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Bem vindo, LinuxMall!

linuxmall-small_regVocês já devem ter reparado no banner discreto aí da direita, certo? É o Linux Mall fechando uma parceria conosco. Agora, camisetas, bonés, DVDs do Debian, chaveiros, gadgets e livros estão um clique de distância.

Bem-vindos, pessoal e muito obrigado pela confiança no Meio Bit!

Agora, leitores, comprem lá! Ou vamos fechar o conteúdo e cobrar R$ 49,99 mensais mais uma taxa premium.

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Propaganda Engraçadinha

 

As várias propagandas interessantes e divertidas da Apple (e por ai vai) me incentivaram a catar em meus vídeos antigos algumas coisas bem divertidas (divertidas = para rir, só para esclarecer)

Este vídeo abaixo já existe há muito tempo, provavelmente está perdido em algum local do site da Microsoft assim como estava perdido aqui nos meus HDs. Então, divirtam-se.

Acredito que este post mereça a ZICA... na pior das hipóteses vocês vão gostar da loirinha, mas não, ela não está pelada.

Google na TV também! A Google, que já tem um projeto para explorar publicidade em revistas e jornais impressos, agora quer vender anúncios na TV. A iniciativa está sendo desenvolvida nos porões do Googleplex e vai além do modelo que está sendo testado atualmente no programa AdWords. O projeto iniciou há dois anos quando a Google contratou Vincent Dureau, CTO da OpenTV, para chefiar a equipe de tecnologia para TV. Os rumores apontam para o desenvolvimento de uma plataforma para aplicações que execute nos dispositivos que recebem sinais televisivos das empresas de TV a cabo e satélite. As possibilidades para uma solução desse tipo são ilimitadas: publicidade contextual, sobre-camadas interativas, links patrocinados, etc.

O objetivo da Google é ganhar mais dinheiro revitalizar a publicidade na TV, como já fez com a Internet, levando anúncios mais relevantes para a audiência e popularizando o acesso à midia. Hoje, no Brasil, anunciar na TV é um privilégio inacessível para pequenas e médias empresas. Caso o programa AdWords seja ampliado para a TV, o preço para anunciar nas grandes redes de TV deve cair significativamente. Esse modelo trará benefícios para os anunciantes, os espectadores, para os geradores de conteúdo (emissoras) e, claro, para a própria Google. A Google sabe ganhar dinheiro! Quanto não sabe, compra alguém que sabe!

A Google não pára de invertar! A patente registrada no último 8 de novembro mostra que a empresa de Mountain View quer estar presente no cotidiano das pessoas mesmo quando elas estiverem offline. A idéia é tão simples quanto genial: personalização de conteúdo e publicidade em publicações em qualquer formato, inclusive impresso! Isso significa que você poderá assinar um periódico, como um jornal ou uma revista, e recebê-lo totalmente customizado (das matérias aos anúncios publicitários). A Google é uma empresa de tecnologia, mas acima de tudo é uma empresa de publicidade! O império da Google é sustentado pela venda de publicidade contextual na Internet, porém essa patente indica o interesse em ampliar a área de atuação para outras mídias: revistas, TV, etc... Imagine receber uma revista impressa somente com as reportagens e propagandas que você tem interesse. Se um dia isso se tornar verdade, a Google deixará de ser um negócio bilionário para ser um negócio trilionário!

Obviamente, que existem algumas questões operacionais e logísticas que precisam ser tratadas. Como imprimir uma publicação em larga escala com conteúdo customizado para cada um dos seus milhares de assinantes? É difícil, mas não é impossível, pois os caras da Google, realmente, pensam fora-da-caixa! Só falta inventarem o outdoor contextual!

Fonte: TechCrunch

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Até agora a lógica era que somente operadoras ganhavam dinheiro quando alguém assistia um vídeo no celular. Mas isso mudou. O conteúdo está se tornando importante e desejado a ponto de valer um bom dinheiro. Nós, geradores, precisamos ser seduzidos para disponibilizar nosso conteúdo em um determinado portal, e nada mais sedutor do que dinheiro.

Eu diria que é uma revolução, uma quebra de paradigma, pois o básico da "condição" de videomaker é que o sujeito não faz dinheiro com sua "arte", mas com essa iniciativa da Claro a possibilidade de faturar um trocado se torna real. A idéia é simples, e por isso ninguém havia tentado antes: Você faz um vídeo de até 30 segundos, sobe pro site da Claro, seu vídeo é disponibilizado, e cada vez que ele for baixado em um celular, são R$0,10 que entram na sua conta.

