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Digital Drops Blog de Brinquedo

Tucan — excelente leitor de e-books para Windows Phone — Sorry, Dilma.

Por em 29 de junho de 2014

tucan1

Depois de quebrar o segundo, mesmo usando capa de couro e tomando cuidado, percebi que não posso ser usuário de Kindle. Não adianta. É uma pena, a idéia de armazenar centenas de livros em um dispositivo minúsculo muito me atrai. Claro, dá pra ler no iPad mas não recomendo sair por aí com um pela rua. A alternativa é usar o celular. Não é novidade, faço isso desde o Nokia 6600, mas em que pé estarão os leitores de e-books no Lumia? No iPhone tem o iBooks, que não é cheio de recursos mas funciona.

Pois bem, depois de fuçar bastante achei o Tucan Reader, e esse danado só não faz cafuné por falta de mão robótica Bluetooth.
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emCelular Computação móvel Destaques Microsoft Resenha Software

E-Readers — O Sonho Acabou? (spoiler: só pra alguns)

Por em 12 de fevereiro de 2014

sonyreader

Hoje só se fala de Kindles, mas acredite, ele não foi o primeiro leitor de e-books, foi antecedido em anos pelo Sony Libre, lançado em 2004. A versão da imagem acima é o PRS-500, lançado em setembro de 2006.

O Kindle surgiria mais de um ano depois, em novembro do ano seguinte. Inicialmente eram muito caros, o da Sony começava em US$ 400,00; pelo que me recordo, mas o conceito de e-ink era bom demais. Uma tela que você podia ler ao Sol e não gastava energia pra exibir imagens?

Shut up and take my money.
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emAcessórios Miscelâneas

Lendo com os ouvidos

Por em 12 de julho de 2013

O recurso síntese de voz (TTS ou Text-to-Speech) não chega a ser novo, mas é impressionante a quantidade de pessoas que ignora completamente a sua utilidade.  Este, que a primeira vista pode parecer só um recurso de acessibilidade para deficientes visuais, pode ser usado também por pessoas normais, pois nem sempre é possível ficar manuseando o computador ou o celular para ler os feeds ou e-books. As vozes e os sintetizadores de voz melhoraram muito nos últimos tempos e o som, que continua sim um pouco robótico, já não incomoda tanto pois a voz tenta simular a entonação da leitura de acordo com a pontuação, por exemplo aumentando ou diminuindo o pitch no começo e no final da sentença.

Eu o uso principalmente no celular para “ler” e-books enquanto faço outras atividades como caminhar, dirigir ou até mesmo preparar o almoço. E funciona. No último mês eu “li” os três volumes da série Millenium dessa forma. Humm, eu fico escrevendo ler entre parênteses, puro preconceito meu, o nível de retenção das informações é igual, senão maior que a leitura propriamente dita. Então, temos esse recurso lindo e maravilhoso, como vamos usá-lo a nosso favor e diminuir a pilha de livros virtuais a serem consumidos? Como sou usuário Android (mordam-se macfags), vou me basear nele, mas os recursos e provavelmente até os programas podem ser os mesmos para outras plataformas.

Tela de configuração do Android, do SVOX Classic e  do download do pacote de voz em português.

Tela de configuração do Android, do SVOX Classic e do download do pacote de voz em português.

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emAnálise Google Software Tutorial

Ebook revela mudanças no desenvolvimento do Tomb Raider

Por em 8 de março de 2013

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Esta semana comecei a jogar o novo Tomb Raider e embora eu ainda esteja bem no início da aventura da jovem Lara, estou gostando muito da proposta da Crystal Dynamics. Tudo bem que até onde avancei há poucos elementos dos jogos anteriores, como os saltos milimetricamente realizados ou a resolução de quebra-cabeças, mas o fato é que a produção é de alto nível e várias das novas ideias foram muito bem executadas.

Como o jogo se trata de um recomeço para a franquia, na verdade eu já esperava uma mudança drástica de estilo, mas o que muitos de nós não sabíamos é que durante a produção o jogo foi recomeçado diversas vezes, conforme pode ser visto no ebook The Final Hours of Tomb Raider:

Houve apenas duas coisas que permaneceram durante todo o projeto. Um, a ambientação na ilha e dois, ele se chamar Tomb Raider,” revelou o diretor de marcas do estúdio, Karl Stewart, que afirmou também que as conversas sobre o caminho que seguiriam começaram em 2009 e abordavam desde a mecânica das armas até a forma física de protagonista. Além disso, ele também disse que o primeiro produto que surgiu desses experimentos foi o Lara Croft and the Guardian of Light.

Caso queria ler o livro digital, ele pode ser adquirido na App Store por US$ 3 ou através do Steam por R$ 5. Nele há detalhes inclusive da influência de outros jogos, como o Shadow of the Colossus e God of War e certamente é um item indispensável para quem gosta de conhecer os bastidores da criação de um game.

