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Battlefield poderá ganhar clima baseado na localização do jogador

Por em 6 de dezembro de 2013

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Quando falamos da maneira como a nuvem podem melhorar os games, basicamente pensamos apenas em manter nossos saves armazenados nos servidores das empresas ou receber o streaming de títulos que estão sendo executados nas máquinas delas, mas durante uma entrevista o CEO da DICE, Patrick Söderlund, falou sobre uma função bacana que essa tecnologia poderá trazer.

Uma das coisas que acho legal no Battlefield 4 são os placares por localização – você pode encontrar quem na sua vizinhança é, digamos, o melhor a jogar como assault. Isso é legal e levemos isso um passo adiante. E se tivéssemos servidores que nos oferecessem coisas simples como o clima e o horário da área em que moramos. Se o servidor está em Estocolmo e está ensolarado, e se fizesse sol também no mapa? E se estiver nevando e escuro em Moscou? Você olha para as possibilidades e percebe que pode fazer muito mais coisas nos mundos baseados na nuvem do que podia fazer antes.

Quer dizer, talvez a função nem seja implementada no Battlefield 4 e acabe ficando para sua continuação, mas na minha opinião é algo muito interessante é que pode trazer um novo nível de imersão aos jogos. Talvez em um jogo de tiro em primeira pessoa esse recurso nem seja tão útil, mas pense em um game de futebol ou corrida e fica mais fácil entender como ele pode alterar a jogabilidade.

Porém, não sei até que ponto isso seria viável, mas ao invés de exigir todo a tecnologia de jogos pela nuvem, não seria mais fácil aproveitar o relógio do aparelho onde o game está funcionando ou até mesmo coletar informações meteorológicas de sites especializados e assim alterar as configurações da partida? Pensando assim não aprece algo tão complicado, não é mesmo?

Na verdade sempre achei que isso deveria ser mais explorado em alguns jogos e nunca entendi muito bem o porque de não acontecer, mas é bom ver que alguém da indústria considera esta uma boa ideia e acho que será muito legal se ela for implementada.

Fonte: MP1st.

emMiscelâneas

Para DICE, 64 jogadores no multiplayer é mais importante que 1080p

Por em 4 de dezembro de 2013

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Se você é um dos que estão indignados com jogos que não rodam em Full HD nos consoles da nova geração, saiba que no caso do Battlefield 4 a DICE possui uma justificativa que considero respeitável para terem optado por sacrificar a resolução.

Ter 64 jogadores e 60 frames por segundo era a coisa mais importante, porque queríamos trazer a experiência do PC e se você jogar o Battlefield, acho que concordará que a atual experiência de jogar com 64 pessoas, com todos interagindo, quero dizer, e ainda ter uma ótima taxa de frames, é na verdade uma significante diferença daquilo que temos na atual geração de consoles, com 24 jogadores. Isso permite mais tipos de jogabilidade e isso é a coisa mais importante para nós,” declarou o diretor técnico da engine Frostbite, Johan Andersson.

Para muitas pessoas essa diminuição na resolução é algo inaceitável, mas como nunca consegui ver muita diferença entre 720p e 1080p, não tenho a menor dúvida de que prefiro muito mais uma jogabilidade melhor, principalmente no que se refere a uma estável taxa de frames, do que um número maior de pixels.

O que preocupa nesse caso é que estamos no começo da geração e as desenvolvedoras parecem já estar tendo problema para acompanhar o desempenho do PC, o que me deixa na dúvida se é apenas por dificuldade na programação ou se o PlayStation 4 e Xbox One de fato não terão fôlego para fazer frente aos computadores, o que provavelmente logo resultará em jogos nivelados por baixo.

Fonte: OXM.

emMicrosoft Sony

DICE admite problemas no lançamento do Battlefield 4

Por em 25 de novembro de 2013

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Você já reparou como tem crescido o número de jogos que sofreram com lançamentos complicados? Diablo III, SimCity, a porção online do Grand Theft Auto V… Pelo jeito as desenvolvedoras não estão muito preocupadas com aquela história de que a primeira impressão é a que fica e o último a sofrer com isso foi o Battlefield 4.

