A Índia disse não ao OLPC, mas 3 países já confirmaram a intenção de receber 3 milhões de laptops.

Já estão confirmados, Brasil, Argentina, Tailândia. Enquanto a Nigéria está em vias de conclusão.

Em se confirmando a Nigéria, serão 4 milhões de notebooks que devem ser distribuídos gratuitamente para crianças em idade escolar.Apesar de muito criticado, o programa do Nicholas Negroponte (que deixou o MIT para cuidar do projeto), começa a demonstrar sinais que vai finalmente sair do papel, o projeto já dura 18 meses e muito se duvidou que algum dia geraria algum fruto.

Segundo Negroponte, o OLPC pode tornar o Linux tão popular em desktops quanto é hoje em servidores.

Além dos demais benefícios que o projeto pode trazer, isto já seria uma excelente saída para o Brasil diminuir a posição de “destaque” na lista de usuários de programas piratas.

Até o momento, AMD, eBay, Google, Nortel, Red Hat e diversas outras empresas de tecnologia se comprometeram a dar ajuda ao projeto.

Via: [DeskTopLinux]

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henriqueZ (não verificado(a))

AMD e Google...fazendo com que cada vez mais eu goste delas...não apenas por issu,muito mais tambem pelos produtos e serviços.

Hawk (não verificado(a))

Não acredito que este projeto será um sucesso, crianças conhecem mais o windows do q o linux, e se perguntarem qualquer coisa sobre seu aparelho ao professor, ouvirão algo como: - "Não sei nada sobre linux, se fosse windows poderia lhe ajudar".
Onde conseguirão ajuda sobre suas dúvidas?
Criança não sabe "mecher" nestas coisas, vão estragar.
Tomara que eu esteja errado, mas é o que acho.

Rafael (não verificado(a))

Caro Hawk, creio que vc esteja equivocado na sua opiniao sobre as criancas nao conseguirem mexer... se estivessemos falando de pessoas com mais idade ( digo de uns 18 ou 20 anos pra cima )concordaria com vc..mas crianças nao..crianças aprendem muito facil e rápido..e alem do mais Linux não é bicho de sete cabeças, ainda mais para quem será apenas usuário " normal ", não é tão diferente de windows, é so questão de acostumar, e crianças espertas como são hoje e com um "brinquedo" desse , não demoraram muito para aprenderem a usar Linux. Não sei se o projeto é o ideal, mas com certeza auxiliará a aproximar as criancas do computador e pelo menos terem mais acesso e intimidade com computador, coisa que muitas não tem a oportunidade, e isso é algo imprescindivel nos dias de hoje.

Bruno Alves (não verificado(a))

Também sou fão das duas, sempre envolvidas com SL, boas causas e empresas bastante transparentes.

Quanto a questão da popularização do Linux com o programa, acredito que sim, nesses 11 anos usando Linux, sempre achei mais fácil ensinar o mesmo para alguém que nunca usou ou usou por pouquíssimo tempo o Windows.

Abraços

henriqueZ (não verificado(a))

É Hawk,vendo por este lado também concordo com você,principalmente em se tratando do Brasil.

Mas não acredito que um projeto como esse,opurtunidade quase que única de se poder disseminar um pouco de tecnologia para as pessoas de classes menos acessiveis,não seja assistido de perto.Com relação ao fato de não saber mecher em linux,ninguém também nasceu sabendo windows,o linux hoje em dia já está muito maleavel ao usuário final,não acho que essa parte não seria tão complicada.

Mas uma coisa eu acho,esses notebooks vão cair muito na venda,se não houver nada que fiscalize os beneficiados,famílias vão vender como vendem qualquer outro produto...é uma pena mas é o que acho que vai acontecer.

Bruno Alves (não verificado(a))

Acredito que este problema da venda, sim, pode complicar o programa, mas não custa tentar.

Com um programa razoável de fiscalização, atrelada a outros programas (como bolsa família, bolsa escola etc...) isso pode ser contornado.

