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Canon EF 16-35mm f/4 L IS USM — eu quero

Por em 13 de maio de 2014

O boato apareceu na internet e nem deu tempo da galera formular teorias, pois a Canon chegou e oficializou tudo. O boato dizia respeito ao lançamento de uma nova lente, e na realidade vamos ter duas novas lentes chegando ao mercado. A mais bacana é a EF 16-35mm f/4 L, e a segunda é a EF-S 10-18mm f/4.5-5.6. A primeira é uma boa pedida para fotografia social. É uma lente da linha profissional e, mesmo que o diafragma fique em f/4, não vejo problema para isso nos dias de hoje. Câmeras como a 7D ou a 70D (para ficarmos nos modelos intermediários mais baratos) podem trabalhar tranquilamente com ISO superior a 1600, tornando a abertura do diafragma um problema facilmente contornado. A lente possui 16 elementos divididos em 12 grupos, sendo que temos 3 elementos asféricos e 2 elementos UD. O diafragma é composto por 9 laminas, o diâmetro do filtro é de 77mm e o peso é de 615g. Mesmo sendo uma lente com pouca distância focal, ela vem equipada com estabilização de imagem, o que torna a abertura de diafragma ainda mais contornável. Finalizando temos a presença do motor USM que torna a operação de foco automático mais rápida e silenciosa. Lembrando que, por ser uma lente EF, ela é perfeitamente compatível com as câmeras full frame da Canon. Não nego que fiquei animado com esse lançamento, pois já estava de olho na antiga EF17-40mm f/4 por conta de sua bela grande angular e por ser relativamente barata. Parece que agora terei que mudar o foco de minha próxima aquisição. A nova EF 16-35mm f/4 L IS USM vai chegar ao mercado em junho com preço estimado de US$ 1.199,00.

canon_ef_16-35mm_f4

A outra lente anunciada, a EF-S 10-18mm f-4.5-5.6 IS STM é voltada para câmeras com sensor cropado e deve ser uma boa alternativa para quem precisa de uma grande angular poderosa e com um preço baixo. Embora a distorção nas bordas seja forte, a lente não é suficientemente abrangente para causar o efeito de olho de peixe em um sensor APS. Ela é composta por 14 elementos divididos em 11 grupos, sendo 01 elemento UD. A lente possui diafragma com 7 lâminas, filtro com 67mm de diâmetro e 240 gramas de peso. Vai estar disponível em junho com preço estimado de US$ 299.00.

canon_efs_10-20mm

Fonte: Dpreview

 

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Samsung Galaxy Note 3 ou Canon 5D Mark III? Quem filma melhor?

Por em 9 de maio de 2014

5dMIIIvsNote3

No mercado de fotografia existe meio que um consenso de que a Canon 5D Mark III é uma das melhores câmeras da atualidade.

Para quem não a considera “a melhor” em absoluto, entende pelo menos que esse modelo da Canon é uma máquina fenomenal, tanto para fotografia, quanto para vídeos, o que tem sido um fator importante na escolha do equipamento por parte de equipes pequenas, e até mesmo grandes estúdios (desde a introdução de sua irmã mais velha, a também aclamada 5D Mark II).

Neste universo de sucesso garantido, o cineasta/diretor de fotografia Alec Weinstein resolveu fazer um teste inusitado, colocando frente à frente a Mark III, (uma câmera que custa em média US$ 3.500) e o smartphone Samsung Galaxy Note 3 (que pode ser adquirido nos EUA por US$ 600, arredondando para cima). E o resultado foi surpreendente!

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Para o pessoal do vídeo: Canon XF205 e XF200

Por em 2 de abril de 2014

canon_xf205_xf200

Acho que cada vez mais o vídeo vai ter espaço nos blogs de tecnologia que tem a imagem como foco (caso do MeioBit Fotografia). Todo mundo que lida com fotografia, e teve a possibilidade de comprar uma câmera reflex atual, já teve algum contato com o vídeo digital. Até eu que não tenho pretensão nenhuma com essa área já estou estudando algumas brincadeiras. Se a funcionalidade está disponível, então por que não utilizar? Porém, temos que lembrar que ainda existem lançamentos interessantes na área do vídeo digital profissional. Hoje mesmo a Canon colocou no mercado duas câmeras de vídeo voltados para o mercado profissional que vão fazer a cabeça de quem está trabalhando nesta área.

