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Canon PowerShot G16 e outros lançamentos

Por em 23 de agosto de 2013

E a Canon anunciou uma pancada de novidades em câmeras e uma lente, porém nenhuma delas vai realmente maravilhar os consumidores. São apenas releituras de modelos anteriores atualizando a sua linha de compactas. Ou seja, nada de grandes novidades vindas da terra do sol nascente. A mais imponente câmera anunciada é a nova Powershot G16, a compacta top de linha da Canon. A câmera chega praticamente igual ao modelo anterior. Quase mesmo design (com algumas pequenas diferenças) e o mesmo sensor CMOS de 12 megapixels com 1/1,7 polegadas. O que muda aqui é o processador, que agora é um DIGIC VI, os pontos de autofocos e a conexão Wi-fi. Aliás, a Canon decidiu que é hora de se integrar aos Smartphones e não brigar contra eles. A câmera possui uma lente rápida com distância focal equivalente a uma 28-140mm e com abertura máxima de diafragma em f/1,8-2,8. Se temos uma vantagem neste equipamento é, sem dúvida, essa grande abertura de diafragma. A Canon garante que o novo modelo possui uma melhor qualidade em ISO elevado (por conta do novo processador) e que a velocidade do autofocos e o atraso do obturador é até 50% menos na G16. Só com testes vamos saber se isso realmente se confirma. Fazem parte do pacote a gravação de vídeo em Full HD. A nova Powershot G16 deve chegar ao mercado em outubro com o preço de US$ 550,00.

 canon_powershot_g16

Outro lançamento foi a Powershot S120 que chega equipada com um sensor CMOS de 1/1,7 polegadas com 12 megapixels de resolução máxima. A Canon aponta que o novo modelo também possui melhor velocidade de autofocos e menor tempo no atraso do obturador. Aliás, diminuir o tempo de atraso no obturador para câmeras compactas poderia ser a nova “corrida dos megapixels” para os fabricantes de câmeras fotográficas. Do ponto de vista do design a câmera continua idêntica ao modelo anterior, só apresentando um leve aumento no tamanho (coisa mínima). A lente é equivalente a uma 24-120mm com abertura máxima de diafragma em f/1,8-5,7. A câmera pode gerar vídeos em Full HD com 60 fotogramas por segundo e o visor é um LCD  capacitivo sensível ao toque. Acho que o grande trunfo do modelo é sua conectividade fácil de ser executada com Smartphones e Tablets através de uma App desenvolvida pela Canon. Inclusive, é possível utilizar o celular como controle remoto da câmera. A App está disponível com compatibilidade para Android e iOS. A Powershot S120 vai chegar ao mercado em outubro com o preço de US$ 450,00.

canon_powershot_s120

Para finalizar as câmeras temos duas ultrazoons que não possuem novidades. Estou falando das Powershot SX510 HS e SX170 IS. Ambas estão equipadas com o processador DIGIC IV, o que já prova que são uma categoria de câmeras mais baixa dentro da Canon. A SX510 HS está equipada com um sensor CMOS de 1/2,3 polegadas de 12 megapixels e possui uma lente com distância focal equivalente a uma 24-720mm com abertura máxima de diafragma em f/3,4-5,8 e gravação de vídeos em Full HD com 24 fotogramas por segundo. Já a Powershot SX170 IS possui um sensor CCD de 16 megapixels de resolução máxima com tamanho de 1/2,3 polegadas. A câmera possui uma lente com distância focal equivalente a uma 28-448mm e com abertura máxima de diafragma em f/3,5-5,9. A gravação de vídeo é em HD (1280,720) com 24 fotogramas por segundo. As Powershot SX510 HS e SX170 IS devem chegar ao mercado em setembro com o preço de, respectivamente, US$ 249,99 e US$ 179,99.

canon_powershot_sx170

emEquipamentos

Flash Pop up da Canon travado

Por em 6 de agosto de 2013

Post rápido e pequeno para você que possui uma câmera reflex da Canon. Nos últimos dias passei a ter um problema muito estranho e incomodo com minha EOS 7D. Como alguns sabem eu gosto muito de fazer Strobist. Com a compra da 7D a coisa ficou mais bacana ainda, pois posso disparar meus dois flash compactos utilizando o flash incorporado da câmera. Isso é muito útil em situações onde se torna mais agradável utilizar duas fontes de luz laterais. Mas, um belo dia, o flash pop up da câmera simplesmente não foi acionado ao apertar o botão lateral. Tudo na câmera estava certo e ao verificar o menu da câmera foi constatada a mensagem de que o flash não seria acionado e o motivo alegado era que o flash externo estava colocado na sapata hotshoe. Na hora fiquei preocupado, mas como estava no meio de um ensaio acabei optando pelo radioflash e esqueci do assunto.

