Digital Drops Blog de Brinquedo

Capas de CDs

Por em 7 de janeiro de 2006

Aqui vai uma dica para o pessoal que costuma procurar capas de CDs na internet. O site Find my Cover parece bem decente, pelo menos para cds internacionais. Como o site não é brasileiro, pode ser que você não encontre todas as capas de cds nacionais, mas os mais famosos estão disponíveis.

Website ->Find my Cover

Fonte: Ueba

emÁudio Vídeo Fotografia

International CES

Por em 7 de janeiro de 2006

Desde o dia 5 desse mês, está acontecendo em Las Vegas, o International Computer Eletronics Association 2006, o primeiro grande show de eletrônicos desse ano e mostra as tendências e produtos que serão vistos em 2006.

Pela quantidade de notícias que eu estou lendo preparem-se para as tentações no mundo de Gadgets, muitos deles! E o vídeo portátil vai finalmente ter o seu ano de fogo com praticamente todas as empresas lançando algum produto nessa área.

Para ler as notícias que estão fluindo de lá, visite o portal especial da CNet e a página oficial do evento.

emIndústria

Livro: Hacking Playstation Portable

Por em 7 de janeiro de 2006

hacking_psp.jpg
E não é que eles instalaram Linux e Windows no PSP? A aproveitaram para escrever um livro em como fazer isso. Uma mostra que os equipamentos desses novos portáteis está bastante poderoso.

O livro pode ser encontrado na Amazon, mas ainda não foi lançado.

Basicamente, a equipe do ExtremeTech transformou ele numa Linux box portátil. O artigo possui uma descrição breve do que é preciso e existem muitos outros explicando em detalhes o processo. Faça uma pesquisa no Google por “Homebrew apps”, sem as aspas.

emGames

A maior lista de jogos gratuitos que eu já vi

Por em 7 de janeiro de 2006

Este tópico de um fórum americano possui a maior lista que eu já vi de jogos gratuitos, a grande maioria para Windows, alguns pela Web mesmo, e alguns poucos funcionam em Linux e Mac. Vale a pena dar uma olhada, a quantidade é imensa.

emGames

Software Livre não é software gratuito, é Liberdade.

Por em 7 de janeiro de 2006

Já escrevi outras vezes sobre isso e preciso repetir, depois de ler uma matéria falando sobre a compra de software na Câmara dos Deputados. Um erro muito comum em termos de conceito da mídia não especializada é dizer que todo software livre é gratuito e você pode fazer o que quiser com ele por que o código-fonte é aberto. Não é bem assim. É preciso bater nessa mesma tecla até que isso fique bem claro.

Para começar, se forem feitas melhorias no programa ele pode ser vendido. É perfeitamente aceitável, contanto que o código-fonte das melhorias sejam publicados também, para todo mundo ver. O conhecimento de um é passado adiante para muitos. Alguém pode pagar pela sua versão, implementar ainda mais alterações, corrigir problemas e usar em casa ou na empresa.

O termo mais correto para traduzir do inglês Free é liberdade e não gratuidade.

“Free software” is a matter of liberty, not price. To understand the concept, you should think of “free” as in “free speech,” not as in “free beer.”
“Software livre” é uma questão de liberdade, não preço. Para entender o conceito, você deve pensar em “livre” como em “liberdade de expressão”, não como “cerveja gratuita”.

Liberdade 0: A liberdade em rodar o programa, para qualquer propósito.
Liberdade 1: A liberdade para estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para suas necessidades. Acesso ao código-fonte é uma pré-condição para isso.
Liberdade 2: A liberdade para redistribuir cópias para para que você possa ajudar o próximo.
Liberdade 3: A liberdade para melhorar o programa, lançar essas melhorias ao público, para que toda a comunidade obtenha seus benefícios. Acesso ao código-fonte é uma pré-condição para isso.

Repare que em momento algum, é dito: você deve trabalhar como um insano durante dois anos e meio da sua vida e doar para a humanidade o seu trabalho, sem receber um tostão por isso. De jeito nenhum! É o maior equívoco pensar assim. E há muita confusão, até mesmo entre profissionais de informática, sobre o significado dessas palavras acima. Não há pedido para doar o seu trabalho. Cobrar por ele é justo e não é feio. Apenas, cobre da forma correta.

E é verdade que nossa mente capitalista lê a liberdade 2 e imediatamente pensa: mas… se ele copia para quem quiser, onde eu levo o meu? A verdade é que a pessoa que recebeu a cópia, provavelmente não iria comprar o programa em primeiro lugar. Ele ou ela poderia não conhecer o programa, nem saber como operá-lo, nem para que serve. Seria justo, cobrar de uma pessoa duas vezes por um serviço? Vamos dizer que o seu cliente direto usou o programa para melhorar a performance da máquina em 25% e cobrou uma quantia pelo serviço. Quem está usando o programa agora instalado, pela lei de Copyright, deveria pagar a você o mesmo preço da licença. Isso é passado para nós como a forma correta de ser remunerado por qualquer coisa: todos os direitos reservados, total domínio do trabalho, usou-pagou, se mexer: processo, multa e cadeia.

