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Comemoração rende prejuízo de US$ 20 mil para jogador de futebol

Por em 24 de dezembro de 2013

Ser fotógrafo de esportes pode ser perigoso. Sim, meus amigos, você nunca sabe para onde uma bola de futebol vai espirrar, e se você já teve a oportunidade de pegar na mão uma bola oficial, então sabe que elas não são leves e nem macias. Eu mesmo já tive a infelicidade de levar uma bolada na cara enquanto fotografava uma partida de futebol de salão, e não recomendo para ninguém. Se tivesse pegado no equipamento, com certeza seria uma situação bem complicada.

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Mas, existem outros perigos em uma partida de futebol, como bem viu o fotógrafo Richard Heathcote no último sábado em uma partida de futebol pela Premier League (Inglaterra). Atualmente, fora os fotógrafos que ficam perto do gol, existem câmeras que são instaladas logo atrás do gol e são disparadas remotamente. Mais uma oportunidade para fazer uma boa imagem do momento mais importante do futebol. Pois bem, neste sábado, logo após fazer o primeiro gol da partida pelo Hull, o jogador Jake Livermore teve uma forma diferente de comemoração. Ele simplesmente resolveu chutar uma das câmeras que estavam instaladas atrás do gol. Logo após a partida, o fotógrafo Richard Heathcote postou no twitter uma intimação ao jogador para discutirem o conserto da câmera. Mesmo coberta por fita, para não identificar o fabricante, notamos que se trata de uma profissional da Canon, da série 1D.

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Felizmente, a coisa toda se resolveu de maneira civilizada. Aliás, falando relativamente, comprar uma câmera profissional na Inglaterra não tem o mesmo impacto no bolso do que comprar a mesma câmera aqui no Brasil. Jake Livermore se comprometeu a pagar US$ 10 mil como forma de indenização pela câmera e, como forma de compensação moral, vai dar a mesma quantia para uma entidade beneficente. Um final feliz que acostuma não acontecer com frequência.

Fonte: Petapixel

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Canon EOS M2 – somente para o Japão

Por em 3 de dezembro de 2013

E a Canon, em um lançamento muito tímido, resolveu dar uma melhorada em sua câmera mirrorless e divulgar o novo equipamento com o nome de EOS M2. Se você não olhar com atenção vai pensar que se trata do mesmo equipamento. São mudanças internas e algumas poucas na parte estética. Não diria que se trata de uma substituição, mas sim do melhoramento de algo que já existe.

Acho que a mudança principal é no sensor do equipamento. Agora a EOS M está trabalhando com o sensor CMOS II Hibrido, o mesmo encontrado na EOS 100D / SL1. A pegada do novo sensor é aumentar a velocidade do autofocos, principalmente no modo de gravação de vídeo ou no modo Live View. A Canon promete que a velocidade do foco automático aumentou em 2,3x; o que não é pouca coisa. Os pixels de detecção de fase neste sensor estão cobrindo 80% de sua área. Alguns esperavam que a nova versão da câmera viesse com a nova tecnologia dual pixel encontrada na 70D, mas mesmo assim é uma melhora em relação ao modelo anterior. Fora o sensor, também temos agora a possibilidade de conexão Wi-Fi para compartilhamento das imagens. Você pode manda as imagens diretamente para seu smartphone ou tablete ou utilizá-lo como controle remoto do seu equipamento instalando o aplicativo gratuito EOS Remote.

De resto, temos uma pequena mudança no desenho do botão de seleção de modos e a câmera é um pouco menor do que a antecessora. Na parte de gravação de filmes foi implementado o zoom digital e agora os microfones estéreo estão na parte da frente do equipamento. A velocidade do modo contínuo aumentou uma fração, chegando agora a 4,6 fotos por segundo (antes eram apenas 4,3). Eu gostei, pois se mostra uma câmera interessante e com tamanho compacto. Existe a opção de comprar o equipamento nas cores Preto e Branco.

