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DICE admite problemas no lançamento do Battlefield 4

Por em 25 de novembro de 2013

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Você já reparou como tem crescido o número de jogos que sofreram com lançamentos complicados? Diablo III, SimCity, a porção online do Grand Theft Auto V… Pelo jeito as desenvolvedoras não estão muito preocupadas com aquela história de que a primeira impressão é a que fica e o último a sofrer com isso foi o Battlefield 4.

Lançado para cinco plataformas, aquelas que mais sofreram com travamentos e instabilidade foram o PC e o PlayStation 4, mas ao contrário do que os estúdios costumam fazer nestes casos, que é tentar esconder o óbvio, a DICE usou o blog oficial para reconhecer o problema:

Estou extremamente orgulhoso das pessoas na DICE e todos da EA que contribuíram para o desenvolvimento do Battlefield 4,” declarou o gerente geral da empresa, Karl Magnus Troedsson. “Contudo, estou menos orgulhoso de ver que o jogo sofreu alguma turbulência durante o período de lançamento. Enquanto algumas plataformas tiveram problemas menores, outras tiveram mais do que deveriam. Resolver os problemas de lançamento é nossa prioridade número um.

No mesmo comunicado o executivo garantiu que o estúdio não iniciará outro projeto até que Battlefield 4 atinja – e supere – todas as expectativas e ainda anunciou que como maneira de reduzir a frustração daqueles que tiveram dificuldade para jogar, durante os dias 28 de novembro e 5 de dezembro, o ganho de experiência nas partidas online será dobrado.

Isso me lembra um post que publiquei por aqui na semana passada, onde questionava falta de interesse das empresas em gastar uma pequena fortuna para aperfeiçoar seus jogos antes de colocá-los à venda e, como no caso de um jogo como o Battlefield a procura inicial por partidas online é muito grande, diria que considero normal esse tipo de situação, por mais que ela evidentemente deveria ser evitada a todo custo.

emComputadores Microsoft Sony

Para DICE, Linux só precisa de um arrasa-quarteirões

Por em 14 de outubro de 2013

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Mesmo com todas as suas qualidades, o Linux nunca conseguiu conquistar a relevância que poderia e um dos motivos para isso é a falta de jogos. De uns meses para cá esse cenário mudou um pouco e graças ao SteamOS, talvez o futuro nunca tenha parecido tão promissor para o sistema operacional gratuito.

Pois na opinião de Lars Gustavsson, diretor criativo da DICE, o que falta ao Linux é um grande lançamento, um título que seja capaz de convencer as pessoas a mudar de lado.

Queremos fortemente chegar ao Linux por um motivo. Demorou até o Halo para o primeiro Xbox deslanchar e se tornar uma loucura – normalmente, é preciso um aplicativo matador ou um jogo e então as pessoas fiquem mais do que dispostas a adotar algo – não é difícil colocarmos nossas mãos no Linux, por exemplo, só precisa um jogo para te motivar a ir para lá.

… Você realmente precisa convencer as pessoas a como elas podem casar ele em seu dia-a-dia e torná-lo parte integral de suas vidas.

Gustavsson aproveitou ainda para elogiar a iniciativa da Valve com o seu sistema operacional e fez uma previsão, dizendo que daqui a 10 anos a maneira como jogaremos e consumiremos games será bem diferente, muito devido ao streaming e as novas interfaces que teremos, o que para ele significará “uma menor necessidade de hardware e mais demanda por experiência de jogo.

Mesmo que isso não mude do dia para a noite, essa falta de jogos no Linux parece mesmo algo que está com os dias contados. Aos poucos as empresas estão percebendo que há pessoas dispostas a jogar no SO e com mais títulos disponíveis para ele, é natural que outros jogadores resolvam lhe dar uma chance. Caso a EA lance  realmente um Battlefield por lá, acho que poderia chamar a atenção de muita gente, lhes mostrando que pode existir vida (virtual) fora do Windows.

Fonte: Polygon.

emComputadores Linux

DICE promete campanha single-player melhor para o Battlefield 4

Por em 9 de outubro de 2013

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Antes de começar a jogar o Battlefield 3, uma das minhas maiores preocupações era com a sua campanha principal. Como já havia ouvido algumas pessoas reclamando da sua qualidade, achei que teria uma péssima experiência com ela, mas não foi isso o que aconteceu. Tudo bem, o modo não chega a ser memorável, mas há várias boas passagens ali e sempre tive a impressão de que o problema é que a maioria delas haviam sido mostrada pela EA antes do lançamento, o que acabou com a sensação de surpresa das pessoas.

