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DICE não pretende transformar Battlefield numa franquia anual

Por em 28 de agosto de 2013

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Nos últimos anos nós nos acostumamos com a seguinte fórmula: entre setembro e novembro temos uma nova versão de pelo menos quatro franquias: FIFA Soccer, Pro Evolution Soccer, Assassin’s Creed e Call of Duty. No caso do último pela estratégia da EA e DICE em atualizar Battlefield apenas quando o game for o melhor possível, isso permite à Activision encher o burro de dinheiro todos os anos.

Há quem diga que a franquia rival deveria seguir o mesmo caminho e se atualizar anualmente, porém a DICE não pensa assim.

Em entrevista ao site VideoGamer, o produtor executivo Patrick Bach desmentiu os rumores acerca da possibilidade alegando um motivo bem simples: “nós não podemos fazer um game desses por ano”.

“Vocês viram que no caso de Battlefield 3, não houve uma exigência de um jogo novo por ano. Vocês mencionaram o (pacote de expansão) Premium. Nós tivemos 18 meses e as pessoas ainda queriam mais. Agora já são quase dois anos e muita gente continua jogando. Então do nosso ponto de vista, as pessoas querem mais de Battlefield o ano todo”.

Quando perguntado se o game poderia evoluir para uma plataforma fixa com atualizações pontuais (quase como um MMO), Bach disse que pode ser uma escolha acertada ou não, dependendo exclusivamente da audiência. Conhecendo o perfil dos jogadores de FPS que gostam de gráficos de última geração, tal estratégia seria um tiro no pé, pois engessaria o game numa engine por anos a fio.

Há de se levar em conta que Battlefield 3 foi muito fortalecido após o descontinuamento da franquia Medal of Honor, que teve vendas pífias em suas últimas incursões. Em todo caso, a DICE percorre um caminho totalmente diferente da Infinity Ward: ao invés de lançar um game voltado para um multiplayer dinâmico e divertido todo ano, ela prefere focar no realismo e entregar um game que se aproxime do que é uma guerra o máximo possível. E para alcançar esse nível, um ano é muito pouco tempo.

Fonte: VG.

emComputadores Microsoft Sony

Não culpe a EA por o Mirror’s Edge não ter ganhado uma continuação

Por em 27 de agosto de 2013

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Ok, a EA pode não ser nenhuma santinha (embora tenha feito uma excelente caridade recentemente), mas acho que nunca conseguirei entender esse ódio que muitos guardam pela empresa. Como qualquer outra, eles já cometeram vários erros ao longo dos anos, mas para algumas pessoas, qualquer coisa que envolva os jogos criados por eles é motivo para reclamações e o surgimento de teorias da conspiração, como aconteceu com o Mirror’s Edge.

Durante muito tempo aqueles que jogaram o FPS pediram por uma continuação e culparam a EA por ela não existir, mas de acordo com o produtor da DICE, Patrick Bach se ela não veio antes, foi por total culpa do seu estúdio e não da editora.

O interessante é que não se trata da EA ter bloqueado a DICE, mas sim da DICE não… Pense assim: É o seu dinheiro, no que você apostaria? Você iria querer apostar em algo que soubesse que seria fantástico. Você não pode apenas apostar num nome. Você precisa gostar, qual será o conceito?

Não mostramos o jogos para a EA até sabermos o que queríamos e nos sentirmos confortáveis. Normalmente quando gostamos de algo todo mundo também gosta. Reiterando, somos um estúdio com liberdade criativa. Não apresentaríamos algo em que não acreditássemos e isso leva tempo.

Por enquanto este novo Mirror’s Edge segue cercado de mistério e as poucas coisas que sabemos em relação a ele é que será lançado para os consoles da próxima geração e que funcionará como um recomeço para franquia, com a aventura dessa vez se passando em um mundo aberto.

Como gostei muito, mas muito mesmo do original, tenho uma grande expectativa em relação a este e espero que essa demora valha a pena.

Fonte: Videogamer.

emMiscelâneas

Campanha da EA tenta mostrar “realismo” do multiplayer do Battlefield 4

Por em 20 de agosto de 2013

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Um dos pontos altos da E3 deste ano foi a demonstração do modo multiplayer do Battlefield 4. Ver aquelas 64 pessoas duelando num mapa que representava uma grande cidade deixou qualquer um de queixo caído, mas se os gráficos belíssimos e a ação desenfreada impressionaram, foi inevitável ficarmos com uma sensação de que tudo aquilo era coreografado e que na versão final nunca participaremos de uma partida como aquela.

Isso pode até ser verdade, mas para diminuir um pouco essa impressão, a EA divulgou uma campanha onde tenta mostrar aos jogadores o quão fantásticas poderão ser as partidas online do FPS e através de uma série de vídeos eles pedem que as pessoas contem algumas de suas experiências no mata-mata do game.

