Digital Drops Blog de Brinquedo

Amplificadores Valvulados para iPod

Por em 4 de abril de 2007 - 8 Comentários

Com a invenção do transistor, menor, mais barato etc…, os amplificadores valvulados praticamente morreram, ficaram restritos a nichos de mercado, onde o mais importante é a fidelidade do som.

Por características inerentes ao transistor, ele perde parte do sinal de áudio e não consegue fazer uma reprodução 100% fiel a fonte, porém as diferenças são difíceis de serem notados pela maioria das pessoas.

Normalmente, amplificadores valvulados são usados por músicos e por entusiastas do som hi-fi, pensando nesses, a Fatman (especializada em amplificadores valvulados), lançou uma série de amplificadores destinados ao iPod.

Apesar de ser fã de amplificadores valvulados, para instrumentos musicais, não consigo ver sentido em um dedicado para o iPod, músicas comprimidas digitalmente já perdem muita qualidade (bem mais que a perda gerada por um transistor).

A única coisa que me faz pensar que estes amplificadores possam ser um sucesso é o estilo, colocar um desses na sala deve ficar bem interessante.

Via Digital Drops

emHardware

Vamos salvar as rádios virtuais?

Por em 4 de abril de 2007 - 33 Comentários

antenna.jpgEm março, o órgão do governo americano resposável por direitos autorais, Copyright Royalty Board ( similar ao nosso ECAD ), decidiu taxar as rádios on-line, que até então eram isentas. Aí começou a choradeira.

Os valores não parecem absurdos, à primeira vista: em 2007, o custo por cada música tocada, para cada usuário, é de US$0.0011. Analisando com mais calma, imaginemos que a rádio toque 16 músicas por hora e tenha 1000 ouvintes. Isso deve dar algo em torno de US$ 17,00 por hora. Por dia, serão US$ 408,00 ! Como poucas rádios conseguem esse faturamento, a grande maioria já subiu no telhado.

Para evitar o extermínio em massa, colocaram no ar uma petição a ser enviada ao congresso estadunidense, solicitando que remediem a situação.

Particularmente, minha vida mudaria para melhor sem rádios on-line “roubando” banda da minha conexão à internet. O pessoal pode ouvir rádio… de um rádio! Além do mais, se as rádios “reais” precisam pagar pelos direitos autorais, por que as “virtuais” deveriam ter tratamento diferenciado?


Technorati :

emInternet

Os games e a falta de tempo para jogá-los

Por em 4 de abril de 2007 - 52 Comentários

Um dos gêneros que mais me agradava nos videogames sempre foi o RPG, mas tenho notado que de uns anos para cá tenho perdido o interesse nos jogos deste estilo, assim como nos jogos muito complexos. Estaríamos ficando sem tempo e paciência para jogos muito demorados?

Acredito que assim como eu, vocês também possuam uma série de coisa para fazer no dia-a-dia. Eu por exemplo me divido entre dois trabalhos, sou casado, procuro ter uma vida social, escrevo em dois blogs e ainda procuro tempo para jogar em um dos meus três consoles, além do PC.

Levando isso em consideração, um dia desses estava conversando com um amigo sobre o quanto não temos mais paciência para jogar a maioria dos RPGs lançados últimamente. É estranho, pois ambos gostávamos muito do estilo, chegando até a jogar alguns games em japônes, mas isso com 13 ou 14 anos, época em que tínhamos tempo para ficar navegando pelo mundo todo do game até achar a próxima coisa a ser feita.

Chegamos então a conclusão que não temos mais tempo a perder. E é complicado ligar o videogame 01:00h da manhã, colocar um jogo no console e assistir uma cutscene de 30 minutos (leia-se Xenosaga), só para citar um exemplo. A maioria dos adultos que precisam trabalhar para pagar seus jogos sabe que muitas vezes temos 1 ou 2 horas por dia para jogar.

Não, não desisti dos RPGs. Só não tenho mais aquele ânimo para jogar como antes. Não fico mais 30 dias seguidos apenas jogando algum épico onde devemos passar 100 horas para salvar a princesa. Acho que isso também acontece por eu possuir muitos jogos na minha coleção hoje em dia e pelo fato de que poucos RPGs atuais são realmente bons. Quem jogou Chrono Trigger e Final Fantasy VI e VII sabe do que tô falando.

No mês passado por exemplo, consegui pegar o ótimo Rogue Galaxy. Fazia tempos que não me empolgava tanto com um RPG, mas antes de me aprofundar nele quero terminar o Zelda: Wind waker e o God of War 2. Viu? Mais uma vez o problema da falta de tempo. 

Adoro jogos mais “cabeça” como Okami e Shadow of the Colossus, mas muitas vezes o que queremos é apenas uma partidinha de Winning Eleven ou umas volta de carro por San Andreas, já que não teremos 4 ou 5 horas para jogar. Apesar de que de tempos em tempos tento tirar um dia (ou meio) só para os games.

Pensando nisso chego a conclusão de que a talvez a estratégia da Nintendo esteja correta. Acho difícil ela liderar essa geração, mas como segundo videogame o Wii viria a calhar, pois assim teria um console para jogar naqueles poucos minutos diários.

PS.: Na verdade este post foi um desabafo de um gamer sem tempo e que sofre ao ver seus jogos guardados na estante e com pouquíssimo tempo até para ler os manuais dos mesmo.

emGames

Internet sem limites – opção ou necessidade?

