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Ex-ditador panamenho está processando a Activision

Por em 16 de julho de 2014

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Você provavelmente já viu uma mensagem no início de alguns jogos que diz que aquela é uma obra de ficção e que qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Porém, esse aviso não parece estar sendo o suficiente para acalmar algumas pessoas que não gostaram de supostamente terem servido como fonte de inspiração para alguns títulos.

No final do ano passado tivemos o caso da Lindsay Lohan, que se sentiu ofendida por o Grand Theft Auto V ter uma personagem muito parecida com ela e ameaçou processar a Rockstar, o que acabou se confirmando e agora temos outra história parecida, dessa vez envolvendo o ex-ditador panamenho Manuel Noriega.

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Call of Duty: Advanced Warfare contará com Kevin Spacey

Por em 2 de maio de 2014

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<<<<<<<<<<<< Cole uma piada sobre House of CODs aqui >>>>>>>>>>>>

Mais certo do que chuva em todo Dia de Finados, é desnecessário dizer que todo ano teremos um Assassin’s Creed e um Call of Duty novos. O primeiro já foi anunciado, portanto restava à franquia de tiro em primeira pessoa soltar as primeiras informações acerca do título deste ano. como não poderia deixar de ser elas saíram após um vazamento, o que fez com que a Activision corresse para confirmar o título e divulgasse tudo oficialmente.

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Produção do Call of Duty agora terá ciclo de três anos

Por em 7 de fevereiro de 2014

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É bastante comum vermos dois estúdios trabalhando alternadamente na criação de novos capítulos para franquias que recebem lançamentos anuais, mas provavelmente devido as criticas que recebeu pelas últimas edições do Call of Duty, a Activision resolveu ir além e anunciou que a partir de agora três desenvolvedoras ficarão responsáveis pela franquia.

Com isso, a Sledgehammer Games se junta a Infinity Ward e a Treyarch como principal responsável pela produção, com cada um dos estúdios passando a ter três anos para criar sua versão e o CEO da editora, Eric Hirshberg, explicou os motivos que os levaram a tomar tal decisão:

Existem várias vantagens em se fazer isso. A primeira claramente é a qualidade; isso dará aos designers mais tempo para imaginar e inovar em cada título. Ao mesmo tempo, isso dará aos nossos criadores de conteúdo mais foco em DLCs e micro DLCs, que como vocês sabem, se tornaram oportunidades de maiores lucros. Finalmente, isso dará às nossas equipes mais tempo para ajustes, tendo a certeza de que todas as vezes nós lançamos a melhor experiência possível para nossos fãs.

Caso não saiba, a Sledgehammer foi fundada em 2009 por Glen Schofield e Michael Condrey, respectivamente ex-gerente e ex-COO da Visceral Games, e o único jogo em que o estúdio trabalhou foi o Modern Warfare 3, onde ajudaram na sua criação e devido a sua escolha, serão eles que ficarão responsáveis pelo Call of Duty que sairá no final deste ano, com a Treyarch assinando o de 2015, a Infinity Ward o de 2016 e assim sucessivamente.

Acho a ideia interessante, mas fico imaginando o inferno que deverá ser gerenciar tudo isso, pois não tem como essas equipes trabalharem em suas versões sem terem um mínimo de conhecimento do que as outras estão fazendo, seja para evitar temas parecidos ou mesmo para tentar propor coisas novas. Além disso, por ser a primeira a lançar um game após o anúncio desta rotatividade, o pessoal da Sledgehammer está com uma enorme responsabilidade nas mãos e caso o CoD deste ano não venda bem, deverão ser atacados por todos os lados.

Fonte: Gamesbeat.

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Os jogos mais importantes da 7ª geração

Por em 29 de novembro de 2013

A geração que está acabando apresentou uma série de caraterísticas que ajudaram muito os consoles a se tornarem bastante populares, mas não há como negar, o que realmente nos fascina nesses aparelhos são os seus jogos e por isso resolvi relembrar alguns dos títulos que considero entre os mais importantes dos últimos anos.

Nesta lista tentei levar em consideração apenas a relevância de tais títulos para a indústria, ignorando aí o gosto pessoal e deixando de fora muitos jogos que me agradaram muito, mas que que talvez não tenham dado uma contribuição tão relevante para o futuro dos games.

Aproveito também para deixar claro que os escolhidos não foram dispostos em nenhuma ordem específica e me limitei a citar apenas jogos disponibilizados apenas após o lançamento do Xbox 360, ou seja, 2005.

