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Estudo mostra que criar música ajuda a combater o câncer

Por em 27 de janeiro de 2014

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Eu não sei quanto a vocês, mas música pra mim sempre foi um santo remédio. Tanto ouvir quanto criar, sempre teve um impacto positivo no meu dia-a-dia, tanto em momentos tristes, como em momentos felizes.

Mas até aí, sou apenas um geek de música, e o que me faz feliz pode se aplicar apenas a mim ou a poucos indivíduos, certo? Errado.

Um estudo feito pela Dra Joan Haase e sua equipe da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, confirmou que a chamada musicoterapia pode sim ajudar crianças, adolescentes e jovens adultos a lidar melhor com o tratamento do câncer.

Várias famílias já sabiam disso ao perceberem a melhora na saúde de pessoas próximas de seus convívios, mas agora temos um estudo científico comprovando sua eficácia no combate ao tumor, especificamente.

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Vermes-robôs poderão no futuro comer tumores cerebrais em cirurgias minimamente invasivas

Por em 13 de setembro de 2013

Primeiro protótipo do verme-robôBoa parte das larvas de moscas possuem hábitos saprófagos, isso é, se alimentam de tecidos necrosados, tanto é que um tratamento bastante comum é aplicar larvas esterilizadas em ferimentos, para que elas se encarreguem de livrar todo o tecido infeccionado que poderia evoluir para um quadro mais grave, levando a uma amputação ou até mesmo à morte do paciente.

Esse tratamento deu a J. Marc Simard, neurocirurgião da Escola de Medicina da Universidade de Maryland uma ideia: a técnica poderia ser aplicada no tratamento de tumores cerebrais, mas ao invés de inserir larvas vivas (claro, né?) os pesquisadores decidiram por um modelo robótico similar, que seria minimamente invasivo e de grande ajuda num procedimento cirúrgico.

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Autoexame dos seios? Tem uma App pra isso!

Por em 25 de agosto de 2013

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Há um certo consenso (se bem que na Internet nunca é seguro afirmar isso) que câncer é uma bosta. Se detectado cedo significa um belo susto, se detectado muito tarde, significa que é hora de fazer crediários a perder de vista. Idealmente, quanto mais cedo melhor.

No caso de câncer no seio há muito os órgãos de saúde pública promovem os exames anuais ou semestrais dependendo da idade, e os mensais, em casa mesmo. O problema é que mais de 80% dos caroços são benignos e normais, surgem e somem. O que vai diferenciar é consistência e crescimento, coisa que a mulher nem sempre consegue acompanhar de um mês pro outro.

Fazer mamografias todo mês é inviável, não só pelo efeito colateral de seus peitos ficarem brilhando no escuro, como pelo custo, deslocamento, etc. Uma alternativa seria uma forma não-invasiva, inofensiva de exame doméstico.

Entra… ECLIPSE!

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Nova arma na luta contra o câncer: nanopartículas

Por em 15 de agosto de 2013

Shanta Dhar (à direita) e Sean Marrache trabalhando em sua técnica na Universidade da Georgia

Muitas instituições mundo afora estão estudando formas de fazer com que nosso sistema imunológico seja capaz de reconhecer e atacar células cancerígenas, o que poderia reduzir em muito o sofrimento dos pacientes. No caso de hoje Pesquisadores da Universidade da Georgia desenvolveram uma nova técnica, utilizando nanopartículas e lasers para conseguir os resultados esperados.

Funciona assim: em situações normais nosso sistema imunológico é incapaz de detectar as células erráticas, deixando-as livres para crescerem, produzirem tumores e realizar o estrago que já conhecemos de cor e salteado. O que a equipe de Shanta Dhar, co-autora do estudo e professora adjunta do Departamento de Artes e Ciências pretende é dar um “se liga” no sistema, informando a ele o que deve procurar.

A pesquisa é uma continuação de resultados divulgados em novembro último, onde eles trataram células cancerígenas com nanopartículas compostas por um polímero biodegradável, este contendo lonidamina, medicamento voltado para inibir a produção de energia por parte das mitocôndrias. Ao ser estimulado com um laser, a eficácia se mostrou até 100 vezes superior do que administrar o remédio de forma normal.

As células cancerosas mortas foram então coletadas e expostas a células dendríticas, componentes do sistema imunológico. O resultado foi animador: elas reconheceram o câncer como um elemento intruso ao organismo e produziram altos níveis de sinais químicos, alertando o sistema inteiro. “Basicamente nós usamos o câncer contra ele mesmo”, disse Dhar.

A doutora alerta que o estudo é bem preliminar, mas não custa nada pensar que no futuro um médico poderá realizar um biópsia, matar as células  laboratório e cultivar uma colônia de células dendríticas capazes de detectar o tumor, as injetando de volta e deixando o corpo humano fazer o resto.

A pesquisa de Shanta Dhar também mostrou resultados em outras áreas: injetando curcumina nas nanopartículas sua equipe foi capaz de impedir a formação das placas amiloides causadoras do Mal de Alzheimer (quase 100% dos neurônios submetidos ao teste sobreviveram); em outro caso, utilizando o remédio contra a obesidade 2,4-DNP, a taxa de produção de gordura por células chamadas pré-adipócitos caiu em 67%.

Ainda estamos engatinhando, mas aos poucos estamos saindo da Idade das Trevas.