Embora não seja possível averiguar a veracidade desses depoimentos, os vídeos servem para termos uma noção da liberdade que o Battlefield 4 nos dará e como não ficarmos empolgados com a possibilidade de pularmos de um helicóptero, quebrar um telhado de vidro e cair no meio de um tiroteio ou então esfaquear um inimigo desavisado mesmo se estivermos dentro d’água.

Sei que muita gente prefere a ação mais claustrofóbica de um Call of Duty, mas eu considero muito mais divertida essa “imensidão” do mapas da série Battlefield, principalmente por eles passarem melhor a sensação de estarmos realmente numa guerra e por exigirem uma coordenação tática maior. Porém, o importante é que tenhamos essa variedade de estilos e por isso nunca consegui entender o motivo de alguns fãs de uma série torcerem para que a outra seja extinta.

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emVídeos

Para presidente da EA, nova geração será capaz de levar Mirror’s Edge 2 a um novo nível

Por em 28 de junho de 2013

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Após inúmeros pedidos dos jogadores, Faith está voltando correndo e pulando por cima dos prédios e voltará em Mirror’s Edge 2, um novo game para PCs e a próxima geração dos videogames. Apesar de num primeiro momento a Electronic Arts ter mantido a DICE ocupada apenas com Battlefield, não é totalmente verdade que a empresa não tenha gostado do primeiro Mirror’s Edge (mesmo ele não tendo vendido muito, o que o configura como um game cult) e não tivesse uma sequência em mente.

Segundo o presidente da empresa Frank Gibeau, agora é o momento certo de trazer Faith de volta, graças a tudo que o PS4 e o Xbox One tem a oferecer:

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emIndústria Miscelâneas

CEO da DICE acredita que a atual geração ainda tem muito a oferecer

Por em 25 de junho de 2013

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Sempre no momento de transição de gerações de videogames, fica aquela dúvida pertinente: quanto tempo mais os consoles atuais vão durar? A resposta costuma variar dependendo das desenvolvedoras e fabricantes de consoles, que obviamente esperam que os clientes invistam no novo hardware o quanto antes, portanto é de se imaginar que o apoio ao PS3 e ao Xbox 360 comece a minguar nos próximos meses.

Mas o CEO da DICE Patrick Söderlund não pensa assim. Em entrevista, ele disse que ambos consoles permanecerão como máquinas viáveis para a indústria de games, ao menos pelos próximos dois anos.

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emIndústria Miscelâneas

Para executivo da DICE, o mercado de shooters militares não está saturado

Por em 17 de junho de 2013

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Muita gente diz que o gênero dos FPS militares (também conhecido por MMS – Modern Militar Shooter) está saturado, muito por culpa da Activision, que insiste em lançar um Call of Duty religiosamente, todo ano (tal como a Ubisoft anda fazendo com Assassin’s Creed hoje em dia), repetindo o erro que cometeu com Guitar Hero, ao entupir o mercado de games similares até o jogador enjoar. A própria EA provou disso ao rebootar a série Medal of Honor, cujas vendas foram inexpressivas. Mas segundo o produtor executivo da DICE Patrick Back, o gênero ainda possui lenha para queimar.

“Não há muitos shooters militares, para ser honesto. (…) O gênero está saturado? Mesmo? Há dois anos atrás eu concordaria com isso. Mas as pessoas estão se movendo para outros gêneros. Nós permanecemos porque temos mais a fazer com ele. E eu acho que se você fizer um grande jogo, ele será grande, sem dúvidas. Não importa se você tem o título mais legal ou com mais hype”.

Faz sentido. O gênero ainda pode trazer grandes surpresas, como foi o caso de Spec Ops: The Line. Back ainda disse que o novo gênero eleito pelos desenvolvedores são os games de sci-fi,  que segundo ele “ficará saturado e as desenvolvedoras se moverão para outro gênero”. Qualquer semelhança com gafanhotos não é mera coincidência.

Se você analisar os games anunciados na E3 2013, veremos que vários shooters anunciados são futuristas, como Destiny e TitanFall. Segundo Back, a série Halo vem trazendo uma história de ficção científica de qualidade há vários anos, e agora várias desenvolvedoras viram e disseram “ei, isso pode ser legal” e foram atrás (lembrando que Destiny é da Bungie, antiga desenvolvedora de Halo). Portanto pode-se dizer que a DICE não pretende por enquanto produzir um novo Battlefield 2142, isso se não resolver voltar à Segunda Guerra Mundial, gênero que foi ordenhado até secar e agora anda esquecido.

Fonte: The Escapist.

emCultura Gamer Indústria

Mirror’s Edge 2 será um game de mundo aberto para a nova geração

Por em 13 de junho de 2013

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Após anos de espera, informações vagas e vazamentos acidentais, a EA e a DICE confirmaram que Mirror’s Edge 2 está em desenvolvimento e chegará “quando estiver pronto”, jogando um belo balde de água fria em quem esperava reencontrar Faith em breve. Mas conforme a E3 prosseguiu novas informações foram sendo disponibilizadas sobre o game, e isto é o que sabemos até então:

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