Lançado para cinco plataformas, aquelas que mais sofreram com travamentos e instabilidade foram o PC e o PlayStation 4, mas ao contrário do que os estúdios costumam fazer nestes casos, que é tentar esconder o óbvio, a DICE usou o blog oficial para reconhecer o problema:

Estou extremamente orgulhoso das pessoas na DICE e todos da EA que contribuíram para o desenvolvimento do Battlefield 4,” declarou o gerente geral da empresa, Karl Magnus Troedsson. “Contudo, estou menos orgulhoso de ver que o jogo sofreu alguma turbulência durante o período de lançamento. Enquanto algumas plataformas tiveram problemas menores, outras tiveram mais do que deveriam. Resolver os problemas de lançamento é nossa prioridade número um.

No mesmo comunicado o executivo garantiu que o estúdio não iniciará outro projeto até que Battlefield 4 atinja – e supere – todas as expectativas e ainda anunciou que como maneira de reduzir a frustração daqueles que tiveram dificuldade para jogar, durante os dias 28 de novembro e 5 de dezembro, o ganho de experiência nas partidas online será dobrado.

Isso me lembra um post que publiquei por aqui na semana passada, onde questionava falta de interesse das empresas em gastar uma pequena fortuna para aperfeiçoar seus jogos antes de colocá-los à venda e, como no caso de um jogo como o Battlefield a procura inicial por partidas online é muito grande, diria que considero normal esse tipo de situação, por mais que ela evidentemente deveria ser evitada a todo custo.

emComputadores Microsoft Sony

Para DICE, Linux só precisa de um arrasa-quarteirões

Por em 14 de outubro de 2013

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Mesmo com todas as suas qualidades, o Linux nunca conseguiu conquistar a relevância que poderia e um dos motivos para isso é a falta de jogos. De uns meses para cá esse cenário mudou um pouco e graças ao SteamOS, talvez o futuro nunca tenha parecido tão promissor para o sistema operacional gratuito.

Pois na opinião de Lars Gustavsson, diretor criativo da DICE, o que falta ao Linux é um grande lançamento, um título que seja capaz de convencer as pessoas a mudar de lado.

Queremos fortemente chegar ao Linux por um motivo. Demorou até o Halo para o primeiro Xbox deslanchar e se tornar uma loucura – normalmente, é preciso um aplicativo matador ou um jogo e então as pessoas fiquem mais do que dispostas a adotar algo – não é difícil colocarmos nossas mãos no Linux, por exemplo, só precisa um jogo para te motivar a ir para lá.

… Você realmente precisa convencer as pessoas a como elas podem casar ele em seu dia-a-dia e torná-lo parte integral de suas vidas.

Gustavsson aproveitou ainda para elogiar a iniciativa da Valve com o seu sistema operacional e fez uma previsão, dizendo que daqui a 10 anos a maneira como jogaremos e consumiremos games será bem diferente, muito devido ao streaming e as novas interfaces que teremos, o que para ele significará “uma menor necessidade de hardware e mais demanda por experiência de jogo.

Mesmo que isso não mude do dia para a noite, essa falta de jogos no Linux parece mesmo algo que está com os dias contados. Aos poucos as empresas estão percebendo que há pessoas dispostas a jogar no SO e com mais títulos disponíveis para ele, é natural que outros jogadores resolvam lhe dar uma chance. Caso a EA lance  realmente um Battlefield por lá, acho que poderia chamar a atenção de muita gente, lhes mostrando que pode existir vida (virtual) fora do Windows.

Fonte: Polygon.

emComputadores Linux

DICE promete campanha single-player melhor para o Battlefield 4

Por em 9 de outubro de 2013

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Antes de começar a jogar o Battlefield 3, uma das minhas maiores preocupações era com a sua campanha principal. Como já havia ouvido algumas pessoas reclamando da sua qualidade, achei que teria uma péssima experiência com ela, mas não foi isso o que aconteceu. Tudo bem, o modo não chega a ser memorável, mas há várias boas passagens ali e sempre tive a impressão de que o problema é que a maioria delas haviam sido mostrada pela EA antes do lançamento, o que acabou com a sensação de surpresa das pessoas.

Bom, tenha você gostado ou não da campanha do jogo, o diretor criativo Lars Gustavsson afirmou que no Battlefield 4 teremos um single-player muito melhor, principalmente por ser menos linear que o antecessor.

O futuro dirá, mas aprendemos muito fazendo a campanha principal do Battlefield 3 e acho que temos uma grande história para contar. Recebemos muito feedback do single-player do Battlefield 3 e baseados no que pretendíamos entregar, a equipe fez um ótimo trabalho, mas como se tratava de um Battlefield, havia muita expectativa de que poderia ter sido mais aberto.

