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Onlive faz parceria com Steam e anuncia volta

Por em 6 de março de 2014

cloudlift

Quando o OnLive foi anunciado, o que mais vimos por aí foram pessoas descrentes com a novidade. Parecia impossível que o streaming de jogos poderia funcionar, mas após o seu lançamento, muitos descobriram que o negócio era mesmo real, entregando games pela internet com uma boa qualidade, mesmo em computadores bem fracos.

Porém, o modelo de negócios proposto pelos criadores do serviço se mostrou insuficiente e em 2012 o futuro do OnLive passou a ser questionado. Talvez o mundo ainda não estivesse pronto para algo assim, mas de uma maneira até certo ponto surpreendente, a empresa que gerencia a marca anunciou que eles estão voltando e dessa vez com a ajuda do Steam.

Quer dizer, o serviço de distribuição digital da Valve é apenas o primeiro a se juntar ao CloudLift, um recurso que nos permitirá sincronizar os jogos adquiridos no Steam com nossas contas do OnLive e assim, ter acesso a eles em diversos dispositivos, indo desde tablets, smartphones, laptops, Macs e até o Google TV.

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emCelulares Computadores Games

Square desiste do seu serviço de streaming de jogos

Por em 20 de janeiro de 2014

Hitman-Blood-Money

Há um ano e meio a Square Enix surgiu com uma proposta que poderia mudar a distribuição digital de games, um serviço chamado Core Online. Com ele aproveitávamos os títulos da editora através do navegador, com o processamento acontecendo nos servidores da empresa e o melhor, quem não quisesse pagar uma mensalidade para acessar o conteúdo, teria apenas que assistir um pequeno comercial de tempos em tempos.

Na época a ideia foi bem vista por muita gente, afinal a oferta parecia justa, mas com o passar do tempo a ideia caiu no esquecimento e usando como justificativa o insucesso comercial da iniciativa, os japoneses revelaram a descontinuidade do serviço.

Para piorar ainda mais a situação, a Square Enix informou que não possui planos de reativar o Core Online, sendo assim, aqueles que quiserem aproveitar jogos como o Mini Ninjas, Tomb Raider: Underworld ou Hitman: Blood Money terão que investir em suas compras e mesmo que você não goste do modelo de negócios proposto anteriormente por eles, é sempre ruim não termos opções.

Como a própria editora disse no comunicado, o streaming deles era um experimento, então pode ser que nem eles mesmos acreditassem no seu futuro, mas depois de tê-lo testado por alguns minutos e não ter encontrado problemas de lags, fico com a sensação de que faltou um pouco mais de divulgação e até mesmo alguns jogos que não estão disponíveis no PC de outra maneira, como por exemplo alguns capítulos do Final Fantasy ou Draqon Quest.

Vale dizer que esta não deverá ser a última experiência da Square com jogos pela nuvem, já que há alguns meses eles anunciaram o Project Flare, um conceito que pretende utilizar o poder de processamento de vários computadores para entregar games mais realista do que temos hoje. Será que este terá um melhor futuro?

emComputadores

Toshiba lançará TVs que receberão jogos pela nuvem

Por em 13 de janeiro de 2014

toshiba

Eu não consegui entender o porque de algumas pessoas ainda não acreditarem na execução de jogos pela nuvem. Embora serviços assim sejam limitados a algumas regiões e não consigam exibir games com a mesma fluidez de algo que esteja rodando em uma máquina dedicada, eles já mostraram que funcionam, podendo ser uma ótima solução para quem não está disposto a investir num console ou num computador parrudo.

Pois deve ter sido pensando nesse último grupo de pessoas que a Toshiba revelou durante a CES que lançará uma linha de televisores que terão acesso direto ao GameNow, tecnologia de streaming de jogos administrado pelos taiwaneses da Ubitus.

Para demonstrar a novidade, a fabricante colocou algumas TVs na feira que estavam rodando a versão para PC do Street Fighter X Tekken e ainda disse que outros títulos da Capcom deverão ser disponibilizados desta maneira, como o Dead Rising 2, Devil May Cry 4 e Resident Evil 5, além de alguns da Warner Bros., como o Batman: Arkham Asylum.

