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Distrito acadêmico norte-americano contrata startup para monitorar redes sociais de 13 mil alunos

Por em 17 de setembro de 2013

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Pergunta simples para os pais de família: você concordaria que a escola onde seu filho estudam monitorasse toda a atividade dele nas redes sociais em busca de comportamento inadequado, e em caso positivo alertasse ao departamento de ensino e à família?

Pois é exatamente isso a startup Geo Listening faz. A empresa do CEO Chrys Frydrych foi contratada pelo Distrito Escolar Unificado de Glendale, um agrupamento de colégio do elementar ao ensino médio situado na Califórnia para acompanhar as postagens dos seus mais de 13 mil alunos nas redes sociais, em busca de postagens que denunciem bullying e cyber-bullying, depressão, discurso de ódio, textos que apontem para possibilidade de suicídio e etc. O agrupamento vai investir 40 mil dólares em 2014 para a Geo Listening realizar o monitoramento.

Frydrych deixa bem claro que sua startup não realiza invasão de privacidade – ela apenas irá monitorar as postagens públicas dos usuários no Twitter, Facebook e Instagram, entre outras redes. A decisão do grupo acadêmico se deu depois que dois estudantes de 15 anos cometeram suicídio de 2011 para cá (num período em que o acompanhamento psicológico dos alunos foi reduzido), algo que a direção aponta como um dos principais motivos para a decisão: salvar vidas. O superintendente Richard Sheehan aponta inclusive que já no plano piloto o sistema identificou um potencial suicida.

As opiniões estão divididas. Muitos pais apoiam a iniciativa, outros querem sabem até onde vai o monitoramento da Geo Listening, que não se reserva apenas a acompanhar os alunos do agrupamento escolar, mas seus contatos de fora dele ou até mesmo postagens que façam referência às escolas, que podem ser arquivadas como referência (tudo isso com geo-tagging) Já a grande maioria dos alunos obviamente é contra.

Em se tratando de jovens em idade escolar, eu costumo pensar que é obrigação dos pais e responsáveis saberem sim, o que seu filhos postam na internet e com quem eles conversam. O que fica no ar é se membros do corpo docente deveriam ter esse mesmo tipo de acesso, se os alunos são aconselhados a manterem suas contas publicas e se isso é um caso isolado ou um movimento do estado, já que Glendale é uma instituição educacional pública.

Fonte: Ars Technica.

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Pipeline, o projeto da Valve para estudantes que visam criar games

Por em 15 de julho de 2013

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A Valve pode até não ser uma das melhores empresas para se trabalhar, mas muitas pessoas adorariam fazer parte da equipe responsável por títulos como Portal, Left 4 Dead ou Half-Life e os adolescentes que tiverem esse sonho em breve receberão um incentivo da desenvolvedora, o projeto Pipeline.

Criado por um grupo de estagiários que estão cursando o ensino médio e funcionando como uma comunidade online, a ideia do site é facilitar a vida daqueles que procuram trabalhar na indústria de games e através dele os usuários poderão aprender certas disciplinas, como músicas e arte, e tirar dúvidas sobre o mercado, tudo para aperfeiçoar seus conhecimentos e assim conseguir um emprego.

Por lá os estudantes terão à sua disposição entrevistas, vídeos, guias e todo tipo de material abordando os diferentes aspectos da criação de jogos, tendo a possibilidade de conversar com outros interessados ou mesmo pessoas que já trabalham na área e de acordo com um FAQ criado pela Valve, um dos motivos de estarem apostando no Pipeline é que embora a companhia seja um bom lugar para profissionais experientes, o estúdio não possui muita habilidade em ensinar quem acabou de sair da escola.

Ainda segundo o site do projeto, com ela a Valve verá se consegue pegar um grupo de adolescentes e treiná-los para fazer com que consigam as habilidades necessárias para trabalhar numa empresa como ela e embora algum resultado só deverá ser visto a médio/longo prazo, acho a proposta fantástica e uma excelente oportunidade para aqueles que forem escolhidos. Resta saber se eles a aproveitarão.

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iBoletim Brasil: app que gerencia notas escolares desenvolvido por programador-mirim de doze anos

Por em 7 de maio de 2013

Natan Gorin, criador do iBoletim

Todo mundo nessa vida passou pela aflição de, quando ainda na escola, chegar o final do ano e ficar fazendo contas malucas para descobrir quantos pontos são necessários para fechar uma matéria. Agora multiplique isso por 10 ou 12 (no caso dos relaxados, que sempre passavam de ano pelo buraco da fechadura).

Natan Gorin, um garoto de 12 anos, também passa por isso, mas ele é mais esperto que a maioria. Tanto é que era para ele que seus coleguinhas pediam ajuda para calcular os pontos faltantes. Como era muita coisa para uma pessoa só resolver, ele fez o óbvio: desenvolveu um app para fazer o serviço pesado. Assim surgiu o iBoletim Brasil, um app para iOS que ajuda os desesperados calculando qual a nota que precisam tirar para não repetirem de ano ficarem de DP (dependência, antes que algum engraçadinho se manifetste).

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Minecraft vira matéria escolar na Suécia

Por em 18 de janeiro de 2013

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Sabe aquela época da vida em que sua mãe mandava você desligar o videogame para ir estudar? Pois na Suécia os alunos de uma escola ganharam uma ótima desculpa para continuar jogando o Minecraft, já que a instituição adotou o título como uma das matérias para os estudantes acima de 13 anos.

Eles aprendem sobre o planejamento de cidades, problemas ambientais, realizar tarefas e até mesmo a planejar o futuro,” explicou Monica Ekman, professora na escola Viktor Rydberg. “Não é diferente de nenhuma arte ou de artesanato em madeira.

