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Digital Drops Blog de Brinquedo

Amazon anuncia nova versão do Kindle Paperwhite

Por em 4 de setembro de 2013

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Aproveitando o lançamento do Kindle Matchbook, o plano que vai vender e-books com desconto para seus clientes que já adquiriram livros físicos, a Amazon anuncia a renovação do Kindle Paperwhite, que ganhou processador mais potente e com isso recebeu diversas melhorias de software.

O design é basicamente o mesmo: tela de 6 polegadas com resolução de 212 ppi, mas ela possui mais contrate do que o modelo atual, além de uma melhor iluminação, mais uniforme e que continua não cansando a vista, ideal para longas leituras. O touch está mais preciso e o aparelho atualiza a tela completamente a cada três viradas de página contra seis do anterior. Isso é importante pois displays e-ink costumam deixar “pixels fantasmas” após virar uma página.

Mas as diferenças são sentidas mesmo na forma como o sistema se comporta. Ao pular do processador Freescale i.MX50 Rev. 1.1 de 800 MHz para um de 1 GHz (modelo não revelado) as viradas de página são mais rápidas, além de agora as notas de rodapé não mais necessitarem de uma troca de página, sendo exibidas com um toque. Encontrar definições de uma palavra via dicionário ou Wikipédia estão mais simples, sendo separadas por abas. O sensacional é que mesmo com todas essas melhorias, a Amazon garante que a autonomia de até dois meses com o Wi-Fi desligado segue inalterada.

Os preços da versão Wi-Fi, que serão lançados no dia 30 de setembro permanecem os mesmos: o modelo com anúncios custa US$ 119 e a versão sem, US$ 139. Já o modelo com 3G custará US$ 189 com anúncios e US$ 209 sem, e será lançado em 30 de novembro. Os modelos com ads só são vendidos nos Estados Unidos. No Brasil a atual versão do Paperwhite é vendida por R$ 479 (Wi-Fi) e R$ 699 (3G), e por enquanto não há previsão de quando os novos aparelhos chegarão por aqui.

Fonte: Ars Technica.

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Amazon anuncia plano de venda de ebooks com descontos para quem possui a versão física

Por em 3 de setembro de 2013

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A Amazon acaba de anunciar um plano de descontos que pode ser muito útil para quem costuma comprar livros físicos no site e gostaria de ter a versão digital deles: a partir de outubro entrará no ar o serviço Kindle Matchbook, que permitirá aos usuários adquirirem e-books de publicações que eles já possuam por valores que podem sair entre grátis e três dólares, dependendo da editora e/ou livro em questão.

O único porém é que o livro precisa ter sido adquirido pelo site da Amazon, obviamente.

Funciona assim: a editora vai eleger quais livros estarão disponíveis no programa. A partir daí o consumidor que tiver uma cópia física dele adquirida pelo site da Amazon (ele precisa constar no seu histórico de compras) poderá selecionar o ebook e dependendo da editora e edição, o valor pode ficar entre digrátis, US$ 0,99, US$ 1,99 ou US$ 2,99.

Entre os títulos participantes do plano estão listados A Cidade Fantástica de Ray Bradbury (cujo título original é Dandelion Wine), Anathem de Neal Stephenson (sem edição brasileira), Homens São de Marte, Mulheres São de Vênus de John Gray, Pássaros Feridos de Collen McCullough (aquele mesmo), Presa de Michael Crichton e O Oceano no Fim do Caminho de Neil Gaiman.

Claro que um recurso desses nunca seria estendido a toda e qualquer edição física que leitores possuam, mas não deixa de ser uma opção interessante. Não há previsão de quando o programa estará disponível no Brasil, se um dia estará. E considerando que o Kindle Fire HD nem chegou por aqui ainda

Fonte: Ars Technica.

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Amazon chegou ao Brasil trazendo Kindle a R$299! E não foi só ela: isso é demais!

Por em 6 de dezembro de 2012

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E não é que as previsões de novembro de 2011 estavam certas?