Hoje, ao me preparar para um outro ensaio, acabei me lembrando do problema. Peguei um pano de microfibra e passei a limpar a sapata, para ter certeza que não era nenhuma sujeira no local. Não deu certo. Pensei que o erro poderia ser atualização de firmware, pois desde que comprei a câmera não tinha feito isso e já existia versões mais novas. Depois de um bom tempo de trampo também não deu certo, e o flash continuou travado. Me senti vencido e comecei a procurar pelo problema no Pai Google. Não encontrei nada em língua Portuguesa, mas finalmente encontrei a solução em fóruns de fotografia americanos. Então resolvi colocar aqui para vocês que possam vir a ter o mesmo problema.

Segundo os colegas gringos esse é um problema até comum nas câmeras da Canon. Ao que parece é um erro de projeto mesmo, mas que a Canon não admite para não ter que fazer uma recall em todas as câmeras. Existe, na parte direita inferior da sapata hotshoe, uma pequena alavanca que avisa a câmera quando um flash externo é conectado e o mesmo trava o flash pop up para que ele não seja acionado ao mesmo tempo. Até ai tudo bem. Mas, acontece que as vezes o mesmo fica preso e, mesmo sem o flash externo conectado, a câmera continua a acusar a sua presença. Para resolver o problema é só desligar a câmera, retirar a bateria e, com um pedaço de metal bem fino (um pequeno clips já funciona), aperte repetidas vezes essa alavanca até que ela se solte. Fiz aqui e funcionou direitinho novamente.

Coisas da vida e do mundo da tecnologia. Agora, bem que a Canon poderia resolver isso de maneira maia efetiva.

flash_7d

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Canon Vixia Mini – para você ficar bem no vídeo

Por em 31 de julho de 2013

O Mundo está mudando. Embora esse seja o começo de um grande filme de fantasia também podemos aplicar essa colocação em nosso cotidiano. A tecnologia de som e imagem está evoluindo a passos largos e muita coisa vem sendo lançada com objetivos  específicos, para atingir uma parcela bem definida da população.

Podemos ver um exemplo do mundo digital voltado para uma parcela específica neste novo lançamento da Canon. A Vixia Mini é uma câmera de vídeo muito pequena com lente fixa e abertura de diafragma em f/2,8. A lente é uma olho-de-peixe com 16 mm de distância focal e um sensor CMOS ultra sensível com 12,8 megapixels. Acoplado a câmera temos um visor LCD de 2,7 polegadas e sensível ao toque. O que deve chamar a atenção no equipamento é o design, que nada lembra uma câmera de vídeo tradicional. Mas, qual é a especificação deste equipamento? A Canon afirma que ela foi desenvolvida para ser a companheira perfeita de blogueiros, YouTubers ou qualquer pessoa que queira uma maneira fácil de fazer vídeos de você mesmo. Simples não é?

Interessante notar que a distância focal da lente passa por variações dependendo do que você vai fazer. Em modo vídeo ela se comporta como uma 16,8 mm em Wide. No modo foto ela muda para um equivalente a 15,4 mm. Se acionar o modo Close-up a distância focal para vídeo muda para um equivalente a 35 mm e para a foto fica em 32,1 mm. O pequeno brinquedo pode fazer vídeos em Full HD (30 ou 24 fotogramas por segundo) e em 720p (30 ou 24 fotogramas por segundo). As fotos possuem 12 megapixels no modo amplo e com 2,76 megapixels no modo Close-up.

Embora eu nunca tenha dado muita atenção para a produção ou gravação de vídeo, tenho que admitir que o brinquedo é interessante. A Canon Vixia Mini vai chegar ao mercado americano em setembro custando a bagatela de US$ 299,99.

