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Atari apostará na distribuição digital e no mobile

Por em 11 de abril de 2014

Rollercoaster-Tycoon-4

Tendo passado por inúmeras dificuldades nos últimos anos e até flertado com a falência, a Atari há muito deixou de ser a gigante de outras épocas e agora tenta encontrar maneiras de se reerguer.

Para atingir esse complicado objetivo, o CEO Frederic Chesnais acredita que isso terá que ser feito com a produção de um jogo por vez e que tanto a distribuição digital quanto os dispositivos móveis terão um papel fundamental neste processo.

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emCelulares Games Indústria

PC ganhará versão exclusiva do RollerCoaster Tycoon 4

Por em 25 de março de 2014

RollerCoaster-Tycoon-4

O último RollerCoaster Tycoon lançado apareceu em 2004, quando o PC recebeu o bom terceiro capítulo da série e quando a Atari anunciou que um novo jogo apareceria nos dispositivos móveis, aquilo que muitos temiam foi confirmado: além do game não ser distribuído gratuitamente, ele ainda contará com microtransações, o que pode fazer com que acabe custando bem caro.

Com muitas pessoas ainda traumatizadas com o que a EA fez com o Dungeon Keeper, desde já elas decidiram que este RollerCoaster Tycoon 4 não valerá a pena, preferindo gastar seu tempo e dinheiro com jogos menos extorsivos, mas para a alegria dos fãs, a desenvolvedora garantiu que quando o novo título aparecer no PC, ele será bem diferente daquele que veremos nos tablets e celulares.

Não podemos compartilhar muito, mas no PC será definitivamente um jogo completamente diferente,” revelou o diretor de marketing, Anthony Chien. “Existem muitos fãs obstinados do RC que querem uma experiência do PC e que querem todo tipo diferente de coisas.

Tentaremos entregar o máximo que pudermos. Primeiro na versão mobile, depois com a versão para PC. Acho que muitas pessoas estão dizendo que querem uma versão para PC antes de uma para mobile, mas nossa estratégia coloca o mobile na frente.

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emComputadores

Órgão público impede escavação que procuraria cartuchos do E.T.

Por em 24 de março de 2014

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Se os videogames possuem um Santo Graal, uma Arca da Aliança, são os cartuchos do E.T. the Extra-Terrestrial que foram jogados em um aterro sanitário do estado do Novo México. O episódio ainda é cercado de mistérios, com pessoas acreditando que o número de jogos enterrados não era tão grande quanto se diz – algo entre 10 e 20 caminhões abarrotados de fitas, ou cerca de 3,5 milhões de cópias – e alguns até duvidando que aquilo realmente tenha acontecido, mas o fato é que até hoje ninguém encontrou o tão famoso buraco onde eles teriam sido deixados.

Então, eis que no ano passado a Lightbox Interactive e a Fuel Entertainment anunciaram que iriam produzir o Dumping the Alien, um documentário cujo objetivo era encontrar aquilo que muitos chamam de “Cemitério Atari”, mas segundo um artigo publicado pelo jornal The Alamagordo Daily News, o mesmo que em 1983 noticiou o sepultamento dos cartuchos, a busca deverá demorar a começar, se é que acontecerá.

O problema é que de acordo com o Departamento do Meio Ambiente do Novo México, os planos de escavação propostos por duas empresas ligadas a produção são muitos genéricos e que por isso ela não será autorizada. Além disso, um estudo realizado em 2004 constatou que o lugar possui um nível muito alto de 22 componentes que seriam nocivos a saúde.

Mesmo com toda essa dificuldade, a produtora Catherine Pasciak garantiu que o projeto não será abandonado e um consultor foi contratado para tentar contornar a burocracia, mas sem que nenhum prazo para uma solução tenha sido dado. A sorte dos gamers é que os cartuchos não foram enterrados no Brasil, pois essa autorização provavelmente levaria algumas décadas para ser emitida.

Enfim, o jeito agora é esperar mais um pouco e torcer para que a equipe consiga acabar com um dos maiores mistérios da história dos videogames, mas no fundo tenho a sensação de que o pessoal do Departamento do Meio Ambiente está fazendo um grande favor à humanidade ao deixar as coisas como estão, já que só Deus (ou seriam os Antigos Astronautas?) sabe o que poderá ser liberado quando essa cova for aberta.

Fonte: The Escapist.

emCultura Gamer

A arte nas capas dos jogos do Atari

Por em 23 de setembro de 2013

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Atualmente vivemos uma época espetacular quando se trata de games, onde até meros celulares são capazes de nos entregar experiências visuais incríveis, mas quando aquilo que era mostrado na tela não passava de simples formas geométricas, parte da diversão era tentarmos imaginar que aquele quadrado era um valente cavaleiro ou que pontos brilhantes caindo pela tela eram devastadores mísseis.

