Digital Drops Blog de Brinquedo

O serviço de Streaming Não-Streaming da Apple: no iCloud

Por em 30 de agosto de 2011

O iTunes é um serviço odiado por muitos, talvez por representar claramente como a Apple orienta a questão de liberdade no tráfego de conteúdo dentro do seu modelo de negócio. Muitos esperam que o iCloud e a nova oferta de “todos wireless” da Apple vá resolver parte do desconforto. E vão continuar esperando…

O esperado serviço de streaming de música via iCloud, na verdade não fazer fazer streaming, mas sim baixar o conteúdo OTA enquanto você tem a capacidade de ouvi-lo durante o download.

É o mesmo que seis por meia-dúzia? Nem por isso.

Na verdade, a tecnicalidade tem uma razão (da Apple) de ser e explica porque a empresa se deu a tanto trabalho em 2009 para comprar a Lala — serviço de procura e compra de música para streaming.

O iCloud começa finalmente a ficar mais claro, pós-WWDC.

Um porta-voz da Apple explicou ao AllThingsD nessa terça (30) o que era verdade em um vídeo que saiu na rede mostrando que o iCloud faria streaming (não baixado) de conteúdo nas novas versões do iOS, iTunes, etc.

Não fará. O vídeo em questão acabou não mostrando que ao final do processo, o conteúdo era de fato baixado no iOS. A Apple planeja que o usuário possa “ouvir enquanto baixa”, entretanto, a idéia é tanto manter o conteúdo dentro dos seus dispositivos, como também imprimir uma quantidade maior de controle sobre o licenciamento. Claro, se não fosse assim, não seria a Apple.

O que bate com a sequência de acordos que a Apple tem feito com selos e gravadoras. Aparentemente, ambos os lados querem assegurar que o tão esperado de sync OTA (over the air) prometido para o iOS 5 não se transforme na festa do caqui, com pirataria e conversão/transmissão de conteúdo não licenciado ou ilegal.

Ou seja, você poderá ter a sua biblioteca disponível em todos os seus aparelhos com iOS, OS X e até mesmo o Windows (via iTunes) por meio de funções sem fio e AirPlay. Mas, claro, para isso você terá que usar o software da casa. continue lendo

emApple e Mac

[opinião] Samsung ameaçando dar uma de louca: Ministro sul-Coreano fala em desenvolver OS proprietário em meio à plena guerra mobile contra Apple e Googlerola.

Por em 26 de agosto de 2011

O governo sul-Coreano anda bastante satisfeito com a Samsung, sua preciosa posse. A marca tem vendido bem e os números agradam à todos, mesmo diante das dificuldades enfrentadas continuamente nos tribunais com outras empresas.

Quer goste-se muito disso ou não, a Samsung é a única empresa realmente competindo no mercado. E é claro, a satisfação trazida com a expansão da marca é bem mais agradável que as constantes contendas com a Apple na Europa, Australia e em todo o resto do mundo, onde a Samsung é chamada de tudo menos de gente-fina.

De qualquer maneira, aparentemente, a aquisição da Motorola Mobility por U$ 12.5 b pelo Google acabou figurando como o estopim ideal para que a Samsung, aproveitando-se do próprio bom momentum, se arriscasse na imprensa dizendo que tem intenções de desenvolver seu próprio sistema operacional.

Kim Jae-Hong, Ministro-adjunto de Economia do país, veio a público por meio de uma matéria publicada no The Chosunilbo (jornal de notícias locais) e disse nessa segunda-feira:

“Nós pretendemos desenvolver sistemas operacionais web-based proprietários para a Coréia (do Sul) através da formação de um Consórcio de companhias locais. Continuaremos a lapidar um novo tipo de sistema operacional, o que tem sido visto como um produto de próxima geração, afim de construir um tipo de vantagem competitiva da qual nós não desfrutamos no mercado de smartphones e tablets, dominado hoje pela Apple e Google”

A agência de notícias Yonhap adiciona que “Kim vinha dizendo que a Samsung tem sido bastante negativa em co-desenvolver um OS aberto (open source), mas essa instância se modificou drasticamente após a fusão Google-Motorola”, desenhando um novo cenário que pode mesmo obrigar a Samsung a um reposicionamento nessa direção. Mas infelizmente não é bem assim que a banda toca e uma decisão errada pode arruinar toda a sua operação.