CoRVo (não verificado(a))

Estou convicto de que será como em outros programas sociais: apenas uma parcela do publico alvo sera beneficiada.
Mas é uma boa iniciativa... porém, acho que nao será facil introduzir um laptop na educação das crianças. Imaginem nos colegios publicos, zonas pobres, individuos 'mal-agradecidos' quebrando o equipamento, furtos etc etc. Acho que se espelhar em outras culturas talvez nao seja uma ideia. Talvez esteja sendo pessimista demais, talvez o projeto dê muito certo, mas esta é so minha opiniao.
Abraços

Eduardo Tomazett (não verificado(a))

Adorei a iniciativa, principalmente pq quero arranjar um jeito de ganhar um Laughing out loud

Adail José (não verificado(a))

É um ótimo projeto, mas só não sei se vai se adequar a nossa realidade cultural. Primeiro é a questão das vendas. Vcs acham que num país como o nosso esse notebook não vai ser livremente vendido ilegalmente por ai? Com certeza que sim, independentemente de haver uma boa fiscalização que na verdade no Brasil nunca funciona. E não há uma preparação social e cultural das crianças para que elas sejam donas dos notebooks. Eu não sei se vão durar muito sem estragar. E quanto ao objetivo do projeto. Será que o notebook ajudará mesmo na educação das crianças?

Bem, tomara que estas especulações estejam erradas e que tudo dê muito certo porque não estou afim de ver mais um projeto governamental ir por agua abaixo assim como o dinheiro gasto nele, como ocorreu com o fome zero, e como ocorre com o bolsa familia que só dá o peixe em vez de ensinar a pescar.

É esperar para ver ;D

cardoso (não verificado(a))

Não vai dar certo. Vejam o comentário do Eduardo, como exemplo. Vai virar LapPobre vendido no camelódromo.

A corrupção e Leo de Gerson são endêmicas, ninguém se ENVERGONHA de assumir que vai fazer algo DESPREZÍVEL como roubar de um projeto de EDUCAÇÃO.

George Arraes (não verificado(a))

Nasceu fadado ao fracasso, pelo menos no Brasil.
Como eu já disse em outro artigo do MeioBit sobre o assunto, a PRIMEIRA, repito, PRIMEIRA coisa que as crianças vão fazer é tentar instalar jogos como Counter-Strike, Warcraft e etc (que, obviamente, não vai funcionar). O segundo será vender mesmo.
Não é querendo ser pessimista e nem discrente, mas vejam bem, estamos no Brasil. Não é o país do carnaval e nem do futebol, é o país da corrupção, da ilegalidade e imoralidade.
Não é falta de amor a pátria, é senso crítico mesmo.

Elias (não verificado(a))

O objetivo é que o OLPC seja usado dentro de um contexto educacional, com acompanhamento dos professores e dos pais. Assim, as crianças poderão acessar a Internet e enriquecer a sua experiència de aprendizado.
Eu acho, pessoalmente, chato ler estes comentários do tipo 'não vai dar certo' - por quê é muito fácil ficar de braços cruzados em um canto dizendo que tudo será um fracasso, enquanto outros estão empenhados em fazer o projeto andar. Acho até imoral esta atitude. Que tal dar sugestões positivas para melhorar o projeto?!
Até por que um projeto destes, para atingir o sucesso absoluto, vai precisar do apoio da comunidade/sociedade, ou seja, você será muito bem vindo se estiver disposto a arregaçar as mangas para ajudar, senão... leve a sua má vontade para sua casa, para a Microsoft, etc... desde que seja para longe daqui. Acredite, o Brasil não precisa destes 'urubus', destas 'aves de mau agouro' por perto.

George Arraes (não verificado(a))

Rapaz, opinião é opinão, tenho a minha e pronto, vá reclamar com satanás.
Prefiro ser REALISTA do que ser um imbecíl iludido como você.
Isto não vai dar certo, aconteça o que acontecer este projeto nunca dará certo no Brasil. E isto é um FATO, uma verdade absoluta, a cegueira de vocês não irá mudar em nada a nossa sociedade.

Bruno Alves (não verificado(a))

Estranho, o programa do livro didático, funciona desde a época em que eu estudava, por que esse não haveria de funcionar?

É uma pena que a "verdade absoluta" já tenha sido dita pela única pessoa que a detem.

cardoso (não verificado(a))

Bruno, ninguém compra livro didático Eye-wink

Já um terminalzinho linux, bonitinho, com acesso sem fio, fica bem em qualquer mesa.

Elias, vamos lá: Capacitação de professores, infraestrutura de escolas, cursos técnicos profissionalizantes e merenda. Tá feita a sugestão de alternativas. Pareço menos imoral agora?

Bruno Alves (não verificado(a))

Não sei.

Atual: A família só recebe bolsa-sei-lá-o-que se o filho estiver frequentando a escola.

