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Blizzard fala sobre o fim da casa de leilões do Diablo III

Por em 7 de março de 2014

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Quando a Blizzard anunciou que o Diablo III teria uma casa de leilões, parecia que a novidade serviria para atender um antigo pedido dos fãs, que era a possibilidade de comercializarmos itens com outras pessoas. Porém, não demorou até que as reclamações fossem feitas, com muitas pessoas alegando que a ideia matou a experiência de evoluirmos por conta própria e para a alegria dos que não gostaram do sistema, o estúdio resolveu voltar atrás.

Então, a partir do dia 18 de março a casa de leilões do Diablo III deixará de existir e numa postura que considero elogiável, o diretor de produção da expansão Reaper of Souls, John Hight e o diretor do jogo, Josh Mosqueira, gravaram um vídeo onde reconhecem o erro e admitem que a ideia mostrou-se uma faca de dois gumes, levando-os a tomarem uma decisão tão drástica.

Para Mosqueira, apesar da casa de leilões ter servido como um ambiente seguro para trocarmos itens, ela prejudicou profundamente a jogabilidade, já que era muito mais conveniente gastarmos ouro do jogo ou dinheiro real na aquisição de armas épicas, do que sofrermos para derrotar fortes inimigos que as largariam. Ou seja, ter um poderoso herói no Diablo III deixou de ser motivo de orgulho.

O interessante nisso tudo é que agora teremos uma chance maior de encontrar mais itens que sirvam para o personagem que estivermos utilizando e para promover a chegada da expansão e incentivar os jogadores a voltarem para o game, a Blizzard está oferecendo 50% de ganho de experiência pelos próximos dias.

Como eu só joguei o primeiro capítulo do Diablo III, nunca consegui entender muito bem o motivo para tantas reclamações em relação a casa de leilões, mas como tenho visto várias pessoas dizendo que o seu fim deixará o jogo melhor, estou pensando seriamente em lhe dar uma nova chance. Talvez assim o game consiga me prender.

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emComputadores

Blizzard explica cobrança para deixarmos personagem no nível 90 no WoW

Por em 26 de fevereiro de 2014

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Em breve os jogadores de World of Warcraft terão a oportunidade de jogar uma nova expansão e além de trazer uma nova região para ser explorada, ela ainda permitirá que os personagens atinjam o nível 100 e foi para permitir que os jogadores que não estão avançados aproveitem o game que a Blizzard propôs algo que tem gerado uma certa polêmica.

Acontece que ao comprar a Warlords of Draenor teremos a possibilidade de evoluirmos automaticamente um personagem até o nível 90, mas caso a pessoa queira fazer o mesmo com outro, ela terá que pagar uma taxa de salgados US$ 60, o mesmo preço cobrado pela expansão.

A ideia causou uma onda de reclamações entre os fãs e o designer Ion Hazzikostas explicou que eles sabiam que haveria demanda por evoluir mais de um personagem e justificou o porque de estarem cobrando tão caro pelo recurso:

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emMMO

Blizzard revela números impressionantes do World of Warcraft

Por em 30 de janeiro de 2014

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Novembro deste ano marcará o 10º aniversário do lançamento do World of Warcraft e tendo se tornado um dos mais bem sucedidos MMOs da história, a Blizzard parece ter dado início às comemorações, lançando um infográfico que traz alguns números bem interessantes do game.

Aquele que mais chama a atenção é a revelação de que mais de 100 milhões de contas já foram criadas por lá, o que seria equivalente a toda a população da Alemanha, Bielorrússia e Suécia. Vale notar que esse número leva em consideração também aqueles que participaram apenas do trial do WoW, mas ainda assim é uma quantidade imensa de pessoas.

Também se destaca a informação de que mais de 500 milhões de personagens foram criados e que o game registrou jogadores em 244 países e/ou territórios, incluindo aí a Antártica, o que me faz pensar se eu acreditaria se esbarrasse com alguém em Azeroth que me dissesse que está jogando desde um imenso bloco de gelo.

Bom, continuando com os dados, saiba que diariamente são comercializados 2,8 milhões de itens através das casas de leilões do jogo (o dobro do registrado pelo eBay); que 11 milhões de conquistas são desbloqueadas todos os dias e diariamente acontecem 900 mil batalhas contra inimigos controlados. Quanto ao tamanho do jogo, seriam necessário 44 CDs para gravarmos todo o áudio utilizado no World of Warcraft e o texto presente nele seria equivalente 12 cópias do Senhor dos Anéis, ou seja, 6 milhões de palavras.

Tudo isso serve para termos uma ideia do monstro que a criação da Blizzard se tornou, além de indicar que ele ainda deverá permanecer por aí por mais alguns anos e tenho certeza que os fãs do MMO não reclamarão nem um pouco se isso acontecer.

emMMO

Cuidado: aquela linda night elf de World of Warcraft pode ser um agente da NSA

Por em 9 de dezembro de 2013

Não, eu não vou postar aquele wallpaper da Tyrande!

O assunto NSA/Edward Snowden rendeu bastante este ano. O ex-informante e atual garoto do suporte número um da Rússia levantou uma grande quantidade de material para a imprensa soltar em pílulas, até porque convenhamos, ele não deve nem ir ao banheiro sem um ex-KGB na cola. Enquanto que algumas denúncias podem ser consideradas sérias e merecem ser verificadas, a mais recente é muito estranha, para dizer o mínimo.

De acordo com matéria veiculada em conjunto no The Guardian, The New York Times e ProPublica, um documento de 2008 fornecido por Snowden atesta que a NSA e a GCHQ, a agência de inteligência da Grã-Bretanha (você sabe, aquela que destruiu os HDs do Guardian) estariam há anos monitorando… ambientes de jogos online. Sendo mais específicos, a Xbox Live e os games World of Warcraft e (pasmem!) Second Life seriam os alvos.