Esse discurso não bate nem fecha, em nada, com a fala pós-fusão da Samsung publicada no site da Google, no mesmo dia da aquisição histórica.

Sendo nítido que a Samsung só estava a encher a mesma linguiça que os outros fabricantes que dependem neste momento do Android para manter sua operacão - ao mesmo tempo em que se unía à matilha de gatinhos diante do novo papai leão - o release do ministro sul-Coreano acabou mais por confundir do que por aclarar qualquer coisa.

Isso porque a Samsung pode facilmente não ter espaço funcional para começar um OS do zero a tempo de se tornar competitiva e certamente não vai, com isso, arriscar a atual ascendente nas vendas da linha em troca de um OS proprietário. Isso não faz qualquer sentido. A não ser que ela já esteja desenvolvendo algo sigilosamente. O que é bem pouco provável e deixa um cheiro de balela coreana no ar…

Sairia muito mais barato comprar o que resta do WebOS e tweakar o sistema operacional à vontade - know-how certamente não faltaria – do que dar uma de dublê suicida e se meter em uma cena na qual não saberia atuar adequadamente. Pelo menos historicamente, a Samsung nunca foi exemplo de boa desenvolvedora de sistemas operacionais. Hello, Badauê OS!?

Portar o Bada para a linha de high-ends é que ela certamente não faria – espero. E uma porta para qualquer enlace com a Apple não estaria nem fechada, mas sim, blindada com Adamantium. Esqueça.

Restaria apenas uma aproximação com o ainda obscuro complexo Micrókio, o que me parece algo menos do que minimamente plausível – para não dizer totalmente insano.

Verdade seja dita, toda vez que ouvimos ou lemos o termo “Consórcio” associado a um novo projeto de software ou sistema operacional, sabemos onde todo esse BS vai dar. Muita grana será gasta em um projeto cujo destino é lugar nenhum.

E no caso da Samsung, se entrar nessa, tem grandes chances de começar a disputar no soco o território com os fabricantes submissos ao Googlerola, tentando empurrar uma nova linha do tipo a-la-WebOS (a.k.a. Benjamin Buttom Mobile) e você vai se esquecer dessa matéria tão rápido quanto chegou ao final do seu primeiro parágrafo.

Você acha mesmo que a Samsung parte para o desenvolvimento de um OS proprietário, baseado em web, desprendendo-se do licenciamento monopolista que resultou da Googlerola?

Isso está mais com cara de Samba do Coreano Doido, do que outra coisa…

emInternet Meio Bit Mobile

Apple x Samsung: Não pode vencê-los? Todos Photoshop.

Por em 18 de agosto de 2011

Evidências mostram que para convencer juízes em um tribunal na Alemanha, a Apple voltou a aplicar a conhecida Photoshopada para distorcer a realidade a seu favor.

A imagem acima consta dos autos do processo que a Apple peleja contra a Samsung, onde afirmam que a empresa Sul-Coreana é prima-bandida das suas idéias.

A reclamação legal da Apple foi enviada a um tribunal em Düsseldorf e tem 28 páginas, das quais duas delas, são imagens que apóiam seu argumento. Ou, quase…

A Apple alega que o iPad e o Galaxy Tab 10.1″ são “praticamente idênticos” e transcorre extensamente sobre alegações de más práticas por parte da Samsung ao se utilizar da propriedade intelectual, direitos de design, patentes e o número do telefone celular de Morpheus… que pertencem apenas à eles. continue lendo

emApple e Mac Internet Meio Bit Mobile

Google adquire Motorola Mobility por U$ 12,5 bi e mostra que #mimimi pode ser uma eficiente técnica de distração

Por em 15 de agosto de 2011

Aqui no Meio Bit estivemos atentos para uma história que tem se desenrolado nesses últimos dias. Ninguém gosta muito de iniciar um debate quando um dos lados já começa dizendo que está sendo vítima de um “consórcio” e depois ainda chia publicamente, evocando espíritos do mal e teorias conspiracionistas. Entretanto, o que pode acontecer quando a conspiração é real mesmo e o #mimimi vem de um gigante?