"Ah, dez centavos? Que merreca!"

Então eu pergunto: Quanto o YouTube te paga mesmo? É, eu sei. Nada. Sem mais perguntas, meritíssimo. Denny Crane.

Não é dificil. Peguemos este vídeo que fiz da Mari Alexandre, em uma feira de Tunning em SP. (sim, Cardoso em feira de Tunning e perto da Mari Alexandre é falha na Matrix, mas acontece). São 29.793 exibições. Se eu tivesse subido o vídeo no programa da Claro, e feito um bom trabalho de convencimento, bem... 29.793 * 0,10 = R$2.973,00, sendo que com R$20,00 você já pode resgatar a grana. Em grana mesmo, nada de créditos, conchinhas ou vale-celular-caríssimo. Como a Claro tem 26 milhões de clientes, os números trabalham a favor de... bem... de todo mundo.

Os vídeos são divulgados no site da Claro Idéias, o que dá mais visibilidade ainda. Ah, para incentivar os melhores vídeos concorrerão a uma viagem para Londres.

Agora o melhor da história: Se você for cliente Claro, e enviar o vídeo pelo celular, você NÃO PAGA O ENVIO. (é bom ler regulamento, né?) Enviando via MMS para o número "123" a transmissão é di grátis.

Junte isso ao movimento de Jornalismo Cidadão, à criatividade normal do brasileiro e a falta do que fazer que gera vídeos sensacionais como "As Árveres somos nozes" e temos um pacote vencedor. Não duvido que logo tenhamos videomakers profissionais vivendo só de sua criatividade. Quer tentar ser o primeiro ProVideoMaker brasileiro? A porta da Claro está aberta.

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Novidades no Via 6: Assinaturas

O Via6 está para o Orkut como o Flickr está para o Fotolog. Depois de uma mudança de rumo, focaram o site (e seus serviços acessórios, como o Rec6) na construção de uma rede social para quem tem conteúdo. Foi uma decisão estratégica excelente, ninguém precisa de mais um site de currículos, mas um site onde você possa acompanhar o comportamento online de uma pessoa, ter acesso a seu histórico, formação, conhecimentos profissionais, gera muito mais confiança na hora de uma proposta.

Mais que isso, gera visitas. Só que o perfil do público é bem diferenciado, o que permite recursos como envio e disponibilização de arquivos multimídia, PDFs, etc, no seu perfil.

As atividades de um usuário são públicas, vejam por exemplo parte do perfil do Alessandro Martins:

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Um dos recursos-chave do Via6 é a "assinatura" de perfis, um recurso que gerou uma certa quantidade de dúvidas, ganhando até um post no blog do Via6.

Em essência, "assinar" um perfil significa que você passará a acompanhar as atividades dos membros de seu interesse. Acessando a página "Minha Rede", verá o conteúdo disponibilizado, posts comentados e os artigos incluídos pelos perfils assinados.

Os membros mais assinados são rankeados, sendo mais expostos pelo sistema. No melhor estilo "grandes poderes trazem grandes responsabilidades", no Via6 você é responsável pelo que fala, pelo que faz e pode se dar muito bem com isso, destacando-se entre os membros de uma comunidade com mais de 150.000 membros que já é de alto nível.

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Só senti muita falta de RSS. Espero que esteja na lista de implementações do Via6.




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Marcellus Pereira's picture

Notebooks' blog

laptop.jpgCom a queda acentuada dos preços de notebooks nos últimos meses, a procura por informações sobre esse tipo de equipamento tem crescido enormemente.

Infelizmente, ainda são raros os sites dedicados a essas maravilhas portáteis em língua portuguesa. Justamente para suprir essa lacuna, apareceu o Notebooks Blog. Com artigos sobre o mercado nacional, lançamentos e acessórios, parece ser uma ótima fonte para quem quer ( e precisa ) ficar por dentro de tudo que acontece no mundo portátil.

Eu mesmo já estou de olho no "Logitech VX Nano Cordless Laser Mouse for Notebooks", dica do blog e que, de ruim, só parece ter preço ( US$ 69,90 ).

Faltou apenas um detalhe: alguma informação sobre os colaboradores, as pessoas que escrevem. Sem isso, a coisa fica meio impessoal, ainda que não afete a qualidade geral.

Está aí a dica de ótimas leituras.

[Análise patrocinada pelo Notebooks blog]

(texto contribuido pelo Alexandre Fugita)



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