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Digital Drops Blog de Brinquedo

Phone Story é banido da App Store em apenas 7 horas. Disponível para Android

Por em 16 de setembro de 2011

O ciclo de desenvolvimento de Apps e Games para iOS melhorou um bocado. Os custos abaixaram um pouco e o tempo de desenvolvimento também. Entretanto, um projeto para entrar na App Store passa por um bom crivo, ainda não é algo exatamente simples e barato, o pente fino é fino mesmo e a regra de controle não alivia para ninguém. Mas, às vezes…

 

Essa história fala sobre um stunt digno de nota dentro da Apple Store e os créditos (ou débitos) vão para os caboclos da Molleindustria, uma house Italiana que desenvolve games a partir de uma ideologia, digamos, curiosa e – como poderão ver – bem cascuda.

A filosofia dessa turma é assinada por uma mensagem que expressa claramente a meta por trás dos games que desenvolvem: “Jogos radicais contra a ditadura do entretenimento”. Ou simplesmente, se você preferir, “nós amamos easter eggs”.

Infelizmente, não deu para baixar o Phone Story para iOS, embora ele já esteja disponível para Android também. A peça foi arrancada às pressas da App Store apenas sete horas após ter sido aprovada, quando alguém notaria que a besteira já estava feita. E como diria um cumpadre, enquanto tapavam o buraco no casco, o DiCaprio já estava pegando a Rose.

O game é uma descarada anti-apologia ao iPhone, cujo enredo parte de nada mais nada menos que os suicídios envolvendo a FoxConn. É “um game educacional sobre o lado negro do seu smartphone preferido!”. Ouch! continue lendo

emApple e Mac Games Meio Bit Mobile

HTC considera comprar o próprio OS; e outra reflexões… [opinião]

Por em 12 de setembro de 2011

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A Tailandesa HTC tem como principal característica a multiplicidade, embora às vezes seja fácil entender porque certos críticos vejam isso como sendo um tipo raro de TDI em seu meio; bem diferente de todos os seus outros concorrentes.

Isso porque a sua principal interface, o HTC Sense, já foi visto amplamente em inúmeros aparelhos que vinham possuídos com ela, desde Windows Mobile até desconhecidos como o Brew (Qualcomm) e que cuja licença, inclusive, pertence à própria HTC.

O HTC Sense é o responsável por essa cisão de opiniões. Ao mesmo tempo que se adiciona virtualmente à qualquer sistema operacional mobile e possa figurar como um trunfo para a empresa, é também o epicentro de visões que afirmam ser ele apenas uma maquiagem parasita de outros OSs. Enfim, cada um, cada dois… continue lendo

emMeio Bit

Helium: task management para WinOS, OS X, Linux e iOS

Por em 8 de setembro de 2011

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A maioria dos programas legais para GTD desconsidera uma coisa extremamente importante: 90% das tarefas que temos de executar envolvem outras pessoas.

O Helium é um projeto de uma start-up pequena chamada Robot Blimp e tem bastante a oferecer. Ao contrário de aplicativos conhecidos como o Things que são desenvolvidos apenas para uma única pessoa, o Helium foca no que mais importa: tarefas e todos envolvidos em concluí-las.

Experimentei todas as suas funcionalidades nas últimas três semanas e só posso dar um joinha como veredicto. Quem não gosta de freewares especialmente bem desenhados e que funcionam em Windows, Mac e iOS — com Android na expectativa de sair?

O Helium oferece um cliente desenvolvido em Adobe Air (ok, eu sei, mas funciona, e bem) e acomoda com bastante personalidade as metodologias de GTD (David Allen) e Inbox Zero (Merlin Mann), fazendo com que você perca minimamente tempo com o software em si e foque no que precisa ser feito. continue lendo

emApple e Mac Meio Bit Mobile

Philips GoGear Connect 3

Por em 6 de setembro de 2011
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"Fidelio Audio Dock for Androids"

Além do dock para Android recém-lançado pela Philips (acima), a empresa decidiu encarar o fato de que não está pronta para competir no mercado de smartphones e optou se emparelhar a um mercado 100% de monopólio: o dos iPods Touches da Apple.

Com o Zune HD desaparecido e os chineses infestando os bolsos mais rasos, a Philips optou pela oferta do GoGear Connect 3, um player com um touchscreen capacitivo de 3.2″ polegadas, conexão wi-fi e o Gingerbread (2.3) batendo por dentro. Okay, lindo, mas só a Philips acredita que alguém carregaria um desses no lugar (ou além de) um smartphone qualquer hoje. continue lendo

emMeio Bit Mobile

Um HD cheio de arquivos confidenciais diretamente das mãos da Apple. True story?