Depois das declarações irritadas de Drummond, a Microsoft disse e repetiu (via Twitter) que o Google reclama de um eixo do mal, mas não desce para o play para o quebra-canelas. Só que hoje, sem avisar ninguém, o Google publicou em seu blog uma pequena gigantesca nota que dá conta de como ela pretende responder às práticas de sua competição: a compra da Motorola Mobility por US$ 12,5 bilhões de dólares. #kaboom! Pois é…

O post é pequeno e cronológico, mas a sua relevância é grande. Nele, o próprio Larry Page, CEO do Google, arredonda alguns pontos sobre a expressiva história da divisão de mobile da Motorola e diz brevemente o que espera que resulte da união de Motorolans e Googlers após a aquisição.

“Nossa, mas será que o Google leva mesmo assim tão a sério aquela famosa frase de Steve Jobs que diz que ‘qualquer marca realmente interessada em software deve produzir o seu próprio hardware’ e vai sair comprando geral quem licencia e produz com Android OS?”

Certamente que não. A compra da Motorola Mobility tem pouco ou nada a ver com know-how do adquirido e muito mais a ver com a razão dessa peleja e troca de carinhos com a Apple, Microsoft, Oracle e o Ricardo Eletro: a guerra de patentes.

É óbvio que podemos esperar que o grande portfólio da Motorola em patentes vá amplificar o escopo do Android e pode colaborar efetivamente para que muitas arestas sejam aparadas.

Esse novo cenário aclara talvez uma das primeiras e mais consistentes formatações de um projeto Open Source; algo que já se percebeu ser necessário para embates com outros titãs como o iOS da Apple e “Microkia”, que ainda não mostrou a cara, mas do qual ninguém duvida que terá grande importância no mercado.

Aliás, adicione aí à sua lista de acrônimos estranhos o nome “Googlorola” quando falar do Android. E antes que alguém inflame o assunto pelo buraco errado, é bom esclarecer que os U$ 12,5 bi foram só pela divisão Mobility da Motorola, não pela Motorola toda ok?

Mas isso aí é prêmio. Na posição que o Google ocupa e para que as coisas chegassem ao ponto de o próprio VP da empresa colocasse a boca no trombone e saísse disparando contra a competição, a guerra estratégica de bastidores já tinha atingido o ponto de ebulição há um tempo.

Mesmo com o melhor e mais brilhante dos projetos – e não estou dizendo isso do Android – sem que a problemática das patentes esteja resolvida, o resultado é o mesmo que nada. É exatamente aí que o combate de inteligência dá lugar a truculência política que só o dinheiro pode resolver.

O Google reclamou, talvez indiscriminada e não tão justamente assim – afinal, é ‘show business’ e não ‘show friends’ – enquanto todos esperavam que a coisa fosse ficar apenas no #mimimi.

E por que entrar num processo lento e penoso para comprar as patentes necessárias, nesse momento, para se colocar em pé de igualdade de resposta, quando se pode abrir o talão e comprar logo toda a empresa de uma vez?

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emInternet Meio Bit Mobile

São totalmente ilegais, mas os chineses tem um talento para isso: 22 lojas da Apple falsas em apenas uma cidade.

Por em 12 de agosto de 2011
Fakeapplestore

"essa loja aí acima, não é da Apple: é ching-ling!"

