Adobe Photoshop Lightroom 4 Beta
Claro que este é um processo evolutivo, mas já estava tão acostumado ao meu Lightroom 3 que fiquei até assustado com o anuncio de que a versão beta do Lightroom 4 já está disponível para download gratuito no site da Adobe. Fui lá dar uma conferida básica, afinal de contas é de graça e estava muito curioso para saber o que poderia ser melhorado em um programa que já acho quase perfeito. E não é que eles conseguiram melhorar a coisa mesmo.
Agora o novo Lightroom 4 oferece uma quantidade maior de ajustes na paleta de edição básica. Mais possibilidades de ajustes localizados e uma melhor aplicação da redução de ruído, balanço de branco e redução de aberrações cromáticas. O comando Claridade agora está absurdamente agressivo. Tem que utilizar com cuidado. Já se tornou uma tradição a constante melhora destes controles básicos. Agora o Lightroom já pode também fazer edições básicas em vídeos. Antes era possível importar e fazer poucas coisas. Agora podemos selecionar frames e aplicar correções básicas como cores.
Dois novos módulos foram introduzidos. Agora temos o módulo Mapa onde é possível inserir informações de georeferenciamento em suas fotos em uma integração com o Google Maps. O outro módulo é o Livro, onde você pode editar seu próprio fotolivro, inclusive com alguns modelos pré-prontos, e enviar diretamente para impressão. A adição do comando soft proofing no modulo revelação também garante um melhor ajuste do espaço de cor levando em conta o meio em que sua imagem será publicada (web, impressão, etc). Finalizando as novidades mais básicas, agora também é possível enviar uma imagem para um cliente ou amigo direto do Lightroom utilizando uma conta de e-mail de sua escolha.
Porém, para melhor entender tudo o que mudou, indico o longo texto escrito pelo Dpreview ou a indicação de Clício Barroso sobre os 10 pontos que ele destacou no novo programa. Vale a pena dar uma conferida.
Estão disponíveis as versões finais do Camera RAW 6.6 e Lightroom 3.6
Notícia rápida para você que edita os seus arquivos RAW nos programas da Adobe. Já estão disponíveis para download as versões finais no Adobe Camera RAW 6.6 e do Adobe Lightroom 3.6. Ao que parece, está nova atualização apenas adiciona compatibilidades com as novas câmeras lançadas nos últimos meses.
Agora é possível trabalhar com o RAW das câmeras Canon Powershot S100, Fuji Finepix X10, Leica V-LUX 3, Nikon 1 J1, Nikon 1 V1, Panasonic DMC-GX1, Ricoh GR Digital IV, Samsung NX5, Samsung NX200 e Sony NEX-7. Muito bom ver que as câmeras da Fuji finalmente estão se adaptando às tecnologias da Adobe. Até hoje estou esperando por um modo de converter o RAW da S200EXR. Junto com a atualização de câmeras também foi disponibilizado 30 novos perfis de correção de lente.
É possível baixar gratuitamente tanto o Ligthroom 3.6 (Mac e PC) quanto o Adobe Camera RAW 6.6 (Mac e PC) direto da página da Adobe.
Flash Mobile atinge o mesmo status que Steve Jobs (too soon?)
Por anos a Apple tem mantido a posição de que Flash em dispositivos móveis é pesado, desnecessário e consumidor alucinado de recursos. Desprezando a experiência desktop, que comprova todas as acusações de performance e recursos, os usuários Android se agarraram ao Flash de forma desesperada, dizendo que a Adobe magicamente criou versões decentes e bem-programadas e que seriam maravilhosos diferenciais em relação ao iPhone.
Esse maravilhoso diferencial, que em alguns casos sequer tem teclado virtual e não consegue funcionar direito com interface de toque agora MOR-REU. Acabou. Foi-se, é um ex-flash, foi se encontrar com seu criador. kaput. A Adobe anunciou que cessará o desenvolvimento de Flash para dispositivos móveis.
Faz até sentido. Quem lembra do vídeo do Gizmodo comparando iPad2 x Xoom com Flash? A cruel realidade da demonstração transformou o pobre Pedro Burgos no Judas dos Androidiotas. Sério, complicado defender o Flash no Xoom quando a página oficial do Xoom funciona melhor no iPad do que no Xoom.
A grande questão nem é a Adobe ter parado com o desenvolvimento, e sim se ele chegou a começar em algum momento. Foram ANOS esperando um Flash Mobile e tudo que conseguimos ver foram betas.
Agora, Inês é morta. O Android perdeu a principal vantagem que ninguém usava, pois o mercado todo se adaptou ao HTML5.
A vantagem é dos fabricantes, que poderão finalmente parar de perder tempo com Flash por causa de meia-dúzia de Flashiitas e com isso seus tablets (decentes) ganharão instantaneamente quase a mesma experiência de uso web do iPad.
De resto, todo macfag do Planeta neste momento está dizendo pro pessoal do Android: “Onde está seu Deus agora? O Meu está rindo horrores!”
Fonte: Wired
Flash 11 terá suporte à Unreal Engine 3
Se bons gráficos é o que falta para convencer os jogadores hardcore de que o Facebook pode ser uma ótima plataforma de jogos, o problema está perto de ser resolvido. Em um evento realizado ontem pela Adobe o diretor técnico da Epic Games, Tim Sweeney, anunciou que a mais nova versão do Flash poderá rodar a poderosa Unreal Engine 3, teoricamente tornando possível que jogos com uma qualidade visual semelhante a de um Gears of War ou Batman: Arkham City rodem direto do navegador.
