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Molyneux diz que Electronic Arts não é um “império do mal”

Por em 25 de março de 2014

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Sei que estou praticamente sozinho nesta, mas eu não me canso de dizer que não consigo enxergar a EA como o demônio que muitos pintam. Para mim, a editora gere seu negócio da mesma forma que a maioria das outras empresas, ou seja, pouco se importando com o consumidor e visando o lucro acima de tudo, enquanto comete erros e acertos no caminho.

Quem parece ter uma opinião parecida com a minha é Peter Molyneux, que durante uma entrevista falou sobre a venda do estúdio que ajudou a fundar, a Bullfrog, e como a Electronic Arts ajudou a fortalecer a indústria.

A EA não é um império do mal. Eles são uma companhia que fez um grande negócio para a indústria. Quando corporações compram companhias, muitas coisas mudam. Você tem esse problema quando os fundadores de uma companhia recebem muito dinheiro – isso muda as pessoas, que mudam a companhia.

Você tem o problema que chamo de ‘abuso de amor’. Quando a  EA comprou a Bullfrog, eles queriam torná-la mais agradável. Eles nos mudaram para um escritório melhor, onde podíamos atirar uns nos outros [com armas de pressão] nos corredores. Tínhamos um departamento de relações públicas, porque isso era algo que se dizia adequado para quem queria ser profissional, e aquilo mudou o jeito da companhia. Quando qualquer companhia é adquirida, isso a muda.

Algumas vezes essa mudança faz a companhia melhor. Muitas vezes pode torná-la pior.

Quer dizer, o inglês fez questão de dizer que o problema não está naqueles que investem pesado na compra de um estúdio, mas nos antigos donos e tendo passado duas vezes por esta situação, primeiro com a Bullfrog Productions e depois com a Lionhead Studios, acho que Molyneux possui bastante autoridade para falar sobre o assunto e fico até com a impressão de que sua declaração saiu com um tom de desabafo, quase um mea-culpa.

Fonte: Kotaku.

emIndústria

Novos jogos do Star Wars terão série Arkham como inspiração

Por em 25 de março de 2014

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Se você está curioso para saber o que a Electronic Arts fará com os direitos que possui para produzir jogos baseados na franquia Star Wars, veja o que disse durante uma entrevista Andrew Wilson, CEO da companhia, pois pelo menos no que se refere a fonte de inspiração, eles parecessem estar no caminho certo.

O que a Warner Bros. fez com o Batman foi pegar as raízes da propriedade intelectual e manifestá-las nas paredes de Gotham City, entregando uma experiência interativa que possui laços reais com aquilo que vemos nos filmes e lemos nos quadrinhos, ao mesmo tempo em que possui sua própria vida, porque consegue entregar um enredo tão profundo e mais imersivo.

Quando nós olhamos para a propriedade Star Wars, é assim que a vemos. Não tentaremos criar um jogo que replique a história de um filme em particular.

Como a EA possui um contrato que lhe garantirá 10 anos para explorar a marca, é bem provável que alguns jogos sejam lançados neste período e é muito bom saber que eles não terão que gastar esforço para criar algo que seja apenas uma adaptação daquilo que vimos ou veremos nos cinemas.

A principio, o único jogo anunciado por eles é o Battlefront, que servirá como um recomeço para série e como ela é mais voltada para as partidas multiplayer, imagino que o enredo não será o seu forte. No entanto, como DICE, Visceral e BioWare foram apontadas como desenvolvedoras que trabalharão com a marca Star Wars, fiquei muito empolgado para ver como será essa abordagem Arkham que elas darão a um possível jogo que ainda não foi revelado.

Fonte: Gamespot.

emMiscelâneas

A Electronic Arts e sua interessante visão sobre a realidade virtual

Por em 10 de março de 2014

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Existe uma boa chance de que estejamos prestes a ver o início de uma revolução no mundo dos games e a tecnologia que poderá ser responsável por isso é a realidade virtual. Além do tão aclamado Oculus Rift, empresas como a Valve já mostraram interesse na novidade (que diga-se, nem é tão nova assim) e há quem garanta que até a Sony esteja preparando uma investida de peso na área.