Eu acho isso realmente incrível. E não sei dizer se para bem ou nem por isso…

Uma varredura oficial de um blogger norte-americano na cidade de Kunming (China) produziu um resultado real – BEM indigesto e que produziu algumas fotografias e vídeos sobre violações descaradas de propriedade e direito autoral.

Algo que sempre populou o imaginário do mercado: chineses falsificam coisas. É a coisa deles.

Até essa semana, a minha visão desse ‘talento’ sino-mercadológico sempre fora a de um grande container abarrunfado de pequenos produtos cujo desejo de consumo era bem mais, digamos, ‘alcançável’ para uma massa maior.

Sempre tive em conta que produtos como tênis Ardidas, celulares FOKIA, mp3 players da iPHODE ou roupas esportivas da FUMA atravessavam o mundo, descansavam em barraquinhas multinacionais e iam dormir na casa de mais um feliz comprador.

Já nesse caso, foram três semanas de visitações à diferentes centros comerciais, como Yunnan, tirando fotografias de lojas da Apple.

A diferença é que, apesar da estonteante semelhança às lojas oficiais da empresa, nem mesmo funcionários da própria Apple sacaram que se tratavam de lojas ‘inteiras’ falsas.

As autoridades chineses identificaram até o momento 22 lojas (puwrra!) não autorizadas e 100% maquiadas para se parecerem com lojas da Apple em Kunming. Wow!

Embora as empresas tenham sido notificadas (Reuters) a pararem imediatamente de usar a logomarca da Apple (AAPL), não só elas continuam lá à todo vapor, como também ninguém sabe dizer se os produtos que estão lá também são falsificados.

O que, em si, não subtrai nada da problemática ao redor de todo o esquema: se forem originais, estes produtos não pagam corretamente impostos, royalties, patentes, bla bla bla. Ou seja, um bruto rombo.

Apenas duas lojas foram fechadas por faltas completas de licenças básicas de funcionamento.

Mas, continuam lá.

Incríveis chineses. Incríveis.

emApple e Mac Meio Bit

Quem fala o que quer, ouve o que não quer: do juiz! Steve Jobs tem que engolir a língua em caso envolvendo blogueiro do Gawker Media Group.

Por em 12 de agosto de 2011

A história começa de um jeito bastante conhecido (um protótipo e mais um furo) para depois evoluir em direção uma tramponetagem indigesta, que acaba no colo de um juiz e no estômago de um mogul da indústria de telecom.

Steve Jobs concedeu uma entrevista ao website AppleInsider na Conferência D8 2010 All Things Digital. Eis um trecho transcrito daquela conversa:

“Mossberg traz à tona o assunto de um protótipo do novo Apple iPhone que desapareceu e pergunta à Jobs sobre a apreensão de equipamentos e outros equipamentos do editor do Gizmodo que furou a história, dizendo à polícia para irem até lá, no mandado de busca mesmo, e levem os pertences desse jornalista. Nesse momento, nessa palavra, Steve Jobs o interrompe e diz “Bem, esse cara, quem pode dizer que ele (Jason Chen do Gawker Media) é um jornalista?”. A audiência faz um silêncio mortuário.

Quem pode dizer? O promotor de justiça do Condado de San Mateo, na verdade. Treze meses depois, via a Associated Press, publicou-se:

Promotores disseram nessa quarta-feira (10) que não prosseguirão com denúncias contra o blogueiro que comprou um protótipo de um Apple iPhone, após ter sido encontrado em um bar em março de 2010, no caso que iniciou um caloroso debate sobre a Primeira Emenda.

O promotor assistente de justiça do condado de San Mateo, Morley Pitt, fez constar que nenhuma queixa fora indiciada contra Jason Chen, editor do Gizmodo, ou qualquer um de seus outros empregados, citando que a lei da California reza claramente pela proteção de confidencialidade de fontes legitimamente jornalísticas.

Sorry, mas… #chupajobs!