As XF205 e XF200 chegam com design compacto (muito importante para ter agilidade na filmagem) e com capacidade de filmagem em Full HD. Tudo bem que o 4K está em evidência agora, mas ele ainda não é o padrão profissional na área de vídeo. As duas câmeras são equipadas com lentes Canon HD com distância focal de 26,8-536 mm  (uma ótima distância focal, que vai manter a agilidade do processo de produção),  com sensor de imagem CMOS HD PRO e o processador de imagens DIGIC DV4. A câmera grava com taxa de 500 MB/s em MPEG 2 com amostragem de cor 4:2:2. Algumas opções interessantes nos permitem gravar um arquivo de alta definição em um cartão Compact Flash e um arquivo com menor definição em cartão SD. Muita gente se pergunta a utilidade deste tipo de coisa. Em fotografia a gente faz arquivos menores no segundo cartão de memória para mostrar rapidamente para o cliente, enquanto o RAW de maior definição será editado posteriormente para a entrega. Isso é muito positivo no fluxo de trabalho.

A câmera possui um view finder com resolução de 1,23 megapixels e um visor OLED de 8 centímetros que foi remodelado pela Canon para oferecer maior contraste, cores mais vivas e tempo de resposta aprimorado (tempo de resposta nos visores eletrônicos é muito importante). As duas câmeras possuem conectividade Wi-Fi e porta Ethernet LAN. O diferencial da XF205 é também possuir conexão 3G-SDi/HD-SDI, Timecode e terminal Genlock.

As duas câmeras estarão disponível em julho e a  Canon XF200 vai chegar ao mercado custando  US$ 3.900,00 e a XF205 custará US$ 4.400,00.

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Para quem curte a área de vídeo profissional, e tem grana para gastar em qualidade, a Canon também anunciou a Cine Servo 17-120mm T2.95, que nada mais é do que uma lente com grande qualidade de imagem e boa abertura de diafragma que pose ser utilizada também por outras marcas de câmeras, mas que possui maior compatibilidade e recursos com câmeras Canon. A lente vai estar disponível em agosto ao preço singelo de US$ 33.000,00.

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Canon – mais câmeras causando alergia

Por em 11 de março de 2014

Acho que muitos se lembram quando a Canon admitiu que alguns exemplares da EOS REBEL T4i estavam causando alergia aos seus usuários. Isso foi culpa de uma reação química indesejável na borracha da empunhadura da câmera. A empresa admitiu o problema e chamou todo mundo que foi afetado para um recall. Agora algo semelhante está acontecendo com a ultrazoom avançada Powershot SX50 HS. A bola foi levantada pela  United States Consumer Product Safety Commission que apontou que um produto químico encontrado na borracha do visor eletrônico da câmera pode causar irritação na pele ou nos olhos do usuário ou uma reação alérgica.

A Canon se mobilizou e informou os usuários da câmera que o defeito afeta um pequeno lote que foi fabricado entre 01 de setembro e 15 de novembro de 2013. As câmeras afetadas possuem número serial que começam com os números “69”, “70” ou “71” e possuem o número “1” como o sexto dígito do número de série. Segundo a empresa, o que causou o problema foi um erro no despacho do fornecedor que entrega as peças para a montagem da câmera. Coincidentemente, o produto químico que está trazendo esse problema é o mesmo do caso da T4i, o Zinc Bis (dihydrogen phosphate), que não faz parte dos componentes de produção desta borracha. A Canon declara que o fornecedor utilizou o produto em um teste de vulcanização da borracha e que, erroneamente, mandou algumas das unidades que participaram do teste para a linha de produção. O consumidor americano foi orientado a procurar o Centro de Suporte ao Cliente da Canon nos Estados Unidos para executar a troca da peça.

Nada em relação aos usuários de outros países foi declarado. Por enquanto vale apenas para os Estados Unidos. Câmeras com problemas são normais. Aliás, toda a indústria de eletro-eletrônicos passa por isso. O bom é quando a empresa reconhece o erro e passa a fazer a correção do defeito o mais rápido possível. Casos como o da Nikon, que passou a corrigir um defeito da D600 mais de um ano depois e ainda afirma que não tem culpa no cartório, é que deixa todo mundo envergonhado.