“Com a UE3 e o Flash os jogos feitos para os consoles de alto desempenho podem rodar na web ou como um aplicativo para o Facebook, alcançando uma enorme base de usuários. Isso muda completamente as regras de jogo para as desenvolvedoras que querem distribuir amplamente seus jogos e lucrar com eles,” declarou Sweeney.
Como o Flash 11 a Adobe afirma que os jogos poderão ser renderizados, tanto em 2D quanto em 3D, cerca de mil vezes mais rápido do que com a versão anterior do player, permitindo que as empresas exibam milhões de objetos com uma taxa de atualização de 60 quadros por segundo e de fato isso poderá mudar toda a indústria.
É verdade que para um computador rodar um jogo assim ele ainda precisará de uma boa configuração, mas a possibilidade das desenvolvedoras poderem entregar jogos Free-to-Play pelo browser com uma qualidade gráfica tão absurda é algo que pode ser muito bom para Adobe, poder mostrar que o Flash ainda tem lenha para queimar e para a Epic, provando novamente a flexibilidade da sua engine.
Ainda é cedo para dizermos o que esse anúncio representará, mas novamente podemos estar diante de um acontecimento que abrirá muitas possibilidades.
2011 não é o Ano do Linux pelo menos na Adobe
O Adobe Air é um runtime multiplataforma que vai do Windows ao iOS, passando até pelo Blackberry. Ele encapsula aplicações Internet ricas (HTML, Javascript, ActionScript, etc) em um cliente desktop, com acesso seguro a recursos da máquina. Entre outras aplicações famosas que utilizam Air, temos o Tweetdeck.
Só que nem tudo são flores no mundo do Air. Em Junho passado Dave McCallister. Diretor de Open Source e Padrões da Adobe publicou um post de blog onde explica primeiramente que errou em suas previsões. Em 1999 ele havia calculado que por volta de 2005 o marketshare do Linux atingiria números de Mac OS, entre 10% e 15%, mas na realidade o Melhor Sistema Operacional Amigo do Opera estagnou pouco abaixo de 1%. O próprio Mac, segundo a Netmarketshare, está em 5,70%.
Para piorar a tão falada mobilização da Comunidade não funciona muito bem na realidade, como desenvolvedores de jogos Linux sabem muito bem. Dave conta que somente 0,5% dos downloads de Air são da versão Linux.
Com números assim não faz sentido alocar recursos para desenvolver para a plataforma, então a Adobe fez o que precisava ser feito: Entregou para a comunidade a responsabilidade de desenvolver o Adobe Air.
Cancelar a versão Linux permitiu que a Adobe redirecionasse recursos para desenvolver as versões mobile, incluindo iOS e Android. –sim, Android é Linux, mas não no mau sentido.
A resposta da comunidade foi, como sempre madura e consciente das questões mercadológicas envolvidas: Um mimimi enorme com acusações de suborno da Microsoft (sempre ela!), traição, faca nas costas e, claro, a eterna fase raposa-e-uvas, com gente xingando o Air, dizendo que não presta e não fará falta.
É uma pena, mas para boa parte dos fãs do Linux é impossível entender que quando o Seu Barriga bate na porta da Adobe cobrando o aluguel ele não quer saber se estão apoiando a comunidade. Ele quer dinheiro, e há poucas formas melhores de NÃO ganhar dinheiro do que investir em uma plataforma que ninguém (ou no caso do Air Linux) metade de ninguém usa.
Adobe atualiza o Flash Media Server para versão 4.5: Streaming de Flash para iOS e todo mundo.
A longa e tenebrosa queda de braço entre a Adobe e a Apple pode ter chegado ao fim. Ou quase, mas as prospecções são das melhores.
A Adobe anunciou hoje a versão 4.5 do Flash Media Server, solução oferecida à conglomerados de mídia que fazem distribuição de vídeos no formato pela internet.
Isso quer dizer que os websites poderão oferecer finalmente um conteúdo efectivamente compatível com inúmeros novos dispositivos – incluindo o iOS – através de streaming de dados, ao invés de compatibilidade casada via a instalação de software de suporte dentro dos aparelhos.
A boa notícia é que em um curto período de tempo, resolve-se um problema (e também cria-se outro) em relação ao Flash, onde a principal ocorrência é a não-necessidade de se instalar aplicativos famintos demais para aparelhos de menos.
Digo cria-se outro porque muitos já antecipam um renascimento em massa do banner mutante de propaganda em flash. Mas, vamos deixar a coisa se desenrolar primeiro antes de carregar o pente. Afinal, a notícia não é nada ruim.
Com a atualização, a Adobe chama para si resolver o problema e é o FMS que se vira para descobrir qual é a plataforma que o usuário utiliza e qual codec deve enviar embutido no streaming, na hora, para tocar a mídia.
No mesmo release, a Adobe também anuncia uma nova versão do Adobe Flash Access, uma solução de proteção de conteúdo para a plataforma Android; e também o Adobe Pass, uma solução de autenticação para o sistema de TV Anywhere, utilizada por centenas de provedores de conteúdo de vídeo na interweb.
Discretamente, o release também dá conta da compra da IRIDAS, uma fabricante de ferramentas para graduação de cor e aprimoramento digital de filme digital e vídeo, expadindo o ecosistema de parcerias da empresa. Continue lendo »




