Decora.me – Inspiração para arquitetos, decoradores, designers e amantes da decoração.

O Decora.me é uma startup brasileira desenvolvida por Rodrigo Prior, Fernando Rigotti e Maurivan Luiz. E como sempre, eu vou destacar aqui as startups brasileiras que estão fazendo sucesso (a meta para sair do beta está quase sendo batida) e startups interessantes, e o eu gostei muito do Decora.me. Vemos sempre e às vezes até publicamos matérias sobre startups estrangeiras e esquecemos das brasileiras. Ela é parecida com o “weheartit“, pois possibilita o visitante publicar imagens pelo computador ou via URL imagens relacionadas a arquitetura, decoração, design, entre outros.
Papo & Yo, um jogo para PS3 ambientado no Brasil

Talvez você nunca tenha ouvido falar nele, mas Papo & Yo é um dos jogos independentes que serão lançados exclusivamente para o Playstation 3 e que tem chamado a atenção não só por nos colocar numa aventura no meio de uma favela brasileira, mas também por contar com uma direção artística belíssima, além de trazer personagens bastante inusitados.
No game acompanharemos o menino Quico, que tem a companhia de um gigante conhecido como Monster e parece um rinoceronte, além de um robô chamado Lula. A coisa começa a ficar interessante quando sabemos que o monstro morre de medo do robô, ficando paralisado quando ele está próximo e embora o grandalhão seja bastante pacífico, a situação foge do controle quando ele come algo que é viciado, sapos venenosos, podendo matar até mesmo o pequeno Quico.
Caberá ao jogador conseguir gerenciar esses dois, usando suas habilidades para resolver quebra-cabeças enquanto corre pela favela e de acordo com o seus criador, Vander Caballero, o game foi a maneira que encontrou de contar as dificuldades de sua infância, quando ele vivia uma relação de amor e ódio com seu pai, um alcoólatra que mudava completamente seu temperamento e Monster é uma clara referência a esta situação.
Ainda sem uma data de lançamento prevista, o jogo que está sendo financiado pelo projeto Pub Fund da Sony conquistou muitos admiradores durante a E3 do ano passado e deve ser um dos mais criativos games deste ano, se não por sua jogabilidade, ao menos por causa dos seus carismáticos personagens e pelos trailers que podem ser vistos logo abaixo, o trabalho dos canadenses da Minority está sendo muito bem feito.
Apple começa a vender na surdina o iPhone Made in Brasil
O rumor de que a Apple fabricaria iProdutos no Brasil não é novo, e desde que o Gizmodo BR conseguiu fotos de um iPhone feito por aqui, a fabricação nacional é dada como certa.
Como o modelo fabricado aqui é o iPhone 4 de 8GB, supunha-se que ele começaria a ser vendido junto com o iPhone 4S. Para a surpresa de muitos, o 4S veio, mas nada do iPhone 4 feito no Brasil…
Eis que um dia desses, notei que na Apple Online Store os iPhone 4 estavam com o número do modelo brasileiro na URL.
Já tinha ouvido que os produtos fabricados aqui receberiam o sufixo “BR” ao contrário do “BZ” que é usado nos produtos importados para o mercado brasileiro. Outro vazamento, desta vez no MacMagazine, confirma essa teoria – lá o modelo consta como MD198BR.
Fiquei na dúvida se a Apple já estava vendendo os aparelhos fabricados no Brasil ou apenas se preparando para isso.
Com sorte, encontrei alguém que havia comprado um iPhone 4 na Apple Online Store brasileira (obrigado Gabriel!) e ele pode me confirmar que o aparelho foi fabricado no Brasil.
Além da traseira do aparelho, a caixa indica que ele foi fabricado pela “Foxconn Indústria de Eletrônicos LTDA”, em Jundiaí.
Agora, a única dúvida que resta é se o preço dos iPhones deve abaixar ou não. Custando os mesmos R$1799 do iPhone 4 de 16GB, o preço do iPhone 4 “econômico” de 8GB parece caro demais.
Consultamos a Apple, mas ainda não obtivemos resposta – o que até é compreensível, já que o contato foi feito em pleno Carnaval.
Falta bancada para tanta gente e mais alguns problemas