Porém, de nada adianta termos dispositivos que nos coloquem mais imersos nos mundos virtuais se não tivermos títulos que se aproveitem disso e de depois de seus criadores terem afirmado que pretendem fazer com que jogos como o Strike Suit Zero, Euro Truck Simulator e The Witness funcionem com esses HMD, chegou a vez da EA dizer que está de olho na tendência.

Na opinião de Andrew Wilson, CEO da editora, atualmente podemos dividir o estilo de jogo em três partes: uma delas é quando nos sentamos em um sofá para jogar em uma TV de alta definição, um bom sistema de áudio e queremos um entretenimento altamente imersivo. A segunda seria quando estamos no PC, onde estamos próximos do monitor e procuramos determinados gêneros que não se saem muito bem de outra maneira. Por fim, temos os jogos em dispositivos móveis, que nos permitem jogar em qualquer lugar.

Então, o executivo disse acreditar que a realidade virtual poderá se tornar o quarto estilo, onde usaremos os óculos ou algum tipo de holograma que nos envolva na sala de estar, o que me fez lembrar do promissor IllumiRoom da Microsoft.

Segundo Wilson, existe claramente um desejo entre os jogadores de que um novo estilo seja adicionado e por isso ele tem incentivado sua equipe a criar jogos que estejam preparados para isso, independentemente de qual será a empresa que entregará o óculos de realidade virtual que será utilizado por eles.

Como tenho dito seguidas vezes, ainda não estou muito certo de que a RV terá tanta força quanto muitos estão esperando, mas a partir do momento em que empresas tão grandes começam a defender a tecnologia, fica difícil acreditar que ela não tenha futuro.

Fonte: Polygon.

emMiscelâneas

Para se redimir, EA usa o GOG para dar o clássico Dungeon Keeper

Por em 14 de fevereiro de 2014

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Na última semana começou a se desenhar um cenário bastante preocupante no mundo dos games. A EA, no ápice de sua ganância lançou uma versão do clássico Dungeon Keeper para dispositivos móveis, mas aquilo que poderia ser a realização do sonho de muitos fãs acabou se mostrando um tremendo pesadelo.

O relançamento praticamente exige que os jogadores gastem pequenas fortunas para realizar qualquer tipo de ação nas partidas e nem Peter Molyneux poupou as críticas, dizendo que o que fizeram com a sua criação foi algo ridículo.

Para alguns, o jogo foi uma clara demonstração de que o modelo de microtransações nem deveria existir, enquanto que para outros a editora perdeu uma bela oportunidade de reviver uma franquia que ainda poderá render outros capítulos, mas seja como for, a EA parece ter percebido o erro que cometeu e por isso está nos dando um presentinho.

Durante este final semana, qualquer um que tiver uma conta no GOG poderá baixar o Dungeon Keeper original sem pagar nada por isso, bastando clicar no link localizado na home page do serviço e os interessados ainda poderão adquirir a sua continuação por apenas US$ 1,49.

Por ser um jogo lançado há quase 14 anos, é provável que muitos estranhem seus gráficos, mas se você sempre teve vontade de saber porque ele foi tão elogiado na época em que apareceu, esta sem dúvida é uma ótima oportunidade e mesmo sabendo que essa atitude não livra a cara da Electronic Arts, ao menos não recebemos apenas num pedido de desculpas.

emComputadores

EA, Dungeon Keeper e como destruir um game clássico

Por em 8 de fevereiro de 2014

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Nós já vimos casos em que desenvolvedoras pervertem tudo num jogo para ganhar tostões a mais com games que esfolam a carteira do jogador a todo momento. Como hoje em dia a fórmula para fazer dinheiro do cenário mobile é desenvolver apps freemium, não são poucas as empresas preguiçosas que não se preocupam em entregar um jogo minimamente atraente, ou mesmo jogável sem aporrinhar o jogador, fazendo-o gastar altas cifras com microtransações.

A empresa que mais adora o valor das verdinhas é com certeza a Electronic Arts. Nos últimos tempos muitos de seus títulos se renderam ao método de vendas ingame, sendo que em alguns títulos o sistema foi implementado de tal forma que só é possível progredir com certa velocidade se o jogador abrir a carteira. Plants vs. Zombies 2 é um bom exemplo.