A Apple está acostumada a enviar cartas ameaçadoras a blogueiros que não se curvam diante de suas empreitadas de distorção abordagem da percepção do mercado, comumente durante o período que antecede seus maiores lançamentos. Sendo o blogueiro/jornalista alguém que vai contra o império, pode-se ouvir de tudo. Felizmente, não dessa vez. Perdeu prayboy!

Nessa mesma entrevista, Jobs disse:

“Qualquer coisa que nós pudermos fazer para ajudar o New York Times, o Washington Post, o The Wall Street Journal e outras organizações de notícias, afim de que encontrem novos meios de expressão, para que assim assegurem que sejam pagos e possam manter sua operação intacta, eu sou totalmente à favor”

E a pérola:

“Eu não quero que nos tornemos uma nação de blogueiros”.

Desculpe, meu querido Cabeça, mas vocês já são. E por acaso, a maior de todas elas. Inclusive graças ao próprio iPad e o iPhone. Vai me dizer que agora você quer devolver a ‘Revolução’? Isso tudo porque alguém espumou na cachaça em algum buteco ching-ling e deixou cair do bolso o próximo iPhone…

Ainda bem que o The Daily teve o mesmo efeito bem-sucedido que levar uma mordida na virilha de uma banguela feia, certo? Já imaginou o que seria do mundo se aqueles blogueiros ornalistas tivessem triunfado sobre a plebe rude?

Ô, Zé Larry!?

Para ouvir a entrevista completa (90 minutos), clique na imagem abaixo:

PS: precisa de Flash!

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Piadinhas à parte, a entrevista tem diversos pontos interessantes e Steve Jobs lidera um projeto vencedor, de números incontestáveis e é provavelmente um dos grandes empreendedores do nosso tempo. Infelizmente, trupicou num único comentário bastante infeliz, e tomou na lorpa. Ok, Acontece. Como minha avó dizia “A arrogância pode sair pela boca, mas entra por outro lugar”. Enfim, tergiverso… Particularmente, gostei bastante do argumento dele no final da entrevista (1hs05min00) onde ele diz que “prefere se demitir a ‘deixar passar’ coisas” como o lance com o Gizmodo, onde ele considera que um produto das idéias de seus colaboradores foi roubado e ele, pessoalmente, foi extorquido. Segundo Jobs, ele prefere encarar toda a guerra de P.R. e perder se for o caso (foi o caso), do que deixar quieto e fingir que não importa.

emApple e Mac Internet Meio Bit Mobile

Auditoria de AppWatchDog da ViaForensics revela um cenário porcino de segurança no mobile

Por em 11 de agosto de 2011

Analisemos por um segundo o grande momento dos dois maiores OS mobile atualmente: iOS e Android. Essas duas houses ganhando os tubos, os desenvolvedores desbravando mercados com uma abordagem made-in-Indie, usuários frenéticos consumindo à rodo, tanto que nem mesmo a pirataria de software chegar a incomodar. Mas esse leaking não é só de grana…

Independente daquilo que procuramos explorar em pormenor, destacando falhas e sucessos em ambos, o fato é que a vida ficou bem mais fácil com sistemas portáteis e enxutos, também extremamente robustos e que, até um certo ponto, fazem bem o papel de converter um dispositivo mobile em algo realmente útil hoje.

Okay, Okay.

Uma característica igualmente comum em ambos os OSs é a, digamos, dependência dos aplicativos. O que torna um smartphone ou tablet interessante e multifacetado não está no quão bad-arse podem ser as suas especificações de hardware, seu design ou as suas funcionalidades padrão: são os apps que rodam neles.

Sem aplicativos o mercado mobile seria… medíocre.

Estes que são desenvolvidos por terceiros e que alimentam uma cadeia mercantil que pode render bilhões, à velocidades nada comuns em outros setores da indústria da tecnologia da informação.

Nessa trama, se costuram grandes movimentações e atrativos, como redes sociais para as mais infinitas finalidades, sistemas e programas para o gerenciamento de tudo, projetos incríveis de ciência, gaming e entretenimento.

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