Photoshop CS6 Beta
Tremei mundo, hoje foi colocado a disposição dos famintos fotógrafos do planeta a versão beta do Photoshop CS6. Acredito que essa é a primeira versão que rompe com quase tudo do passado, inclusive com a interface gráfica, que teve a maior reestruturação desde a primeira versão. Aqui eu vejo uma tentativa de aproximar o Photoshop do Lightroom, cuja interface e usabilidade é muito mais confortável. Porém, o que interessa para nós são as ferramentas voltadas para os fotógrafos.
Existem muitas coisas novas, mas temos as melhorias que são mais importantes levando em conta nossas necessidades. Uma melhoria interessante foi do conjunto de ferramentas do Content-Aware. O chamado Content-Aware patch ficou muio mais preciso. Agora podemos sumir com objetos da imagem, colar objetos de uma imagem em outra ou simplesmente mover ele de local da imagem. O novo Photoshop vai se utilizar do Mercury Adobe, um novo motor gráfico que permite que os ajustes mais populares do Photoshop sejam aplicados de maneira quase instantâneas. Outra ferramenta muito bacana é o Blur Gallery que permite deixar apenas um ponto da imagem focado. Ótimo para eliminar profundidade de campo de retratos, tornando o resultado muito mais agradável.Da mesma forma, também temos o recurso que devolve a nitidez a fotos desfocadas que é simplesmente fenomenal. Vejam o vídeo no final do texto.
Fora isso temos o suporte a vídeo, novos filtros artísticos, correção do ângulo de visão de lentes, ferramentas de correção automática de cores e a presença do Adobe Camera Raw 7. Segundo a Adobe, os requerimentos mínimos de sistema para rodar o novo programa mudam um pouco quando falamos de Mac. A galera da maçã vai precisar ter um computador com processador de 64bits se quiser rodar o novo programa. É também altamente indicado tanto para Mac quanto para Windows uma placa de vídeo com pelo menos 512MB de RAM.
O Photoshop CS6 beta está disponível para download gratuíto e as informações de como instala-lo podem ser encontradas na página da Adobe.
Adobe Lightroom 4 – no Brasil é mais caro
A Adobe acaba de liberar a versão final do Photoshop Lightroom 4 para venda. O software estava em versão beta desde o começo de janeiro e agora chega em versão oficial. O layout não mudou muita coisa, mas várias pequenas melhorias podem ser vistas ao longo de todo o programa. O legal é que ele já chega compatível com os arquivos RAW de câmeras que foram lançadas a pouco tempo pela Canon (EOS-1D X, PowerShot G1 X, PowerShot S100), Nikon (D4, D800, D800E) e até mesmo da Fuji (FinePix F505 EXR, FinePix F605 EXR, FinePix HS30 EXR, FinePix HS33 EXR).
Agora o novo Lightroom 4 oferece uma quantidade maior de ajustes na paleta de edição básica. Mais possibilidades de ajustes localizados e uma melhor aplicação da redução de ruído, balanço de branco e redução de aberrações cromáticas. O comando Claridade agora está absurdamente agressivo. Tem que utilizar com cuidado. Já se tornou uma tradição a constante melhora destes controles básicos. Agora o Lightroom já pode também fazer edições básicas em vídeos. Antes era possível importar e fazer poucas coisas. Agora podemos selecionar frames e aplicar correções básicas como cores.
Dois novos módulos foram introduzidos. Agora temos o módulo Mapa onde é possível inserir informações de georeferenciamento em suas fotos em uma integração com o Google Maps. O outro módulo é o Livro, onde você pode editar seu próprio fotolivro, inclusive com alguns modelos pré-prontos, e enviar diretamente para impressão. A adição do comando soft proofing no modulo revelação também garante um melhor ajuste do espaço de cor levando em conta o meio em que sua imagem será publicada (web, impressão, etc). Finalizando as novidades mais básicas, agora também é possível enviar uma imagem para um cliente ou amigo direto do Lightroom utilizando uma conta de e-mail de sua escolha.
Você pode adquirir o novo Lightroom 4 diretamente da página da Adobe. Se você mora no Brasil vai ficar muito feliz com a notícia a seguir. Para moradores dos Estados Unidos a versão completa do software está sendo vendida por US$ 149,00 e a atualização por US$ 79.00. Mas, se você mora no Brasil então prepare-se para pagar US$ 279,00 na versão completa e US$ 145,00 na atualização. Ninguém disse que a vida era fácil.
Adobe Photoshop Lightroom 4 Beta
Claro que este é um processo evolutivo, mas já estava tão acostumado ao meu Lightroom 3 que fiquei até assustado com o anuncio de que a versão beta do Lightroom 4 já está disponível para download gratuito no site da Adobe. Fui lá dar uma conferida básica, afinal de contas é de graça e estava muito curioso para saber o que poderia ser melhorado em um programa que já acho quase perfeito. E não é que eles conseguiram melhorar a coisa mesmo.
Agora o novo Lightroom 4 oferece uma quantidade maior de ajustes na paleta de edição básica. Mais possibilidades de ajustes localizados e uma melhor aplicação da redução de ruído, balanço de branco e redução de aberrações cromáticas. O comando Claridade agora está absurdamente agressivo. Tem que utilizar com cuidado. Já se tornou uma tradição a constante melhora destes controles básicos. Agora o Lightroom já pode também fazer edições básicas em vídeos. Antes era possível importar e fazer poucas coisas. Agora podemos selecionar frames e aplicar correções básicas como cores.