Atualmente cerca de 180 alunos estão usando o Minecraft como ferramenta de ensino e claro, adorando a ideia que surgiu em uma competição chamada Future City, onde classes de todo o país deveriam sugerir maneiras de fazer com que as coisas se tornassem melhor no futuro.

Acho a iniciativa fantástica e não podemos esquecer que até um projeto da ONU adotou a criação de Markus “Notch” Persson para melhorar a vida das pessoas e de acordo com Ekman, essa é uma maneira divertida de aprender, além de ter sido bom ver os estudantes conquistando algo.

Então, fica aí a dica para escolas brasileiras que queiram usar uma ferramenta diferente para ensinar seus alunos.

[via MTV Multiplayer]

emCultura Gamer Miscelâneas

Governo do RJ quer destruir 4a melhor escola do município

Por em 6 de novembro de 2012

A educação no Brasil possui tamanha qualidade, somos tão avançados nesse aspecto que podemos nos dar ao luxo de tornar as coisas mais difíceis só pelo prazer do desafio. Tipo jogar God of War no nível mais difícil ou zerar Street Fighter só ganhando de perfect. Conforme mostra o Índice de Educação medido pela ONU, o Brasil encontrava-se em 2009 na 67a posição, com queda de 2 posições em relação a pesquisa anterior, de 2007. Ou seja, apesar do que diz o Governo, a educação piorou. Observando o quadro é ainda mais triste ver que estamos como Peru logo atrás de nós (não é piada).

Entre os países que estão melhor colocados, temos super potências como Sérvia, Montenegro (países assolados por guerras durante anos), Bolívia, Tadjiquistão (que confesso não sabia da existência), Líbia, Samoa, Venezuela entre outras mega economias de primeiro mundo. Você começa a se questionar sobre a situação do país quando uma ditadura como a Venezuela está 21 posições à nossa frente nos índices educacionais. Mas sigamos.

No Rio de Janeiro, a Escola Municipal Friedenreich, considerada a 4a melhor da cidade e 10a do país está em vias de ser demolida. Ela seria substituída por uma quadra de aquecimento. [que diabos é uma quadra de aquecimento? - Cardoso] Não é a primeira vez que tentam destruir essa escola, ela já foi sondada para ser demolida e no seu lugar seria construído um estacionamento, este maravilhoso templo do saber e do conhecimento feito para estacionar carros.

A aluna Beatriz Ehlers, de 11 anos, é muito nova para se preocupar com esse tipo de absurdo mas velha o suficiente para perceber que destruir uma escola é errado. Não diria que destruir uma escola TOP10 do país é MAIS errado do que destruir qualquer outra, mas a sensação que temos é essa, visto que lá um trabalho de mais de 20 anos é feito com sucesso. O grande problema é que no edital de concessão do Maracanã, o governo fala apenas da demolição da escola e não firma nenhum compromisso de que a escola será realocada antes da demolição. Em resumo, uma das melhores escolas do país será demolida sem sequer uma garantia de transferência para outro local e pior, pode deixar seus alunos sem estudo em 2013, fazendo-os procurar outras escolas.

Uma petição foi criada e a carta será apresentada dia 8 de novembro em audiência pública sobre o assunto. Eu não sou carioca, não moro no Rio de Janeiro mas assinei. Essa é uma questão que diz respeito ao país inteiro. Por isso fica aqui a convocação para que quem quiser assinar e mostrar que não concorda com uma barbaridade dessas. Mais um passo rumo a manutenção dos brasileiros na ignorância.

Clique aqui para assinar.

emArtigo

Valve lança projeto que usa games como forma de ensino

Por em 25 de junho de 2012

E numa iniciativa que mais um vez colocou o nome da Valve em evidência, a desenvolvedora lançou o Steam for Schools, projeto que levará o jogo Portal 2 para as salas de aula, permitindo assim que os professores o utilizem como ferramenta para ensinar seus alunos.

O objetivo é disponibilizar através do site Teach With Portals uma série de quebra-cabeças e exercícios criados por educadores e que abordem assuntos como ciências, tecnologia, engenharia e matemática, tudo com física realista e facilitado pelo poderoso e acessível editor do jogo.

Além de oferecer aos professores acesso gratuito à ferramenta, a  empresa dará ao alunos uma versão limitada do seu serviço de distribuição digital, que impede por exemplo que os estágios educativos sejam compartilhados por eles.

No momento a novidade encontra-se em período de testes e aqueles que quiserem ter acesso a ela podem fazer um cadastro através do site oficial e de acordo com a Valve, eles não receberam nenhum tipo de investimento externo para dar início a este projeto.

Como no formulário de cadastro o nosso país aparece como um dos que podem ser selecionados, acredito que os professores brasileiros poderão se beneficiar da iniciativa e espero que isto de fato aconteça. Quem sabe em breve não ouvimos de nossas crianças que elas aprenderam algo ao jogar um pouco de Portal 2 na escola?

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emComputadores Cultura Gamer

[Imagem do Dia] Angry Birds chega às escolas e continua campanha de dominação mundial

Por em 11 de julho de 2011

Começou como um joguinho inocente para celulares, depois migrou para todas as plataformas possíveis e imagináveis e já se fala até em filme da franquia. Eles também tiveram versão “live action”, livro de receitas e jogo de tabuleiro. E seus criadores o comparam ao Super Mario Bros.

A próxima parada de Angry Birds? Livros escolares:

Problema de física envolvendo Angry Birds.

De repente Angry Birds não parece tão legal... (Clique para ampliar)

Consegue resolver o problema? :lol:

Via 9GAG.

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