Digital Drops Blog de Brinquedo

Google efetua integração de Gtalk e Orkut

Por em 8 de novembro de 2006

Matéria enviada pelo leitor PACA

Ontem o Google fez algumas modificações no Orkut, a principal no intuito de alavancar o uso de seus produtos menos bem sucedidos, o próprio Orkut e o Gtalk:

  • – Mudança de fontes nos nomes dos usuários e comunidades, agora a fonte contem um certo bold;
  • – Mudança em algumas cores das páginas;
  • – Integração com o Gtalk. Mas diferente do que aconteceu com o Gmail que recebeu um “substituto” para o Gtalk em Ajax, no Orkut essa integração foi mais modesta. Aparece o status online de seus contatos, mas ao iniciar um chat é o próprio Gtalk que é aberto. Se você não tem o programa instalado a integração para no status de sua lista de contatos. Além disso pode-se adicionar seus amigos no Orkut como contatos Gtalk e ao receber recados (scraps) o Gtalk apresenta uma notificação na bandeja do sistema.

Teste você mesmo o recurso e comente aqui no Meiobit!

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Concurso Nacional de Desenvolvimento de Soluções IBM InSites

Por em 8 de novembro de 2006

IBM InSitesIBM InSites

O Evento realizado pela IBM vem para dar grande oportunidade a novos talentos, além de premiação para os melhores entre eles.
As peças principais para o sucesso no concurso são: ousadia, criatividade e inovação.
As inscrições podem ser realizadas aqui até 15/11/2006 e maiores detalhes podem ser encontrados aqui , além do regulamento .
Além do incentivo financeiro e de todo o reconhecimento. É uma grande oportunidade para o sucesso.
Veja os detalhes sobre a premiação

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Skype Recorder: gravando suas conversas no Skype

Por em 8 de novembro de 2006

O nome já diz tudo: grave suas conversas no Skype, de maneira simples e fácil. Útil para, por exemplo, criar podcasts com vários interlocutores.

O tal Skype Recorder 1.2 é para Windows, e suporta o Skype até a versão 2.5.

emVoIP

Maior regulamentação da internet é adiada

Por em 8 de novembro de 2006

A idéia do senador Eduardo Azeredo, de regulamentar fortemente o acesso à internet no Brasil foi retirada da pauta de votação, sem data para voltar.

Parece que, finalmente, deram ouvidos à população.

[via ultimainstancia]

emInternet

PCs com Vista podem ter nomes de domínio

Por em 7 de novembro de 2006

Até agora se você quisesse servir uma página de web a partir de seu computador sem pagar por um link dedicado ou por um IP fixo tinha que recorrer à serviços como o Dynamic DNS. O mesmo para qualquer outra atividade que envolvesse a internet, como criar VPNs, servidores de jogos on-line para seus amigos e outros fins menos comuns. O Windows Vista, entretanto, pretende mudar isso, desde que você esteja usando uma rede compatível com IPv6. Em redes operadas por esse protocolo qualquer Windows Vista poderá ter e propagar seu domínio próprio, em um esquema chamado Peer Name Resolution Protocol (PNRP). O PNRP é um protocolo onde cada máquina recebe e replica para outras todos os nomes das máquinas com quem ela se comunica, um esquema parecido com o P2P que usamos para compartilhar arquivos hoje.

Na internet de hoje temos os DNSs (Servidores de Nomes de Domínio), máquinas cuja única fidelidade é arquivar os IPs e seus referentes nomes. Quando você digita um endereço escrito em seu navegador é em um DNS que ele é traduzido para o número de IP xxx.xxx.xxx.xxx que hospeda o site que você recebe. O IPv6 usa strings muito mais longas para identificar as máquinas permitindo que cada computador do mundo tenha um endereço único. Ora, se cada computador do mundo pode ter um endereço único porque você precisa de um servidor especial para saber quem é quem? Você não precisa, desde que outros computadores apontem o caminho certo. É nesse modelo de colaboração de informações que o PNRP se baseia.

Caso você opere o Windows Vista em uma rede que suporte o IPv6, ainda raras mas que devem ser comuns em algum tempo, seu sistema poderá ter uma identificação única. E, via PNRP, guardar as identificações de todas as máquinas com as quais fizer contato estando apta à informar outras máquinas sobre onde encontrar informação. Essa “macarronada” pode permitir que você acesse a impressora de seu amigo, via internet, sem nenhuma configuração digna de filme de terror, desde que ele te passe o nome de domínio da máquina dele. Essa arquitetura torna desnecessária a existência de servidores centrais de domínio, deixando a cargo dos nós da rede a tarefa de dizerem uns aos outros onde as coisas estão.

Não, isso não vai modificar a forma como a internet funciona hoje, para acessar o Google ou o Meiobit você ainda consultará servidores DNS. Mas permitirá que as pessoas hospedem serviços em seus computadores pessoais sem precisarem se tornar especialistas em redes para tal, desde que seus provedores lhe forneçam links compatíveis com IPv6. O objetivo da Microsoft é dar mais liberdade ao usuário (quem diria?) e permitir que as pessoas compartilhem arquivos, dispositivos e informações pela web como já fazem hoje em uma rede local. Se um amigo seu quiser ver as fotos e vídeos de suas últimas férias juntos, que estão em seu PC, ele poderá fazer isso diretamente, sem que você precise levar esse material para um ftp ou enviá-lo por e-mail.

