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Bela galeria traz os jogos que marcaram a infância de 8 artistas

Por em 24 de dezembro de 2014

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Eu não sei se isso é bom ou ruim, mas sempre fui um cara bastante saudosista e quem me conhece sabe que adoro conversar sobre jogos antigos, relembrar títulos que marcaram minha infância e que ajudaram a formar meu gosto e meu conhecimento sobre games.

Com o passar dos anos eu comecei a perceber que os jogos eletrônicos poderiam ser uma excelente maneira das pessoas se interessarem pela arte e isso fica bastante evidente na galeria “A Portrait of the Artist as a Young Gamer”, uma mostra organizada pelo site Matter e que nos conta alguns exemplos de como certos títulos marcaram a vida de diversos artistas.

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Flickr não suportou a pressão e parou de vender impressões Creative Commons

Por em 22 de dezembro de 2014

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Se você estava em órbita lunar nos últimos meses e não sabe desta polêmica, então aqui vai um pequeno resumo. O Flickr, um dos mais antigos serviços de compartilhamento de fotografias da internet, lançou um programa de impressão de fotos em grandes formatos intitulado Flickr Wall Art. O objetivo era simples: vender quadros para que fossem utilizados como decoração pelos usuários do serviço. No começo você poderia encomendar cópias (em tela ou madeira) de suas próprias fotos armazenadas no Flickr. Mas, logo depois, o Flickr começou a disponibilizar para impressão todas as fotos que estavam marcadas como Creative Commons em sua gigantesca base de dados. Porém, o que causou a polêmica, é que os autores das fotos não iriam receber nenhum centavo pela venda de suas imagens. O alarme vermelho tocou em toda Web e muita gente reclamou muito em blogs, no twitter e no facebook. Do ponto de vista legal, o Yahoo (dono do Flickr) não estava fazendo nada de errado, mas muitos questionavam a moralidade da coisa.

Ao que parece a polêmica desgastou a imagem do Flickr perante a comunidade de fotógrafos (que já não era muito boa por conta de outras tretas envolvendo direitos autorais) e o Yahoo decidiu voltar atrás em suas decisões retirando as fotos com Creative Commons da lista de imagens do Flickr Wall Art. Ainda é possível pedir impressões de suas próprias fotos e de artistas licenciados. Quem teve suas imagens vendidas vai ser compensado financeiramente pelo Flickr. Para que suas imagens sejam disponibilizadas para todos os usuários do serviço é necessário, agora,  preencher um termo de solicitação onde existe uma autorização para a comercialização das imagens dentro do sistema que já estava sendo utilizado.

Esse é o tipo de ação que tinha o potencial de gerar uma gigantesca carga negativa para a reputação do serviço que, como disse, já não é das melhores. Mas, fica difícil de entender como funciona a cabeça de quem está no comando destas coisas.

Fonte: Dpreview.

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Foto de Peter Lik é a mais cara do mundo

Por em 11 de dezembro de 2014

Já tivemos alguns textos por aqui falando das fotos mais caras do mundo e também da questão do valor da arte. As conclusões é que estamos andando em um terreno de subjetividades (pedradas lá nos comentários) e que muito da prática de comercialização de obras de arte é determinado por especulação e por avaliações contraditórias de uma mesma obra. Feita essa pequena introdução, gostaria de noticiar que foi batido o recorde de foto mais cara do mundo. O recorde pertencia ao fotógrafo Andreas Gursky que, em 2011, teve sua fotografia “Rhein II” comercializada por US$ 4,3 milhões. Agora, quem está no topo da lista é o fotógrafo australiano Peter Lik que teve sua fotografia “Phantom”, que retrata o Cânion Antelope no Arizona, vendida a um colecionador anônimo por US$ 6,5 milhões.

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Embora seja normal que os preços fiquem cada vez mais altos no mercado de arte, não podemos negar que existem polêmicas envolvendo essa venda. Lembram no começo do texto quando citei que esse mercado é cercado de subjetividades?
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Da série “só agora?” DeviantArt lança app para iOS e Android

Por em 11 de dezembro de 2014

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O DeviantArt é sem dúvida a maior comunidade online de artistas visuais que existe. Desenhistas, fotógrafos, animadores, cosplayers… você encontra portfólios dos mais diversos tipos e de diversos temas (pr0n inclusive). Só há um problema: por algum motivo inexplicável o site não possuía apps mobile, sua navegação só era possível através de browsers. Porém antes tarde do que nunca isso está sendo remediado agora.

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Museu usa Minecraft para divulgar obras de arte

Por em 28 de novembro de 2014

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Algumas pessoas ainda podem não aceitar que os games sejam considerados arte, mas acho que ninguém discordaria que a mídia pode ser uma ótima maneira de divulgar obras de arte e parece ser nisto que está apostando o famoso museu britânico Tate.