Agora vem a notícia ruim. Ao que pude apurar a Canon EOS M2 vai ser comercializada, pelo menos por enquanto, somente no Japão. Isso mesmo, o mercado Americano e Europeu estão de fora da brincadeira (nem vou falar da América Latina para não ficar chato). Para quem tem a sorte de morar na Terra do Sol Nascente, a Canon decidiu vender o brinquedo em 4 versões diferente. A primeira versão é apenas o corpo (¥ 64.800). A segunda versão acompanha a lente 18-55mm básica e o flash Speedlite 90EX (¥ 84.800). A terceira versão vem a 18-55mm, o flash 90EX e a lente 22mm f/2 STM (¥ 104.800). E finalizando a quarta versão vem com todos os itens da versão anterior, adicionando ao pacote a lente EF-M 11-22mm f.4-5.6 IS STM (¥ 134.800). A última versão vem com todas as lentes já lançadas para o sistema mirrorless da Canon.

canon eos m2Fonte: Dpreview.

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Canon White Kiss – versão especial

Por em 14 de novembro de 2013

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Já faz algum tempo que a internet estava sendo inundada por rumores de um novo lançamento da Canon. Algo que seria bacana e ao mesmo tempo diferente. Pois hoje se tornou oficial a EOS White Kiss, uma versão da Rebel SL1, só que na cor branca. E só. Isso mesmo, todo o rumor e propaganda para o lançamento ser apenas de uma câmera que já existe, mas em uma cor diferente. Tudo bem, vamos ser camaradas, pois a câmera vai ser vendida também com a opção do kit possuir a EF 40mm f/2.8 pancake, também na cor branca. Sinceramente, eu acho isso muito pouco para tanto alarde. Eu estava esperando algo muito mais impactante.

Já falamos aqui da questão entre desenvolvimento tecnológico, necessidade dos consumidores e o intuito dos fabricantes de continuarem vendendo, mesmo quando não existem novidades que justifiquem a troca de uma câmera. Mesmo que a Canon ainda seja líder de vendas no mundo civilizado, a Nikon vem crescendo, capitaneando sua fama justamente em equipamentos bem construidos e com boa qualidade de imagem. A Canon estacionou e não fez mais nada digno. Está quase vivendo somente de sua fama passada e lançando câmeras que possuem qualidade de imagem inferior a câmeras antigas. A Rebel White Kiss é só mais um sintoma do beco que a empresa se encontra. Nada de novidades, apenas uma cor nova em uma câmera que nem é uma edição limitada.

Talvez falte ideias a Canon, saber vender desejos e sonhos, assim como a Nikon fez com a sua nova Full Frame, que tem um apelo totalmente voltado para um público específico que vai comprar o equipamento mesmo não precisando de uma câmera nova. Ou seja, cria-se uma necessidade onde ela não existe. Básico no sistema Capitalista. A solução, a curto prazo, é realmente planejar e pesquisar o que o consumidor quer e está disposto a pagar. Porém, a meu ver, a briga aqui se ganha com qualidade de imagem. É essa a lição de casa que a Nikon fez e agora está colhendo os frutos.

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Canon EF 28mm f/1,8 USM – Primeiras Impressões

Por em 26 de agosto de 2013

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A lente Canon EF 28mm f/1,8 USM não é uma lente nova, mas faz parte de uma antiga ambição de minha parte em trocar todas minhas lentes zoom por lentes fixas. Isso se deve por conta da qualidade de imagem e também da grande abertura de diafragma. Mas, como sou um fotógrafo com poucos recursos acabei focando (olha o trocadinho) em lentes com abertura f/1,8. Sei que a qualidade do cristal em lentes com aberturas f/1,4 é bem superior, mas ainda está um pouco longe de minhas atuais possibilidades. Então, depois de comprar a 85mm f/1.8, decidi investir nesta 28mm. Acho que o relato de minhas experiências aqui é válido, visto que muita gente não tem o hábito de comprar lentes fixas e até se sentem desconfortáveis com uma em mãos.

