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EA pede desculpas por brincadeira envolvendo o Wii U

Por em 2 de abril de 2014

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Já virou tradição, todo dia 1º de abril os sites, revistas e profissionais envolvidos com games se mobilizam para contar mentiras. Mesmo assim, existem algumas pessoas/companhias que não sabem levar essa data na brincadeira e se dedicam a policiar e criticar as notícias falsas que surgem em todo canto. Veja por exemplo o caso da EA.

Usando a conta oficial da engine Frostbite no Twitter, algum funcionário da DICE resolveu fazer piada com o fato de que o Wii U não deverá receber jogos criados com o kit desenvolvimento e publicou as seguintes mensagens:

A Frostbite dará vida ao #HalfLife 3, com lançamento marcado para 2014! Exclusivo para o #WiiU.”

“A Frostbite agora roda no #WiiU, já que esta é a plataforma mais poderosa da quarta geração, nossa renderização está otimizada para o Mario e Zelda.

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emNintendo

CEO da EA minimiza importância das plataformas e modelos de negócios

Por em 26 de março de 2014

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Uma das coisas que mais se discute hoje em dia é sobre qual seria o modelo de negócios ideal para que um jogo faça sucesso ou se um título deveria ser lançado para esta ou aquela plataforma, o que teoricamente poderia fazer a diferença entre o sucesso ou o fracasso, mas na opinião de Andrew Wilson, CEO da Electronic Arts, nada disso é tão importante, mas sim a qualidade do game.

Se a indústria evitar a distração das plataformas, da geografia, dos modelos de negócios e realmente focar em fazer grandes jogos para qualquer que for o público alvo a que ele se destina, para qualquer grupo de pessoas que seja; então acho que estará tudo bem. Essas outras distrações possuem seus méritos, são importantes, mas não podem ser o centro.

Bons jogos funcionam independente da plataforma em que estiverem ou do modelo de negócios que adotarem. Se você pode oferecer um bom entretenimento, então você realmente chega a essa interação minuto-a-minuto que é divertida e passa uma sensação de grande valor.

Embora eu admita que muita vezes sou um dos que desconfia de um determinado jogo apenas porque ele será distribuído gratuitamente ou porque foi lançado somente para tablets e smartphones, concordo plenamente com a opinião de Andrew Wilson e o parabenizo por ter tido a coragem de defender essa opinião mesmo estando a frente de uma empresa tão odiada quanto a EA.

O fato é que muitos de nós somos preconceituosos quando se trata de jogos que adotam plataformas, modelos de negócios ou o qualquer outra coisa com a qual não estejamos familiarizados e por isso muitas vezes acabamos perdendo a oportunidade de conhecer excelentes títulos, que sim, podem aparecer em qualquer lugar, formato ou estilo.

Fonte: OXM.

emIndústria

Molyneux diz que Electronic Arts não é um “império do mal”

Por em 25 de março de 2014

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Sei que estou praticamente sozinho nesta, mas eu não me canso de dizer que não consigo enxergar a EA como o demônio que muitos pintam. Para mim, a editora gere seu negócio da mesma forma que a maioria das outras empresas, ou seja, pouco se importando com o consumidor e visando o lucro acima de tudo, enquanto comete erros e acertos no caminho.

Quem parece ter uma opinião parecida com a minha é Peter Molyneux, que durante uma entrevista falou sobre a venda do estúdio que ajudou a fundar, a Bullfrog, e como a Electronic Arts ajudou a fortalecer a indústria.

A EA não é um império do mal. Eles são uma companhia que fez um grande negócio para a indústria. Quando corporações compram companhias, muitas coisas mudam. Você tem esse problema quando os fundadores de uma companhia recebem muito dinheiro – isso muda as pessoas, que mudam a companhia.

