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Digital Drops Blog de Brinquedo

Conheçam o Galaxy 4SII

Por em 28 de outubro de 2011

Não sei qual é o objetivo de quem cria esse tipo de coisa (sendo de graça, ganhar dinheiro não é) mas já posso visualizar a espuma escorrendo pelos cantos da boca dos defensores mais fervorosos do Android. Após passar 1 ano com um iPhone 3GS e 1 ano com um iPhone4 me cansei um pouco da experiência de uso da Apple e resolvi respirar novos ares. Achei que era hora de sair da minha prisão em forma de castelo para ser livre. Debaixo da ponte, mas livre. Como primeiro brasileiro a possuir um iPhone 4S [morra – Cardoso] comprado no dia do lançamento as 8h da manhã pacific time (eu estava em Los Angeles no dia que o aparelho foi lançado), minha reação ao utilizar o Smartphone mais novo da Apple por alguns minutos foi: “meh”.

Por mais que o aparelho tenha melhorado no quesito hardware, acreditem, o 3GS rodando iOS5 ainda possui uma performance bem satisfatória. Sabendo disso a Apple manteve o 3GS na linha mesmo possuindo já duas versões mais recentes do seu espertofone, por um simples motivo: apesar de ter quase 3 anos e meio de lançado, ele ainda é melhor e mais desejado que 95% dos outros smartphones do mercado. Dados do IMBEINH – Instituto Meio Bit de Estatísticas Inventadas na Hora.

Chupa, Jobs!

Too soon?

Com isso, o iPhone 4S ficou com a patroa e eu parti pra um Galaxy SII, que veio com Android 2.3.4. A tela giganteca faz com que ele seja praticamente uma TV LCD dos smartphones e foi um atrativo pra minha aquisição, que trabalho bastante com o celular acessando clientes remotamente, além do hardware privilegiado. Mas ao utilizar meu primeiro smartphone com Android, fiquei um pouco perdido nos menus e procurei customizações que deixassem ele mais com a minha cara.

E aí entrou o Espier Launcher (dica do @RobertoStrabe). O que ele faz? Basicamente modifica a interface do Android e o deixa… igualzinho ao iOS. Segundo a própria empresa criadora, o Espier “traz uma nova experiência para o Android”. Nova experiência = interface igualzinha a do IOS, acreditem, eu usei. As imagens ao lado são do meu Galaxy SII modificado, não é de nenhum iPhone. Óbvio que usuários avançados vão perceber de cara, pois não é 100% igual, mas realmente fica MUITO parecido, inclusive as funcionalidades de modificação de ícones e criação de pastas estão presentes.

Algo parecido jamais seria aprovado na APP Store. E seria no mínimo engraçado ver um defensor cego do Android tirando devagarinho seu telefone do bolso, usando escondido pra ninguém ver que ele deixou seu Android com a cara do iOS. Como não defendo nem A nem B, digo logo: estou usando o Espier e adorando.

emApple e Mac Celular Meio Bit Mobile

Gabe Newell acredita que Apple irá matar os consoles

Por em 14 de outubro de 2011

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A Apple é mesmo a bola da vez. O sucesso do iPhone e do iPad colocou definitivamente a companhia no mundo dos games, por mais que muitos digam que não era essa a intenção e agora empresas tradicionais do ramo se mexem para tentar recuperar consumidores ou num cenário pior, minimizar os estragos que poderiam ser causados caso ela resolva invadir o mundo dos consoles. Quem acredita nisso é Gabe Newell, fundador da Valve e que falou sobre o acha que acontecerá num futuro próximo.

Suspeito que a Apple lançará um produto para a sala de estar que redefinirá fortemente a expectativa das pessoas e a noção de um console separado desaparecerá,” disse Newell, que criticou ainda a maneira como a Apple lida com a concorrência, fechando suas plataformas e não se importando se isso pode prejudicar a indústria, freando a criatividade e exigindo 30% do valor obtido com as vendas.

Estou preocupado porque as coisas que tradicionalmente foram a fonte de várias inovações estão deixando de existir,” que garantiu ainda que se um dia a Valve lançar uma plataforma por hardware, ela será aberta para os serviços de distribuição competidores, simplesmente porque isso é importante para o futuro do entretenimento.

O executivo no entanto não se arriscou a dizer que tipo de produto seria esse que poderia acabar com os consoles, mas como é pouco provável que a Apple arrisque novamente o lançamento de um videogame, ainda não descarto a hipótese de que os responsáveis por fazer com que eles sejam deixados para trás poderão ser os celulares, que teriam um enorme poder de processamento e ligados a TV poderiam funcionar como a nova plataforma de jogos.

[via Eurogamer]

emIndústria

Apple conversando com Hollywood sobre Streaming

Por em 13 de outubro de 2011

Hollyapple

Integração e convergência são coisas esperadas, embora não se possa ignorar quando certas especulações avancem para o status de ‘conversa’, mais formalmente falando.

Segundo a indicação de algumas matérias da agência Reuters, os órfãos de Steve Jobs estão no bate-papo de negócios com diversos estúdios de Hollywood com o objetivo de levar o streaming de seus lançamentos para os iPhones e iPads.

Representantes dos dois lados tem se encontrado para discutir como finalizar um acordo que possa permitir aos usuários do iTunes deitar e rolar em HD, claro, via uma módica quantia da qual ninguém sabe o quanto ainda.