Nova: A criança que receber o OLPC só pode frequentar a escola se estiver portando o mesmo.

Quem vai perder um benefício mensal em troca de 400 pratas (no máximo), lembrem-se que o hardware não é grandes coisas e até o projeto chegar aqui um notebook razoável vai estar custando em torno de 1500.

Se for desviado/roubado etc..., pode matar que não tem jeito.

George Arraes (não verificado(a))

Gostaria apenas de lhe lembrar que os livros didáticos usado nas escolas públicas também são vendidos, principalmente nas feiras de livros que se formam perto do começo do ano letivo.
Rapaz, nem que esse notebook do Negroponte tenha um rastreador via satélite o governo vai conseguir, efetivamente, barrar a venda e troca desses aparelhos.
O tempo, a Santa Ifigênia e o Mercado Livre dirão quem está certo.

George Arraes (não verificado(a))

E tem mais um PEQUENO detalhe viu? Estimado Bruno.
Um livro didático usado não vale nem R$ 30,00.
Agora, por obséquio, repita por quanto é que um notebook desses provavelmente será vendido (segundo você mesmo).
Espero eu, que você tenha bom senso e veja que a sua comparação é totalmente furada.

cardoso (não verificado(a))

George, acho que devemos rever nossos conceitos. Se uma escola fizer reposição de notebooks roubados a cada 30 dias (afinal as crianças vivem em regiões perigosas muitas vezes) isso significa uma renda de R$300, R$350 a mais para a família.

"Tia, fui roubado de novo..."

"Certo, Tiãozinho, tome outro lépitopi, mais cuidado da próxima vez..."

cardoso (não verificado(a))

Olha só que bela política de redistribuição de renda que isso dá. Uma família com 5 crianças na escola pode tirar R$2000 por mês.

George Arraes (não verificado(a))

Hahahaha, bem pensado, Cardoso!
Rapaz por 300 ou 400 paus, "eles" vendem até a alma ao demônio.
É loucura acreditar que isso dará certo.
O pessoal não hesita nem em ganhar -ilegalmente- uma merreca do bolsa família, imagine a grana do laptop.

O Programa Nacional do Livro Didático do Ministério da Educação do
Brasil gastou, de 1994 a 2003, R$ 3.200.000.000,00 comprando e
distribuindo 915.200.000 livros didáticos.

O custo por livro foi de R$ 3,50. Cada aluno recebe 6 livros: Língua
Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Dicionário de
Língua Portuguesa.

O custo por "kit livro" é de R$ 20,98. Os livros têm vida útil
prevista de 3 anos. O custo, por vida útil dos livros, é de R$ 6,99.
Com o dólar a R$ 2,25, o custo por aluno/ano é de US$ 3.11.

A vida útil de um computador é de 5 anos. O custo por ano do
computador de 100 bucks é de US$ 20.00, o que dá R$ 45,00 por ano.

Resumindo: livros de árvores mortas, R$ 6,99 por ano. Livros digitais,
R$ 45,00 por ano.

Se fossemos avaliar apenas pelos míseros 6 livros, o programa do
computador não valeria a pena: os seis livros distribuidos
digitalmente seriam 6,44 vezes mais caros.

No entanto, considerando-se que a tecnologia binária permite a
distribuição baratíssima de milhares de livros diferentes, além de
programas didáticos como o NASA World Wind e Google Earth, interações
entre alunos, constituição de comunidades para construção de cultura,
desenvolvimento familiar etc, um programa "Um computador por aluno"
poderia ser bastante vantajoso para a educação no país.

George Arraes (não verificado(a))

No entanto, Sr. Jornalista José Antônio, a sua resposta está infundada. Nela você afirma que um computador para as crianças seria muito útil, porém, a utilidade de um computador na educação não foi discutida aqui. O que falei foi que o projeto OLPC NÃO DARÁ CERTO NO BRASIL POR CONTA DA CORRUPÇÃO E DAS FRAUDES. Que ele seria bastante útil, todo mundo sabe, pena que não será bem assim aqui no Brasil.
E mesmo com a moderação apagando a minha resposta, irei repetir: LEIA, PENSE, INTERPRETE, antes de dar respostas ENORMES, idiotas e TOTALMENTE DISPENSÁVEIS. Tente mais uma vez, escreva outra redação, talvez até você consiga justificar os seus diplomas tão orgulhosamente estampados em seu site.
Obrigado.

Sr. Arraes, quando o senhor for "de maior" eu respondo...

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