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Digital Drops Blog de Brinquedo

Kindle Unlimited chega ao Brasil por R$ 19,90 ao mês

Por em 16 de dezembro de 2014

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Alguns meses atrás a Amazon introduziu um novo serviço de assinatura chamado Kindle Unlimited (lançado às pressas após um vazamento) que funciona exatamente como o Netflix: com uma taxa mensal você tem direito a um acervo enorme de livros digitais, dos mais variados tipos. E agora esse serviço desembarca por aqui.

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Amazon estuda serviço de assinatura mensal de e-books

Por em 17 de julho de 2014

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Graças a uma gafe da própria Amazon, tivemos praticamente a confirmação que a empresa se prepara para fornecer um serviço que sendo chamado de “Netflix dos e-books”: trata-se do chamado Kindle Unlimited, um plano de assinatura mensal que dará ao consumidor acesso a milhares de livros digitais e outros tantos de audiobooks por uma bagatela.

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Barnes & Noble e Samsung anunciam o Galaxy Tab 4 Nook

Por em 5 de junho de 2014

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A Barnes & Noble bem que tentou, mas não conseguiu emplacar seu tablet próprio Nook. Embora o mercado de livros digitais esteja pra lá de aquecido, as vendas de e-readers ultimamente se concentram no Kindle e no Kobo. No ano passado, após sofrer prejuízo de 119 milhões de dólares a livraria encerrou a produção do dispositivo e anunciou que ele seria terceirizado.

Hoje ela revelou que a Samsung é sua nova parceira, entretanto a empresa coreana não vai desenvolver um hardware exclusivo.

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Amazon anuncia plano de venda de ebooks com descontos para quem possui a versão física

Por em 3 de setembro de 2013

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A Amazon acaba de anunciar um plano de descontos que pode ser muito útil para quem costuma comprar livros físicos no site e gostaria de ter a versão digital deles: a partir de outubro entrará no ar o serviço Kindle Matchbook, que permitirá aos usuários adquirirem e-books de publicações que eles já possuam por valores que podem sair entre grátis e três dólares, dependendo da editora e/ou livro em questão.

O único porém é que o livro precisa ter sido adquirido pelo site da Amazon, obviamente.

Funciona assim: a editora vai eleger quais livros estarão disponíveis no programa. A partir daí o consumidor que tiver uma cópia física dele adquirida pelo site da Amazon (ele precisa constar no seu histórico de compras) poderá selecionar o ebook e dependendo da editora e edição, o valor pode ficar entre digrátis, US$ 0,99, US$ 1,99 ou US$ 2,99.

Entre os títulos participantes do plano estão listados A Cidade Fantástica de Ray Bradbury (cujo título original é Dandelion Wine), Anathem de Neal Stephenson (sem edição brasileira), Homens São de Marte, Mulheres São de Vênus de John Gray, Pássaros Feridos de Collen McCullough (aquele mesmo), Presa de Michael Crichton e O Oceano no Fim do Caminho de Neil Gaiman.

Claro que um recurso desses nunca seria estendido a toda e qualquer edição física que leitores possuam, mas não deixa de ser uma opção interessante. Não há previsão de quando o programa estará disponível no Brasil, se um dia estará. E considerando que o Kindle Fire HD nem chegou por aqui ainda

Fonte: Ars Technica.

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Amazon chegou ao Brasil trazendo Kindle a R$299! E não foi só ela: isso é demais!

Por em 6 de dezembro de 2012

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E não é que as previsões de novembro de 2011 estavam certas?

A Amazon realmente aportou em solo tupiniquim no final de 2012, como eu tinha escrito. Com tantos boatos e com tanto vai ou não vai, achei que só veríamos isso em 2013, lá pelo meio do primeiro semestre. Entretanto, a chegada de outros concorrentes fez a gigante de Jeff Bezos acelerar seus planos e parar de mimimi.

A sua chegada, na madrugada de ontem para hoje, 6 de dezembro, não foi a única: há mais de dois anos bato na tecla da Kobo, empresa canadense concorrente da Amazon, e que podemos dizer que ocupa o terceiro lugar nos Estados Unidos, após a própria Amazon e a Barnes & Noble. A discreta vinda da Kobo não significa pouca coisa. Apesar de achar que a Kobo não será líder no Brasil, acredito que ela venha a adotar o estilo Google “Don’t be evil”, como já faz em outros países. A Kobo é o equilíbrio entre tantas gigantes, e foi fechar contrato justamente com a Livraria Cultura, que é um ícone de prazer na leitura.

Há algumas semanas, já tínhamos acompanhado a chegada da iBookstore no Brasil, na surdina. De repente, lá estava ela, vendendo eBooks. Quem também chegou de forma discreta foi a Google: se você entrar na Play Store brasileira, já verá por lá os links para a compra de livros e filmes. Ou seja, de repente, de novembro para cá, temos simplesmente as quatro maiores empresas do mundo na venda de e-Books, todas vendendo exemplares em português (falta só a B&N).

Essa notícia me empolga e, creiam, é muito importante. Depois de muito blábláblá, de muita promessa, ameaças, choro por parte das editoras, agora é definitivo. O Brasil entrou na era dos livros digitais. E eles vieram para ficar e vão mudar tudo. Isso não vai acontecer do dia para a noite, pois as editoras brasileiras são extremamente tradicionais, e vão ficar agarradas ao que têm o quanto puderem. Mas que vai mudar, ah, isso vai. continue lendo

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Random House cede e vai parar no iOS

Por em 3 de março de 2011

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Até que os grandes editores e publishers deem o primeiro passo para realmente transitarem a venda de livros do papel para o digital, as coisas não podem passar da tão comum sensação de “promessa a ser cumprida” que virou o mercado editorial mundial.

A indústria de notícias começou a dar os primeiros passos mas também não se converteu em algo consistente ainda. Murdoch e Jobs até que tentaram lhes dar o empurrão necessário com o lançamento do The Daily, mas nem todos pularam para dentro desse barco e as coisas permanecem em suspenso.

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Resenha: Saraiva Digital Reader

Por em 24 de fevereiro de 2011

A Saraiva é uma loja que tem alguns méritos no Brasil por ter lojas físicas legais, um amplo catálogo de livros nacionais e importados e ter sido pioneira em serviços que ainda engatinham no país, como vídeo sob demanda – apesar dos vários fails desse último, pioneirismo é importante. Recentemente, a livraria se lançou também no mercado dos leitores de ebooks com o Saraiva Digital Reader.

Quando fiquei sabendo da possibilidade de poder comprar dois mil títulos editados no Brasil e mais de 150 milhões de importados, além de 150 obras gratuitas (provavelmente em domínio público), resolvi experimentar o serviço, cheia de esperanças. Afinal, dos dezesseis livros lidos por mim em 2010, nove foram na telinha de três polegadas do iPod touch. Acostumei tão bem a ler no bichinho que dia desses catei minha cópia física de “Declínio e Queda do Império Romano” e estranhei ficar carregando aquele calhamaço enorme para cima e para baixo.

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