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Apple vence briga pelo formato nano-SIM

Por em 10 de junho de 2012

nanosim

Como todo isento que compra um celular quadri-chip na Casa & Vídeo sabe, o SIM card foi uma evolução imensa em relação ao modelo antigo onde o número estava intimamente ligado ao aparelho. Claro, nunca se realizou o cenário de gente trocando chip por ficar sem bateria em mesa de bar, mas é inegável a superioridade do recurso.

Durante um tempo pareceu que o SIM card era perfeito, mas a necessidade dos fabricantes por mais espaço para circuitos e principalmente bateria gerou o micro-SIM, usado no iPad, iPhones mais modernos e outros celulares.

Logo depois surgiu a idéia de um formato menor ainda, o nano-SIM. e aí o bicho pegou. O Instituto Europeu de Padrões em Telecomunicações (ETSI, não confundir com aquele site boiola) abriu o processo para sugestões e logo duas propostas surgiram, da Apple e do consórcio Nokia/RIM/Motorola.
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emCelular Mercado Telecom

Apple desdenha mercado de consoles

Por em 30 de maio de 2012

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Há muito tempo tem se falado por aí que a Apple estaria planejando sua volta ao mundo dos consoles, mesmo numa época em que alguns apostam que o futuro dos videogames de mesa não é muito promissor e de acordo com Tim Cook, homem forte da companhia, os planos deles não é se arriscar neste mercado.

Os jogos evoluíram um pouco. Mais pessoas estão jogando em dispositivos portáteis. Para onde poderemos ir no futuro, veremos. Os consumidores adoram jogos. Não estou interessado em estar no mercado de consoles onde os jogos são pensados da maneira tradicional, mas a Apple é um grande jogador hoje e as coisas no futuro irão apenas se tornar maiores.

Talvez eu esteja equivocado, mas fiquei com a impressão de que eles não querem mesmo lançar um console, porém, estão confiantes em levar seus jogos para as salas das pessoas, seja através da Apple TV ou mesmo com smartphones e tablets que estejam ligados na TV, algo que particularmente acredito que é para onde a indústria está caminhando.

De qualquer forma, os próximos anos deverão ser bastante importantes para a indústria de games, já que a possibilidade de termos aparelhos poderosos e que possam ser facilmente transportados é algo extremamente promissor. Resta saber se as pessoas estão dispostas a abandonar os consoles, algo que há tantos anos está presente nas suas vida como gamers.

[via The Verge]

emIndústria

Apple começa a vender na surdina o iPhone Made in Brasil

Por em 24 de fevereiro de 2012

Apesar do nome, é aqui a fábrica da Foxconn. Foto do Blog do iPhone

O rumor de que a Apple fabricaria iProdutos no Brasil não é novo, e desde que o Gizmodo BR conseguiu fotos de um iPhone feito por aqui, a fabricação nacional é dada como certa.

Como o modelo fabricado aqui é o iPhone 4 de 8 GB, supunha-se que ele começaria a ser vendido junto com o iPhone 4S. Para a surpresa de muitos, o 4S veio, mas nada do iPhone 4 feito no Brasil…

Eis que um dia desses, notei que na Apple Online Store os iPhone 4 estavam com o número do modelo brasileiro na URL.

Já tinha ouvido que os produtos fabricados aqui receberiam o sufixo “BR” ao contrário do “BZ” que é usado nos produtos importados para o mercado brasileiro. Outro vazamento, desta vez no MacMagazine, confirma essa teoria — lá o modelo consta como MD198BR.

Fiquei na dúvida se a Apple já estava vendendo os aparelhos fabricados no Brasil ou apenas se preparando para isso.

Com sorte, encontrei alguém que havia comprado um iPhone 4 na Apple Online Store brasileira (obrigado Gabriel!) e ele pode me confirmar que o aparelho foi fabricado no Brasil.
Além da traseira do aparelho, a caixa indica que ele foi fabricado pela “Foxconn Indústria de Eletrônicos LTDA”, em Jundiaí.

Agora, a única dúvida que resta é se o preço dos iPhones deve abaixar ou não. Custando os mesmos R$ 1.799 do iPhone 4 de 16 GB, o preço do iPhone 4 “econômico” de 8 GB parece caro demais.

Consultamos a Apple, mas ainda não obtivemos resposta — o que até é compreensível, já que o contato foi feito em pleno Carnaval.

emApple e Mac Celular Computação móvel Mercado Mundo Estranho

Apple vendeu mais dispositivos iOS em 2011 do que Macs em 28 anos

Por em 20 de fevereiro de 2012

Existem dois motivos claros para esse número ter sido superado: valor e popularidade. É mais fácil você encontrar alguém que conheça um iPhone, iPod do que alguma que conheça um Macbook Air ou Pro. Sem falar que a quantidade de “piratas” que levam o nome de IPod (assim mesmo com o i maiúsculo), é imensa, ajudando, indiretamente na popularidade do original. Só para se ter uma idéia de quantos dispositivos iOS foram vendidos (dispositivos iOS: iPhone, iPod touch e iPad) foram 156 milhões só em 2011 e durante 28 anos de existência dos notebooks e desktops da Apple, foram vendidos 122 milhões. E o número de dispositivos iOS vendidos desde o lançamento do primeiro iPhone em 2007 são de 316 milhões de produtos.

