pelo buraco da fechadura).

Natan Gorin, um garoto de 12 anos, também passa por isso, mas ele é mais esperto que a maioria. Tanto é que era para ele que seus coleguinhas pediam ajuda para calcular os pontos faltantes. Como era muita coisa para uma pessoa só resolver, ele fez o óbvio: desenvolveu um app para fazer o serviço pesado. Assim surgiu o iBoletim Brasil, um app para iOS que ajuda os desesperados calculando qual a nota que precisam tirar para não repetirem de ano ficarem de DP (dependência, antes que algum engraçadinho se manifetste).

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Minecraft vira matéria escolar na Suécia

Por em 18 de janeiro de 2013 - 3 Comentários

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Sabe aquela época da vida em que sua mãe mandava você desligar o videogame para ir estudar? Pois na Suécia os alunos de uma escola ganharam uma ótima desculpa para continuar jogando o Minecraft, já que a instituição adotou o título como uma das matérias para os estudantes acima de 13 anos.

Eles aprendem sobre o planejamento de cidades, problemas ambientais, realizar tarefas e até mesmo a planejar o futuro,” explicou Monica Ekman, professora na escola Viktor Rydberg. “Não é diferente de nenhuma arte ou de artesanato em madeira.

Atualmente cerca de 180 alunos estão usando o Minecraft como ferramenta de ensino e claro, adorando a ideia que surgiu em uma competição chamada Future City, onde classes de todo o país deveriam sugerir maneiras de fazer com que as coisas se tornassem melhor no futuro.

Acho a iniciativa fantástica e não podemos esquecer que até um projeto da ONU adotou a criação de Markus “Notch” Persson para melhorar a vida das pessoas e de acordo com Ekman, essa é uma maneira divertida de aprender, além de ter sido bom ver os estudantes conquistando algo.

Então, fica aí a dica para escolas brasileiras que queiram usar uma ferramenta diferente para ensinar seus alunos.

[via MTV Multiplayer]

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