Digital Drops Blog de Brinquedo

Agora estamos conversando: LG anuncia monitor de 31″, 4K, 21:9

Por em 17 de dezembro de 2013
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Japinha not included.

A chegada do “Retina Display” nos Macs deu uma boa sacudida nos PCs. Até então era basicamente impossível encontrar fora do mercado premium monitores acima de Full HD. Junto a isso vieram os fabricantes de TV, querendo vender seu peixe e inventando o 4K. Acabamos com uma situação inédita: computadores com resolução menor que televisões.
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Microsoft divulga preços oficiais do Surface Pro, aquele com metade da bateria do RT

Por em 30 de novembro de 2012

Panos Panay, gerente-geral do projeto Surface, revelou ontem os preços oficiais da tablet x86 da Microsoft, aquele que roda a versão completa do Windows 8: o Surface Pro será lançado em algum dia de janeiro a partir de 899 dólares, preço correspondente à versão com SSD de 64 GB.

Quem quiser 128 GB de espaço mais-ou-menos disponível terá de desembolsar mais 100 obamas da carteira, pagando US$ 999. Nenhuma dessas duas versões virá com a icônica capa-teclado, que terá de ser adquirida à parte por até US$ 130, mas cada pacote do Surface Pro inclui uma caneta que pode ser usada para escrever na tela. Caneta essa que não é suportada pelo Surface RT.

Enquanto o Surface RT consegue manter uma autonomia próxima das 9 horas de navegação na internê, a bateria do Surface Pro morre na metade desse tempo, por volta das 5 horas de uso.

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Surface Pro virá com caneta e custará a partir de US$ 899.

Essa curta vida da bateria torna o Surface Pro mais próximo de um ultrabook que de um tablet, mas convenhamos que colocar um processador Intel numa tela full-HD de 10,6 polegadas e manter um conector USB 3.0 completo num aparelho do tamanho de tablet teria lá seus sacrifícios. Ainda bem que a Microsoft manteve ao menos uma saída de vídeo mini-DisplayPort para o pessoal que precisa projetar slides em palestras e seminários.

E podem ter certeza que veremos mais tablets sendo utilizados em sala de aula: segundo o último relatório do NPD Group, o mês do lançamento do Windows 8 foi marcado pela queda nas vendas dos computadores, comportamento bem diferente do mesmo período em lançamentos anteriores do Windows (Vista inclusive).

Em outubro, as vendas de desktops caíram 21 por cento e os laptops com Windows tiveram queda de 24% nas vendas lá na América do Norte: com exceção da Lenovo, Asus e, óbvio, Apple, o mercado de PCs está lutando para sobreviver. Nos Estados Unidos, em tal mês o mercado de computadores x86 sofreu encolhimento de 12,4% sobre a média do 3º trimestre.

O tio Laguna ainda acha cedo para podermos dizer se a Microsoft pode vir a ser uma nova Apple no quesito vendas de aparelhos baseados no ARM, até porque ainda tenho minhas dúvidas se o ecossistema dela torna os Windows Phones verdadeiros “canivetes suiços”, mas já estou juntando meus trocados para levar um Surface Pro pois meu pobrebook não passa de 2013: o aparelho da Microsoft consegue ser bem menos caro que um MacBook Pro e ainda me mata um pouco a vontade de comprar um iPad mini.

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Nasce a ‘2ª geração’ de GPUs DX11 da AMD: Radeon HD 6870 e 6850 são postas à prova

Por em 29 de outubro de 2010

Melhorar no que faz daria mais lucro que retalhar as costas dos concorrentes?

Bom, a nVidia já se declarou como uma empresa de software, foi suspeita de “incentivar financeiramente” desenvolvedores de software a utilizarem o PhysX e parece A-D-O-R-A-R uma ‘treta’ com a Intel.

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Enquanto isso, a ATi completava o processo de integração com a AMD e fazia a despedida da marca com “chave de ouro”, ao deixar disponível no varejo toda a sua primeira geração de GPUs DirectX 11 (Evergreen, a série Radeon HD 5000) em placas de vídeo de diversas faixas de preço e desempenho.

A série Radeon HD 5000 mostrou-se excelente do ponto de vista do custo benefício e, com isso, a ATi obteve, pela primeira vez em sua história, a liderança no mercado de processadores gráficos dedicados: no segundo trimestre de 2010, a divisão de processadores gráficos da AMD obteve 51,1 % do mercado, ante 48,8 % da nVidia e 0,1 % da Matrox.

Quando incluímos os processadores gráficos integrados (IGP, akavídeo onboard’) na conta, o mercado ficou distribuído assim: a Intel é líder com 54,3 % dos computadores vendidos e infestados pelas GMAs; a AMD logo atrás com 24,5 % do mercado e a nVidia com 19,8 %.

Óbvio que a nVidia não deixaria isso barato, afinal fez da ‘GeForce’ um reconhecido sinônimo de placa aceleradora 3D entre leigos: a empresa tratou de lançar a décima-primeira série de suas GPUs (GeForce GTX 400) o mais rápido que pôde. Resultado: os três primeiros processadores gráficos não obtiveram bom desempenho por watt. Para contornar o desastre em potencial, a empresa refez a estrutura dos Gráficos Fermi para obter melhores resultados no segmento mid-end.

E quem foi que disse que a AMD+ATi deixaria a pobre nVidia em paz?

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