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Digital Drops Blog de Brinquedo

Sony Digital Paper: Tablet com tela e-ink é leve, fino e bem caro

Por em 28 de março de 2014

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O Digital Paper da Sony é um híbrido entre um tablet e um eReader que pesa apenas 357 gramas, mesmo com uma bela tela E-Ink de 13,3 polegadas. O tablet é perfeito como bloco de notas, e também para ilustrações e desenhos, e vem com uma caneta stylus em um suporte lateral. O Digital Paper também pode ser usado como leitor de livros, pois a tela tem 16 níveis de cinza e ótimo contraste, além de uma resolução de 1200 x 1600 pixels.

O segredo do preço da leveza do Digital Paper é que a tela tem tecnologia Mobius e usa plástico ao invés de vidro, o que a torna flexível, embora isto não tenha sido aproveitado neste tablet. Com 4 GB de memória interna e um slot microSD, espaço não ser um problema, mas o tablet também tem conectividade Wi-Fi, que usa para compartilhar os arquivos.

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Este aparelho só lê arquivos PDF, mas a Sony diz que ele virá acompanhado por um programa para converter outros formatos para ele. O Digital Paper também fica devendo na falta de iluminação, mas o grande defeito dele não é nenhum destes, é sim o seu preço, salgados US$ 1.100.

Se relevarmos o seu custo, o Digital Paper me parece ser um produto bem interessante para o público para o qual foi projetado, como universidades, escritórios de advocacia, grandes empresas ou instituições. Saiba mais sobre o Digital Paper na Sony.

Fontes: Digital Drops e Extreme Tech.

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Amazon chegou ao Brasil trazendo Kindle a R$299! E não foi só ela: isso é demais!

Por em 6 de dezembro de 2012

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E não é que as previsões de novembro de 2011 estavam certas?

A Amazon realmente aportou em solo tupiniquim no final de 2012, como eu tinha escrito. Com tantos boatos e com tanto vai ou não vai, achei que só veríamos isso em 2013, lá pelo meio do primeiro semestre. Entretanto, a chegada de outros concorrentes fez a gigante de Jeff Bezos acelerar seus planos e parar de mimimi.

A sua chegada, na madrugada de ontem para hoje, 6 de dezembro, não foi a única: há mais de dois anos bato na tecla da Kobo, empresa canadense concorrente da Amazon, e que podemos dizer que ocupa o terceiro lugar nos Estados Unidos, após a própria Amazon e a Barnes & Noble. A discreta vinda da Kobo não significa pouca coisa. Apesar de achar que a Kobo não será líder no Brasil, acredito que ela venha a adotar o estilo Google “Don’t be evil”, como já faz em outros países. A Kobo é o equilíbrio entre tantas gigantes, e foi fechar contrato justamente com a Livraria Cultura, que é um ícone de prazer na leitura.

Há algumas semanas, já tínhamos acompanhado a chegada da iBookstore no Brasil, na surdina. De repente, lá estava ela, vendendo eBooks. Quem também chegou de forma discreta foi a Google: se você entrar na Play Store brasileira, já verá por lá os links para a compra de livros e filmes. Ou seja, de repente, de novembro para cá, temos simplesmente as quatro maiores empresas do mundo na venda de e-Books, todas vendendo exemplares em português (falta só a B&N).

Essa notícia me empolga e, creiam, é muito importante. Depois de muito blábláblá, de muita promessa, ameaças, choro por parte das editoras, agora é definitivo. O Brasil entrou na era dos livros digitais. E eles vieram para ficar e vão mudar tudo. Isso não vai acontecer do dia para a noite, pois as editoras brasileiras são extremamente tradicionais, e vão ficar agarradas ao que têm o quanto puderem. Mas que vai mudar, ah, isso vai. continue lendo

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Amazon Deve Aportar no Brasil Até o Final de 2012

Por em 26 de novembro de 2011

A notícia esperada por muitos chegou na surdina. Há dois dias atrás, em uma vídeo-conferência na Feira do Livro de Santiago no Chile o diretor de conteúdo do Kindle Pedro Huerta disse ao povo que fica, ou que chega. De acordo com ele, em 18 meses, Argentina, Chile e Brasil terão a sua própria loja virtual da Amazon.

As informações são quase nulas, e não dá para saber se, além dos eBooks, a Amazon irá comercializar outros produtos por aqui. Todos esperam por eletrônicos, games, brinquedos e outros, mas o mais provável é que, de início, fiquemos apenas nos eBooks e livros impressos, mesmo. Não dá para saber nem se o Kindle Fire virá.

Em expansão visível, em 2011 a Amazon já abriu lojas oficiais na Espanha, Japão, Itália, França, Canadá, China, Alemanha e Reino Unido. Uma notícia recente mostrou que agora, na home da Kindle Store, há links diretos para acervos de cinco idiomas, incluindo o português. As novas versões dos softwares Kindle para eReaders e aplicativos também estão em novos idiomas. Quatro desses idiomas atendidos – francês, italiano, espanhol e alemão – já possuem lojas da Amazon.

Aqui no Brasil, francamente, essa notícia ainda não tem qualquer efeito. Para a internet e para a tecnologia, 18 meses são uma eternidade – a não ser que a Amazon esteja blefando para organizar alguma estratégia. Em 18 meses a Kobo já deve estar por aqui e vendendo eReaders e eBooks.

Outro fator bem importante são as editoras brasileiras. Ao contrário do que aconteceu com as editoras americanas, que aderiram em peso ao esquema controlador do site, as editoras brasileiras são um pouco mais marrentas, e ouvem-se rumores de que já teriam recusado diversos acordos com a Amazon. Esse problema pode ser um dos principais no que tange à chegada da empresa por aqui.

Mais um obstáculo se encontra no acervo digital que o Brasil possui. Com pouco mais de 5 mil títulos na loja da Amazon, a língua portuguesa não é das mais populares por lá. Fora os títulos de Paulo Coelho e o de algumas editoras famosas, boa parte desse pequeno catálogo é formado por obras de domínio público e de autores independentes.

Para chegar com força e vender horrores por aqui, a Amazon precisa ter obras à venda. E, para isso, o mercado editorial brasileiro tem que se mexer. Parece um círculo vicioso sem solução aparente, mas em 18 meses muita coisa pode – e deve – mudar…

Com informações do site FayerWayer e alt1040.

emAnálise Internet