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Canon PowerShot G16 e outros lançamentos

Por em 23 de agosto de 2013

E a Canon anunciou uma pancada de novidades em câmeras e uma lente, porém nenhuma delas vai realmente maravilhar os consumidores. São apenas releituras de modelos anteriores atualizando a sua linha de compactas. Ou seja, nada de grandes novidades vindas da terra do sol nascente. A mais imponente câmera anunciada é a nova Powershot G16, a compacta top de linha da Canon. A câmera chega praticamente igual ao modelo anterior. Quase mesmo design (com algumas pequenas diferenças) e o mesmo sensor CMOS de 12 megapixels com 1/1,7 polegadas. O que muda aqui é o processador, que agora é um DIGIC VI, os pontos de autofocos e a conexão Wi-fi. Aliás, a Canon decidiu que é hora de se integrar aos Smartphones e não brigar contra eles. A câmera possui uma lente rápida com distância focal equivalente a uma 28-140mm e com abertura máxima de diafragma em f/1,8-2,8. Se temos uma vantagem neste equipamento é, sem dúvida, essa grande abertura de diafragma. A Canon garante que o novo modelo possui uma melhor qualidade em ISO elevado (por conta do novo processador) e que a velocidade do autofocos e o atraso do obturador é até 50% menos na G16. Só com testes vamos saber se isso realmente se confirma. Fazem parte do pacote a gravação de vídeo em Full HD. A nova Powershot G16 deve chegar ao mercado em outubro com o preço de US$ 550,00.

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Outro lançamento foi a Powershot S120 que chega equipada com um sensor CMOS de 1/1,7 polegadas com 12 megapixels de resolução máxima. A Canon aponta que o novo modelo também possui melhor velocidade de autofocos e menor tempo no atraso do obturador. Aliás, diminuir o tempo de atraso no obturador para câmeras compactas poderia ser a nova “corrida dos megapixels” para os fabricantes de câmeras fotográficas. Do ponto de vista do design a câmera continua idêntica ao modelo anterior, só apresentando um leve aumento no tamanho (coisa mínima). A lente é equivalente a uma 24-120mm com abertura máxima de diafragma em f/1,8-5,7. A câmera pode gerar vídeos em Full HD com 60 fotogramas por segundo e o visor é um LCD  capacitivo sensível ao toque. Acho que o grande trunfo do modelo é sua conectividade fácil de ser executada com Smartphones e Tablets através de uma App desenvolvida pela Canon. Inclusive, é possível utilizar o celular como controle remoto da câmera. A App está disponível com compatibilidade para Android e iOS. A Powershot S120 vai chegar ao mercado em outubro com o preço de US$ 450,00.

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Para finalizar as câmeras temos duas ultrazoons que não possuem novidades. Estou falando das Powershot SX510 HS e SX170 IS. Ambas estão equipadas com o processador DIGIC IV, o que já prova que são uma categoria de câmeras mais baixa dentro da Canon. A SX510 HS está equipada com um sensor CMOS de 1/2,3 polegadas de 12 megapixels e possui uma lente com distância focal equivalente a uma 24-720mm com abertura máxima de diafragma em f/3,4-5,8 e gravação de vídeos em Full HD com 24 fotogramas por segundo. Já a Powershot SX170 IS possui um sensor CCD de 16 megapixels de resolução máxima com tamanho de 1/2,3 polegadas. A câmera possui uma lente com distância focal equivalente a uma 28-448mm e com abertura máxima de diafragma em f/3,5-5,9. A gravação de vídeo é em HD (1280,720) com 24 fotogramas por segundo. As Powershot SX510 HS e SX170 IS devem chegar ao mercado em setembro com o preço de, respectivamente, US$ 249,99 e US$ 179,99.

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Flash Pop up da Canon travado

Por em 6 de agosto de 2013

Post rápido e pequeno para você que possui uma câmera reflex da Canon. Nos últimos dias passei a ter um problema muito estranho e incomodo com minha EOS 7D. Como alguns sabem eu gosto muito de fazer Strobist. Com a compra da 7D a coisa ficou mais bacana ainda, pois posso disparar meus dois flash compactos utilizando o flash incorporado da câmera. Isso é muito útil em situações onde se torna mais agradável utilizar duas fontes de luz laterais. Mas, um belo dia, o flash pop up da câmera simplesmente não foi acionado ao apertar o botão lateral. Tudo na câmera estava certo e ao verificar o menu da câmera foi constatada a mensagem de que o flash não seria acionado e o motivo alegado era que o flash externo estava colocado na sapata hotshoe. Na hora fiquei preocupado, mas como estava no meio de um ensaio acabei optando pelo radioflash e esqueci do assunto.