Bom, tenha você gostado ou não da campanha do jogo, o diretor criativo Lars Gustavsson afirmou que no Battlefield 4 teremos um single-player muito melhor, principalmente por ser menos linear que o antecessor.

O futuro dirá, mas aprendemos muito fazendo a campanha principal do Battlefield 3 e acho que temos uma grande história para contar. Recebemos muito feedback do single-player do Battlefield 3 e baseados no que pretendíamos entregar, a equipe fez um ótimo trabalho, mas como se tratava de um Battlefield, havia muita expectativa de que poderia ter sido mais aberto.

Gustavsson então afirmou que os modos desse capítulos serão mais unificados, já que eles teriam incluído muitos dos aspectos do multiplayer na campanha, como por exemplo fazer parte de um esquadrão e utilizá-lo a nosso favor, mas o mais importante é a promessa de que o jogo nos dará a opção de escolher como abordaremos um grupo de inimigos, eliminando assim a sensação de estarmos apenas percorrendo um corredor.

Com o seu lançamento previsto para o dia 29 de outubro, não precisaremos esperar muito para ver se a declaração é verdadeira, mas depois de testar o beta do Battlefield 4 no PC e ver que ele rodou muito mal aqui, estou pensando em deixar para lhe dar uma chance só na próxima geração.

Fonte: PCGamesN.

emMiscelâneas

DICE revela requisitos mínimos e recomendados para versão PC de Battlefield 4

Por em 11 de setembro de 2013

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Aquele momento que os jogadores de PC estavam aguardando finalmente chegou: a DICE revelou as especificações mínimas e recomendadas para que sua máquina seja capaz de rodar Battlefield 4 de forma minimamente satisfatória.

Para as configurações mínimas a empresa nem chutou tão alto assim, o game não será nenhum Crysis da vida, mas para rodá-lo com certa decência é preciso uma máquina no mínimo apresentável. Vamos às especificações (lembrando que independente da configuração é preciso um mínimo de 30 GB de espaço livre em disco):

Configuração Mínima:

  • Windows Vista SP2 32 bits (convenhamos, é melhor considerarmos o Windows 7 aqui);
  • 4 GB de memória RAM;
  • processador Intel Core 2 Duo de 2,4 GHz ou AMD Athlon X2 de 2,8 GHz;
  • 512 MB de memória de vídeo;
  • placa de vídeo AMD Radeon 3870 ou nVidia GeForce 8800 GT.

Configuração Recomendada:

  • Windows 8 64 bits;
  • 8 GB de memória RAM;
  • processador Intel quad-core ou AMD hexa-core (qualquer um);
  • 3 GB de memória de vídeo;
  • placa de vídeo AMD Radeon 7870 ou nVidia GeForce GT 660.

Claro, quem joga no PC sabe que as desenvolvedoras jogam a configuração mínima lá embaixo, e normalmente usam a recomendada para se pautar. Portanto, se você queria uma desculpa para atualizar seu desktop ou comprar um novo, tá aí.

Fonte: GS.

emComputadores

DICE não pretende transformar Battlefield numa franquia anual

Por em 28 de agosto de 2013

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Nos últimos anos nós nos acostumamos com a seguinte fórmula: entre setembro e novembro temos uma nova versão de pelo menos quatro franquias: FIFA Soccer, Pro Evolution Soccer, Assassin’s Creed e Call of Duty. No caso do último pela estratégia da EA e DICE em atualizar Battlefield apenas quando o game for o melhor possível, isso permite à Activision encher o burro de dinheiro todos os anos.

Há quem diga que a franquia rival deveria seguir o mesmo caminho e se atualizar anualmente, porém a DICE não pensa assim.

Em entrevista ao site VideoGamer, o produtor executivo Patrick Bach desmentiu os rumores acerca da possibilidade alegando um motivo bem simples: “nós não podemos fazer um game desses por ano”.

“Vocês viram que no caso de Battlefield 3, não houve uma exigência de um jogo novo por ano. Vocês mencionaram o (pacote de expansão) Premium. Nós tivemos 18 meses e as pessoas ainda queriam mais. Agora já são quase dois anos e muita gente continua jogando. Então do nosso ponto de vista, as pessoas querem mais de Battlefield o ano todo”.

