Digital Drops Blog de Brinquedo

Fivela de cinto com player de vídeo

Por em 20 de agosto de 2006


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Esse brinquedo da EgoKast tem bateria para 4 ou 5 horas, toca MP3, MPEG-4, AVI, faz slideshows de JPEG e BMPs e aceita carões SD. Está sendo vendido como acessório cool, bem fashion, mas eu confesso que não consegui imaginar nenhum vídeo que fosse melhor de passar do que um assovio “fiu fiu, ei gatinha” seguido de uma animação de uma seta apontando pra baixo…


Via: Gizmag

emHardware

xBox Live Cam com tecnologia Digimask

Por em 20 de agosto de 2006


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Chegou ao mercado, um mês antes da data marcada (Microsoft, vocês estão bem?) a Xbox Live Camera, um periférico para o XBox 360 com algumas características bem interessantes, além do normal, como videochats, emails, etc. Entre essas características, a tecnologia de mapeamento facial da Digimask, que grava um filme rápido do usuário e usa essa informação para gerar um modelo 3D do rosto, usado em perfis, imagens de apresentação e jogos. Com isso você poderá matar seus amigos efetivamente atirando neles, e não em um avatar genérico.

A Live Cam também permite reconhecimento gestual, o usuário pode jogar com movimentos das mãos e do corpo. A empresa GestureTech desenvolveu um demo bem interessante, o Wizard´s Cave, onde um objeto real é usado como “bastão mágico”, e o gamer pode usar as próprias mãos para lançar raios de energia. Deve ser bem legal.


Fontes:

emGames

Eric Raymond: Ou o Linux pega agora ou só daqui a 30 anos

Por em 20 de agosto de 2006

Eric Raymond, que todo geek que se preza conhece e respeita, é o Santo Padroeiro e um dos fundadores do movimento Open Source. Ele fez declarações polêmicas e pragmáticas na Linux World. Segundo ele para que o Linux se torne uma opção viável é preciso atender ao público, que quer rodar seus vídeos em formatos proprietários, ou plugar seu iPot, abrir um iTunes e sair usando.

A discussão pegou fogo, no painel e na Internet, pois uma das pedras fundamentais do Open Source, e por extensão do Linux, é não aceitar arquivos binários de terceiros. Alguns drivers de placas de vídeo são criticados por causa disso, e não são incluídos no kernel exatamente por esse motivo.

O problema é que muitas vezes o fabricante não quer, por motivos estratégicos, liberar seu código-fonte. A Apple, ao não liberar uma versão Open Source dos drivers do iPod, evita que outros criem programas que venham a competir com o iTunes, por exemplo. Ao não liberar o código-fonte dos CODECSs do último Windows Media Player, a Microsoft evita que programadores no mundo inteiro investiguem o código, descubram a lógica por trás do DRM e criem programas que a contornem.

Raymond percebeu que as empresas não vão abrir mão dessas vantagens estratégicas, e concluiu que mais importante do que pureza ideológica, o Linux precisa contemplar os usuários que querem os produtos que acompanham essas tecnologias.

Precisamos de uma boa resposta para o cara de 20 anos que pergunta se o Linux “vai rodar meu iPod?”

Note, ele não está falando de gambiarras, programas alternativos, edições de arquivos .conf e programas em versão alfa, está falando de abrir um iTunes ou algo muito parecido, como no Mac, e simplesmente usar.

Ele continua:

Não importa quão feio, quão doloroso, precisamos permitir que o Linux Desktop rode Windows Media, que suporte iPods. Podemos não querer binários (de terceiros) rodando no espaço do usuário, mas precisamos deles

John Hall, o Maddog que é um dos cabeças do Linux, discorda, ele acha que os usuários devem lutar para convencer a industria a adotar padrões e protocolos abertos, e que os consumidores deveriam comprar players que suportem padrões como o Ogg Vorbis.

O problema é que, nas palavras de Raymond:

Eles ainda querem seus iPods

Um exemplo dado é da distribuição Freespire, que incorpora drivers e codecs proprietários, gerando uma experiência muito mais completa para o usuário final, que roda seus quicktimes e WMVs sem precisar ficar fuçando configurações. Por isso ela é mal-vista pelos puristas.

