Digital Drops Blog de Brinquedo

Disponível a 4a. Edição do “Guia do Linux Desktop”!

Por em 12 de novembro de 2006

Olá comunidade! É com grande prazer que anuncio a 4a. Edição do Guia do Sistema GNU/Linux para o Usuário Desktop!

A obra desenvolvida – abreviaremos aqui para o “Guia do Linux Desktop” – é um esforço pessoal em manter uma documentação forte, completa e atualizada, com o objetivo de facilitar a vida dos novos usuários na adoção de sistemas GNU/Linux em seus PCs, além de disponibilizar uma fonte de consulta para as dúvidas mais comuns.

Novamente em destaque, a expansão do capítulo dedicado ao KDE, situado na 6a. Parte: Ambientes Gráficos: Desta vez, o antigo capítulo foi fragmentado em 7 partes diferentes. Ainda nesta parte, o capítulo Aplicações nativas foi totalmente remodelado, recebendo não só informações gerais das aplicações nativas do ambiente que ainda não foram descritas, como também daquelas que estavam situadas na 7a. Parte: Aplicativos & Utilitários.

A 7a. Parte: Aplicativos & Utilitários também continuou a receber suas melhorias: desta vez, foram removidas as aplicações destinadas ao GNOME, além de serem mantidas apenas uma ou duas referências de aplicações para uma determinada categoria. Tal como acontece na excelente distribuição Ubuntu, o objetivo é de manter preferencialmente maior concentração em uma aplicação-base para cada tipo de necessidade. As demais partes e seus respectivos capítulos foram beneficiadas com estas mesmas melhorias. Futuramente pretendemos incluir mais aplicações de uso geral, que por sua vez se situarão no capítulo Miscelâneas.

Nas demais partes & capítulos, embora não tenhamos feito nenhum destaque em especial, foram feitas diversas melhorias gerais. Por isto, acreditamos que a obra já está alcançando um bom nível de maturidade. Por isto, apesar destas mudanças tenderem a ser menos freqüentes, as críticas e sugestões continuam a ser bem vindas.

Mais uma vez, meus sinceros agradecimentos vão para todos aqueles que contribuíram das mais diversas maneiras para com o desenvolvimento do livro e – conseqüentemente – o projeto em geral. Novamente, apesar de não ter destacado ninguém em especial, a maioria das observações obtidas em diversas fontes de notícias acerca deste assunto foi de grande valia para a realização das definições gerais da obra. Um grande abraço! &;-D

emLinux

Um iPod Nano no Microondas

Por em 12 de novembro de 2006

É uma das coisas mais tristes que já vi. O pessoal do site Smashsomestuff.com se especializa em destruir gadgets novinhos em folha. Neste eles respondem a uma das questões fundamentais da Humanidade: Quanto tempo um iPod Nano sobrevive em um microondas. A resposta não é 42, mas meros 10 segundos.

Veja, mas cuidado. São cenas fortes, que afetarão emocionalmente até os membros do grupo de desenvolvimento do Zune.

via: Digg

emÁudio Vídeo Fotografia

Música dos Beatles – finalmente disponibilizada legalmente

Por em 12 de novembro de 2006

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Até agora a única forma legal de ter músicas dos Beatles em seu iPod ou player genérico de MP3 era ripar seus CDs. Um pesadelo de advogados, licenças e executivos com medo do futuro mantiveram o quarteto refém dos piratas, bit torrents e similares, que contam com o acervo completo do grupo. A lógica de que não vender nada e ser pirateado é melhor do que vender e ser pirateado finalmente foi entendida como… errada.

David Munns, Big Boss da EMI para a América do Norte afirmou que “em breve” as canções estarão disponíveis para donwload. O Times anucia como “MP3″, mas muito dificilmente as mesmas seriam disponibilizadas em um formato sem DRM, fora das lojas do iTunes, RealMedia e, agora, Microsoft Zune.

Quando isso acontecer será o evento do ano, no mercado de música online.

Fonte: The Times Online

emÁudio Vídeo Fotografia

USB-Powered lixo: A nova estratégia

Por em 11 de novembro de 2006

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Durante algum tempo as placas-mãe vinham com suporte a USB mas não traziam os conectores externos, pois os usuários mal sabiam o que era aqui. Os primeiros mouses custavam US$ 100. Por muito tempo foi o único periférico, as duas, no máximo quatro portas de um PC normal pareciam um desperdício.

