Digital Drops Blog de Brinquedo

Wii Sport Packs, parafernalhas para ferrar seu Wii

Por em 20 de março de 2007

Não demorou muito para acontecer o que qualquer com um pouco de imaginação maligna podia jurar que aconteceria com o Wii.

Algum vagabundo (no bom sentido da palavra, se é que isso existe) que não tinha dinheiro para comprar um wiiiii :) resolveu que iria parar de passar o dia inteiro coçando o saco (será que eu posso dizer “coçando o saco” aqui?) e conseguir um jeito de ganhar uma graninha extra para comprar seu Wii.

Este ser de inteligência duvidosa, se aproveitando de técnicas Jedi, e da burrice / falta de imaginação / dinheiro sobrando da maioria da população Americana que possui verba para comprar um Wii, desenvolveu uma das piores invenções no mundo videogameco dos dias atuais, a pior é o sega-saturn.

O infeliz criou, nada mais, nada menos, que acessórios de plástico ao estilo “Made in China” para serem fixados no joystick T-U-D-O D-E B-O-M do Wii no formato dos acessórios específicos dos jogos do Wii Sports

Link para a página do produto aqui.

Eu fico me perguntando que tipo de pessoa possui tão pouca imaginação para precisar de um troço desses, o que faz uma pessoa com tão pouca imaginação comprar um Wii, e por último, o que faz uma pessoa com tão pouca imaginação, que comprou um Wii, gastar 22 dólares com essa porcaria!

OBS: Se você gostou da idéia e está pensando em comprar um, esqueça as críticas feitas aqui, e lembre-se de mim como a pessoa que te recomendou este “maravilhoso” produto quando for fazer sua lista de natal :)

emGames Periféricos

Mouse: 45 anos

Por em 20 de março de 2007

Este ano o mouse completa 45 anos.

O dispositivo desengonçado, na foto ao lado, é o primeiro protótipo do dispositivo que nasceu para tentar melhorar nossa interação com os computadores.

A idéia inicial era de criar um dispositivo que simulasse uma caneta, para que a experiência fosse mais próxima aos nossos costumes.

Foi patenteado em 1970, como um indicador de posicionamento x e y para monitores, esse posicionamento era gerado através da leitura do movimento da “rodinhas” presentes.

O mouse não evoluiu muito, em seu princípio básico, desde então, sofreu alguns aperfeiçoamentos, mas nada que realmente transformasse seu uso.

Ficou mais ergonômico, ganhou mais precisão nos mouses óticos e algumas funcionalidades extras em modelos mais extravagantes.

É difícil imaginar o uso dos computadores atuais sem um mouse, um periférico simples, que chega a custar R$ 5,00, pode ser um fator de problemas, se estiver ausente ou com problemas.

Via: G1

emHardware

Você sabe que está ficando velho quando…

Por em 20 de março de 2007

… lê um termo técnico ou, pior, uma unidade de medida e não tem a menor idéia do que seja aquilo. Aconteceu comigo: no meio de um artigo estava escrito: KiB. Da primeira vez, imaginei que fosse um erro de impressão ou grafia. Mas como aparecia várias vezes, descartei essa hipótese.

Vasculhando pela net, não foi difícil achar a resposta: KiB é Kibibyte. Parece estranho, mas está tudo devidamente formalizado pelo IEC. Basicamente, 1 KiB = 1024 bytes. Antigamente, 1 kB = 1024 bytes. Mas 1 kV, por exemplo, era ( e continua sendo ) 1000 V. Confuso?

Acontece que o prefixo “k” equivale a 10^3. Como os computadores usam a base 2, subentendia-se que, falando de bytes, “k” equivalia a 2^10 ( 1024 ). Infelizmente, metade da população mundial tem inteligência abaixo da média e muita gente usava “k” igual a 1000 para tudo.

Isso gerava uma certa insatisfação entre engenheiros, técnicos e analistas. Afinal, com o volume de informações crescendo exponencialmente, o erro devido à diferença entre as duas “interpretações” também cresce. E muito. Compare: de 2^10 ( 1 quilobyte, digo, Kibibyte ) para 10^3 ( 1 quilobyte ), a diferença é de apenas 24 bytes. Mas, de 2^30 ( 1 terabyte, digo, Tibibyte ) para 10^9 ( 1 terabyte ), o erro é de 73.741.824 bytes. Muita coisa.

