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Os jogos da EA que “morrerão” junto com o GameSpy

Por em 12 de maio de 2014

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Durou pouco a promessa da EA de que alguns capítulos da franquia Battlefield, mais precisamente o segundo e o 2142 continuariam funcionando online, mesmo com o término do GameSpy. Embora a editora estivesse procurando uma maneira de contornar o problema, eles anunciaram que isso não foi possível e a menos que algo aconteça até lá, esses e vários outros títulos da companhia perderão seus multiplayers a partir do fim de junho.

Além desses capítulos importantes da popular série de tiro em primeira pessoa, também morrerão outros jogos bastante populares da companhia, como o Neverwinter Nights 2, o Command & Conquer 3: Tiberium Wars e os dois primeiros Crysis, além de uma boa quantidade de títulos para consoles e portáteis.

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Bomba! Este ano não veremos um novo Need for Speed

Por em 7 de maio de 2014

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Uma das brincadeiras mais feitas na indústria de games nos últimos anos dizia que, se existe algo que podemos ter certeza, é que há cada 12 meses o mundo veria um novo FIFA, um novo Call of Duty e um novo Need for Speed.  Mas dessa vez, alguém lá de dentro da EA resolveu quebrar o protocolo.

Através de um relatório sobre o desempenho fiscal da empresa no último ano, a editora publicou uma declaração de Marcus Nilsson, gerente geral da Ghost Games, onde o este explica porque a série de corrida não receberá um novo lançamento nesta temporada.

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O suporte da EA e a maldita limitação de ativações

Por em 29 de abril de 2014

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Na semana passada, após assistir este impressionante trailer do Project CARS, eu cogitei investir já na compra do jogo que só deverá ser lançado em novembro. Então, lembrei que não havia dado a devida atenção ao título anterior da Slightly Mad Studios, o Shift 2: Unleashed e decidi que o mais sensato seria aproveitar o que já tinha.

Após realizar o download do jogo no Steam, tratei de iniciá-lo e para minha surpresa, fui interrompido por um aviso dizendo que eu havia atingido o limite de ativações para aquele serial e naquele momento apenas uma coisa passou pela minha cabeça: lá vamos nós iniciar uma tremenda guerra com o suporte da EA.

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EA quer manter série Battlefield funcionando online

Por em 14 de abril de 2014

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Semana passada ficamos sabendo que o GameSpy encerrará suas atividades no dia 31 de maio e para desespero de muitos dos que jogam online alguns dos games suportados pelo serviço, existe um grande ponto de interrogação sobre o futuro de vários desses títulos.

Como a Electonic Arts é uma empresa que não costuma fazer a menor cerimônia para desligar os servidores de seus jogos, muitos imaginavam que ela não daria importância para o problema, mas numa medida até certo ponto surpreendente, a editora deu uma boa notícia, principalmente para os fãs da franquia Battlefield.

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emComputadores Games

EA pede desculpas por brincadeira envolvendo o Wii U

Por em 2 de abril de 2014

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Já virou tradição, todo dia 1º de abril os sites, revistas e profissionais envolvidos com games se mobilizam para contar mentiras. Mesmo assim, existem algumas pessoas/companhias que não sabem levar essa data na brincadeira e se dedicam a policiar e criticar as notícias falsas que surgem em todo canto. Veja por exemplo o caso da EA.

Usando a conta oficial da engine Frostbite no Twitter, algum funcionário da DICE resolveu fazer piada com o fato de que o Wii U não deverá receber jogos criados com o kit desenvolvimento e publicou as seguintes mensagens:

A Frostbite dará vida ao #HalfLife 3, com lançamento marcado para 2014! Exclusivo para o #WiiU.”

“A Frostbite agora roda no #WiiU, já que esta é a plataforma mais poderosa da quarta geração, nossa renderização está otimizada para o Mario e Zelda.

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CEO da EA minimiza importância das plataformas e modelos de negócios

Por em 26 de março de 2014

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Uma das coisas que mais se discute hoje em dia é sobre qual seria o modelo de negócios ideal para que um jogo faça sucesso ou se um título deveria ser lançado para esta ou aquela plataforma, o que teoricamente poderia fazer a diferença entre o sucesso ou o fracasso, mas na opinião de Andrew Wilson, CEO da Electronic Arts, nada disso é tão importante, mas sim a qualidade do game.

Se a indústria evitar a distração das plataformas, da geografia, dos modelos de negócios e realmente focar em fazer grandes jogos para qualquer que for o público alvo a que ele se destina, para qualquer grupo de pessoas que seja; então acho que estará tudo bem. Essas outras distrações possuem seus méritos, são importantes, mas não podem ser o centro.

Bons jogos funcionam independente da plataforma em que estiverem ou do modelo de negócios que adotarem. Se você pode oferecer um bom entretenimento, então você realmente chega a essa interação minuto-a-minuto que é divertida e passa uma sensação de grande valor.

Embora eu admita que muita vezes sou um dos que desconfia de um determinado jogo apenas porque ele será distribuído gratuitamente ou porque foi lançado somente para tablets e smartphones, concordo plenamente com a opinião de Andrew Wilson e o parabenizo por ter tido a coragem de defender essa opinião mesmo estando a frente de uma empresa tão odiada quanto a EA.

O fato é que muitos de nós somos preconceituosos quando se trata de jogos que adotam plataformas, modelos de negócios ou o qualquer outra coisa com a qual não estejamos familiarizados e por isso muitas vezes acabamos perdendo a oportunidade de conhecer excelentes títulos, que sim, podem aparecer em qualquer lugar, formato ou estilo.

Fonte: OXM.

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Molyneux diz que Electronic Arts não é um “império do mal”

Por em 25 de março de 2014

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Sei que estou praticamente sozinho nesta, mas eu não me canso de dizer que não consigo enxergar a EA como o demônio que muitos pintam. Para mim, a editora gere seu negócio da mesma forma que a maioria das outras empresas, ou seja, pouco se importando com o consumidor e visando o lucro acima de tudo, enquanto comete erros e acertos no caminho.

Quem parece ter uma opinião parecida com a minha é Peter Molyneux, que durante uma entrevista falou sobre a venda do estúdio que ajudou a fundar, a Bullfrog, e como a Electronic Arts ajudou a fortalecer a indústria.

A EA não é um império do mal. Eles são uma companhia que fez um grande negócio para a indústria. Quando corporações compram companhias, muitas coisas mudam. Você tem esse problema quando os fundadores de uma companhia recebem muito dinheiro – isso muda as pessoas, que mudam a companhia.

Você tem o problema que chamo de ‘abuso de amor’. Quando a  EA comprou a Bullfrog, eles queriam torná-la mais agradável. Eles nos mudaram para um escritório melhor, onde podíamos atirar uns nos outros [com armas de pressão] nos corredores. Tínhamos um departamento de relações públicas, porque isso era algo que se dizia adequado para quem queria ser profissional, e aquilo mudou o jeito da companhia. Quando qualquer companhia é adquirida, isso a muda.

Algumas vezes essa mudança faz a companhia melhor. Muitas vezes pode torná-la pior.

Quer dizer, o inglês fez questão de dizer que o problema não está naqueles que investem pesado na compra de um estúdio, mas nos antigos donos e tendo passado duas vezes por esta situação, primeiro com a Bullfrog Productions e depois com a Lionhead Studios, acho que Molyneux possui bastante autoridade para falar sobre o assunto e fico até com a impressão de que sua declaração saiu com um tom de desabafo, quase um mea-culpa.

Fonte: Kotaku.

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