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Após 17 anos de casa, Rob Pardo anuncia sua saída da Blizzard

Por em 4 de julho de 2014

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Sendo considerado um dos profissionais mais antigos da Blizzard e uma das mentes mais criativas do estúdio, Rob Pardo resolveu buscar novos ares e através de um texto publicado no Battle.net, surpreendeu muitas pessoas ao anunciar sua saída da desenvolvedora.

Depois de 17 anos na Blizzard, com uma contemplação longa e cuidadosa, eu tomei a difícil e agridoce, mas em última análise, empolgante decisão de perseguir o próximo capítulo da minha vida e da minha carreira.

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Blizzard processa grupo que vende programa para trapaças no StarCraft II

Por em 22 de maio de 2014

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Acho que qualquer gamer concordará comigo quando digo que a pior espécie que pode dar as caras num multiplayer são aquelas pessoas que utilizam macetes para levar vantagem na disputa. Embora muitos deles achem que não estão fazendo nada demais, as trapaças podem prejudicar bastante a experiência dos outros jogadores e até matar o game como um todo.

Ciente do quão prejudicial esses seres podem ser, as desenvolvedoras tem buscado maneiras de combater essa prática, seja relegando os malandrões a servidores onde só jogarão com outros da sua laia ou até os banindo. Já a Blizzard resolveu ir um pouco além e entrou com uma ação contra um grupo de hackers que estão tentando se dar bem no StarCraft II.

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Blizzard libera os clássicos The Lost Vikings e Rock ‘n Roll Racing

Por em 5 de maio de 2014

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No final do ano passado a Blizzard fez a alegria de muitos fãs ao liberar para PC uma cópia do clássico Blackthorne e para manter parte de sua história viva, a empresa decidiu dar outros dos seus jogos mais cultuados, o The Lost Vikings e o Rock ‘n Roll Racing.

Produzidos em uma época em que o estúdio ainda era conhecido como Silicon & Synapse, tais jogos provavelmente serão um choque para a nova geração que só conhece séries como (World of) Warcraft, Diablo e StarCraft, já que ambos pertence a gêneros muitos diferentes dos que nos acostumamos a ver a empresa produzir.

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É hora do duelo! Hearthstone: Heroes of Warcraft – Análise

Por em 25 de abril de 2014

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Quando eu era moleque eu costumava acompanhar meu pai quando ele se encontrava com os amigos dele em um bar dentro de um lava-rápido (anos 80 gente, ninguém ligava pra uma criança num boteco). Uma das ocupações deles era jogar truco, e qualquer um que testemunhou ou jogou uma partida sabe a gritaria e algazarra que se forma quando alguém reverte uma jogada perdida ao sacar um zap ou mesmo marcar ponto com um blefe. Era divertido, mas não raramente alguém saia do sério e xingava Deus e o mundo.

Com os jogadores de card games isso não é muito diferente. Não importa se jogo é Magic ou Yu-Gi-Oh!, sempre vai ter um esquentadinho que não acredita que perdeu e vai xingar muito, e isso foi meio que transferido para a jogatina online. Card games com opção de chat ou fórum mantém a instituição de maldizer, o que faz meio que parte do charme. Por isso quando a Blizzard disponibilizou Hearthstone: Heroes of Warcraft, um TCG CCG baseado em seus carismáticos personagens de sua emblemática franquia uma turma torceu o nariz por um motivo: o game silencia completamente os jogadores. Não há opção de conversa seja por voz ou texto. Entretanto isso não prejudica o game, ao contrário o torna mais dinâmico e menos intimidador pois foca onde interessa: na jogabilidade e diversão.

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Blizzard fala sobre o fim da casa de leilões do Diablo III

Por em 7 de março de 2014

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Quando a Blizzard anunciou que o Diablo III teria uma casa de leilões, parecia que a novidade serviria para atender um antigo pedido dos fãs, que era a possibilidade de comercializarmos itens com outras pessoas. Porém, não demorou até que as reclamações fossem feitas, com muitas pessoas alegando que a ideia matou a experiência de evoluirmos por conta própria e para a alegria dos que não gostaram do sistema, o estúdio resolveu voltar atrás.