Só que o Linux terá que fazer ainda mais concessões, com a chegada dos DVDs de alta definição, TV Digital e outros recursos de entretenimento. É duro de engolir, mas pode ser o único jeito de se tornar relevante. Ainda mais que, segundo Raymond, a janela está se fechando.

Em um interessante argumento, ele defende que mudanças fundamentais como a troca do Sistema Operacional Dominante só ocorrem junto com mudanças tecnológicas de igual monta. A transição dos processadores de 16bits para os de 32bits, por exemplo. Com a transição para processadores de 64bits concluída no final de 2008, ele entende isso como a última chance de dominação para o Linux, se ele não se tornar atraente para o consumidor final leigo, ficará de fora do desktop, e a próxima mudança está prevista para daqui a 30 anos.

A posição de Raymond está sendo vista como vendido, traidor, etc, mas analistas mais inteligentes percebem uma estratégica digna de Maquiavel. Essa atitude pragmática é, segundo o próprio Raymond, para conquistar o desktop de qualquer forma.

Quem vê somente dois palmos diante do próprio nariz fala “drivers proprietários são errados, não usamos e pronto”, e fica de fora da briga. Já quem pensa de forma estratégica a longo prazo, percebe que aceitando drivers proprietários o Linux irá se tornar atraente ao usuário final, seja ele o dono de iPod, ou o Gamer, e com isso terá muito mais chances de atingir a supremacia.

Com isso, quem passa a ditar o que os fabricantes de hardware fazem é o sistema, a situação se inverte. Tome por exemplo o DirectX; hoje em dia quem quiser fabricar hardware de aceleração de vídeo decente, PRECISA seguir as regras da Microsoft, e se ela definir que NÃO quer DRM embutido em placas de vídeo, os fabricantes NÃO colocarão.

Em dez anos pode ser o Linux nessa posição, dizendo para a Apple que NÃO dará suporte a nenhum iPod que não tenha drivers com suporte transparente a Ogg Vorbis, por exemplo. Mas para isso, é preciso fazer concessões agora.


Fontes:


O último é considerado a Bíblia do Open Source. Se você ainda não leu, LEIA.

emOpen-Source

Caminhada da Vergonha na Irlanda

Por em 19 de agosto de 2006

Karl Hayden está irritado com a Apple. Não é a primeira vez que pisam na bola. Da primeira esperou nove semanas para que consertassem seu computador, que foi perdido pela assistência técnica três vezes, recuperado e depois enviado, com uma fatura.
Desta vez, é seu Macintosh G5 que está ruim. Depois de trocar duas placas lógicas, uma fonte e um gabinete, o problema continuou, então depois de uma longa conversa ao telefone, conseguiu que a Apple aceitasse trocar o computador, só que depois disso já se passou uma semana e nada da Apple agendar a retirada do equipamento.
Para provar que é pura incompetência, ele irá caminhar os 254 quilômetros até Cork, o centro de assistência da Apple mais proximo, levando o computador nas costas.

Claro que é um caso isolado, mas é o tipo de caso que não pode acontecer, pois queima a imagem da empresa. O suporte e atendimento inicial precisa estar tão alinhado com a filosofia e o objetivo da empresa quanto o CEO, assim como precisam de flexibilidade, se não para resolver, para passar o problema para quem resolve.


Fontes: Digg e MacNN

emApple e Mac

Navegando com mais segurança: Ubuntu em máquina virtual

Por em 19 de agosto de 2006

A segurança ao navegar pela web é a preocupação número para cada vez mais usuários. Tanto que grandes bancos, preocupados com a queda do uso de internet banking, já fazem campanhas para conscientizar as pessoas para os perigos da vida on-line. Claro que apenas você pode se proteger de ataques de phising e impedir que sua senha bancária seja capturada por um daqueles e-mails que promete fotos da Sandy pelada. Se você não souber identificar o golpe pode acabar entregando seus dados (e seu dinheiro) aos bandidos achando que está recadastrando seu título de eleitor.Mas mesmo que você esteja alerta e treinado para escapar de tudo isso o que irá impedir que um filho, namorada, amigo ou outro usando seu computador acabe por clicar em algum pop-up ou link mal intencionado? O que vai impedir que, enquanto você está fora, um key logger seja instalado em seu PC e possa entregar tudo que você digitar no teclado para pessoas agindo em má-fé? Anti-vírus? Anti-Spyware? Anti-Popup? Será?