Você tem o problema que chamo de ‘abuso de amor’. Quando a  EA comprou a Bullfrog, eles queriam torná-la mais agradável. Eles nos mudaram para um escritório melhor, onde podíamos atirar uns nos outros [com armas de pressão] nos corredores. Tínhamos um departamento de relações públicas, porque isso era algo que se dizia adequado para quem queria ser profissional, e aquilo mudou o jeito da companhia. Quando qualquer companhia é adquirida, isso a muda.

Algumas vezes essa mudança faz a companhia melhor. Muitas vezes pode torná-la pior.

Quer dizer, o inglês fez questão de dizer que o problema não está naqueles que investem pesado na compra de um estúdio, mas nos antigos donos e tendo passado duas vezes por esta situação, primeiro com a Bullfrog Productions e depois com a Lionhead Studios, acho que Molyneux possui bastante autoridade para falar sobre o assunto e fico até com a impressão de que sua declaração saiu com um tom de desabafo, quase um mea-culpa.

Fonte: Kotaku.

emIndústria

Novos jogos do Star Wars terão série Arkham como inspiração

Por em 25 de março de 2014

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Se você está curioso para saber o que a Electronic Arts fará com os direitos que possui para produzir jogos baseados na franquia Star Wars, veja o que disse durante uma entrevista Andrew Wilson, CEO da companhia, pois pelo menos no que se refere a fonte de inspiração, eles parecessem estar no caminho certo.

O que a Warner Bros. fez com o Batman foi pegar as raízes da propriedade intelectual e manifestá-las nas paredes de Gotham City, entregando uma experiência interativa que possui laços reais com aquilo que vemos nos filmes e lemos nos quadrinhos, ao mesmo tempo em que possui sua própria vida, porque consegue entregar um enredo tão profundo e mais imersivo.

Quando nós olhamos para a propriedade Star Wars, é assim que a vemos. Não tentaremos criar um jogo que replique a história de um filme em particular.

Como a EA possui um contrato que lhe garantirá 10 anos para explorar a marca, é bem provável que alguns jogos sejam lançados neste período e é muito bom saber que eles não terão que gastar esforço para criar algo que seja apenas uma adaptação daquilo que vimos ou veremos nos cinemas.

A principio, o único jogo anunciado por eles é o Battlefront, que servirá como um recomeço para série e como ela é mais voltada para as partidas multiplayer, imagino que o enredo não será o seu forte. No entanto, como DICE, Visceral e BioWare foram apontadas como desenvolvedoras que trabalharão com a marca Star Wars, fiquei muito empolgado para ver como será essa abordagem Arkham que elas darão a um possível jogo que ainda não foi revelado.

Fonte: Gamespot.

emMiscelâneas

A Electronic Arts e sua interessante visão sobre a realidade virtual

Por em 10 de março de 2014

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Existe uma boa chance de que estejamos prestes a ver o início de uma revolução no mundo dos games e a tecnologia que poderá ser responsável por isso é a realidade virtual. Além do tão aclamado Oculus Rift, empresas como a Valve já mostraram interesse na novidade (que diga-se, nem é tão nova assim) e há quem garanta que até a Sony esteja preparando uma investida de peso na área.

Porém, de nada adianta termos dispositivos que nos coloquem mais imersos nos mundos virtuais se não tivermos títulos que se aproveitem disso e de depois de seus criadores terem afirmado que pretendem fazer com que jogos como o Strike Suit Zero, Euro Truck Simulator e The Witness funcionem com esses HMD, chegou a vez da EA dizer que está de olho na tendência.

Na opinião de Andrew Wilson, CEO da editora, atualmente podemos dividir o estilo de jogo em três partes: uma delas é quando nos sentamos em um sofá para jogar em uma TV de alta definição, um bom sistema de áudio e queremos um entretenimento altamente imersivo. A segunda seria quando estamos no PC, onde estamos próximos do monitor e procuramos determinados gêneros que não se saem muito bem de outra maneira. Por fim, temos os jogos em dispositivos móveis, que nos permitem jogar em qualquer lugar.