Quando perguntado se o game poderia evoluir para uma plataforma fixa com atualizações pontuais (quase como um MMO), Bach disse que pode ser uma escolha acertada ou não, dependendo exclusivamente da audiência. Conhecendo o perfil dos jogadores de FPS que gostam de gráficos de última geração, tal estratégia seria um tiro no pé, pois engessaria o game numa engine por anos a fio.

Há de se levar em conta que Battlefield 3 foi muito fortalecido após o descontinuamento da franquia Medal of Honor, que teve vendas pífias em suas últimas incursões. Em todo caso, a DICE percorre um caminho totalmente diferente da Infinity Ward: ao invés de lançar um game voltado para um multiplayer dinâmico e divertido todo ano, ela prefere focar no realismo e entregar um game que se aproxime do que é uma guerra o máximo possível. E para alcançar esse nível, um ano é muito pouco tempo.

Fonte: VG.

emComputadores Microsoft Sony

Não culpe a EA por o Mirror’s Edge não ter ganhado uma continuação

Por em 27 de agosto de 2013

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Ok, a EA pode não ser nenhuma santinha (embora tenha feito uma excelente caridade recentemente), mas acho que nunca conseguirei entender esse ódio que muitos guardam pela empresa. Como qualquer outra, eles já cometeram vários erros ao longo dos anos, mas para algumas pessoas, qualquer coisa que envolva os jogos criados por eles é motivo para reclamações e o surgimento de teorias da conspiração, como aconteceu com o Mirror’s Edge.

Durante muito tempo aqueles que jogaram o FPS pediram por uma continuação e culparam a EA por ela não existir, mas de acordo com o produtor da DICE, Patrick Bach se ela não veio antes, foi por total culpa do seu estúdio e não da editora.

O interessante é que não se trata da EA ter bloqueado a DICE, mas sim da DICE não… Pense assim: É o seu dinheiro, no que você apostaria? Você iria querer apostar em algo que soubesse que seria fantástico. Você não pode apenas apostar num nome. Você precisa gostar, qual será o conceito?

Não mostramos o jogos para a EA até sabermos o que queríamos e nos sentirmos confortáveis. Normalmente quando gostamos de algo todo mundo também gosta. Reiterando, somos um estúdio com liberdade criativa. Não apresentaríamos algo em que não acreditássemos e isso leva tempo.

Por enquanto este novo Mirror’s Edge segue cercado de mistério e as poucas coisas que sabemos em relação a ele é que será lançado para os consoles da próxima geração e que funcionará como um recomeço para franquia, com a aventura dessa vez se passando em um mundo aberto.

Como gostei muito, mas muito mesmo do original, tenho uma grande expectativa em relação a este e espero que essa demora valha a pena.

Fonte: Videogamer.

emMiscelâneas

Campanha da EA tenta mostrar “realismo” do multiplayer do Battlefield 4

Por em 20 de agosto de 2013

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Um dos pontos altos da E3 deste ano foi a demonstração do modo multiplayer do Battlefield 4. Ver aquelas 64 pessoas duelando num mapa que representava uma grande cidade deixou qualquer um de queixo caído, mas se os gráficos belíssimos e a ação desenfreada impressionaram, foi inevitável ficarmos com uma sensação de que tudo aquilo era coreografado e que na versão final nunca participaremos de uma partida como aquela.

Isso pode até ser verdade, mas para diminuir um pouco essa impressão, a EA divulgou uma campanha onde tenta mostrar aos jogadores o quão fantásticas poderão ser as partidas online do FPS e através de uma série de vídeos eles pedem que as pessoas contem algumas de suas experiências no mata-mata do game.

Embora não seja possível averiguar a veracidade desses depoimentos, os vídeos servem para termos uma noção da liberdade que o Battlefield 4 nos dará e como não ficarmos empolgados com a possibilidade de pularmos de um helicóptero, quebrar um telhado de vidro e cair no meio de um tiroteio ou então esfaquear um inimigo desavisado mesmo se estivermos dentro d’água.

Sei que muita gente prefere a ação mais claustrofóbica de um Call of Duty, mas eu considero muito mais divertida essa “imensidão” do mapas da série Battlefield, principalmente por eles passarem melhor a sensação de estarmos realmente numa guerra e por exigirem uma coordenação tática maior. Porém, o importante é que tenhamos essa variedade de estilos e por isso nunca consegui entender o motivo de alguns fãs de uma série torcerem para que a outra seja extinta.

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