Todos os meses algum aviso de segurança coloca em xeque nossa impressão de que softwares, e apenas eles, mantém nossos computadores seguros. Anti-Vírus são derrubados todas as semanas, seja pela exploração de bugs ou pela criação de novas técnicas de ataque, só o Norton Anti-Vírus (um dos produtos mais renomados do mercado) esse ano já sofreu mais reveses que o time do Corinthians ;-) Softwares anti-spyware não deixam por menos e aqueles que não apresentam falhas facilmente exploráveis por malware muitas vezes são o próprio malware. A grande dificuldade de escolher um anti-spyware hoje é saber se ele próprio não vai coletar e divulgar mais informações do que os softwares que você queria evitar ao instalá-lo. Um firewall pode ajudar, mas muitas pessoas sequer sabem como configurar um e uma cena rotineira é o usuário apenas desligando o aplicativo para que ele pare de atrapalhar enquanto o computador está sendo usado. Com tudo isso a possibilidade de seu computador estar, nesse momento, executando algum software malígno é assustadoramente alta e inversamente proporcional à sua possibilidade de saber disso.

Para evitar grande parte das dores de cabeça de ter que manter uma máquina rodando Windows um pouco mais segura para a internet uma técnica até agora pouco difundida está se popularizando: a virtualização. Com o poder computacional das máquinas de hoje virtualizar outro sistema ou ambiente operacional está simples e barato. A virtualização permite que você execute um outro sistema dentro do seu próprio e execute em um ambiente fechado e controlado aplicações potencialmente perigosas. Em outros tempos potencialmente perigoso era compilar um sistema operacional ou novas bibliotecas TCP/IP e testá-las, hoje é navegar na internet atrás da letra da sua música favorita. Por isso vamos nesse artigo descrever como você pode implementar uma máquina virtual em seu sistema operacional para permitir que você possa navegar pela internet um pouco mais tranqüilo.

Um SO dentro de outro SO
Um sistema operacional virtualizado pode aumentar sua segurança on-line, mas você ainda precisa se comportar bem. Seu sistema principal (chamado hospedeiro) pode ser usado para suas tarefas off-line e o sistema virtualizado (também chamado visitante) para navegar na internet. Esse esquema monta uma espécie de caixa aonde todas as operações do visitante são isoladas e não afetam o sistema hospedeiro. Um spyware ou trojan ainda poderá roubar sua senha de banco dentro do sistema visitante se você a fornecer, mas qualquer software maligno instalado por web-sites ficará restrito ao sistema virtualizado e nunca tomará conhecimento do sistema operacional hospedeiro. É aqui que a virtualização torna-se segura pois é praticamente impossível que um vírus ou malware instalado dentro da caixa consiga sair para fora. E usando um sistema virtualizado em uma imagem marcada como somente-leitura você garante que a cada inicialização ela estará sempre com sua configuração inicial, portanto sem adição de softwares indesejados. Com isso, usar um sistema virtualizado para navegar na web pode não deixá-lo 100% seguro, mas já diminuirá as chances de ataques automáticos de alcançarem seu objetivo. Aliando essa proteção extra à bons hábitos de segurança, um anti-vírus e firewall atualizados você estará bem mais seguro do que a maioria dos outros usuários de web do planeta.