Os leitores que me perdoem, mas vai ser difícil me acostumar a Kibi, Mibi e Gibibytes…


emIndústria Miscelâneas

O Youtube foi um mau negócio?

Por em 20 de março de 2007

Essa é a pergunta que analistas financeiros e de mercado têm feito e debatido. Comprar uma empresa por 1,7 bilhões de dólares que fatura apenas 15 milhões de dólares pode parecer loucura.

E parece mais loucura ainda é encontrar-se no meio do vespeiro jurídico entre a mídia tradicional, que gosta de processar vovós, e a nova mídia, a web multimídia, que oferece conteúdo abundante e ao gosto, tempo e qualidade almejadas pelos consumidores.

O grande desafio é recompensar financeiramente quem gerou o conteúdo e ao mesmo tempo respeitar os direitos autorais. O incrível é que agora que há uma grande empresa, com dinheiro, todo mundo está querendo essa fatia do bolo. Ganância e incompetência são as duas palavras que consigo pensar nesse caso.

Ganância por querer faturar às custas de outros. Incompetência por não ter visão ou capacidade para capitalizar o próprio conteúdo.

Fonte: MSN

emGoogle Indústria

Google Phone: iPhone pode ter um competidor

Por em 20 de março de 2007

As novidades não páram de chegar do Google. Agora aparecem imagens-conceito, que o Cardoso odeia, sobre o Google Phone.

Segundo rumores vindos da Europa, o Google pode estar entrando no mercado de celulares. Ainda não encontrei mais detalhes, mas assim que algo for confirmado, vocês serão os primeiros a saber.

O que já se sabe é que ele seria um telefone com tela grande, pinhado de programas da empresa, um escritório móvel. Ainda não entendi o motivo de fazer um telefone, ao invés de associar-se com especialistas do setor e fornecer o seu forte: software.

Fontes: Engadget, Infoworld, MSN

emCelular Google

Ovo de Páscoa, DeLoreans e senso de humor

Por em 20 de março de 2007

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Uma das tradições mais antigas da área de tecnologia é incluir Ovos de Páscoa em seus produtos. Desde o scanner da HP que toca uma música, até o simulador de vôo dentro do Excel. Algumas criaturas com carência de senso de humor não gostam desse tipo de brincadeira, mas quem trabalha na área, vira noite, rala atrás de prazos impossíveis precisa de uma válvula de escape, e poucas coisas são mais inofensivas e divertidas do que esconder ovos de páscoa.

Eu mesmo já modifiquei completamente a tela de entrada de um site que trabalhei, caso o usuário cadastrado fosse Thomas Anderson. Como o usuário era meu, e não tinha direito de acesso especial nenhum, não havia problema, e era bem divertido ver a cara dos colegas quando mostrava a gracinha.

Um exemplo online muito, muito interessante, é o Site Oficial da DeLorean Motor Company, a DMC. Experimente: Vá na loja online deles, e no formulário de busca digite “Flux”. Mande pesquisar. Veja o último ítem. Ah, pode procurar por Mr. Fusion também.

Duvido que não traga um sorriso para todo mundo que ia ao cinema nos anos 80.

emInternet

Google Earth antes de viajar

Por em 19 de março de 2007

Sempre admirei o Google Earth por várias de suas características, porém nunca havia usado ele na prática, era mais por curiosidade. Final de semana passado, fui a São Paulo de carro e pude notar a diferença que ele me fez dando uma boa olhada pelo Google Earth antes da partida.

Os mapas tradicionais são, sem dúvida, ainda muito úteis, porém um pouco limitados. Nos mapas você não sabe qual o sentido da rua (o que faz muita diferença para quem está de carro); não sabe se aquela rua é exclusiva para ônibus; ou se é um viaduto. Nestes pontos o Google Earth me salvou, principalmente para não errar as entradas nos cruzamentos em que há várias pistas e, se estiver na pista errada, já era. Além disso, as imagens do software passam muito mais segurança uma vez que você “meio que reconhece” o lugar em que está.

Apenas uma falha. Em se tratando de São Paulo, devia ter me prevenido e olhado também os principais pontos de alagamento. Uma rua alagada me fez esperar 30 minutos até que conseguimos passar :( Ideal seria um Google Earth onboard ali no carro :)

emInternet Produtividade