canon_vixia_mini

emEquipamentos

Canon EOS 70D – prova do novo sistema de foco

Por em 5 de julho de 2013

A Canon EOS 70D foi anunciada oficialmente nesta semana e trouxe várias novidades, se compararmos ao modelo anterior, o que é até normal se pensarmos que é uma atualização. Porém, uma destas novidades não diz respeito apenas a evolução do modelo, mas sim a toda uma tecnologia. Estamos falando do processo de foco automático em sistema Live View ou no modo de gravação. Todas câmeras reflex possuem como ponto fraco a capacidade de fazer o foco durante uma gravação de vídeo ou até mesmo no sistema live view. A lente vai e volta e demora uma eternidade para acertar o foco. A Canon diz que a nova 70D possui uma tecnologia que vai melhorar consideravelmente esse ponto fraco. Estamos falando do Dual Pixel CMOS AF onde cada pixels do sensor possui dois fotodiodos para captar a luz, e não apenas um como é normal nos sensores fotográficos. Segundo a Canon essa novidade, aliado ao sistema de detecção de fases, vai dar uma incrementada na velocidade do foco automático. Claro que existe uma grande diferença entre o que as empresas prometem e o que os equipamentos são realmente capazes de fazer, mas a internet está do nosso lado para comprovar as qualidades e defeitos de quase tudo. Primeiro temos um vídeo oficial da câmera executando o foco automático em diferentes situações.

Tudo muito bacana e bem produzido. O foco desliza macio e a mudança entre zonas de foco é bem suave, mas é uma peça publicitária. Porém, também existem vídeos com análises independentes já circulando pela internet. Esse vídeo abaixo veio da Polônia, provavelmente com uma das câmeras de teste que são liberadas para a imprensa antes do lançamento oficial. O que podemos dizer? A EOS70D está anos luz a frente do que os sistemas de foco automático de alguns modelos podem fazer. Ao que parece a Canon finalmente acertou em algo muito positivo, visto que nos últimos tempos a empresa está totalmente sem sal no quesito inovação e qualidade de imagem.

emEquipamentos

Canon EOS 70D chegando ao mercado

Por em 2 de julho de 2013

E a Canon finalmente anunciou oficialmente a sua nova câmera intermediária. A EOS 70D chega para substituir um equipamento que foi muito malhado na época do lançamento, mas que soube se colocar no mercado por conta de sua qualidade. Para quem não lembra, quando a 60D foi lançada todo mundo xingou muito no Twitter e outras redes sociais. A Canon havia rebaixado a categoria da câmera deixando ela menor, menos resistente e com cara de câmera amadora, já que a antecessora, a 50D, era um verdadeiro tanque de guerra utilizado sem problemas pela galera profissional e amadores avançados que queriam qualidade. Mas, em uma coisa a Canon superou o modelo anterior, e no mais importante, a qualidade de imagem.

A nova Canon EOS 70D que chega agora ao mercado apresenta algumas diferenças bem interessantes em relação ao modelo anterior. Acho que a principal mudança, do ponto de vista dos recursos que vão fazer a diferença na hora de fotografar, é o novo sensor CMOS de 20 megapixels com a tecnologia Dual Pixel AF. Segundo a Canon, um pixels normal possui um fotodiodo que capta a luz. Nessa nova tecnologia os pixels possuem dois fotodiodos. E qual a pegada dessa nova tecnologia? Eles pretendem aumentar a sensibilidade do sistema de autofocos baseado na detecção de fases melhorando, desta forma, a eficiência do sistema de foco automático quando acionado o modo de filmagem ou o modo live view. Se conseguirem cumprir a promessa vai ser uma grande evolução, pois em todas as câmeras reflex o foco automático durante a filmagem representa um problema sério.

Tirando essa grande novidade a câmera ganhou 19 pontos de foco automático (contra 9 da 60D) em forma de cruz, agora pode chegar até o ISO 12.800 de forma nativa e consegue fazer 7 fotos por segundo (eram apenas 5 na 60D).  A câmera mantem a filmagem em Full HD e possui um ótimo visor LCD articulado de 3 polegadas e sensível ao toque. De quebra, já que o mundo está conectado, a câmera também possui conexão via Wi-Fi. Aliás, a Canon está sendo muito generosa em colocar o recurso em seus equipamentos. Quem sabe outras empresas começam a pensar assim (falando em câmeras reflex) e deixam de tentar vender acessórios para ter acesso ao recurso.

A Canon EOS 70D vai chegar ao mercado no final de agosto custando US$1.199,00 (apenas o corpo), US$ 1.349,00 (com a lente EF-S 18-55mm) e US$ 1.549,00  (com a lente EF-S 18-135mm).

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Canon – 90 milhões de lentes EF

Por em 3 de junho de 2013

Esses anúncios de recordes de produção de lentes e câmeras se tornaram muito frequentes com a tecnologia digital. Antes das câmeras digitais os equipamentos duravam mais, é verdade, mas isso apenas não explica esses fatos. Fotografar se tornou relativamente barato e equipamentos com grande qualidade ficaram acessíveis para quase todo mundo. O número de pessoas se aventurando na fotografia é muito maior e, consequentemente, o número de câmeras e lentes produzidas se acelerou. Além de fotografar mais (o que leva os equipamentos ao final de sua vida útil mais rapidamente) os consumidores também querem sempre ter a câmera mais moderna, o que proporciona, em muitos casos, a troca do equipamento antes que ele chegue ao final de seus dias. Ou seja, um grupo de fatores que tornaram esses recordes possíveis.