Então, o executivo disse acreditar que a realidade virtual poderá se tornar o quarto estilo, onde usaremos os óculos ou algum tipo de holograma que nos envolva na sala de estar, o que me fez lembrar do promissor IllumiRoom da Microsoft.

Segundo Wilson, existe claramente um desejo entre os jogadores de que um novo estilo seja adicionado e por isso ele tem incentivado sua equipe a criar jogos que estejam preparados para isso, independentemente de qual será a empresa que entregará o óculos de realidade virtual que será utilizado por eles.

Como tenho dito seguidas vezes, ainda não estou muito certo de que a RV terá tanta força quanto muitos estão esperando, mas a partir do momento em que empresas tão grandes começam a defender a tecnologia, fica difícil acreditar que ela não tenha futuro.

Fonte: Polygon.

emMiscelâneas

Para se redimir, EA usa o GOG para dar o clássico Dungeon Keeper

Por em 14 de fevereiro de 2014

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Na última semana começou a se desenhar um cenário bastante preocupante no mundo dos games. A EA, no ápice de sua ganância lançou uma versão do clássico Dungeon Keeper para dispositivos móveis, mas aquilo que poderia ser a realização do sonho de muitos fãs acabou se mostrando um tremendo pesadelo.

O relançamento praticamente exige que os jogadores gastem pequenas fortunas para realizar qualquer tipo de ação nas partidas e nem Peter Molyneux poupou as críticas, dizendo que o que fizeram com a sua criação foi algo ridículo.

Para alguns, o jogo foi uma clara demonstração de que o modelo de microtransações nem deveria existir, enquanto que para outros a editora perdeu uma bela oportunidade de reviver uma franquia que ainda poderá render outros capítulos, mas seja como for, a EA parece ter percebido o erro que cometeu e por isso está nos dando um presentinho.

Durante este final semana, qualquer um que tiver uma conta no GOG poderá baixar o Dungeon Keeper original sem pagar nada por isso, bastando clicar no link localizado na home page do serviço e os interessados ainda poderão adquirir a sua continuação por apenas US$ 1,49.

Por ser um jogo lançado há quase 14 anos, é provável que muitos estranhem seus gráficos, mas se você sempre teve vontade de saber porque ele foi tão elogiado na época em que apareceu, esta sem dúvida é uma ótima oportunidade e mesmo sabendo que essa atitude não livra a cara da Electronic Arts, ao menos não recebemos apenas num pedido de desculpas.

emComputadores

EA, Dungeon Keeper e como destruir um game clássico

Por em 8 de fevereiro de 2014

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Nós já vimos casos em que desenvolvedoras pervertem tudo num jogo para ganhar tostões a mais com games que esfolam a carteira do jogador a todo momento. Como hoje em dia a fórmula para fazer dinheiro do cenário mobile é desenvolver apps freemium, não são poucas as empresas preguiçosas que não se preocupam em entregar um jogo minimamente atraente, ou mesmo jogável sem aporrinhar o jogador, fazendo-o gastar altas cifras com microtransações.

A empresa que mais adora o valor das verdinhas é com certeza a Electronic Arts. Nos últimos tempos muitos de seus títulos se renderam ao método de vendas ingame, sendo que em alguns títulos o sistema foi implementado de tal forma que só é possível progredir com certa velocidade se o jogador abrir a carteira. Plants vs. Zombies 2 é um bom exemplo.

Só que nesta semana ela se superou. O remake de Dungeon Keeper, o clássico da Bullfrog Productions lançado em 1997 por um Peter Molyneux pra lá de inspirado vinha sendo esperado com certo receio exatamente pelo temor do que a EA, na posição de dona da franquia faria com o título. E os temores foram até conservadores: lançado na segunda-feira, o título é simplesmente INJOGÁVEL caso o jogador não ceda às microtransações.

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