Então, a partir do dia 18 de março a casa de leilões do Diablo III deixará de existir e numa postura que considero elogiável, o diretor de produção da expansão Reaper of Souls, John Hight e o diretor do jogo, Josh Mosqueira, gravaram um vídeo onde reconhecem o erro e admitem que a ideia mostrou-se uma faca de dois gumes, levando-os a tomarem uma decisão tão drástica.

Para Mosqueira, apesar da casa de leilões ter servido como um ambiente seguro para trocarmos itens, ela prejudicou profundamente a jogabilidade, já que era muito mais conveniente gastarmos ouro do jogo ou dinheiro real na aquisição de armas épicas, do que sofrermos para derrotar fortes inimigos que as largariam. Ou seja, ter um poderoso herói no Diablo III deixou de ser motivo de orgulho.

O interessante nisso tudo é que agora teremos uma chance maior de encontrar mais itens que sirvam para o personagem que estivermos utilizando e para promover a chegada da expansão e incentivar os jogadores a voltarem para o game, a Blizzard está oferecendo 50% de ganho de experiência pelos próximos dias.

Como eu só joguei o primeiro capítulo do Diablo III, nunca consegui entender muito bem o motivo para tantas reclamações em relação a casa de leilões, mas como tenho visto várias pessoas dizendo que o seu fim deixará o jogo melhor, estou pensando seriamente em lhe dar uma nova chance. Talvez assim o game consiga me prender.

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Blizzard explica cobrança para deixarmos personagem no nível 90 no WoW

Por em 26 de fevereiro de 2014

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Em breve os jogadores de World of Warcraft terão a oportunidade de jogar uma nova expansão e além de trazer uma nova região para ser explorada, ela ainda permitirá que os personagens atinjam o nível 100 e foi para permitir que os jogadores que não estão avançados aproveitem o game que a Blizzard propôs algo que tem gerado uma certa polêmica.

Acontece que ao comprar a Warlords of Draenor teremos a possibilidade de evoluirmos automaticamente um personagem até o nível 90, mas caso a pessoa queira fazer o mesmo com outro, ela terá que pagar uma taxa de salgados US$ 60, o mesmo preço cobrado pela expansão.

A ideia causou uma onda de reclamações entre os fãs e o designer Ion Hazzikostas explicou que eles sabiam que haveria demanda por evoluir mais de um personagem e justificou o porque de estarem cobrando tão caro pelo recurso:

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Blizzard revela números impressionantes do World of Warcraft

Por em 30 de janeiro de 2014

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Novembro deste ano marcará o 10º aniversário do lançamento do World of Warcraft e tendo se tornado um dos mais bem sucedidos MMOs da história, a Blizzard parece ter dado início às comemorações, lançando um infográfico que traz alguns números bem interessantes do game.

Aquele que mais chama a atenção é a revelação de que mais de 100 milhões de contas já foram criadas por lá, o que seria equivalente a toda a população da Alemanha, Bielorrússia e Suécia. Vale notar que esse número leva em consideração também aqueles que participaram apenas do trial do WoW, mas ainda assim é uma quantidade imensa de pessoas.

Também se destaca a informação de que mais de 500 milhões de personagens foram criados e que o game registrou jogadores em 244 países e/ou territórios, incluindo aí a Antártica, o que me faz pensar se eu acreditaria se esbarrasse com alguém em Azeroth que me dissesse que está jogando desde um imenso bloco de gelo.

Bom, continuando com os dados, saiba que diariamente são comercializados 2,8 milhões de itens através das casas de leilões do jogo (o dobro do registrado pelo eBay); que 11 milhões de conquistas são desbloqueadas todos os dias e diariamente acontecem 900 mil batalhas contra inimigos controlados. Quanto ao tamanho do jogo, seriam necessário 44 CDs para gravarmos todo o áudio utilizado no World of Warcraft e o texto presente nele seria equivalente 12 cópias do Senhor dos Anéis, ou seja, 6 milhões de palavras.

Tudo isso serve para termos uma ideia do monstro que a criação da Blizzard se tornou, além de indicar que ele ainda deverá permanecer por aí por mais alguns anos e tenho certeza que os fãs do MMO não reclamarão nem um pouco se isso acontecer.

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