Nascido como uma maneira de expor as criações de artistas contemporâneos locais, algo que a National Gallery não aceitava, a instituição enxergou no Minecraft uma ótima maneira de popularizar algumas das pinturas presentes nas suas instalações e assim criou o Tate Worlds, uma coleção de mapas que tentam recriar algumas delas.

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emCultura Gamer

Fotografia é arte? Não, segundo o The Guardian

Por em 17 de novembro de 2014

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Mais um capítulo na velha discussão englobando arte e fotografia. Sempre pensamos que essa conversa está enterrada, mas ela sempre acaba voltando da sepultura. Quando a fotografia foi apresentada por Daguerre para a Academia Francesa de Ciências em 1839 uma grande discussão tomou o mundo da arte. Seria o processo fotográfico, e a fotografia resultante, uma forma de arte? Para termos idéia de como a coisa foi impactante na sociedade. até o Vaticano se reuniu para decidir se a recém inventada fotografia era ou não uma forma de pecado. Os que defendiam que a fotografia era apenas um processo mecânico usavam como argumento que não era necessário nenhuma habilidade manual para fazer uma foto, ao contrário da pintura ou da escultura. Você precisava apenas apertar um botão. De outro lado, movimentos como os Pictorialistas tentavam acabar com a polêmica ao unir a fotografia com a arte tradicional através de intervenções no negativo para gerar efeitos e imagens únicas. O problema de tais discussões é que nunca haverá um consenso, apenas as opiniões contrárias dos dois grupos.

Podemos ver isso essa semana em um artigo publicado pelo crítico de arte Jonathan Jones no seu blog On Art no site do jornal The Guardian. O texto, intitulado de Flat, soulless ant stupid: why photographs don’t work in art galleries, destilou todo o descontentamento do colunista com o fato de galerias de artes estarem aceitando fotografias para serem expostas ao público.  Segundo ele, a fotografia pode ser um poderoso instrumento para capturar um momento, mas é uma arte pobre quando são penduradas em paredes como quadros. Para ele, as fotografias são substitutos sem alma, pobres e planas para uma pintura e que parece muito estúpido tentar dar-lhe igual atenção. Assim como em toda discussão onde não existe um consenso, os argumentos de Jones são válidos. Ele afirma que uma pintura é feita com tempo e dificuldade, complexidade material, profundidade de texturas, talento e atenção plena. Já a fotografia teria apenas uma camada de conteúdo.

Claro que o artigo gerou uma quantidade gigantesca de comentários com grupos se posicionando dos dois lados, mas ao ler algo como esse artigo eu tenho apenas um pensamento: e quem se importa? Não temos mais tempo para tamanha discussão sem sentido e, do mesmo jeito que ele critica a fotografia, poderia eu também criticar muito do que se está produzindo na pintura contemporânea. Acho que uma coisa deve ficar bem clara. Fotografia não é arte, é um processo, mas ele pode e deve ser utilizado para fins artísticos. O que diferencia uma fotografia normal de uma fotografia artística é o conceito envolvido em sua produção. Quando se existe um conceito, uma idéia, um sentido, a fotografia serve apenas como meio para expressar um  objetivo. A imagem pela imagem nada mais é do que um processo físico produzido pela câmara escura. Por isso que acho tanta graça na quantidade absurda de fotógrafos profissionais que se utilizam da palavra arte em suas propagandas quando, na verdade, o que fazem não pode ser enquadrado como arte.

Para você que é fotógrafo por paixão, o que importa é continuar fotografando e fazendo aquilo que gosta. Esqueça essa polêmica e continue produzindo imagens. Deixe para os outros a discussão se o seu trabalho é ou não uma obra de arte.

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Impressora do Missão Impossível. Tão inútil que deve ser arte

Por em 18 de outubro de 2014

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Em Missão Impossível (o seriado dos Anos 60, não os filmes com Tom Cruise correndo) a história geralmente começava com o agente encontrando um gravador com os detalhes da missão. Ao final a gravação dizia “Esta mensagem se autodestruirá em 5 segundos. Boa sorte.”.

A idéia de uma mensagem que só poderia ser ouvida uma vez era ficção científica em 1966 mas em 2014 é pura realidade, ao menos é o que pensam os usuários do Snapchat (tolinhos). Em teoria o formato eletrônico seria mais eficiente para criar um formato de mensagem com um mecanismo de autodestruição, mas não é o que se vê. Desde mecanismos de captura e armazenamento de telas contornando as proteções do Snapchat, até soluções simples como fotografar a tela.
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