Hoje, ao me preparar para um outro ensaio, acabei me lembrando do problema. Peguei um pano de microfibra e passei a limpar a sapata, para ter certeza que não era nenhuma sujeira no local. Não deu certo. Pensei que o erro poderia ser atualização de firmware, pois desde que comprei a câmera não tinha feito isso e já existia versões mais novas. Depois de um bom tempo de trampo também não deu certo, e o flash continuou travado. Me senti vencido e comecei a procurar pelo problema no Pai Google. Não encontrei nada em língua Portuguesa, mas finalmente encontrei a solução em fóruns de fotografia americanos. Então resolvi colocar aqui para vocês que possam vir a ter o mesmo problema.

Segundo os colegas gringos esse é um problema até comum nas câmeras da Canon. Ao que parece é um erro de projeto mesmo, mas que a Canon não admite para não ter que fazer uma recall em todas as câmeras. Existe, na parte direita inferior da sapata hotshoe, uma pequena alavanca que avisa a câmera quando um flash externo é conectado e o mesmo trava o flash pop up para que ele não seja acionado ao mesmo tempo. Até ai tudo bem. Mas, acontece que as vezes o mesmo fica preso e, mesmo sem o flash externo conectado, a câmera continua a acusar a sua presença. Para resolver o problema é só desligar a câmera, retirar a bateria e, com um pedaço de metal bem fino (um pequeno clips já funciona), aperte repetidas vezes essa alavanca até que ela se solte. Fiz aqui e funcionou direitinho novamente.

Coisas da vida e do mundo da tecnologia. Agora, bem que a Canon poderia resolver isso de maneira maia efetiva.

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Canon Vixia Mini – para você ficar bem no vídeo

Por em 31 de julho de 2013

O Mundo está mudando. Embora esse seja o começo de um grande filme de fantasia também podemos aplicar essa colocação em nosso cotidiano. A tecnologia de som e imagem está evoluindo a passos largos e muita coisa vem sendo lançada com objetivos  específicos, para atingir uma parcela bem definida da população.

Podemos ver um exemplo do mundo digital voltado para uma parcela específica neste novo lançamento da Canon. A Vixia Mini é uma câmera de vídeo muito pequena com lente fixa e abertura de diafragma em f/2,8. A lente é uma olho-de-peixe com 16 mm de distância focal e um sensor CMOS ultra sensível com 12,8 megapixels. Acoplado a câmera temos um visor LCD de 2,7 polegadas e sensível ao toque. O que deve chamar a atenção no equipamento é o design, que nada lembra uma câmera de vídeo tradicional. Mas, qual é a especificação deste equipamento? A Canon afirma que ela foi desenvolvida para ser a companheira perfeita de blogueiros, YouTubers ou qualquer pessoa que queira uma maneira fácil de fazer vídeos de você mesmo. Simples não é?

Interessante notar que a distância focal da lente passa por variações dependendo do que você vai fazer. Em modo vídeo ela se comporta como uma 16,8 mm em Wide. No modo foto ela muda para um equivalente a 15,4 mm. Se acionar o modo Close-up a distância focal para vídeo muda para um equivalente a 35 mm e para a foto fica em 32,1 mm. O pequeno brinquedo pode fazer vídeos em Full HD (30 ou 24 fotogramas por segundo) e em 720p (30 ou 24 fotogramas por segundo). As fotos possuem 12 megapixels no modo amplo e com 2,76 megapixels no modo Close-up.

Embora eu nunca tenha dado muita atenção para a produção ou gravação de vídeo, tenho que admitir que o brinquedo é interessante. A Canon Vixia Mini vai chegar ao mercado americano em setembro custando a bagatela de US$ 299,99.

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