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Fonte: Photography Blog

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Canon – fim das compactas baratas

Por em 25 de fevereiro de 2014

Acho que isso não é surpresa para ninguém, afinal de contas, a história está caminhando para isso. A qualidade da imagem entregue pelos Smartphones, e todas as possibilidades de conectividade, estão levando para o buraco o mercado de câmeras fotográficas point-and-shot. E não estou falando só dos Smartphones top de linha, pois até os celulares mais baratos já produzem imagens que vão ao encontro das necessidades da maioria dos usuários comuns. Então, os motivos para ter uma câmera compacta estão cada vez mais escassos. E não digo apenas compactas, pois no ano passado, pela primeira vez na história da fotografia digital, até as câmeras DSLR tiveram queda em suas vendas. Todos os analistas são unanimes em apontar que o motivo é a evolução da qualidade de imagem dos celulares top de linha.

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Então, um caminho mais seguro é que as câmeras compactas mais simples venham a desaparecer. A Olympus já tomou essa decisão desde maio do ano passado, mas não sentimos tanto, pois as câmeras eram horríveis (essa não é apenas minha opinião). Mesmo passando por uma crise, Nikon já avisou que não vai desistir das câmeras compactas. Segundo esta entrevista no Dpreview, eles acreditam que ao colocar mais opções de conectividade em suas câmeras é possível que elas voltem a ser relevantes no mercado. Isso é estranho vindo da empresa que até hoje não coloca conexão Wi-Fi em seus principais equipamentos, fazendo com que seus usuários tenham que comprar um adaptador externo. Mas, voltando ao assunto, eu acho que a Nikon está nadando contra a correnteza e essa pode ser uma aposta perigosa. Porém, não vejo muitas alternativas para eles, pois a maior parte de seu faturamento vem da venda de câmeras fotográficas. Outras empresas, como a Canon, possuem outros negócios e divisões, o que faz o impacto da queda da venda de câmeras um pouco menor.

Mas, é justamente a Canon que sai na frente e decreta o fim das câmeras compactas mais baratas. Segundo artigo da Nikkan Kogyo, a Canon decidiu pular fora do segmento e abandonar a produção de câmeras compactas com valores inferiores a US$ 200,00. As grandes empresas bem que tentaram trazer de volta os consumidores com câmeras cheias de perfumarias, e coisas até bizarras, mas não deu certo. É hora de abandonar o barco. O foco da empresa agora (olha o trocadilho) serão equipamentos avançados com alta qualidade de imagem e voltado para um público específico, que quer fazer uma fotografia mais trabalhada. De certa forma, é uma volta às origens, pois o foco das grandes empresas antes do digital eram os usuários mais exigentes que compravam lentes e câmeras reflex.

Mais um ciclo que vai se fechando na tecnologia. Nada dura para sempre, principalmente na Era Digital. Sinceramente, tenho convivido com câmeras compactas desde que comecei a dar aulas e a qualidade das point-and-shot mais simples sempre foi sofrível. Sensores pequenos, processamento interno básico e alta densidade de pixels. Até modelos mais novos são simplesmente horríveis. Do outro lado, nos últimos 3 anos, alguns celulares estão conseguindo a façanha de entregar imagens interessantes, principalmente por conta do processamento interno caprichado. Eu tenho um celular Samsung que não é top de linha e prefiro a imagem dele do que da compacta Sony que tenho. Agora é aguardar que a indústria se reorganize e volte para patamares normais. Será que a bolha vai finalmente estourar?

Fonte: Petapixel

emEquipamentos Notícias

Canon EOS Rebel T5 – para quem quer gastar pouco

Por em 14 de fevereiro de 2014

Fechando a semana com mais um lançamento da Canon, podemos dizer que se trata de uma câmera para você que não quer gastar muito, mas quer um equipamento que entregue o mínimo de qualidade, com uma lente mediana (vai ser melhor do que qualquer lente de câmera compacta) e ainda com a capacidade de se utilizar dos acessórios da linha EOS, caso haja a possibilidade. Sim, estamos falando da nova câmera de entrada da Canon, batizada de Rebel T5, ou EOS 1200D, ou Kiss X70, dependendo do mercado em que você se encontra.