Escolher o sistema visitante
Meu conselho com relação à isso é: esqueça o Windows. Os antigos Windows 9x/ME não oferecem a segurança necessária para navegar na web de forma aceitável. O Windows XP pode ser bem configurado para prover um nível de segurança mas dois fatores inibem sua utilização como sistema visitante: o tamanho e o licenciamento. O Windows XP é um sistema desktop bem completo e bem faminto por recursos de memória e HD. Usá-lo como sistema hospedeiro e visitante apenas para navegar na internet significa gastar desnecessariamente muito espaço do deu HD e ocupar muito de sua memória RAM que poderíam ser usados para outras aplicações. Além disso a sua licença de uso do Windows XP provavelmente irá restringir você a usar (ou manter instalada) apenas uma cópia do programa, ou seja para rodar o WinXP dentro do WinXP você pode precisar de duas licenças, o que é um desperdício de dinheiro, já que podemos conseguir um bom sistema visitante sem custo algum e de forma totalmente legal. Lembre-se: pirataria de software é crime, não há diferença alguma entre roubar dinheiro ou roubar software. Se você não gosta de políticos corruptos não seja pirata de software.

Muita gente tem falado, e experimentado, o Ubuntu Linux, um sistema relativamente fácil de usar e manter que possui todas as características de um bom sistema Linux. Usar o Ubuntu Linux como sistema visitante dentro do seu WindowsXP pode ser uma boa maneira de descobrir o que é Linux ao mesmo tempo em que mantém sua navegação mais segura. O Ubuntu é gratuíto e há uma versão dele especificamente preparada para navegar na internet chamada Browser-Appliance. O BA traz um sistema Ubuntu básico e o navegador Firefox 1.5 em um download de cerca de 250MB. Para executá-lo basta utilizar o VMWare Player, que também é gratuíto. Usando essa solução você tem um sistema de virtualização básico, legal e a custo zero que pode ser muito útil.

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Máquina Virtual em Windows XP iniciando o Ubuntu 5.10

VMWare Player e Browser Appliance
Após a instalação do VMWare Player que ocorre sem nenhum problema você precisa descompactar o arquivo .zip do BA em alguma pasta de seu computador. Essa operação irá criar uma pasta com aproximadamente 1GB que contém um arquivo vmdk que é uma imagem de disco virtual usada pelo VMWare como HD da máquina virtual que será executada. É nesse arquivo que está o Ubuntu Linux e o Firefox que você usará para navegar na web e se esse arquivo for apagado ou corrompido bastará descompactá-lo novamente para restaurar toda a configuração original do sistema. Depois de descompactar basta ir à pasta com o Windows Explorer e clicar duas vezes no arquivo Browser-Appliance.vmx que o VMW Player será aberto automaticamente. O resultado é uma janela como de um programa qualquer mas que mostra a interface de um sistema operacional Linux pronto para navegar na internet. Nenhuma configuração adicional é necessária para que o Firefox do Ubuntu navegue na Web.

A máquina está configurada para usar 256MB de RAM e você dificilmente precisará mais do que isso para navegar na web. Se você tiver apenas 256MB de RAM na sua máquina real, talvez as coisas fiquem um pouco lentas e seja preciso modificar os parâmetros da máquina virtual. Infelizmente o Player não facilita nossa vida nesse aspecto, sendo necessário editar um arquivo de texto para modificar parâmetros da VM. Veremos como fazer isso em breve. Por hora vamos testar a máquina com suas configurações padrão e ver se temos uma performance aceitável.

A máquina inicia o Ubuntu com o Firefox 1.0.7, uma versão antiga e com falhas de segurança conhecidas. Mas ela traz também o Firefox 1.5 que pode ser acessado pelo menu Applications -> Internet -> Firefox 1.5.0. Pode-se executar a VM tanto em janela quanto em tela cheia e o próprio Player dá instruções de como mudar entre os modos. A rigor a maquina completa e seu sistema comportam-se como se fossem uma aplicação qualquer, podendo ser minimizadas ou maximizadas. Dentro do Firefox da VM pode-se instalar Flash ou Java ou qualquer extensão para Firefox e até mesmo outros programas como IM, IRC, etc, em versões para Linux. Operar a VM com o BA é como trabalhar com um Ubuntu Linux normal e serve de treinamento para aqueles que estão pensando em experimentar o sistema mas não querem formatar Hds, criar partições e ter um sistema em dual boot. Ou seja, o BA não é apenas um appliance para navegar na web, mas também um sistema operacional Linux adaptado para suprir essa necessidade mas que pode fazer muito mais do que apenas deixar sua navegação web menos perigosa.

