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Produção do Call of Duty agora terá ciclo de três anos

Por em 7 de fevereiro de 2014

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É bastante comum vermos dois estúdios trabalhando alternadamente na criação de novos capítulos para franquias que recebem lançamentos anuais, mas provavelmente devido as criticas que recebeu pelas últimas edições do Call of Duty, a Activision resolveu ir além e anunciou que a partir de agora três desenvolvedoras ficarão responsáveis pela franquia.

Com isso, a Sledgehammer Games se junta a Infinity Ward e a Treyarch como principal responsável pela produção, com cada um dos estúdios passando a ter três anos para criar sua versão e o CEO da editora, Eric Hirshberg, explicou os motivos que os levaram a tomar tal decisão:

Existem várias vantagens em se fazer isso. A primeira claramente é a qualidade; isso dará aos designers mais tempo para imaginar e inovar em cada título. Ao mesmo tempo, isso dará aos nossos criadores de conteúdo mais foco em DLCs e micro DLCs, que como vocês sabem, se tornaram oportunidades de maiores lucros. Finalmente, isso dará às nossas equipes mais tempo para ajustes, tendo a certeza de que todas as vezes nós lançamos a melhor experiência possível para nossos fãs.

Caso não saiba, a Sledgehammer foi fundada em 2009 por Glen Schofield e Michael Condrey, respectivamente ex-gerente e ex-COO da Visceral Games, e o único jogo em que o estúdio trabalhou foi o Modern Warfare 3, onde ajudaram na sua criação e devido a sua escolha, serão eles que ficarão responsáveis pelo Call of Duty que sairá no final deste ano, com a Treyarch assinando o de 2015, a Infinity Ward o de 2016 e assim sucessivamente.

Acho a ideia interessante, mas fico imaginando o inferno que deverá ser gerenciar tudo isso, pois não tem como essas equipes trabalharem em suas versões sem terem um mínimo de conhecimento do que as outras estão fazendo, seja para evitar temas parecidos ou mesmo para tentar propor coisas novas. Além disso, por ser a primeira a lançar um game após o anúncio desta rotatividade, o pessoal da Sledgehammer está com uma enorme responsabilidade nas mãos e caso o CoD deste ano não venda bem, deverão ser atacados por todos os lados.

Fonte: Gamesbeat.

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Os jogos mais importantes da 7ª geração

Por em 29 de novembro de 2013

A geração que está acabando apresentou uma série de caraterísticas que ajudaram muito os consoles a se tornarem bastante populares, mas não há como negar, o que realmente nos fascina nesses aparelhos são os seus jogos e por isso resolvi relembrar alguns dos títulos que considero entre os mais importantes dos últimos anos.

Nesta lista tentei levar em consideração apenas a relevância de tais títulos para a indústria, ignorando aí o gosto pessoal e deixando de fora muitos jogos que me agradaram muito, mas que que talvez não tenham dado uma contribuição tão relevante para o futuro dos games.

Aproveito também para deixar claro que os escolhidos não foram dispostos em nenhuma ordem específica e me limitei a citar apenas jogos disponibilizados apenas após o lançamento do Xbox 360, ou seja, 2005.

Então vamos à lista e caso discorde de alguma citação ou ache que um determinado game deveria estar presente, peço que deixe seu comentário após o texto, ok?

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Fundador da Avalanche faz duras previsões para séries CoD e Battlefield

Por em 7 de novembro de 2013

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Ok, o mundo está cheio de profetas do apocalipse e em boa parte das vezes o que esses pessimistas preveem nunca se concretiza, mas quando alguém como Christofer Sundberg, fundador da Avalanche Studios e diretor criativo da série Just Cause, diz o que espera do futuro das franquias Call of Duty e Battlefield, acho que devemos prestar atenção.

Eu prevejo o fim de uma era com o Call of Duty: Ghosts e o Battlefield 4. Não acredito em um futuro para o CoD e acredito que o Battlefield sobreviverá apenas como um jogo multiplayer,” disse em sua conta no Twitter.

Diante de uma afirmação tão categórica, Sundberg foi questionado se o Call of Duty não poderia continuar se seguisse o mesmo caminho que ele julga correto para o Battlefield, que seria focar apenas nas partidas online, mas para o sueco, “não existe espaço para ambos, a menos que existam drásticas diferenças e as editoras encontrem novas maneiras de monetizá-los.

O curioso é que o desempenho comercial do Call of Duty: Ghosts mostra exatamente o contrário, já que só no primeiro dia as vendas do jogo ultrapassaram um bilhão de dólares, mesmo com as análises classificando este como um dos mais fracos capítulos da franquia.

Mesmo assim, a opinião de Sundberg não chega a ser absurda e digo isso porque logo esses jogos terão a provável dura concorrência de dois gigantes, o Destiny e o Titanfall, mas com tantas pessoas ainda investindo em um Call of Duty assim que ele chega às lojas, fica difícil apostar no fim de algo que gera tanto dinheiro.

Estejam essas séries se aproximando de um fim ou não, o que me deixa triste é pensar na possibilidade de em breve só termos FPSs focados no mata-mata. Eu realmente não gostaria que as campanhas single-player desses jogos fossem extintas, mas como boa parte dos jogadores nem lhes dão uma chance, não me surpreenderei se isso acontecer.

Fonte: Gamespot.

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Quando o Call of Duty era conhecido como “MoH Killer”

Por em 5 de novembro de 2013

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Hoje marca o lançamento do Call of Duty: Ghosts, jogo que provavelmente figurará entre os mais vendidos do ano, mas em um ótimo artigo que conta a história da franquia, o site MCV nos lembrou quem dava as cartas antigamente quando o assunto era os jogos de tiro em primeira pessoa.