Fonte: Phys.org.

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Ouya ganhará jogo sobre batalha contra o câncer

Por em 14 de agosto de 2013

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Por mais que eu tente, nunca conseguirei imaginar o impacto que devem ter sentido Amy e Ryan Green quando descobriram que o seu filho estava com câncer terminal. Hoje com quatro anos, a criança luta contra sete tumores e para tentar diminuir a dor e prestar homenagem a Joel, o pai se juntou a Josh Larson para criar um jogo que tentará nos passar um pouco dessa experiência e graças aos criadores do Ouya o projeto poderá ser concluído.

Funcionando como um adventure point and click, That Dragon, Cancer deverá ser lançado em 2014 exclusivamente para o console baseado no Android e de acordo com Kellee Santiago, chefe de relações com desenvolvedoras do Ouya, “é importante que a história de Ryan seja contada” e embora o projeto ainda esteja bastante cru, ele conseguiu tocá-la e mostrou que poderá se encaixar muito bem na sua plataforma.

Segundo Ryan Green, “um dos motivos para estarem trabalhando no jogo é criar um ambiente seguro para se falar sobre coisas difíceis” e o principal objetivo dele e de seu parceiro é “fazer com que as pessoas compartilhem suas próprias experiências sobre a vida e a morte”, algo que o Ouya lhes permitirá por o console estar ligado à TV, assim toda a família poderá participar.

Hoje o That Dragon, Cancer possui apenas dez minutos de duração, mas quando sua versão final for disponibilizada, a expectativa é que ele dure por volta de duas horas e mostre diversas situações vividas pelo casal e a criança, o que muito provavelmente será o suficiente para que um grande número de pessoas derrubem várias lágrimas enquanto estiverem jogando e como disse Ryan, “este é um jogo composto por sofrimento e esperança, a história de meu filho, um roteiro escrito dia a dia.

Após conhecer um pouquinho da história por trás desse game, é interessante como minha vontade de possuir um Ouya aumentou consideravelmente, mesmo sabendo que ao jogá-lo ficarei abalado por um bom tempo.

[via Joystiq]

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Jogo para celular poderá ajudar na busca pela cura do câncer

Por em 23 de julho de 2013

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Mostrando que os jogos eletrônicos podem ser de extrema utilidade para outras áreas que não sejam apenas o entretenimento, o Cancer Research UK anunciou uma parceria com o estúdio Guerrilla Tea que deverá dar origem a um jogo para celular que tem como intuito uma causa bastante nobre.

Como a instituição britânica atua coletando informações genéticas dos pacientes, o jogo conhecido como GeneGame funcionará analisando o que foi obtido pelos pesquisadores e como isso gera uma enorme quantidade de dados, podendo chegar a vários petabytes, os jogadores serão de suma importância para agilizar bastante o processo.

Em apenas três meses os cidadãos analisaram dados que nossos cientistas normalmente levariam 18 meses. Com o GeneGame seremos mais ousados, corajosos e esperamos que no final do ano tenhamos um jogo que não será apenas divertido de se jogar, mas que em breve interpretará um papel crucial no desenvolvimento da cura do câncer – enfim, salvando vidas,” declarou a Dra. Joanna Reynolds, diretora de ciência da informação no Cancer Research UK.

Segundo o pessoal da Guerrilla Tea, eles foram escolhidos para a tarefa por terem conseguido entregar um protótipo de jogo que fosse ao mesmo tempo divertido e capaz de realizar a tarefa de interpretar o que foi obtido, o que tradicionalmente é feito por máquinas, mas que graças aos game deixará colocará a responsabilidades nos olhos humanos.

A minha única observação em relação a história é que esta não é a primeira vez que vejo algo nesse sentido e nunca fiquei sabendo de notícias sobre esse tipo de iniciativa ter mostrado algum resultado prático, talvez por ainda não ter dado tempo para isso, mas mesmo assim acho que elas são válidas e que merecem todo nosso apoio.

[via MCV]

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SUS garante maior vitória brasileira em 2014, e dane-se a Copa

Por em 3 de julho de 2013

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NUNCA MAIS!

Imagine que 95% dos acidentes de carro fossem causados por um vírus. Agora imagine que um grupo de cientistas descobriu uma vacina que protege contra esse vírus, mas como todo bom talismã mágico, há um porém: Você precisa se vacinar antes de aprender a dirigir.

Problema nenhum, certo? Vacine-se as crianças e pronto. Protegidas por toda a vida.

Agora imagine que um grupo de idiotas acha que ao vacinar as crianças antes de aprenderem a dirigir as torna propensas a querer dirigir antes do tempo, e por isso preferem que seus filhos fiquem desprotegidos, suscetíveis ao vírus que causa 95% dos acidentes, mesmo sem nenhuma relação real entre uso da vacina e interesse em dirigir.

Em essência é a vacina contra o HPV, o Human Papyloma Virus. Esse bicho é responsável por verrugas genitais e diversos tipos de câncer, incluindo 95% dos casos de câncer de útero. E EXISTE UMA VACINA! isso mesmo, fuck cancer, uma vacina que aplicada em mulheres (casos de câncer de útero em homens tendem a ser raros) antes da fase sexualmente ativa, quando têm contato com o HPV e outros vírus, garante imunidade.

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