Barracas de Camping (dessas, mais de 100 estão vazias)
Um pouco antes do início da Campus Party, a organização anunciou que apareceram mais 500 vagas extras, que segundo eles fizeram um novo cálculo e descobriram que existia espaço para mais pessoas. Obviamente esse espaço deve ser em algum local de outra dimensão, já que a quantidade de gente sem espaço em bancadas é fenomenal. Melhor é ler o regulamento e conferir que:
2.4. QUOTA DE PARTICIPAÇÃO E DIREITOS DOS PARTICIPANTES.
Existe um único tipo de quota de participação, conforme informado na ficha do usuário, que concede aos participantes o direito ao seguinte:- Um posto na arena de computadores, onde o participante poderá instalar seu equipamento pessoal, com uma tomada de rede e uma tomada de rede elétrica, caso no momento da inscrição você tenha solicitado o serviço de “Posto com PC”.
É existe esse espaço: os sofás. Quem não conseguiu bancada teve que recorrer ao sofá, ou ficar sentando no meio dos corredores usando internet wi-fi de algumas pessoas que liberaram o acesso c/c Diego Sabino.
Outra coisa que me incomodou foi isso:
Está proibido o consumo e tráfico de bebida alcoólica, cigarros, substâncias psicotrópicas e qualquer outra substância ilegal dentro no local do evento. O não-cumprimento desta norma é considerado infração grave e pode ser punido com a expulsão do evento e a comunicação às autoridades competentes.
Não estou reclamando da proibição. Estou reclamando da burrice da organização de permitir a venda de bebida alcoólica na lanchonete da arena como foi postado pelo Thássius. E quando perguntaram sobre a possibilidade de beber, falaram que: a lanchonete até poderia vender ao campuseiro, mas ele seria multado. CADÊ LÓGICA? Também possuem uma vitrine com cigarro, mas só as caixas, vazias.
Resumo do 1º dia da Campus Party Brasil
Não há muito para dizer em um resumão do primeiro dia da Campus Party, talvez um monte de geeks chegando cansados de viagem, ou não. Não vim na edição de 2011 (só na de 2010), mas posso falar que já no primeiro dia estava lotado de gente, algo que não aconteceu em 2010 (só veio acontecer no segundo dia). E diferentemente das edições que ocorreram no Imigrantes, aqui está um verdadeiro inferno de calor. Talvez o clima de São Paulo não esteja ajudando, ou seja apenas a falta de planejamento…
A internet sobrecarregou no primeiro dia, os 20Gbps não foram suficientes, principalmente por que tem gente baixando um monte de coisa (“ah, não era proibido”? Era proibido beber bebida alcóolica e é vendida na lanchonete, é proibido fumar e vende cigarro, é proibido usar som alto e tem um monte de gente com alto-falantes por aqui…, acreditem baixar arquivos é o menor dos problemas). Sobre a cerveja: é permitida a venda para campuseiros, mas é proibido o consumo dentro do Campus (quem fizer vai levar “multa”).
Ontem fiz uso do balcão do TecnoBlog, e apesar de não existir lugar marcado, estou “habitando” a área de social media, e também visitando outras áreas como a de Robótica.
Além dos problemas da internet, vários campuseiros estão reclamando da falta de pessoas da organização para tirar dúvidas, dos mapas que sofrem de um problema simples (e grave) de acessibilidade: a falta do “você está aqui!“…, da fila de credenciamento gigante e do sol quente (sinceramente, São Paulo está um pequeno inferno), inclusive Ítalo Henrique, que também escreve no Guiky, falou com Mario Luis Teza(Diretor Geral da Futura Networks do Brasil), para ver se conseguia pelo menos uma alteração no mapa e a resposta dele foi simplesmente: não posso fazer nada.
Apesar de todos os problemas citados, um grande benefício de estar em um evento como esse, além da troca de experiências é o networking. Encontrar pessoas que você só conhecia online, como o Thássius, Mobilon, Rafael, Lucas (e o resto da equipe TecnoBlog), Nick Ellis, Cid (do Não Salvo), pessoal do Treta, TchulimTchulim (aquela LINDA), PeaShrek e mais uma infinidade de pessoas. Menos o Cardoso que é anti-social e não sai do Rio de Janeiro <3
Sobre fotos e vídeos, postarei no restante do dia, já que vai rolar uma “pequena” cobertura do evento, por mim (HATERS GONNA HATE). Quem estiver afim de bater um papo, estou com a camisa I visited the mothership preta da Apple (sim) (ou entre em contato pelo meu Twitter).
Tempestade num copo d’água: um Belo Monte de falácias?
Uma ONG convenceu famosos a lerem um teleprompter para compor um belo vídeo (se puderem, assistam-no em full HD) contra a construção da usina hidrelétrica “Belo Monte” na Bacia do Rio Xingu, atual estado do Pará.
O conteúdo do vídeo é interessante: ele convoca todos os espectadores a arranjarem mais dez pessoas para divulgar a preocupação sobre a origem da eletricidade utilizada para recarregar a preciosa bateria dos gadgets importados, além das belas imagens de uma atriz de telenovelas aborrescentes fumando e outra bela loura fingindo que vai tirar a roupa em protesto contra os prováveis impactos ambientais naquela remota região.
O tio Laguna imagina que tais ‘personalidades de mídia’ devem ter estudado anos sobre demanda de energia elétrica na Região Norte do Brasil. Especialistas renomados no assunto, provavelmente: parece ser fácil protestar contra a construção de uma hidrelétrica num belo curta metragem quando, em casa, se toma banho de ducha quentinha (bem instalada, espero) e no calor é só ligar o aparelho de ar condicionado novinho… Certos estudantes universitários das Ciências Humanas que o digam.
Esses famosos doutores globais em demanda de energia elétrica tocaram em pontos interessantes e o tio Laguna gostaria de falar com vocês sobre alguns deles:
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