Os dados foram analisados por Horace Dedi, analista da Asymco. Outros fatos interessantes que ele reportou: O iPad demorou cerca de 2 anos para ultrapassar a marca de 50 milhões de dispositivos vendidos, o iPod touch demorou cinco anos para chegar entre os 50 e 100 milhões (está mais para 70 milhões) e o iPhone demorou cinco anos para chegar a cerca de 170, 180 milhões de dispositivos vendidos. Já o Mac foram 28 anos para chegar aos 122 milhões. E o Apple II passou 17 anos para chegar a um número irrelevante.

Isso pode demonstrar outra coisa: portabilidade. As pessoas preferem comprar um iPad ou iPhone que faça quase tudo o que seu desktop faz, para reduzir o tempo em que ficam “sentados trabalhando”. A diferença é que a pessoa está trabalhando em pé, no metrô, no carro e não percebe. Sinceramente, tem jogos, por exemplo, que foram feitos para desktop ou consoles, não me imagino jogando um Battlefield 3 em um iPad. Mas existem aplicativos que não importa qual seja o dispositivo, seu uso é parecido ou até melhor, se for feito em um tablet, por exemplo (suíte iWork, aplicativos de desenho, entre outros).

O futuro pode até ser mobile, mas eu duvido que ele seja totalmente mobile. Um iPhone, iPad, iPod touch nunca vai substituir um desktop ou notebook ou um console. Quem sabe, daqui pro futuro, o que Steve já planejou nesses “produtos que ele criou antes de falecer, mas que ninguém sabe o que é”, se torne uma plataforma móvel, mas com mesmos recursos de processamento e gráfico de um desktop ou console.

E antes que me chamem de macfag, tenho um Android e gosto muito dele. Na verdade, até prefiro ele em algumas ocasiões do que o iPhone 4S.

Com informações do PhoneArena.

emApple e Mac Meio Bit

Samsung não está preocupada com a Apple no mercado de TVs. Estão certos, em um jeito Jar-Jar Binks de ser.

Por em 14 de fevereiro de 2012

samsung

Se você acha que Hollywood é dureza, com uma taxa de desemprego na casa de 90%, acredite: FAZER televisão é bem mais casca. As margens de lucro são baixíssimas, a competição é acirrada e é um produto que –mesmo barato- as pessoas não compram toda hora.

A última grande tentativa de dar uma sacudida no mercado foi o 3D, mas ter que colocar óculos especiais (que custam caro, aliás) para assistir BBB ou seja lá que diabo transmitam em 3D não exatamente seduziu o grande público. Se FullHD já não faz diferença dependendo da sua distância até a TV, imagine 3D.

Os óculos foram para debaixo da cama, junto com o aparelho de ginástica, aquela escada desmontável e o corpo de uma prostituta tailandesa que você não tem a menor idéia de como foi parar ali mas como ninguém vai acreditar, melhor deixar quieto.

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emApple e Mac Áudio Vídeo Fotografia Hardware

iBooks: Uma nova plataforma, um novo formato

Por em 20 de janeiro de 2012

Você nem bem se acostumou aos novos formatos do livro digital e já chegou mais um, o iBooks. Não poderia vir de ninguém menos do que da Apple, aquela que adora ignorar os formatos padrão e criar suas próprias coisas, além de decidir quando algo vai ser extinto – a exemplo de disquetes, CDs, DVDs, ZIPs, entre outros.

Todos estávamos acostumados a pensar que um livro digital teria que ser em PDF. Mas, fora na tela do computador, ele praticamente não tem uso. É uma porcaria ler um PDF em um eReader, smartphone e até em um tablet. Aí surgiu o ePub, um formato aberto baseado em HTML e CSS cujas especificações são decididas por grandes empresas. Logo ele se tornou o formato padrão, usado por quase todos – Apple inclusa –, menos a teimosinha da Amazon, que insistiu no Mobi, um formato bem mais pobre.

Bem, a Amazon usa o Mobi, mas estava tudo bem com o ePub, já que a Apple o utilizava, e isso significava um bom futuro, mesmo com a empresa de Jobs não ligando muito para eBooks. Daí, resolveram inventar. Surgiu o ePub layout fixo, que só poderia ser lido no aplicativo iBooks da Apple. Opa.

Daí, ontem, em um grande evento no museu Guggenheim em Nova Iorque, a Apple resolveu que era hora de “revolucionar a educação”. Não revolucionou exatamente, mas deu o start para que novas coisas surjam. Mas está tudo bem? Quais são as implicações nessa sugestão de modelo da Apple? Há mais erros ou acertos? Vamos dar uma olhada.

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emApple e Mac Artigo Meio Bit

[Review] – Steve Jobs, a biografia

Por em 28 de dezembro de 2011

Começar uma resenha da biografia de Steve Jobs com o termo “contraditório” é mais que cliché. Mesmo cliché, é a palavra perfeita para definir em uma única palavra a personalidade e os atos do homem que ajudou a dar forma à indústria de computadores, celulares e equipamentos eletrônicos em geral. Se bem que “criança mimada” também seria uma ótima definição, e aí teríamos duas palavras ao invés de uma e não seria assim tão educado, mas me adianto.

O livro escrito por Walter Isaacson a pedido do próprio Jobs, quando este sentiu seus últimos dias se aproximando com uma rapidez assustadora, é detalhista e preocupado em mostrar todos os múltiplos lados, cobrindo vida pessoal e profissional de forma respeitosa. Obviamente não se trata de um livro imparcial – nenhuma obra o é -, mas é um belo trabalho de jornalismo, dando créditos a quem merece, com inúmeras fontes e escrito com base em diversas entrevistas realizadas com mais de cem pessoas, entre familiares, amigos, colegas de trabalho e até gente que não queria ver Jobs nem morto. Too soon?

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