É claro que existem preocupações com a segurança. Um bom firewall com configurações adequadas é obrigatório, pois ao mesmo tempo que um amigo pode ver o que existe em sua máquina um estranho poderá conseguir o mesmo privilégio. Pensando nisso o PNRP foi projetado para oferecer dois tipos de domínios pessoais (chamados de Windows Internet Computer Name) diferentes. O tipo inseguro pode ser uma string de texto qualquer. A Microsoft, em sua documentação, aconselha a usar seu e-mail sem pontos e arroba para garantir que ele seja único no mundo. Assim o usuário [email protected] poderia chamar sua máquina pelo nome joaoboboemailcom e dar esse nome para seus amigos, familiares e clientes permitindo à eles acesso direto ao seu sistema. O tipo seguro é uma string aleatória de 128bits gerada pelo sistema que tem uma chance infinitesimal de ser igual à outra ou de ser descoberta por um pretenso invasor. Só quem conheça essa string gerada pelo seu Vista poderá acessar seu PC via protocolo PNRP sobre IPv6. O que não dispensaria um firewall, estamos certos.

A forma correta de configurar o sistema está descrita no site APC e mais informações podem ser acessadas no blog do Noah Horton, gerente de produto PNRP da Microsoft. O site da Microsoft Brasil também tem bastante informação sobre o funcionamento e a configuração do protocolo. Leia e entenda como o sistema funciona e esteja certo de configurar todas as características de segurança necessárias antes de ligar este serviço quando você instalar o Vista. Cá entre nós do jeito que os usuários são essa facilidade vai dar ainda muito pano para manga. Assim que as redes e roteadores IPv6 ficarem populares todo mundo vai querer ativar esse serviço e precauções com segurança nunca foram a prioridade principal da maioria dos usuários de Windows. Já consigo ver usuários desligando o UAC e habilitando o PNRP com nomes inseguros no Vista e depois tendo saudade da época em que a pior coisa que poderia acontecer com um Windows conectado à internet era ser infectado por spyware.

Via OSNews

emSegurança Software Wireless e Redes

BlueTie

Por em 7 de novembro de 2006
bluetie

O BlueTie é um site destinado aos ambientes corporativos, mas que pode vir muito a calhar para usuários individuais.

O site disponibiliza:

  • E-mail com proteção contra vírus e spam.
  • Contatos
  • Calendário
  • Armazenamento de arquivos
  • Suporte a domínios próprios
  • Até 20 usuários por conta

Os contatos, calendário e arquivos podem ser compartilhados com outros usuários.

Talvez o maior atrativo inicial seja o espaço de armazenamento oferecido de 5Gb, porém uma avaliação mais aprofundada mostra que o serviço pode substituir com folga aplicativos como o Evolution ou o Outlook.

O serviço me pareceu um pouco pesado, talvez pelo excesso de recursos, mas bastante útil.

Uma quantidade muito grande de configurações é apresentada ao usuário, o que permite tirar o melhor proveito da ferramenta, existem configurações para regionalização, importar feriados por região etc…

Mas o foco mesmo são as empresas, onde podem ser definidas listas de e-mail, configurações padrões, rodapés para os e-mails, contatos para toda organização entre outras.

A parte com mais recursos do serviço é, sem sombra de dúvidas, o cliente de e-mail.

Além do espaço generoso, conta com proteção contra vírus e spams, leitura de contas POP3 (permite que concentre as contas de e-mail em um só lugar), assinaturas e rodapé corporativo, corretor ortográfico (apenas em inglês) e mensagens automáticas para quando não estiver no escritório (férias, por exemplo), domínios próprios e aliases.

Para empresas que precisam de mais recursos existe a versão Pro com assinatura mensal de $ 4,99 e oferece, entre outros recursos:

  • Usuários ilimitados
  • Acesso POP3 e IMAP4
  • Plugin para sincronização com o Outlook
  • Suporte a dispositivos WAP 2.0
  • 10 Gb de espaço
  • Envio de mensagens criptografadas

O BlueTie disputa mercado diretamente com o Google Apps for your domain, mas é uma solução muito mais integrada, diferente da solução do Google, onde vários serviços foram agregados para oferecer a solução.

Pesa a favor do Google as limitações menores, onde cada conta de e-mail pode ter 2 Gb (e não a conta inteira) e permite 250 usuários, ao contrário do BlueTie que só limita em 20 para a versão gratuita.

Além disso a solução do Google oferece o Google Pages, que permite hospedar páginas da empresa.

Já o BlueTie, além da integração muito melhor, apresenta ferramentas dedicadas a empresas e a possibilidade de compartilhamento de arquivos, que pode ser de suma importância para empresas que trabalham de forma descentralizada, com seus funcionários trabalhando remotamente.

O Google, ainda está em fase beta e o site dá a entender que só é gratuito para quem for aceito no programa de testes, é provável que, uma vez lançado, o serviço passe a ser pago.

Levando em consideração os pontos positivos e negativos dos dois produtos a escolha tende para o lado da solução do BlueTie, levando em conta principalmente a integração dos serviços e as soluções próprias para empresas.

emInternet

TPCI – Ranking das Linguagens de Programação mais utilizadas

Por em 7 de novembro de 2006

TPCI

De acordo com TPCI – TIOBE Programming Community Index o ranking do mês de novembro trouxe algumas novidades, como a queda da utilização do PHP, e o aumento da utilização do Visual Basic que está em uma bela disputa com o PHP. Dentre outros destaques, a Python destaca-se por estar a frente de C#.

E pra quem se interessar em mais detalhes, basta acessar o site da TPCI.

O Ranking a seguir mostra mais detalhes:

Ranking TPCI - novembro de 2006Ranking TPCI – novembro de 2006

emSoftware