O que muitos de nós não percebiam ao encarar uma partida de Atari era que parte dessa atmosfera fantástica que criávamos ao jogar era influenciada pelas ilustrações presentes nas capas e cartuchos do videogame e em um artigo imperdível, o site The Verge falou um pouco sobre o trabalho de alguns do principais responsáveis por esta área.

A experiência de jogar não era 100% da experiência. Parte  do que completava o mundo era a arte que invocava esse outro lugar. Eu não estava mais na minha sala de estar; Eu estava em um planeta desolado ou no espaço e isso acontecia muito por causa da arte,” explicou Tim Lapetino, designer que está trabalhando em um livro sobre as artes das capas do Atari.

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E se o Sonic tivesse sido lançado para o Atari?

Por em 18 de setembro de 2013

Zippy-the-Porcupine

Entre as muitas memórias relacionadas a games que espero nunca perder está a primeira vez que joguei o Sonic the Hedgehog. Sendo na época o único entre meus amigos que possuía uma Mega Drive, ver aquele personagem correndo numa velocidade absurda pela colorida primeira fase era algo inacreditável e devido a grande quantidade de detalhes mostrados na tela, era quase possível sentirmos o vento em nossos rostos.

Idealizado não só para entregar um mascote de peso para a Sega, o jogo também servia para mostrar a capacidade técnica do seu mais poderoso console e embora versões mais simples tenham aparecido no Master System e no Game Gear, será que ele também teria se destacado se tivesse sido lançado alguns anos antes, para o Atari?

Pois se tentar imaginar como um game assim ficaria num console tão limitado é difícil demais para você, uma pessoa conhecida como Sprybug resolveu usar seus conhecimentos para criar um demake chamado Zippy the Porcupine e o resultado pode ser visto no vídeo abaixo.

Embora ainda esteja sendo desenvolvido, o jogo já conta com muitas das características do original, como as moedas para serem coletadas, os loopings e o característico movimento do personagem que o transforma em uma bola, mas o que me deixou triste foi a ausência da inesquecível trilha sonora.

Segundo o desenvolvedor, a meta agora e criar os outros estágios, incluir batalhas contras chefes e várias outras coisas, mas ele admite que não tem muita certeza se haverá ROM suficiente para tanta coisa. Mesmo assim, não deixa de ser um belo trabalho.

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Fundador da Atari diz que Nintendo poderá se tornar irrelevante

Por em 9 de setembro de 2013

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De alguns anos para cá tornou-se relativamente comum encontrarmos pessoas que cresceram jogando os games da Nintendo criticando duramente a postura da empresa. Para elas, o problema estaria na falta de atenção ao jogos voltados para adultos e quem disse acreditar que isso poderá ter sérias consequências no futuro foi Nolan Bushnell, fundador da Atari.

Não acho que os portáteis dedicados a jogos façam mais sentido, não quando você tem um iPad ou um tablet Android. Então, quando olhamos para o mercado de consoles, penso que ele esteja truncado. A Nintendo sempre teve um fraco por jovens – eles meio que se saíram muito bem com os jogadores abaixo de 12 anos, com as outras empresas conquistando os acima dessa idade.

Mas se a opinião de Bushnell não fosse dura o suficiente, ele ainda parece ter utilizado o anuncio do 2DS – portátil que tentará conquistar o público infantil – para afirmar categoricamente que se a BigN continuar focando nas crianças correrá o risco de se tornar irrelevante em pouco tempo.

Eu não consigo concordar com a opinião de Nolan Bushnell, primeiro porque muitas adultos continuam adorando as franquias da Nintendo e também porque ao dizer que os portáteis não possuem mais espaço ignora o sucesso que o 3DS tem feito, vendendo muitas unidades e principalmente, jogos.

Porém, aquilo que mais me incomoda na linha de raciocínio do executivo é essa mania de dizerem que a Nintendo sempre focou nas crianças. Oras, será que as pessoas que pensam assim simplesmente ignoram a época do NES, do Super Nintendo e até do Nintendo 64, consoles que receberam uma grande quantidade de títulos voltados para os adultos?

Fonte: NintendoLife.

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Atari 2600 + Wall-E = Atar-E

Por em 6 de agosto de 2013

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Todo mundo sabe que a gente do Meio Bit gosta bastante de videogames e isso fica claro pela quantidade e qualidade dos textos em nosso canal sobre o assunto. Mas o que eu trago pra vocês agora vai além do conceito de games e toma uma pegada mais geek, que muito me interessa e espero que vocês gostem.

Conner Flynn é um dos caras que escrevem para o site Technabob, mas que possui um talento diferente. O cara é vidrado pelo console Atari 2600 (quem nunca?), e vive criando projetos malucos com o videogame. Em 2008 ele fez uma ~Guitarra Atari 2600~, com um dos instrumentos do jogo Guitar Hero. Em sua mais recente brincadeira geek, ele montou o que ficará sendo conhecido pela humanidade como Atar-E.

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