Gustavsson então afirmou que os modos desse capítulos serão mais unificados, já que eles teriam incluído muitos dos aspectos do multiplayer na campanha, como por exemplo fazer parte de um esquadrão e utilizá-lo a nosso favor, mas o mais importante é a promessa de que o jogo nos dará a opção de escolher como abordaremos um grupo de inimigos, eliminando assim a sensação de estarmos apenas percorrendo um corredor.

Com o seu lançamento previsto para o dia 29 de outubro, não precisaremos esperar muito para ver se a declaração é verdadeira, mas depois de testar o beta do Battlefield 4 no PC e ver que ele rodou muito mal aqui, estou pensando em deixar para lhe dar uma chance só na próxima geração.

Fonte: PCGamesN.

emMiscelâneas

DICE revela requisitos mínimos e recomendados para versão PC de Battlefield 4

Por em 11 de setembro de 2013

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Aquele momento que os jogadores de PC estavam aguardando finalmente chegou: a DICE revelou as especificações mínimas e recomendadas para que sua máquina seja capaz de rodar Battlefield 4 de forma minimamente satisfatória.

Para as configurações mínimas a empresa nem chutou tão alto assim, o game não será nenhum Crysis da vida, mas para rodá-lo com certa decência é preciso uma máquina no mínimo apresentável. Vamos às especificações (lembrando que independente da configuração é preciso um mínimo de 30 GB de espaço livre em disco):

Configuração Mínima:

  • Windows Vista SP2 32 bits (convenhamos, é melhor considerarmos o Windows 7 aqui);
  • 4 GB de memória RAM;
  • processador Intel Core 2 Duo de 2,4 GHz ou AMD Athlon X2 de 2,8 GHz;
  • 512 MB de memória de vídeo;
  • placa de vídeo AMD Radeon 3870 ou nVidia GeForce 8800 GT.

Configuração Recomendada:

  • Windows 8 64 bits;
  • 8 GB de memória RAM;
  • processador Intel quad-core ou AMD hexa-core (qualquer um);
  • 3 GB de memória de vídeo;
  • placa de vídeo AMD Radeon 7870 ou nVidia GeForce GT 660.

Claro, quem joga no PC sabe que as desenvolvedoras jogam a configuração mínima lá embaixo, e normalmente usam a recomendada para se pautar. Portanto, se você queria uma desculpa para atualizar seu desktop ou comprar um novo, tá aí.

Fonte: GS.

emComputadores

DICE não pretende transformar Battlefield numa franquia anual

Por em 28 de agosto de 2013

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Nos últimos anos nós nos acostumamos com a seguinte fórmula: entre setembro e novembro temos uma nova versão de pelo menos quatro franquias: FIFA Soccer, Pro Evolution Soccer, Assassin’s Creed e Call of Duty. No caso do último pela estratégia da EA e DICE em atualizar Battlefield apenas quando o game for o melhor possível, isso permite à Activision encher o burro de dinheiro todos os anos.

Há quem diga que a franquia rival deveria seguir o mesmo caminho e se atualizar anualmente, porém a DICE não pensa assim.

Em entrevista ao site VideoGamer, o produtor executivo Patrick Bach desmentiu os rumores acerca da possibilidade alegando um motivo bem simples: “nós não podemos fazer um game desses por ano”.

“Vocês viram que no caso de Battlefield 3, não houve uma exigência de um jogo novo por ano. Vocês mencionaram o (pacote de expansão) Premium. Nós tivemos 18 meses e as pessoas ainda queriam mais. Agora já são quase dois anos e muita gente continua jogando. Então do nosso ponto de vista, as pessoas querem mais de Battlefield o ano todo”.

Quando perguntado se o game poderia evoluir para uma plataforma fixa com atualizações pontuais (quase como um MMO), Bach disse que pode ser uma escolha acertada ou não, dependendo exclusivamente da audiência. Conhecendo o perfil dos jogadores de FPS que gostam de gráficos de última geração, tal estratégia seria um tiro no pé, pois engessaria o game numa engine por anos a fio.

Há de se levar em conta que Battlefield 3 foi muito fortalecido após o descontinuamento da franquia Medal of Honor, que teve vendas pífias em suas últimas incursões. Em todo caso, a DICE percorre um caminho totalmente diferente da Infinity Ward: ao invés de lançar um game voltado para um multiplayer dinâmico e divertido todo ano, ela prefere focar no realismo e entregar um game que se aproxime do que é uma guerra o máximo possível. E para alcançar esse nível, um ano é muito pouco tempo.

Fonte: VG.

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