Por em 2 de setembro de 2011

Vocês conhecem a história do cara que perdeu um protótipo do novo iPhone. E a outra também. Se perder dois protótipos de um produto que ainda nem chegou ao mercado não é estupidez suficiente para uma empresa que preza pelo segredo em função de aumentar o hype e a expectativa por seus produtos, imagine então perder planos e estratégias, antigas e recentes, e tê-las às vistas de qualquer um?

É chegada a temporada de cabeças rolarem na Apple Inc. Segundo nos conta o Cult of Mac, um cara teve problemas com seu Time Capsule e levou-o a uma Apple Store de Connecticut para conserto e, alguns dias depois, foi chamado para buscá-lo de volta. Dado a um defeito no HD, o mesmo teve de ser trocado e, junto com o Time Capsule, ele levou um outro HD, supostamente o antigo, defeituoso. Chegando em casa e dando uma olhadinha no drive antigo, uma surpresa: centenas de arquivos confidenciais de Cupertino, com datas entre 2009 e maio de 2011!

Aparentemente, esses arquivos faziam parte de um backup da empresa, e entre eles estão documentos confidenciais, manuais internos, registros fotográficos e vídeos de atividades corporativas da Apple, coisas que apenas empregados devem ter acesso. Em uma nota ao rodapé da notícia, o Cult of Mac dá uma agulhadinha no Gizmodo (que prontamente respondeu às críticas em seu texto a respeito do ocorrido), fazendo referência ao contraditório episódio do primeiro iPhone sumido:

Originalmente, nossa fonte entrou em contato com o Cult of Mac esperando vender o HD contendo esses backups, e mandou-nos screenshots como prova. O Cult of Mac não paga por notícias, e especialmente não paga por coisas como informações confidenciais e protótipos de iPhones. Logo, o aconselhamos a devolver o HD à Apple, e nos oferecemos a ajudá-lo nesse processo caso ele estivesse nervoso. Não ouvimos mais falar dele desde então.

A imagem acima é um dos screenshots citados pelo Cult of Mac, enviados pelo cara que teve a sorte (ou azar, depende do ponto de vista) de receber das mãos da própria Apple o misterioso e recheado HD. Se a história for mesmo verdade, logo a Apple entrará em contato com o rapaz e ele ganhará um lindo par de sapatos de concreto para usar no fundo do oceano Pacífico certamente devolverá o disco, nem que seja sob processo judicial.

É, basta tio Jobs se aposentar pra confusão se instalar na Apple.

[via @graveheart no Twitter]

emApple e Mac Indústria Miscelâneas

O serviço de Streaming Não-Streaming da Apple: no iCloud

Por em 30 de agosto de 2011

O iTunes é um serviço odiado por muitos, talvez por representar claramente como a Apple orienta a questão de liberdade no tráfego de conteúdo dentro do seu modelo de negócio. Muitos esperam que o iCloud e a nova oferta de “todos wireless” da Apple vá resolver parte do desconforto. E vão continuar esperando…

O esperado serviço de streaming de música via iCloud, na verdade não fazer fazer streaming, mas sim baixar o conteúdo OTA enquanto você tem a capacidade de ouvi-lo durante o download.

É o mesmo que seis por meia-dúzia? Nem por isso.

Na verdade, a tecnicalidade tem uma razão (da Apple) de ser e explica porque a empresa se deu a tanto trabalho em 2009 para comprar a Lala — serviço de procura e compra de música para streaming.

O iCloud começa finalmente a ficar mais claro, pós-WWDC.

Um porta-voz da Apple explicou ao AllThingsD nessa terça (30) o que era verdade em um vídeo que saiu na rede mostrando que o iCloud faria streaming (não baixado) de conteúdo nas novas versões do iOS, iTunes, etc.

Não fará. O vídeo em questão acabou não mostrando que ao final do processo, o conteúdo era de fato baixado no iOS. A Apple planeja que o usuário possa “ouvir enquanto baixa”, entretanto, a idéia é tanto manter o conteúdo dentro dos seus dispositivos, como também imprimir uma quantidade maior de controle sobre o licenciamento. Claro, se não fosse assim, não seria a Apple.

O que bate com a sequência de acordos que a Apple tem feito com selos e gravadoras. Aparentemente, ambos os lados querem assegurar que o tão esperado de sync OTA (over the air) prometido para o iOS 5 não se transforme na festa do caqui, com pirataria e conversão/transmissão de conteúdo não licenciado ou ilegal.