Por em 3 de abril de 2007 - 31 Comentários

No tempo em que a internet era em preto e branco e pra se ver vídeo online tinha que mandar transcodificar o youtube pra PAL-M apareceram os primeiros celulares com possibilidade de conexão de dados. Eu usava meu PalmIII com um celular da ATL conectando a maravilhosos 9600 bauds. Mas não fazia diferença pois o Palm não tinha nada mesmo… Depois surgiram os celulares GSM com tecnologia GPRS e a coisa virou festa. Mesmo tendo uma velocidade de linha discada ruim, o GPRS significava liberdade de fios. Só que liberdade não é de graça. O preço a pagar foi… O preço do link. Para ser preciso, da conexão de dados. 

OK, é justo pagar pelo que se consome, mas hoje em dia quem usa GPRS na rua em um notebook precisa de uma conexão ilimitada. Por mais que sejamos comedidos, evitando subir fotos de 5MB pro Flickr, assistir vídeo do YouTube, etc, há muito o controle sobre a conexão foi tirado de nossas mãos.

Os programas e sistemas operacionais se atualizam sozinhos,  “ligam para casa”, clientes RSS detectam conexões e mandam ver chupando feeds, antivírus baixam pacotes enormes de assinaturas de vírus, e no final você está pagando R$8,00 por Megabyte, e não “usou” realmente nem um bit deles.

O modelo de cobrança por tráfego é ruim. É arcaico. É um resquício do “pulso” telefônico. O modelo de franquia por tempo é muito mais simples de gerenciar. Pergunte para a maioria das operadoras americanas, cobrando um valor fixo por ligações locais ilimitadas. Pense em quanto controle elas não precisam ter, sobre horários diferenciados, feriados, etc.

Infelizmente os planos ilimitados ainda são muito ruins. A Telefônica já chegou a exigir uma linha exclusiva para planos ilimitados de celular, e a Claro também não se entende. A impressão que temos é que o pessoal parou no século retrasado, e sequer conseguem entender a tecnologia que comercializam. Já cheguei a cancelar uma linha com a Oi, quando mudei de plano de voz e meu plano de dados foi cancelado [por eles] sendo eu cobrado avulso, bem mais caro. Reconheceram o erro mas não quiseram me restituir. OK.

Por isso vejo a euforia em torno do WIMAX com 3 pés atrás. Não importa se a tecnologia é linda e maravilhosa, se o modelo de vendas é irreal, se o serviço é mal-entendido por todas as pontas menos a do cliente, não vai dar certo.

Não me importa se a conexão via chip isolinear da vex me permite banda TIM me permite um truputi de 122 quiloquads e tempo de resposta negativo. Se vou ser cobrado por tráfego, mais velocidade só me deixa pobre mais cedo.

emTelecom

Código para procurar buracos de segurança vaza na web

Por em 3 de abril de 2007 - 4 Comentários

O pesquisador em segurança Billy Hoffman
criou
um código em javascript
que permite fazer testes de segurança e
descobrir falhas em sites da web. Ao fazer a demonstração em uma conferência
do funcionamento do Jikto (nome do programa), alguém conseguiu copiar a URL na
qual o código estava armazenado. Não deu outra, logo depois o código estava
disponível na web.

O Jikto instala-se anonimamente quando você visita um site que contenha este
código escondido e emprega uma técnica de driblar a segurança do javascript
para testar os sites visitados. Achando problemas envia os resultados para a
SPI Dynamics. Essa é a teoria. Na prática parece funcionar como um spyware
pois instala-se e envia informações sem aviso algum, mas por um boa causa,
tecnicamente falando.

O fato de o código ter vazado é ruim. Hackers mal intencionados podem usá-lo
para criar um rede de navegadores insuspeitos que realizam testes de
ataques aos mais diversos sites. Bem vindo às
botnets em
javascript.

[via ZDNet
e
IDGNow!
]

emSegurança

Propagandas sobre games

Por em 3 de abril de 2007 - 1 Comentário

Se você gosta de games e adora ver propagandas antigas sobre o assunto, esses dois sites pode ser um paraíso para você. No Video Games Ads você encontrará mais de 5000 comerciais de TV que podem ser escolhidos por console e até pelo país de origem da propaganda, além de permitir o download ao usuário. Simplesmente imperdível.

Já o Tom Heroes disponibiliza várias propagandas impressas para o visitante. Apesar do layout pobre, o site possui um bom arquivo.

emGames Propaganda & Marketing

Google não encontra tudo…

Por em 3 de abril de 2007 - 8 Comentários

A missão do Google é organizar toda informação do mundo e torná-la disponível, ou seja, tudo pode ser achado através da caixinha de buscas. Mas tem algo que nem mesmo o mais sofisticados dos algoritmos consegue encontrar. Ontem uma cobra Python fugiu de seu canto nos escritórios do Google em Nova York. Sim, você leu certo. Uma Python! E isso não é piada de primeiro de Abril.

O Google é conhecido por uma cultura corporativa bem diferente da maioria das organizações. Entre outras coisas é permito aos colaboradores levar seus animais de estimação ao escritório, com a devida autorização. Pois bem que alguém levou uma Python e ela fugiu. Foi formada uma equipe para procurar, mas mesmo dentro do maior mecanismo de buscas da web, nada foi achado…

Foto via ValleyWag, Creative Commons

[via Valleywag: 1, 2 e 3 ]

emGoogle Miscelâneas