O Los Angeles Times e o The Wall Street Journal citaram fontes que afirmaram ser a meta da negociação um acordo capaz de levar o conteúdo de diversos estúdios aos usuários sem a necessidade de download.

O melhor dos indicativos de que as coisas saíram rápido da especulação foi o fato de que os três grandes jornais citados aqui relataram que a Apple, apesar de procurada para entrevista, se negou a comentar ou atender qualquer um deles.

E aí? Streaming de filmes.

Você vai levar o pipoqueiro para casa?

Reuters

emMeio Bit

A maior contribuição de Steve Jobs: colocar um computador na sala de estar

Por em 6 de outubro de 2011

Ontem morreu Steve Jobs, um dos sujeitos mais poderosos e influentes do mundo, um cara considerado por muitos, como um visionário. Por mais que todos estejam lamentando sua morte, talvez a melhor homenagem seja elogiar sua grande obra. Mas qual diabos foi esta obra? Exatamente o que levou Jobs a ser tão bem-sucedido?

É bom falar que antes de virar semi-deus, ele quase levou a Apple à falência. Depois, afastado das áreas operacionais, ele veio a ser demitido pelo presidente contratado por ele por ter criado uma empresa concorrente da própria Apple. Além disso, vários de seus incríveis lançamentos não deram certo, apesar de estarem dentro do campo de distorção da realidade de Steve Jobs.

Ou seja, o cara também errou. Mas qual foi seu grande acerto? Fizemos esta pergunta no Facebook e maior parte das pessoas falou sobre produtos e funções.

Todas as respostas estão corretas, claro. Mas falta um detalhe: Jobs era o CEO, ele não “criava” a tecnologia, apenas liderava sua equipe para chegar lá. Em sua visão, o ser humano deveria ser o foco.

Alguns comentaristas chamaram isso de humanização da tecnologia, mas este termo é muito solto sem um bom exemplo.

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emApple e Mac Indústria Meio Bit

Phone Story é banido da App Store em apenas 7 horas. Disponível para Android

Por em 16 de setembro de 2011

O ciclo de desenvolvimento de Apps e Games para iOS melhorou um bocado. Os custos abaixaram um pouco e o tempo de desenvolvimento também. Entretanto, um projeto para entrar na App Store passa por um bom crivo, ainda não é algo exatamente simples e barato, o pente fino é fino mesmo e a regra de controle não alivia para ninguém. Mas, às vezes…

 

Essa história fala sobre um stunt digno de nota dentro da Apple Store e os créditos (ou débitos) vão para os caboclos da Molleindustria, uma house Italiana que desenvolve games a partir de uma ideologia, digamos, curiosa e – como poderão ver – bem cascuda.

A filosofia dessa turma é assinada por uma mensagem que expressa claramente a meta por trás dos games que desenvolvem: “Jogos radicais contra a ditadura do entretenimento”. Ou simplesmente, se você preferir, “nós amamos easter eggs”.

Infelizmente, não deu para baixar o Phone Story para iOS, embora ele já esteja disponível para Android também. A peça foi arrancada às pressas da App Store apenas sete horas após ter sido aprovada, quando alguém notaria que a besteira já estava feita. E como diria um cumpadre, enquanto tapavam o buraco no casco, o DiCaprio já estava pegando a Rose.

O game é uma descarada anti-apologia ao iPhone, cujo enredo parte de nada mais nada menos que os suicídios envolvendo a FoxConn. É “um game educacional sobre o lado negro do seu smartphone preferido!”. Ouch! continue lendo

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HTC considera comprar o próprio OS; e outra reflexões… [opinião]

Por em 12 de setembro de 2011

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A Tailandesa HTC tem como principal característica a multiplicidade, embora às vezes seja fácil entender porque certos críticos vejam isso como sendo um tipo raro de TDI em seu meio; bem diferente de todos os seus outros concorrentes.

Isso porque a sua principal interface, o HTC Sense, já foi visto amplamente em inúmeros aparelhos que vinham possuídos com ela, desde Windows Mobile até desconhecidos como o Brew (Qualcomm) e que cuja licença, inclusive, pertence à própria HTC.

O HTC Sense é o responsável por essa cisão de opiniões. Ao mesmo tempo que se adiciona virtualmente à qualquer sistema operacional mobile e possa figurar como um trunfo para a empresa, é também o epicentro de visões que afirmam ser ele apenas uma maquiagem parasita de outros OSs. Enfim, cada um, cada dois… continue lendo

emMeio Bit

Helium: task management para WinOS, OS X, Linux e iOS

Por em 8 de setembro de 2011

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A maioria dos programas legais para GTD desconsidera uma coisa extremamente importante: 90% das tarefas que temos de executar envolvem outras pessoas.

O Helium é um projeto de uma start-up pequena chamada Robot Blimp e tem bastante a oferecer. Ao contrário de aplicativos conhecidos como o Things que são desenvolvidos apenas para uma única pessoa, o Helium foca no que mais importa: tarefas e todos envolvidos em concluí-las.

Experimentei todas as suas funcionalidades nas últimas três semanas e só posso dar um joinha como veredicto. Quem não gosta de freewares especialmente bem desenhados e que funcionam em Windows, Mac e iOS — com Android na expectativa de sair?

O Helium oferece um cliente desenvolvido em Adobe Air (ok, eu sei, mas funciona, e bem) e acomoda com bastante personalidade as metodologias de GTD (David Allen) e Inbox Zero (Merlin Mann), fazendo com que você perca minimamente tempo com o software em si e foque no que precisa ser feito. continue lendo

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