Ou seja, você poderá ter a sua biblioteca disponível em todos os seus aparelhos com iOS, OS X e até mesmo o Windows (via iTunes) por meio de funções sem fio e AirPlay. Mas, claro, para isso você terá que usar o software da casa. continue lendo

emApple e Mac

[opinião] Samsung ameaçando dar uma de louca: Ministro sul-Coreano fala em desenvolver OS proprietário em meio à plena guerra mobile contra Apple e Googlerola.

Por em 26 de agosto de 2011

O governo sul-Coreano anda bastante satisfeito com a Samsung, sua preciosa posse. A marca tem vendido bem e os números agradam à todos, mesmo diante das dificuldades enfrentadas continuamente nos tribunais com outras empresas.

Quer goste-se muito disso ou não, a Samsung é a única empresa realmente competindo no mercado. E é claro, a satisfação trazida com a expansão da marca é bem mais agradável que as constantes contendas com a Apple na Europa, Australia e em todo o resto do mundo, onde a Samsung é chamada de tudo menos de gente-fina.

De qualquer maneira, aparentemente, a aquisição da Motorola Mobility por U$ 12.5 b pelo Google acabou figurando como o estopim ideal para que a Samsung, aproveitando-se do próprio bom momentum, se arriscasse na imprensa dizendo que tem intenções de desenvolver seu próprio sistema operacional.

Kim Jae-Hong, Ministro-adjunto de Economia do país, veio a público por meio de uma matéria publicada no The Chosunilbo (jornal de notícias locais) e disse nessa segunda-feira:

“Nós pretendemos desenvolver sistemas operacionais web-based proprietários para a Coréia (do Sul) através da formação de um Consórcio de companhias locais. Continuaremos a lapidar um novo tipo de sistema operacional, o que tem sido visto como um produto de próxima geração, afim de construir um tipo de vantagem competitiva da qual nós não desfrutamos no mercado de smartphones e tablets, dominado hoje pela Apple e Google”

A agência de notícias Yonhap adiciona que “Kim vinha dizendo que a Samsung tem sido bastante negativa em co-desenvolver um OS aberto (open source), mas essa instância se modificou drasticamente após a fusão Google-Motorola”, desenhando um novo cenário que pode mesmo obrigar a Samsung a um reposicionamento nessa direção. Mas infelizmente não é bem assim que a banda toca e uma decisão errada pode arruinar toda a sua operação.

Esse discurso não bate nem fecha, em nada, com a fala pós-fusão da Samsung publicada no site da Google, no mesmo dia da aquisição histórica.

Sendo nítido que a Samsung só estava a encher a mesma linguiça que os outros fabricantes que dependem neste momento do Android para manter sua operacão - ao mesmo tempo em que se unía à matilha de gatinhos diante do novo papai leão - o release do ministro sul-Coreano acabou mais por confundir do que por aclarar qualquer coisa.

Isso porque a Samsung pode facilmente não ter espaço funcional para começar um OS do zero a tempo de se tornar competitiva e certamente não vai, com isso, arriscar a atual ascendente nas vendas da linha em troca de um OS proprietário. Isso não faz qualquer sentido. A não ser que ela já esteja desenvolvendo algo sigilosamente. O que é bem pouco provável e deixa um cheiro de balela coreana no ar…

Sairia muito mais barato comprar o que resta do WebOS e tweakar o sistema operacional à vontade - know-how certamente não faltaria – do que dar uma de dublê suicida e se meter em uma cena na qual não saberia atuar adequadamente. Pelo menos historicamente, a Samsung nunca foi exemplo de boa desenvolvedora de sistemas operacionais. Hello, Badauê OS!?

Portar o Bada para a linha de high-ends é que ela certamente não faria – espero. E uma porta para qualquer enlace com a Apple não estaria nem fechada, mas sim, blindada com Adamantium. Esqueça.

Restaria apenas uma aproximação com o ainda obscuro complexo Micrókio, o que me parece algo menos do que minimamente plausível – para não dizer totalmente insano.

Verdade seja dita, toda vez que ouvimos ou lemos o termo “Consórcio” associado a um novo projeto de software ou sistema operacional, sabemos onde todo esse BS vai dar. Muita grana será gasta em um projeto cujo destino é lugar nenhum.

E no caso da Samsung, se entrar nessa, tem grandes chances de começar a disputar no soco o território com os fabricantes submissos ao Googlerola, tentando empurrar uma nova linha do tipo a-la-WebOS (a.k.a. Benjamin Buttom Mobile) e você vai se esquecer dessa matéria tão rápido quanto chegou ao final do seu primeiro parágrafo.

Você acha mesmo que a Samsung parte para o desenvolvimento de um OS proprietário, baseado em web, desprendendo-se do licenciamento monopolista que resultou da Googlerola?

Isso está mais com cara de Samba do Coreano Doido, do que outra coisa…

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