Agora a Canon anunciou, com toda a pompa, que atingiu a marca de 90 milhões de lentes EF produzidas. As lentes EF deram o ar da graça no distante ano de 1987 quando a empresa lançou suas primeiras SLR eletrônicas. Antes, nas câmeras totalmente mecânicas, a denominação das lente era FD. Hoje são 80 modelos diferentes a venda fazendo a alegria de milhares de fotógrafos espalhados por todo o mundo. A mais recente lente a ser adicionada a essa grande família foi a bazuca EF 200-400mm f/4 L IS USM. Mas, não é só isso. Também temos as lentes EF-S planejadas especificamente para câmeras com sensor cropado da empresa, as EF Cinema que são especificas para as câmeras que filmam em 4K, e as EF-M que foram lançadas para o sistema mirrorless da Canon.

Uma marca realmente impressionante e que, se a economia não ruir de uma hora para outra, deve continuar crescendo cada vez mais rápido.

canon_ef_90milhoes

Fonte: Photography Blog

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Magic Lantern e EOS 50D – receita para supervalorização

Por em 31 de maio de 2013

Acho que todo mundo já ouviu falar do Magic Lantern. É uma atualização não oficial para as câmeras da Canon que visam desbloquear funcionalidades que não são nativas no equipamento. Falando especificamente da EOS 50D, o aplicativo liberava a gravação de vídeo no equipamento, o que não era oferecido de fábrica. Aliás, era possível ativar o vídeo em qualquer câmera que tivesse o recurso de live view. A única coisa ruim nisso é que a gravação não possuía áudio, já que microfone não fazia parte dos recursos da câmera (não da para fazer milagre também). Eu sempre quis fazer a mudança em minha antiga 50D, mas sempre ficava o receio. Embora raro, algumas câmeras apresentavam incompatibilidades e simplesmente paravam de funcionar. Já que a mudança não é oficial, a Canon se recusa a fazer manutenção nessas câmeras. Então acabei ficando apenas na vontade, pois não é possível perder a ferramenta de trabalho por conta de uma curiosidade.

Agora, porém, a coisa ficou mais interessante. A nova versão do Magic Lantern destrava nas câmeras a chamada filmagem em RAW, ou seja, sem compressão. Quem utilizou garante que a qualidade do vídeo atinge níveis absurdos e que todas deveriam filmar nesse formato. Os comentários garantem que agora, com essa mudança, a EOS 5D Mark III atingiu todo o seu potencial. Porém, o tempo de gravação nesse formato ainda possuí drásticas limitações e seu uso comercial ainda não é viável. Outro ponto negativo é a necessidade de cartões de memória com grande capacidade e altas velocidades de gravação (mais altas do que os utilizados normalmente para gravações em Full HD). Mas, dentro de todos os testes que foram feitos, existe a indicação de que o melhor vídeo em RAW está sendo entregue pela EOS 50D. Estranho, pois ela é justamente uma câmera que não foi planejada para esse fim. O vídeo abaixo mostra um pouco das capacidades do equipamento filmando em RAW com a nova versão do Magic Lantern e com ISO 12800 (expandido já que o nativo vai até 6400).

E qual foi a consequência de tudo isso? O preço do equipamento disparou nas lojas e sites da internet. Mesmo sendo um equipamento lançado do distante ano de 2008, ainda existem algumas unidades novas a venda em algumas lojas. A câmera, que podia ser encontrada tranquilamente por US$ 500,00, agora está sendo negociada por preços que chegam a US$ 1.500,00. No e-Bay é possível encontrar por US$ 900,00. Muito salgado já que a sucessora, a EOS 60D, que já possuí o vídeo com áudio vindos de fábrica, é encontrada por US$ 700,00.

Sinceramente, acho essa uma valorização falsa. Estamos falando de uma funcionalidade que ainda não é prática, mas apresenta uma curiosidade tecnológica. Com o tempo os valores vão voltar ao patamar normal. Achei o Magic Lantern muito legal, com várias possibilidades para sua câmera. Mas, os riscos são grandes também, pois você pode perder seu equipamento. Para nós que vivemos aqui na periferia do mundo moderno isso pode ser uma bela dor de cabeça, principalmente por conta do preço do equipamento.eos_50D_vídeo

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