Talvez você não saiba ou nem lembre disso, mas após o término do desenvolvimento do Medal of Honor: Allied Assult, a EA não queria que o pessoal da 2015, Inc. continuasse trabalhando com a franquia, o que levou a Activision a contratar aqueles profissionais e criar a Infinity Ward.

Para o primeiro projeto a editora decidiu então investir pesado no desenvolvimento de um novo título, conforme contou Scott Dodkins, ex-vice-presidente da Activision:

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IW: maioria dos que jogam Call of Duty não são hardcore

Por em 22 de outubro de 2013

Que vacilo, hein Jorge?

Sabe aquela história de que jogadores casuais são os que passam o dia em fazendas virtuais ou juntando balinhas em algum jogo para celular? Pois para Mark Rubin, produtor executivo na Infinity Ward, os verdadeiros casuais são aquelas pessoas que só utilizam seus videogames para jogar o multiplayer do Call of Duty.

Independente da plataforma – o habito de jogos das pessoas não mudará porque temos uma nova plataforma. Nós temos um enorme número de jogadores que estão mais no espaço dos jogos casuais, mas eles jogam muito.

É uma coisa meio estranha, irônica de se dizer; Eles não são jogadores hardcore ou mesmo gamers, mas eles jogam Call of Duty todas as noites. E esses caras continuarão jogando, independente da plataforma. Então acho que não apenas continuaremos atraindo a base de jogadores existentes, mas iremos para a próxima geração e veremos o quão longe podemos ir nela.

Eu imagino que ninguém se ofenderá com a afirmação e por isso acho que ele está corretíssimo ao pensar desta forma. Além disso, tal declaração me fez lembrar de um texto que publiquei aqui no Meio Bit Games há alguns anos, onde dizia que o Winning Eleven poderia ser considerado sinônimo de videogames no Brasil e pelo visto, acho que podemos dizer que o CoD é o “Wing Eleven” desta geração.

Fonte: IGN.

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IW explica porque fórmula do Call of Duty não muda muito

Por em 8 de outubro de 2013

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Na sua opinião, a série Call of Duty está precisando passar por uma reformulação em sua mecânica, trazer algumas coisas novas e fugir um pouco do mesmice? Pois se a sua resposta foi positiva, é bom tirar o cavalinho da chuva, porque segundo Mark Rubin, produtor executivo na Infinity Ward, o jogo chegou a um estágio onde se parece com um esporte e por isso seria complicado implementar mudanças significativas.

A verdade é que, se fosse futebol e no próximo ano nós apenas utilizássemos sete jogadores de cada lado e você pudesse usar as mãos, acho que as pessoas não iam querer tanto jogar esse game.

Então não podemos mudar muito as regras principais e elas são bem simples. Você é um jogador, tem a visão em primeira pessoa, possui uma arma nas mãos e corre por aí atirando em outras pessoas. Podemos brincar bastante com a maneira como isso funciona, coisas como a customização de personagens, fazer com que a movimentação pelo mundo seja melhor, fazer com que o mundo em si seja mais interessante, adicionar novos modelos, mapas dinâmicos… Então, ainda há muitas coisas a serem feitas.

O pior é que em partes eu concordo com a opinião de Rubin, pois acho realmente que os fãs da franquia não aprovariam uma mudança muito drástica em seu estilo e até penso que ela não seja necessária. No entanto, basta olharmos para os próprios jogos de esporte para vermos como eles evoluíram em todos os aspectos nos últimos anos e como isso enriqueceu suas jogabilidades, para percebermos que é possível adicionar novidades a um gênero sem que uma reformulação em sua estrutura aconteça.

Além disso, se o problema é incomodar aqueles que estão tão adaptados com as caraterísticas de um CoD, porque os estúdios envolvidos não se esforçam mais para implementar novos modos multiplayer? Isso daria uma oxigenada no gênero e não nos impediria de jogar o tradicional mata-mata.

Fonte: OXM.

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CoD: Ghosts irá do fundo do mar até o espaço sideral

Por em 10 de setembro de 2013

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Quando a Infinity Ward revelou o primeiro trailer do Call of Duty: Ghosts, uma das coisas que mais me chamou a atenção foi uma fase que se passará em baixo d’água, pois além dela apresentar gráficos muito bonitos, nos permitirá jogar com uma física diferente da que estamos acostumados e consequentemente, uma nova jogabilidade. Porém, o que não poderíamos imaginar é que para o jogo o céu seria o limite, literalmente.

Há pouco o estúdio divulgou um novo vídeo do aguardado FPS e já de cara nos é mostrado que em determinado momento da aventura combateremos inimigos na órbita da Terra, numa sequência que tem boa chance de entrar para a história da franquia ao lado da invasão de Nova York, da explosão atômica ou da missão em Pripyat.

Além de trazer vários momentos potencialmente impactantes do CoD: Ghosts e que ajudam a reforçar a tradição da desenvolvedora de entregar algumas das situações mais cinematográficos já feitas para um jogo, o trailer impressiona por mostrar uma qualidade de imagem bastante superior aos últimos lançamentos da série e se os gráficos não estão no mesmo nível do que tem sido divulgado do Battlefield 4, ao menos sugere que eles não passarão vergonha.

Trocar tiros no espaço enquanto vestimos uma roupa de astronauta te parece um pouco exagerado? Talvez seja mesmo, mas como assistir o vídeo e não pensar que isso pode ser bastante divertido? Que me desculpem os que buscam realismo, mas adorei a ideia do pessoal da Infinity Ward!

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