Então vamos à lista e caso discorde de alguma citação ou ache que um determinado game deveria estar presente, peço que deixe seu comentário após o texto, ok?

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Fundador da Avalanche faz duras previsões para séries CoD e Battlefield

Por em 7 de novembro de 2013

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Ok, o mundo está cheio de profetas do apocalipse e em boa parte das vezes o que esses pessimistas preveem nunca se concretiza, mas quando alguém como Christofer Sundberg, fundador da Avalanche Studios e diretor criativo da série Just Cause, diz o que espera do futuro das franquias Call of Duty e Battlefield, acho que devemos prestar atenção.

Eu prevejo o fim de uma era com o Call of Duty: Ghosts e o Battlefield 4. Não acredito em um futuro para o CoD e acredito que o Battlefield sobreviverá apenas como um jogo multiplayer,” disse em sua conta no Twitter.

Diante de uma afirmação tão categórica, Sundberg foi questionado se o Call of Duty não poderia continuar se seguisse o mesmo caminho que ele julga correto para o Battlefield, que seria focar apenas nas partidas online, mas para o sueco, “não existe espaço para ambos, a menos que existam drásticas diferenças e as editoras encontrem novas maneiras de monetizá-los.

O curioso é que o desempenho comercial do Call of Duty: Ghosts mostra exatamente o contrário, já que só no primeiro dia as vendas do jogo ultrapassaram um bilhão de dólares, mesmo com as análises classificando este como um dos mais fracos capítulos da franquia.

Mesmo assim, a opinião de Sundberg não chega a ser absurda e digo isso porque logo esses jogos terão a provável dura concorrência de dois gigantes, o Destiny e o Titanfall, mas com tantas pessoas ainda investindo em um Call of Duty assim que ele chega às lojas, fica difícil apostar no fim de algo que gera tanto dinheiro.

Estejam essas séries se aproximando de um fim ou não, o que me deixa triste é pensar na possibilidade de em breve só termos FPSs focados no mata-mata. Eu realmente não gostaria que as campanhas single-player desses jogos fossem extintas, mas como boa parte dos jogadores nem lhes dão uma chance, não me surpreenderei se isso acontecer.

Fonte: Gamespot.

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Quando o Call of Duty era conhecido como “MoH Killer”

Por em 5 de novembro de 2013

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Hoje marca o lançamento do Call of Duty: Ghosts, jogo que provavelmente figurará entre os mais vendidos do ano, mas em um ótimo artigo que conta a história da franquia, o site MCV nos lembrou quem dava as cartas antigamente quando o assunto era os jogos de tiro em primeira pessoa.

Talvez você não saiba ou nem lembre disso, mas após o término do desenvolvimento do Medal of Honor: Allied Assult, a EA não queria que o pessoal da 2015, Inc. continuasse trabalhando com a franquia, o que levou a Activision a contratar aqueles profissionais e criar a Infinity Ward.

Para o primeiro projeto a editora decidiu então investir pesado no desenvolvimento de um novo título, conforme contou Scott Dodkins, ex-vice-presidente da Activision:

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emCultura Gamer Museu

IW: maioria dos que jogam Call of Duty não são hardcore

Por em 22 de outubro de 2013

Que vacilo, hein Jorge?

Sabe aquela história de que jogadores casuais são os que passam o dia em fazendas virtuais ou juntando balinhas em algum jogo para celular? Pois para Mark Rubin, produtor executivo na Infinity Ward, os verdadeiros casuais são aquelas pessoas que só utilizam seus videogames para jogar o multiplayer do Call of Duty.

Independente da plataforma – o habito de jogos das pessoas não mudará porque temos uma nova plataforma. Nós temos um enorme número de jogadores que estão mais no espaço dos jogos casuais, mas eles jogam muito.

É uma coisa meio estranha, irônica de se dizer; Eles não são jogadores hardcore ou mesmo gamers, mas eles jogam Call of Duty todas as noites. E esses caras continuarão jogando, independente da plataforma. Então acho que não apenas continuaremos atraindo a base de jogadores existentes, mas iremos para a próxima geração e veremos o quão longe podemos ir nela.

Eu imagino que ninguém se ofenderá com a afirmação e por isso acho que ele está corretíssimo ao pensar desta forma. Além disso, tal declaração me fez lembrar de um texto que publiquei aqui no Meio Bit Games há alguns anos, onde dizia que o Winning Eleven poderia ser considerado sinônimo de videogames no Brasil e pelo visto, acho que podemos dizer que o CoD é o “Wing Eleven” desta geração.

Fonte: IGN.

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