Dois novos módulos foram introduzidos. Agora temos o módulo Mapa onde é possível inserir informações de georeferenciamento em suas fotos em uma integração com o Google Maps. O outro módulo é o Livro, onde você pode editar seu próprio fotolivro, inclusive com alguns modelos pré-prontos, e enviar diretamente para impressão. A adição do comando soft proofing no modulo revelação também garante um melhor ajuste do espaço de cor levando em conta o meio em que sua imagem será publicada (web, impressão, etc). Finalizando as novidades mais básicas, agora também é possível enviar uma imagem para um cliente ou amigo direto do Lightroom utilizando uma conta de e-mail de sua escolha.
Porém, para melhor entender tudo o que mudou, indico o longo texto escrito pelo Dpreview ou a indicação de Clício Barroso sobre os 10 pontos que ele destacou no novo programa. Vale a pena dar uma conferida.
Estão disponíveis as versões finais do Camera RAW 6.6 e Lightroom 3.6
Notícia rápida para você que edita os seus arquivos RAW nos programas da Adobe. Já estão disponíveis para download as versões finais no Adobe Camera RAW 6.6 e do Adobe Lightroom 3.6. Ao que parece, está nova atualização apenas adiciona compatibilidades com as novas câmeras lançadas nos últimos meses.
Agora é possível trabalhar com o RAW das câmeras Canon Powershot S100, Fuji Finepix X10, Leica V-LUX 3, Nikon 1 J1, Nikon 1 V1, Panasonic DMC-GX1, Ricoh GR Digital IV, Samsung NX5, Samsung NX200 e Sony NEX-7. Muito bom ver que as câmeras da Fuji finalmente estão se adaptando às tecnologias da Adobe. Até hoje estou esperando por um modo de converter o RAW da S200EXR. Junto com a atualização de câmeras também foi disponibilizado 30 novos perfis de correção de lente.
É possível baixar gratuitamente tanto o Ligthroom 3.6 (Mac e PC) quanto o Adobe Camera RAW 6.6 (Mac e PC) direto da página da Adobe.
Flash Mobile atinge o mesmo status que Steve Jobs (too soon?)
Por anos a Apple tem mantido a posição de que Flash em dispositivos móveis é pesado, desnecessário e consumidor alucinado de recursos. Desprezando a experiência desktop, que comprova todas as acusações de performance e recursos, os usuários Android se agarraram ao Flash de forma desesperada, dizendo que a Adobe magicamente criou versões decentes e bem-programadas e que seriam maravilhosos diferenciais em relação ao iPhone.
Esse maravilhoso diferencial, que em alguns casos sequer tem teclado virtual e não consegue funcionar direito com interface de toque agora MOR-REU. Acabou. Foi-se, é um ex-flash, foi se encontrar com seu criador. kaput. A Adobe anunciou que cessará o desenvolvimento de Flash para dispositivos móveis.
Faz até sentido. Quem lembra do vídeo do Gizmodo comparando iPad2 x Xoom com Flash? A cruel realidade da demonstração transformou o pobre Pedro Burgos no Judas dos Androidiotas. Sério, complicado defender o Flash no Xoom quando a página oficial do Xoom funciona melhor no iPad do que no Xoom.
A grande questão nem é a Adobe ter parado com o desenvolvimento, e sim se ele chegou a começar em algum momento. Foram ANOS esperando um Flash Mobile e tudo que conseguimos ver foram betas.
Agora, Inês é morta. O Android perdeu a principal vantagem que ninguém usava, pois o mercado todo se adaptou ao HTML5.
A vantagem é dos fabricantes, que poderão finalmente parar de perder tempo com Flash por causa de meia-dúzia de Flashiitas e com isso seus tablets (decentes) ganharão instantaneamente quase a mesma experiência de uso web do iPad.
De resto, todo macfag do Planeta neste momento está dizendo pro pessoal do Android: “Onde está seu Deus agora? O Meu está rindo horrores!”
Fonte: Wired
Flash 11 terá suporte à Unreal Engine 3
Se bons gráficos é o que falta para convencer os jogadores hardcore de que o Facebook pode ser uma ótima plataforma de jogos, o problema está perto de ser resolvido. Em um evento realizado ontem pela Adobe o diretor técnico da Epic Games, Tim Sweeney, anunciou que a mais nova versão do Flash poderá rodar a poderosa Unreal Engine 3, teoricamente tornando possível que jogos com uma qualidade visual semelhante a de um Gears of War ou Batman: Arkham City rodem direto do navegador.
“Com a UE3 e o Flash os jogos feitos para os consoles de alto desempenho podem rodar na web ou como um aplicativo para o Facebook, alcançando uma enorme base de usuários. Isso muda completamente as regras de jogo para as desenvolvedoras que querem distribuir amplamente seus jogos e lucrar com eles,” declarou Sweeney.
Como o Flash 11 a Adobe afirma que os jogos poderão ser renderizados, tanto em 2D quanto em 3D, cerca de mil vezes mais rápido do que com a versão anterior do player, permitindo que as empresas exibam milhões de objetos com uma taxa de atualização de 60 quadros por segundo e de fato isso poderá mudar toda a indústria.
É verdade que para um computador rodar um jogo assim ele ainda precisará de uma boa configuração, mas a possibilidade das desenvolvedoras poderem entregar jogos Free-to-Play pelo browser com uma qualidade gráfica tão absurda é algo que pode ser muito bom para Adobe, poder mostrar que o Flash ainda tem lenha para queimar e para a Epic, provando novamente a flexibilidade da sua engine.
Ainda é cedo para dizermos o que esse anúncio representará, mas novamente podemos estar diante de um acontecimento que abrirá muitas possibilidades.