A Amazon realmente aportou em solo tupiniquim no final de 2012, como eu tinha escrito. Com tantos boatos e com tanto vai ou não vai, achei que só veríamos isso em 2013, lá pelo meio do primeiro semestre. Entretanto, a chegada de outros concorrentes fez a gigante de Jeff Bezos acelerar seus planos e parar de mimimi.

A sua chegada, na madrugada de ontem para hoje, 6 de dezembro, não foi a única: há mais de dois anos bato na tecla da Kobo, empresa canadense concorrente da Amazon, e que podemos dizer que ocupa o terceiro lugar nos Estados Unidos, após a própria Amazon e a Barnes & Noble. A discreta vinda da Kobo não significa pouca coisa. Apesar de achar que a Kobo não será líder no Brasil, acredito que ela venha a adotar o estilo Google “Don’t be evil”, como já faz em outros países. A Kobo é o equilíbrio entre tantas gigantes, e foi fechar contrato justamente com a Livraria Cultura, que é um ícone de prazer na leitura.

Há algumas semanas, já tínhamos acompanhado a chegada da iBookstore no Brasil, na surdina. De repente, lá estava ela, vendendo eBooks. Quem também chegou de forma discreta foi a Google: se você entrar na Play Store brasileira, já verá por lá os links para a compra de livros e filmes. Ou seja, de repente, de novembro para cá, temos simplesmente as quatro maiores empresas do mundo na venda de e-Books, todas vendendo exemplares em português (falta só a B&N).

Essa notícia me empolga e, creiam, é muito importante. Depois de muito blábláblá, de muita promessa, ameaças, choro por parte das editoras, agora é definitivo. O Brasil entrou na era dos livros digitais. E eles vieram para ficar e vão mudar tudo. Isso não vai acontecer do dia para a noite, pois as editoras brasileiras são extremamente tradicionais, e vão ficar agarradas ao que têm o quanto puderem. Mas que vai mudar, ah, isso vai. continue lendo

emAcessórios Destaques Indústria Internet

eBooks: nem chegaram e já estão indo embora?

Por em 17 de setembro de 2012

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Algum tempo atrás, comentei animada as novidades que 2012 trazia para o mercado de eBooks. Os meses se passaram e parece que ainda estamos no final de 2011, quando esperávamos com ansiedade a explosão de lançamentos de eBooks e os grandes players do mercado fazendo parcerias, trazendo competitividade e preços mais justos.

Chegamos ao último quadrimestre do ano, e não temos ninguém aqui. A Amazon avisa que só virá no começo de 2013, a Apple está quieta, a Google está fazendo contratações esporádicas e a Kobo acabou de fechar uma parceria com a Livraria Cultura.

Mas, efetivamente, não temos ninguém apresentando as maravilhas do livro digital, ninguém oferecendo tablets menores e mais baratos. Tivemos, enfim, a mesma isenção tributária dos livros tradicionais, e poderemos ver eBooks mais baratos em breve. Mas não há mais nada, quase como se pudéssemos ver feno rolando pelo chão.

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emArtigo Meio Bit

Iba–Alternativa multiplataforma ainda embrionária ao iBooks

Por em 27 de março de 2012

 

A relação das editoras de periódicos com a Internet não é exatamente a melhor possível. Principalmente no Brasil, vejo uma briga aberta entre o online e o offline, como se o pessoal da antiga, quem detém o dinheiro tentasse de tudo pra provar que esse negócio de Internet não vai dar certo. São políticas loucas como a assinatura de uma revista online custar mais caro do que a assinatura online E em papel.

Mas mesmo com esse pessoal contra, há quem invista, no caso a própria editora Abril, que está bancando o projeto do Iba, que até o lançamento da banca de revistas do iPad era a solução integrada mais completa para agregar conteúdo “impresso” em tablets.

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emInternet

iBooks: Uma nova plataforma, um novo formato

Por em 20 de janeiro de 2012

Você nem bem se acostumou aos novos formatos do livro digital e já chegou mais um, o iBooks. Não poderia vir de ninguém menos do que da Apple, aquela que adora ignorar os formatos padrão e criar suas próprias coisas, além de decidir quando algo vai ser extinto – a exemplo de disquetes, CDs, DVDs, ZIPs, entre outros.