Com o passar dos anos, surgiram os teclados, os scanners, as webcams, os headphones, as câmeras digitais, e de repente, não mais que de repente tivemos que comprar hubs USB para comportar todos os periféricos. Agora vivemos uma época em que todos temos portas sobrando. Então o que fazem os fabricantes de quinquilharias para faturar um troco?

Transformam tudo que é porcaria em um periférico USB. Ao invés de embalar uma fonte, ou pilhas, puxam a energia direto da porta USB, parasitando seu PC. São aquecedores de copos, lâmpadas de lava, massageadores de pescoço. Pelo amor de Xenu, há até lanternas USB.

A estratégia funciona. Ao invés de pagar US$ 5,00 por um equipamento isolado, por ser USB o usuário paga US$ 15,00, sendo que a única utilização que o brinquedo faz da porta USB é como fonte de energia.

Assim, a regra é clara: Se é conectado via USB, controlado pelo PC, é válido. Se usa a porta como uma fonte de energia alternativa e nada mais, é lixo.

Pense duas vezes antes de colaborar com essa moda. No camelô você achará o mesmo equipamento, sem porta USB por 1/3 do preço.

emHardware

Leitor da Brando para 55 (!!) modelos de cartões

Por em 11 de novembro de 2006

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O produto é inegavelmente útil, mas não é a real notícia. A questão aqui é o ponto que chegamos. 55 formatos diferentes? O objetivo, claro, é fazer com que ao invés de ter um conjunto de cartões utilizados em equipamentos diferentes, compremos o maior número possível deles.

Ao escolher minha máquina digital, descartei as Sony por usarem Memory Stick, decidi padronizar meus cartões em SD. Agora descobri que existem três modelos diferentes de SD, sendo que os equipamentos mais antigos não lêem os novos.

Não é uma briga de padrões legítima, como o BlueRay/HD-DVD, ou o ODF/MS-XML. São fabricantes que lançam novos e “melhorados” padrões, para que compremos mais e mais cartões que não precisamos.

A saída? Continuar comprando os cartões antigos, que ficam mais e mais baratos. Melhor dois cartões de 1GB que todo mundo lê do que um sensacional de 4GB que não funciona direito em seus equipamentos.


Via: Engadget

emComputação móvel Periféricos

CEO do Opera: Domínio .mobi é uma grande perda de tempo

Por em 10 de novembro de 2006

ceoopera.jpgJon S. von Tetzchner, CEO do Opera declarou que a iniciativa de criação de um Dómínio de Primeiro Nível (ou Top Level Domain, no original) para dispositivos móveis, o chamado .mobi é uma “completa perda de tempo”.

A iniciativa, que conta até com um website oficial, pretende que os produtores de conteúdo criem sites específicos para dispositivos móveis, pois em sua maioria a quantidade de informação e o layout dos sites convencionais são inadequados para telas pequenas.

O problema é que isso gera duplicação de esforços. Antigamente era comum websites com várias resoluções, um para 640×480, outro pra 800×600. Muito ineficiente.

Disponibilizar conteúdo em diversos formatos, para dispositivos diferentes, em websites diferentes cai no mesmo problema. Você tem que gerenciar um site .mobi para celulares e PDAs, um site .geladeira pra sua geladeira com Internet, um site .cylon para sua andróide loura malvada. É uma perda de tempo.

Os browsers hoje estão mais inteligentes, nos dispositivos móveis. Os próprios sites também. Detectam sozinhos que o acesso é via equipamento móvel e disponibilizam uma versão mais leve. pombas, o Opera permite inclusive que você o disfarce de um browser de verdade no PDA, para acessar as versões completas dos sites…

Jon está certo. Diria ainda que o domínio .mobi é uma solução à procura de um problema.

Via SciFi Tech


Technorati : ,

emComputação móvel

XBox 360 Rodando Gear of War em uma tela IMAX de 20 metros

Por em 10 de novembro de 2006

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Um grupo de sujeitos de sorte conseguiu um projetor de 12.000 lumens, carta-branca de um cinema IMAX em Londres e experimentou executar o Gear of War, um dos jogos mais aclamados do XBOX 360 na tela. Com direito ao sistema de som Dolby 5.1 do cinema. Não se engane com a foto, o personagem do jogo em alguns momentos chegava a ter mais de 8 metros de altura. Deve ter sido uma experiência magnífica.

Via Spong.

emGames