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Com Heroes of the Storm, Blizzard diz não temer concorrência

Por em 16 de novembro de 2013

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Você provavelmente já percebeu que os MOBAs se espalharam como uma praga pela indústria e com empresas como a Riot Games a Valve conseguindo muitos milhões de dólares com os seus jogos do gênero, é natural que outras desenvolvedoras também queiram uma fatia deste mercado.

Uma que entrará em breve nesta briga é a Blizzard, que colocará vários dos nomes mais populares de suas franquias para duelarem no Heroes of the Storm e Alan Dabiri, programador na empresa, disse porque o game conseguirá se destacar num mercado tão complicado.

Não estou preocupado com outras pessoas na indústria e outras pessoas neste espaço. Estamos focados em criar jogos divertidos. Quase todos os jogos que lançamos estava em um espaço em que outras pessoas tinham jogos do mesmo tipo. Quando lançamos o StarCraft ou o Warcraft existiam vários RTSs, com o World of Warcraft foi a mesma coisa e com o Hearthstone, existem muitos jogos de cartas por aí.

Nós sempre pegamos essa experiência, colocamos o tempero da Blizzard nele e achamos que as pessoas apreciarão isso. Pessoalmente, acho que isso mostrou ao longo dos anos que temos sido capazes de obter sucesso, mas há várias outras mecânicas que aprendemos com nossos outros jogos e podemos ter todos esses outros legais elementos de jogabilidade nos mapas para fazer com que o jogo seja mais interessante.

Tudo bem, eu até acho que ele tem alguma razão, mas há duas coisas que me incomoda nessa história. A primeira é esse papo de que não estamos preocupados com o que os outros estão fazendo. Aprender com os erros e acertos dos outros sempre foi uma maneira menos dolorida de evoluir e no fundo duvido que o pessoal da Blizzard não tenha estudado profundamente títulos como o League of Legends e Dota 2.

Mas o que realmente chateia é esse oportunismo das desenvolvedoras, sempre procurando imitar o sucesso do momento e raramente trazendo alguma inovação para gêneros que estão no auge. Ou alguém vai me dizer que com o Heroes of the Storm a Blizzard está visando entregar uma obra de arte?

Fonte: CVG.

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Diablo III para PC não ganhará suporte a joystick

Por em 13 de novembro de 2013

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Embora eu não tenha gostado muito do Diablo III, assim que a versão para consoles foi lançada corri para testar a demo, simplesmente porque queria ver como a jogabilidade havia ficado. Para minha surpresa achei o game muito mais divertido se jogado com um joystick e passei a desejar que a Blizzard adaptasse a versão para PC para ser aproveitada assim, mas de acordo com Matthew Berger, level designer sênior do jogo, isso não acontecerá.

O ritmo no PC é tactactactactactac – você está clicando no mouse, dizendo ao seu personagem para onde ir, o ritmo é muito diferente. Ele flui mais, porque você está constantemente reposicionando seu personagem com as alavancas analógicas; você nunca está parado no console, enquanto que no PC você permanece muito mais tempo parado.

Quando está jogando no PC, você não está realmente olhando para o seu personagem, está mais focado no cursor. Enquanto que no console é exatamente o oposto.

Além dos fatores citados por Berger, nos consoles temos ainda algumas modificações que tornam a jogabilidade mais dinâmica, como o movimento de esquiva e a câmera mais próxima dos personagens, sem falar na interface, que foi toda redesenhada.

Ou seja, a justificativa faz sentido, mas no fundo o que a Blizzard quer dizer é que não está disposta a fazer uma alteração tão profunda no jogo para agradar provavelmente uma pequena parte dos jogadores.

Sendo assim, como não estou disposto a comprar o jogo novamente, me restam as opções de não jogá-lo mais ou ter que encará-lo com teclado e mouse, infelizmente.

Fonte: Eurogamer.

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Warcraft: Orcs & Humans e Warcraft II poderão ser relançados

Por em 12 de novembro de 2013

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Uma das principais vantagens do PC em relação aos consoles é a possibilidade de jogarmos nele games bem antigos. É verdade que em muitos casos, para fazermos isso é necessário uma série de ajustes e programas, como por exemplo o ScummVM ou o DOSBox.

Porém, felizmente as desenvolvedoras perceberam esse interesse por parte dos jogadores, aproveitando para relançar alguns de seus clássicos e uma que indicou isso foi a Blizzard, que poderá trazer às máquinas mais modernas o Warcraft: Orcs & Humans e o Warcraft II: Tides of Darkness.

Então, atualmente temos uma cara em nossa equipe – na verdade vários caras em nossa equipe – que estão trabalhando em um projeto paralelo para fazer isso de alguma maneira. Nós somos fãs do Warcraft 1, Warcraft 2, Warcraft 3 e certamente adoraríamos jogar esses games novamente,” revelou o diretor de produção do World of Warcraft, J. Allen Brack.

Isso me fez lembrar que o Warcraft II foi provavelmente o primeiro contato que tive com o gênero e como na época não tinha PC em casa, as muitas horas que gastei nele foram na versão do PlayStation, o que me faz pensar que seria fantástico poder encará-lo novamente.

Mas fora a parte da nostalgia, que sem dúvida é uma das principais responsáveis por nos fazer investir em jogos antigos, o que considero importante nessas iniciativas é a contribuição para a manutenção da história dos games, algo que me permitiu jogar alguns clássicos que não tive oportunidade na época e que uma excelente maneira das novas gerações conhecerem alguns dos pilares da indústria.

Fonte: Polygon.

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