A câmera é simples e pequena. Possui o já manjado sensor CMOS APS-C de 18 megapixels que está rodando há muito tempo nas câmeras da empresa e o processador Digic 4. O que podemos falar dela? Podemos dizer que deve manter uma qualidade aceitável de imagem, pode fazer até 3 fotos por segundo no modo contínuo, possui 9 pontos de foco automático, o visor LCD possui 3 polegadas e pode gravar vídeos em Full HD. E acabou. Sim, um equipamento bem simples, que resulta em um preço baixo. A Rebel T5 vai ser comercializada, juntamente com a lente EF-S 18-55mm f/3,5-5,6 IS II, pelo valor de US$ 549,00. Embora seja a linha mais barata de câmeras da Canon, não é uma tarefa fácil encontrar esse equipamento em toda parte do Brasil. Digo que esse é um dos motivos pelo qual o Brasil tem quase o domínio do mercado fotográfico pela Nikon, já que a D3200 é muito mais fácil de encontrar e, quando estamos a procura de nossa primeira câmera reflex, o preço é um fator muito importante.

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Aproveitando a oportunidade, a Canon também coloca para seus fãs o MR-14EX II Macro Ring Light, um flash TTL que é compatível com todas as câmeras EOS e vai fazer a alegria de quem gosta de uma fotografia macro. Todo mundo que pratica este tipo de fotografia sabe que a iluminação é um dos pontos mais críticos. Já experimentei um flash com essas características e, além de praticar a macrofotografia, também é uma ótima fonte de iluminação para retratos. Coincidentemente o novo flash macro da Canon também vai ser comercializado por US$ 549,00.

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Fonte: Dpreview

emEquipamentos

Canon Powershot G1X Mark II

Por em 12 de fevereiro de 2014

Os celulares podem estar dominando os gostos da maioria dos consumidores quando o assunto é aquela fotografia do cotidiano. Mas, ainda exitem aquelas pessoas que possuem o olhar um pouco mais metódico e detalhista, dando mais atenção e importância para o equipamento fotográfico que está usando. A ideia é ter qualidade e mesmo assim não carregar quilos de equipamentos. A Fuji fez bem a lição de casa e ganhou dinheiro a rodo com a linha X. Câmeras pequenas, bonitas, com muita qualidade de imagem e caras. Ou seja, existem consumidores que se dispõem a pagar mais para ter um produto diferenciado. Esse também é o alvo da nova câmera que a Canon anunciou hoje, a Powershot G1X Mark II que, além de apresentar características muito interessantes, também pode ser classificado como um equipamento muito bonito.

Podemos começar dizendo que a câmera está equipada com um sensor de 1,5 polegadas (18,7 x 14 mm) com 13 megapixels de resolução máxima. Sensor grande e com uma baixa densidade de pixels, ou seja, já começou bem. Junto com isso temos uma lente com distância focal equivalente a uma 24-120mm com abertura de diafragma em f/2,0-3,9. Opa, a coisa fica muito bacana quando vemos uma lente clara em uma câmera compacta com sensor maior do que o normal. Junto com esse pacote de possibilidades positivas, temos um sistema de foco automático com 31 pontos, processador DIGIC VI, capacidade de fazer 5,2 fotos por segundo no modo contínuo e, segundo a Canon, a velocidade do foco automático é de 0,22 segundos. Nada mal. A câmera também está equipada com um monitor LCD articulado com 3 polegadas e pode gravar vídeos em Full HD  com 30 fotogramas por segundo utilizando apenas a extensão MP4. Cabe também destacar que a pequena câmera possui conexão WiFi para transferência de imagens e também trabalha com a tecnologia NFC para conexão com Smartphones e Tablets. Infelizmente a G1X Mark II não possui view finder eletrônico, que agora se transformou em um acessório opcional, o EVF-DC1, que custa apenas US$ 300,00.

A nova Canon Powershot G1X Mark II deve chegar ao consumidor em abril custando US$ 700,00. Um valor interessante para a categoria do equipamento.

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Fonte: Dpreview

emEquipamentos