Todos estávamos acostumados a pensar que um livro digital teria que ser em PDF. Mas, fora na tela do computador, ele praticamente não tem uso. É uma porcaria ler um PDF em um eReader, smartphone e até em um tablet. Aí surgiu o ePub, um formato aberto baseado em HTML e CSS cujas especificações são decididas por grandes empresas. Logo ele se tornou o formato padrão, usado por quase todos – Apple inclusa –, menos a teimosinha da Amazon, que insistiu no Mobi, um formato bem mais pobre.

Bem, a Amazon usa o Mobi, mas estava tudo bem com o ePub, já que a Apple o utilizava, e isso significava um bom futuro, mesmo com a empresa de Jobs não ligando muito para eBooks. Daí, resolveram inventar. Surgiu o ePub layout fixo, que só poderia ser lido no aplicativo iBooks da Apple. Opa.

Daí, ontem, em um grande evento no museu Guggenheim em Nova Iorque, a Apple resolveu que era hora de “revolucionar a educação”. Não revolucionou exatamente, mas deu o start para que novas coisas surjam. Mas está tudo bem? Quais são as implicações nessa sugestão de modelo da Apple? Há mais erros ou acertos? Vamos dar uma olhada.

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emApple e Mac Artigo Meio Bit

Amazon Deve Aportar no Brasil Até o Final de 2012

Por em 26 de novembro de 2011

A notícia esperada por muitos chegou na surdina. Há dois dias atrás, em uma vídeo-conferência na Feira do Livro de Santiago no Chile o diretor de conteúdo do Kindle Pedro Huerta disse ao povo que fica, ou que chega. De acordo com ele, em 18 meses, Argentina, Chile e Brasil terão a sua própria loja virtual da Amazon.

As informações são quase nulas, e não dá para saber se, além dos eBooks, a Amazon irá comercializar outros produtos por aqui. Todos esperam por eletrônicos, games, brinquedos e outros, mas o mais provável é que, de início, fiquemos apenas nos eBooks e livros impressos, mesmo. Não dá para saber nem se o Kindle Fire virá.

Em expansão visível, em 2011 a Amazon já abriu lojas oficiais na Espanha, Japão, Itália, França, Canadá, China, Alemanha e Reino Unido. Uma notícia recente mostrou que agora, na home da Kindle Store, há links diretos para acervos de cinco idiomas, incluindo o português. As novas versões dos softwares Kindle para eReaders e aplicativos também estão em novos idiomas. Quatro desses idiomas atendidos – francês, italiano, espanhol e alemão – já possuem lojas da Amazon.

Aqui no Brasil, francamente, essa notícia ainda não tem qualquer efeito. Para a internet e para a tecnologia, 18 meses são uma eternidade – a não ser que a Amazon esteja blefando para organizar alguma estratégia. Em 18 meses a Kobo já deve estar por aqui e vendendo eReaders e eBooks.

Outro fator bem importante são as editoras brasileiras. Ao contrário do que aconteceu com as editoras americanas, que aderiram em peso ao esquema controlador do site, as editoras brasileiras são um pouco mais marrentas, e ouvem-se rumores de que já teriam recusado diversos acordos com a Amazon. Esse problema pode ser um dos principais no que tange à chegada da empresa por aqui.

Mais um obstáculo se encontra no acervo digital que o Brasil possui. Com pouco mais de 5 mil títulos na loja da Amazon, a língua portuguesa não é das mais populares por lá. Fora os títulos de Paulo Coelho e o de algumas editoras famosas, boa parte desse pequeno catálogo é formado por obras de domínio público e de autores independentes.

Para chegar com força e vender horrores por aqui, a Amazon precisa ter obras à venda. E, para isso, o mercado editorial brasileiro tem que se mexer. Parece um círculo vicioso sem solução aparente, mas em 18 meses muita coisa pode – e deve – mudar…

Com informações do site FayerWayer e alt1040.

emAnálise Internet