Todos feitos com telas LED e que podem ir desde 32 até 65 polegadas, os modelos que estarão prontos para receber o streaming são o L3400U, L5400U e L7400U, com previsão de chegarem aos Estados Unidos ainda no primeiro trimestre deste ano, mas mesmo que esses aparelhos apareçam por aqui, acho pouco provável que tal recurso esteja disponível.

Mesmo assim, é legal ver que empresas como a Toshiba estão de olho neste mercado, o que provavelmente fará com que outras fabricantes também disponibilizem algo semelhante em suas TVs, aparelhos de Blu-ray, tablets e notebooks, e embora ache que essa forma de distribuição ainda demorará alguns anos para chegar ao Brasil, penso que se acontecer, poderá dar uma boa alavancada no nosso mercado, onde jogos e consoles custam tão caros.

Fonte: Reuters.

emMiscelâneas

Battlefield poderá ganhar clima baseado na localização do jogador

Por em 6 de dezembro de 2013

battlefield-4

Quando falamos da maneira como a nuvem podem melhorar os games, basicamente pensamos apenas em manter nossos saves armazenados nos servidores das empresas ou receber o streaming de títulos que estão sendo executados nas máquinas delas, mas durante uma entrevista o CEO da DICE, Patrick Söderlund, falou sobre uma função bacana que essa tecnologia poderá trazer.

Uma das coisas que acho legal no Battlefield 4 são os placares por localização – você pode encontrar quem na sua vizinhança é, digamos, o melhor a jogar como assault. Isso é legal e levemos isso um passo adiante. E se tivéssemos servidores que nos oferecessem coisas simples como o clima e o horário da área em que moramos. Se o servidor está em Estocolmo e está ensolarado, e se fizesse sol também no mapa? E se estiver nevando e escuro em Moscou? Você olha para as possibilidades e percebe que pode fazer muito mais coisas nos mundos baseados na nuvem do que podia fazer antes.

Quer dizer, talvez a função nem seja implementada no Battlefield 4 e acabe ficando para sua continuação, mas na minha opinião é algo muito interessante é que pode trazer um novo nível de imersão aos jogos. Talvez em um jogo de tiro em primeira pessoa esse recurso nem seja tão útil, mas pense em um game de futebol ou corrida e fica mais fácil entender como ele pode alterar a jogabilidade.

Porém, não sei até que ponto isso seria viável, mas ao invés de exigir todo a tecnologia de jogos pela nuvem, não seria mais fácil aproveitar o relógio do aparelho onde o game está funcionando ou até mesmo coletar informações meteorológicas de sites especializados e assim alterar as configurações da partida? Pensando assim não aprece algo tão complicado, não é mesmo?

Na verdade sempre achei que isso deveria ser mais explorado em alguns jogos e nunca entendi muito bem o porque de não acontecer, mas é bom ver que alguém da indústria considera esta uma boa ideia e acho que será muito legal se ela for implementada.

Fonte: MP1st.

emMiscelâneas

Remote Play pela internet não funcionará muito bem com alguns gêneros, diz Sony

Por em 15 de novembro de 2013

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De todas as funções que o PlayStation 4 promete ter, aquela que mais me desperta interesse é o Remote Play. Se funcionar da maneira como a Sony diz e principalmente, com a maior parte dos jogos lançados para o console, será muito bom termos a possibilidade de jogar no Vita, os títulos lançados para o novo console.

No entanto, apesar deles garantirem que o streaming funcionará muito bem se estivermos jogando numa rede local, o mesmo não deverá acontecer através da internet, conforme esclareceu Mark Cerny, engenheiro responsável pelo PS4:

É apenas uma parte da tecnologia de jogos pela nuvem que causará um pouco de latência aqui. Em última análise, acho que alguns jogos funcionarão muito bem neste contexto e outros jogos não funcionarão tão bem.

Se vocês estiver jogando um game de luta ou de corrida, talvez não queria fazer isso. Isso é o cloud gaming, mas muitos jogos funcionarão muito bem.