Só que nesta semana ela se superou. O remake de Dungeon Keeper, o clássico da Bullfrog Productions lançado em 1997 por um Peter Molyneux pra lá de inspirado vinha sendo esperado com certo receio exatamente pelo temor do que a EA, na posição de dona da franquia faria com o título. E os temores foram até conservadores: lançado na segunda-feira, o título é simplesmente INJOGÁVEL caso o jogador não ceda às microtransações.

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emCelulares Games

Podem chorar, o Titanfall exigirá conexão com o Origin

Por em 6 de fevereiro de 2014

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O Titanfall é sem dúvida um dos jogos com maior potencial neste início de geração, mas nos últimos dias a Respawn Entertainment parece estar fazendo o possível para que os jogadores percam o interesse nele e depois de revelar que as partidas abrigarão no máximo seis pessoas em cada equipe, eles confirmaram aquilo que muito temiam, a vinculação do game ao Origin.

Sendo assim, quando o FPS for finalmente lançado, quem estiver no PC precisará obrigatoriamente ter uma conta no odiado serviço de distribuição digital da Electronic Arts, o que por sua vez elimina as chances, ao menos por enquanto, de que ele seja vendido também pelo Steam e tenho certeza que esse simples detalhe fará com que alguns desistam da compra.

A informação foi confirmada pelo próprio Vince Zampella, um dos fundadores do estúdio, que logo após publicar as configurações necessárias para jogar no PC, foi questionado por um seguidor e ainda pediu que as pessoas dessem uma chance ao Origin, já que isso não lhes custaria nada.

Quanto aos requisitos mínimos para jogar o Titanfall, será necessário um AMD Athlon X2 2,8 GHz ou um Intel Core 2 Duo 2,4 GHz; 4 GB de RAM e uma placa de vídeo GeForce 8800 GT ou uma Radeon HD 4770, além de um Windows 7 64 bits e confesso que imaginava que o game seria mais pesado.

Já em relação a conexão com o Origin, mesmo entendendo as reclamações de quem odeia o serviço, afinal também já tive problemas com ele, eu não deixaria de jogar algo em que tenho interesse só por causa disso e no fundo essa exigência nem é tão surpreendente, já que o títulos será distribuído pela EA, mas qual a sua opinião sobre o assunto? Você deixará de comprá-lo por causa dessa novidade?

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Demissões colocam futuro da série Need for Speed em xeque

Por em 3 de fevereiro de 2014

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Se existe algo certo na indústria de games é que no último trimestre do ano veremos o lançamento de um novo Need for Speed, mas se as fontes ouvidas pelo site Polygon estiverem corretas, há uma boa chance de que esta corrente seja quebrada em 2014.

Formado basicamente por ex-integrantes da Criterion Games, a Ghost Games foi criada justamente para assumir a responsabilidade pelo desenvolvimento da franquia, mas pessoas ligadas ao estúdio afirmam que uma onda de demissões atingiu a equipe na última semana, com a EA recomendando que aqueles que trabalham em tempo integral aceitassem uma compensação financeira para serem mandados embora ou então fossem transferidos para a Visceral Games.

Caso aceitem a mudança de estúdios, esses profissionais ajudariam na criação de um novo Battlefield que teria a polícia como tema e cujo lançamento estaria programado para acontecer ainda este ano. Quanto ao próximo Need for Speed, este estaria com o seu desenvolvimento paralisado.

Ao ser procurado para falar sobre o rumor, um representante da Electronic Arts afirmou que a Ghost Games entrou em um período de consultas para alguns cargos, o que indica que de fato a desenvolvedora está passando por uma reformulação, algo até normal, se considerarmos que praticamente toda a EA está na mesma situação.

Há quem diga que essas demissões se deva às baixas vendas do primeiro jogo do estúdios, mesmo com o Need for Speed: Rivals tendo sido bem recebido pela crítica e mesmo duvidando que isso irá acontecer, seria interessante ver a reação dos jogadores caso a editora anuncie que este ano não teremos um novo NfS.

É verdade que  a criação da franquia costumava ser intercalada entre os vários estúdios da EA, mas como o responsável pela Ghost Games afirmou há alguns meses que a partir de então eles ficariam responsável por ela, pode ser que tais demissões afetem profundamente não só a data de lançamento, mas a qualidade do jogo como um todo.

emMiscelâneas