[via Polygon]

emComputadores Microsoft Sony

Cultura corre na frente da Amazon e lança novos e-readers da Kobo

Por em 14 de janeiro de 2013

A partir do final de 2012, o mercado de e-books começou a esboçar reação por aqui. Tivemos, quase que em uma tacada só, a chegada das lojas da Apple, Amazon, Google e Kobo, em parceria com a Livraria Cultura.

O que estava faltando, veio junto: além de o acervo de e-books estar crescendo exponencialmente a cada dia, trouxeram também e-readers de qualidade, três vezes mais barato e dez vezes melhor do que o que tínhamos disponível oficialmente por aqui. Com preços a partir de R$ 299, você já pode ter um aparelho especial para leitura em sua mochila. Eles também têm mais qualidade e trazem todo um ecossistema junto a eles, facilitando a vida do consumidor.

Kobo Glo

Kobo Glo (crédito: divulgação)

Isso tudo se confirma agora em 2013, onde estamos vendo que, realmente, agora a coisa vai. A Kobo informou em release oficial que, a partir da meia noite de hoje, estarão disponíveis no site da Livraria Cultura dois novos modelos de sua linha de e-readers, o Kobo Glo e o Kobo Mini. São nova opções de tela monocromática, em formatos que, literalmente, cabem no bolso.
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emMiscelâneas

Amazon chegou ao Brasil trazendo Kindle a R$299! E não foi só ela: isso é demais!

Por em 6 de dezembro de 2012

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E não é que as previsões de novembro de 2011 estavam certas?

A Amazon realmente aportou em solo tupiniquim no final de 2012, como eu tinha escrito. Com tantos boatos e com tanto vai ou não vai, achei que só veríamos isso em 2013, lá pelo meio do primeiro semestre. Entretanto, a chegada de outros concorrentes fez a gigante de Jeff Bezos acelerar seus planos e parar de mimimi.

A sua chegada, na madrugada de ontem para hoje, 6 de dezembro, não foi a única: há mais de dois anos bato na tecla da Kobo, empresa canadense concorrente da Amazon, e que podemos dizer que ocupa o terceiro lugar nos Estados Unidos, após a própria Amazon e a Barnes & Noble. A discreta vinda da Kobo não significa pouca coisa. Apesar de achar que a Kobo não será líder no Brasil, acredito que ela venha a adotar o estilo Google “Don’t be evil”, como já faz em outros países. A Kobo é o equilíbrio entre tantas gigantes, e foi fechar contrato justamente com a Livraria Cultura, que é um ícone de prazer na leitura.

Há algumas semanas, já tínhamos acompanhado a chegada da iBookstore no Brasil, na surdina. De repente, lá estava ela, vendendo eBooks. Quem também chegou de forma discreta foi a Google: se você entrar na Play Store brasileira, já verá por lá os links para a compra de livros e filmes. Ou seja, de repente, de novembro para cá, temos simplesmente as quatro maiores empresas do mundo na venda de e-Books, todas vendendo exemplares em português (falta só a B&N).

Essa notícia me empolga e, creiam, é muito importante. Depois de muito blábláblá, de muita promessa, ameaças, choro por parte das editoras, agora é definitivo. O Brasil entrou na era dos livros digitais. E eles vieram para ficar e vão mudar tudo. Isso não vai acontecer do dia para a noite, pois as editoras brasileiras são extremamente tradicionais, e vão ficar agarradas ao que têm o quanto puderem. Mas que vai mudar, ah, isso vai. continue lendo

emAcessórios Destaques Indústria Internet

eBooks: nem chegaram e já estão indo embora?

Por em 17 de setembro de 2012

ebooks

Algum tempo atrás, comentei animada as novidades que 2012 trazia para o mercado de eBooks. Os meses se passaram e parece que ainda estamos no final de 2011, quando esperávamos com ansiedade a explosão de lançamentos de eBooks e os grandes players do mercado fazendo parcerias, trazendo competitividade e preços mais justos.

Chegamos ao último quadrimestre do ano, e não temos ninguém aqui. A Amazon avisa que só virá no começo de 2013, a Apple está quieta, a Google está fazendo contratações esporádicas e a Kobo acabou de fechar uma parceria com a Livraria Cultura.

Mas, efetivamente, não temos ninguém apresentando as maravilhas do livro digital, ninguém oferecendo tablets menores e mais baratos. Tivemos, enfim, a mesma isenção tributária dos livros tradicionais, e poderemos ver eBooks mais baratos em breve. Mas não há mais nada, quase como se pudéssemos ver feno rolando pelo chão.

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emArtigo Meio Bit