A declaração provavelmente decepcionará quem adoraria poder jogar os títulos do PS4 enquanto estiver no trabalho ou viajando, mas acho que era de se esperar algo assim e até por meu interesse ser mais nos jogos de menor parte, como os indies, não vejo tanto problema. Mesmo assim, é bom ficar atento a este detalhe e torcer para que a sua conexão se comporte bem enquanto estiver se divertindo.

Fonte: CVG.

emPortáteis Sony

Microsoft adia planos de retrocompatibilidade por streaming no Xbox One

Por em 11 de novembro de 2013

xbox-one

Para um bom número de pessoas isso pode nem fazer falta, mas uma das cosias mais tristes da próxima geração será a falta de retrocompatibilidade. A Sony até prometeu que será possível jogar os games dos seus antigos consoles no PS4 graças à tecnologia do Gaikai e a Microsoft também acenou com esta possibilidade em um evento, onde demonstraram o Halo 4 sendo jogado no PC via streaming, mas sabemos que tal função não estará disponível a todos e por isso a fabricante do Xbox One já começa a descartá-la.

Quem falou sobre o assunto foi Albert Penello, um dos principais responsáveis pelo novo console da Gigante de Redmond:

Trata-se de algo realmente legal e problemático, tudo ao mesmo tempo. É muito legal se você possui a melhor conexão de internet do mundo, funciona muito melhor do que poderia esperar. Lidar com a qualidade do serviço, a tolerância que as pessoas terão se tiver baixa qualidade… Você pode imaginar, nos dias atuais, com a má informação circulando por aí… E não podemos controlar a qualidade da experiência e nos certificarmos que será boa ou ter que dizer às pessoas que não poderão usar isso?

Isso obviamente não significa que o streaming de jogos do Xbox 360 esteja descartado, mas deixa claro que a empresa ainda não se sente confortável para pisar neste terreno, preferindo fazer o movimento mais seguro, que é esperar a Sony se arriscar e caso obtenha sucesso, seguir o mesmo caminho.

Vale lembrar que mesmo na atual geração a retrocompatibilidade foi quase totalmente ignorada, já que apenas um modelo do PS3 conseguia rodar jogos do seu antecessor e embora o Xbox 360 contasse com essa possibilidade, a lista de jogos compatíveis é bem pequena, sem falar nos muitos bugs presentes em vários desses títulos.

Fonte: Joystiq.

emMicrosoft

Microsoft promete melhorar Xbox One pela nuvem

Por em 16 de outubro de 2013

titanfall

Se tem algo com o qual não gosto de me empolgar é com as promessas que as fabricantes fazem quando um novo console está para chegar no mercado, mas como olhar para o Xbox One e não sentir uma enorme vontade de ver como funcionará a parte do console que funcionará pela nuvem?

Confesso que não sei muito bem o que esperar da novidade e no fundo até temo que tudo não passe da teoria, mas se a coisa toda funcionar como declarou Phil Harrison, vice-presidente da Microsoft, eles podem estar com um belo trunfo nas mãos.

A maneira com que você mantêm o mercado estimulado é mantendo a tecnologia fresca e mantendo o desenvolvimento do ecossistema crescendo, então essas novas e empolgantes experiências continuam surgindo. E com o Xbox One usando o poder da nuvem, nós poderemos adicionar funções, poderemos adicionar funcionalidades, poderemos ver a performance aumentar com o passar do tempo. Eu acho que isso manterá a plataforma revigorada por um longo período de tempo.

Para o executivo, o mundo está claramente caminhando em direção ao digital e logo veremos um mundo verdadeiramente conectado, mas ressaltou que com o Xbox One eles querem dar ao consumidor a possibilidade de escolher, ou seja, obter seus jogos física ou digitalmente.

Quanto ao modelo de distribuição digital, tudo bem, nem chega a ser algo novo, mas o que me preocupa é como funcionará essa parte de aumentar a performance pela nuvem. A Microsoft já disse que jogos como o o Titanfall e o Forza Motorsport 5 se beneficiarão da tecnologia, mas e como ficarão aqueles que não estiverem conectados? Será que a experiência será muito diferente? Diante destas perguntas eu não sei se me encho de esperança, ou de preocupação.

Fonte: MCV.

emMicrosoft