Concordo com a opinião da FSF: o Copyright é bastante eficiente em proteger obras escritas. Ninguém pode pegar a história do Senhor dos Anéis, copiar ela, mudar nomes e algumas locações e vender como material original. Isso é terminantemente proibido e faz sentido. Mas você pode emprestar os livros, sem cobrar por isso, para quantas pessoas você quiser e todos se beneficiarão do conteúdo. Aplicado à risca em software, passa a ser injusto, porque um arquivo digital é facilmente copiado, ao contrário de um livro. Uma única cópia do livro pode ser lida por duas pessoas, em momentos diferentes, ou até mesmo um adulto ler para os filhos e sobrinhos. Uma única cópia do software protegido por Copyright pode rodar em uma única máquina e ponto final.

Os EUA querem que outros países adotem o DMCA, o Digital Millenium Copyright Act, que é a coisa mais indigna em termos de lei que eu já vi. Para vocês terem uma idéia, eles dizem que pesquisas acadêmicas para descobrir falhas de segurança são permitidas. Um pulo nessa página da Eletronic Frontier Foundation mostra como esse conjunto de leis está sendo sistematicamente usado para achacar professores, alunos, universidades, empresas,profissionais. Apple, Adobe, Blizzard, Lexmark,Real Networks, Microsoft, Sony, etc usando o DMCA de forma irresponsável, sendo a Sony uma das campeãs. Tudo pelo Copyright!

Se você vive sob essa lei e acha uma maneira de burlar cópias de CDs, pode ser processado. Foi o que aconteceu em 2003, quando John Halderman, um universitário de Princeton, descobriu que ao pressionar a tecla Shift, ele conseguia dar uma pedalada no sistema anti-cópias embutido em CDs de música da BMG. A empresa responsável, SunnComm, ia processar o rapaz, mas como viraram motivo de chacota, desistiram da ação.
Uma das cláusulas diz que encontrar meios que burlem sistemas de segurança é ilegal. Ora, e foras-da-lei respeitam leis desde quando? Uma pessoa honesta não pode verificar se o sistema de cartão de crédito é realmente seguro, por exemplo, mesmo que o objetivo final seja avisar a operadora. Mas… e se um hacker descobrir, não falar pra ninguém e roubar os dados de cartão?

São contra essas sandices que o software livre combate. Por que apenas meia dúzia de pessoas e uma ou duas empresas é que devem deter o conhecimento de como corrigir uma falha de segurança que pode afetar sua conta bancária? Por que apenas um pequeno punhado de empresas pode deter conhecimentos de encriptação forte? Não deveria ser ilegal olhar um código, descobrir que ele tem um problema e anunciar para a comunidade, chamando a todos com competência para corrigir o problema. Também não deveria ser ilegal usar o que há de melhor em proteção de dados, por causa de restrições de exportação e conhecimento. Isso, amigos, é a liberdade.

Tá Moardib, mas onde o especialista que descobriu a solução da falha ganha o dele? Muito bem. Ele ganharia fornecendo serviços para fazer as correções necessárias nos softwares dos clientes, contratos de manutenção onde ele, de madrugada, se preciso, poderia fazer o conserto e monitorar futuras falhas. Garantir o funcionamento do software, estudando como o problema pode ser corrigido sem remover ou alterar funcionalidades. Já vi correções como essa saírem mais caras que a compra de um software na caixa. Então, existe, sim, um mercado para isso.

Fontes:

http://www.gnu.org/philosophy/free-sw.html

http://thomas.loc.gov/cgi-bin/query/z?c105:H.R.2281.ENR:

http://www.eff.org/IP/DMCA/

emSoftware

Google Pack disponível

Por em 7 de janeiro de 2006

O Google disponibilizou o chamado “Google Pack“, que nada mais é do que uma coletânea de aplicativos úteis, instalados por um instalador do Google. Nada de inovador, realmente. Os aplicativos incluídos:
- Google Earth
- Google Toolbar for IE
- Ad-Aware SE Personal
- Google Desktop
- Google Pack Screensaver
- Google Video Player
- Google Talk
- Norton AntiVirus 2005 SE (edição especial)
- Picasa
- Mozilla Firefox with Google Toolbar
- Adobe Reader 7
- Real Player
- Trillian
- GalleryPlayer HD Images

Realmente com lançamentos como esse na minha opinião não ajuda em nada o usuário ou a confiança no Google. Talvez a única vantagem mesmo é a possiblidade de atualizar automaticamente os aplicativos. [via]

emInternet

Propaganda do Revolution

Por em 7 de janeiro de 2006

Tá, é bonito, criativo, eu gostei.

Mas se isso for um sinal que até a Nintendo aderir à onda ‘urbana’ inaugurada pleo Xbox 360 e suas propagandas ridículas na MTV de skatistas e gente ‘ultra-cool’ jogando Xbox como se fosse algo ‘radical’… O mundo dos games está perdido.

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emGames