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Firefox 1.5 rodando em Ubuntu 5.10 virtualizado em Windows XP: navegação mais segura

Trabalhando com o Ubuntu e o Firefox dentro da VM com BA
O sistema instalado é bem básico porém apresenta opções para adicionar diversos programas e deixá-lo um Linux bem completo. Basta ir ao menu Applications -> Add Programs que um utilitário apresenta uma lista de centenas de programas que podem ser baixados da web e instalados gratuitamente, exatamente como no Ubuntu Linux normal. A senha de administrador é vmware. Instalar adicionais ao Firefox também é bem fácil, exatamente como no Windows, basta visitar uma página que exija um plugin que ele será oferecido pelo próprio aplicativo.

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Iniciando o processo de encolhimento da partição

Navegando pelo menu nota-se que existe, dentro do aplicativo VMWare Tools (Applications -> System Tools -> VMWare Toolbox) a opção de encolher a partição virtual (Shrink Partition). Executei a operação por aqui e ela levou cerca de 20 minutos, mas o ganho de espaço foi pouco (cerca de 20MB) o que me leva a crer que não é algo muito útil. O resto da configuração e operação do sistema é idêntico ao Ubuntu Linux normal.

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Encolhimento da partição: muito trabalho e poucos resultados

Mudando as configurações da máquina virtual
Você deve operar a VM como se fosse um computador normal. Você pode reiniciar o sistema e até mesmo desligá-lo. Aliás essa é a forma correta de encerrar a VM, indo ao menu System -> Log Out -> Shutdown. Com a máquina virtual desligada podemos modificar o arquivo de configuração para atender melhor nossas necessidades. Abra, com o Bloco de Notas do Windows o arquivo Browser-Appliance.vmx (que é o mesmo usado para iniciar a máquina virtual via duplo clique). Você verá um arquivo de texto puro com várias configurações:

#####
# Memory
#####

memsize = “256″
# memsize = “512″
# memsize = “768″
#
# Alternative larger memory allocations

Como podemos perceber, o caracter # serve para comentar linhas (e torná-las ineficazes). Aqui temos a configuração de memória do sistema que será usada pela VM: 256MB. O manual não recomenda usar valores menores do que este, mas se sua máquina possuir apenas 256MB de RAM você pode tentar ajustar o valor de memsize para 128:

mensize = “128”

Haverá degradação do desempenho e fica por sua conta testar e definir qual a melhor configuração para seu caso. Mais abaixo no arquivo encontramos configurações para o vídeo da VM;

#
# Higher resolution lockout, adjust values to exceed 1024×768
svga.maxWidth = “1024″
svga.maxHeight = “768″

Aqui você pode substituir os valores para os mais adequados. Pode-se executar esse tipo de alteração dentro do próprio Ubuntu depois que o sistema inicie, mas dependendo de suas configurações de vídeo do Windows você pode querer que a máquina já inicie em uma resolução particular. Novamente basta colocar os valores desejados dentro das aspas. Após fazer suas alterações basta salvar o arquivo normalmente. Caso encontre problemas para iniciar a VM recupere o arquivo original do .zip que baixamos para instalar a BA.

Máquina usada no teste
Testei essa solução em um notebook HP/Compaq nx6115 equipado com processador Sempron 2800+ (1.6GHz), 1GB de memória RAM e placa de vídeo Ati X200M. O desempenho da VM foi muito bom e o navegador Firefox rodou normalmente sem expressar diferença de performance em relação ao Firefox nativo do WindowsXP instalado na máquina. Isso prova quanto a virtualização do VMWare Player está madura e como essa solução pode realmente ser usada no dia a dia por quem desejar criar um sistema mais seguro para navegar na web.

Considerações Finais
Ao mesmo tempo que a dupla VMWare Player/Browser Appliance serve ao propósito de melhorar as condições de segurança para navegar na web também é uma boa alternativa para quem deseja conhecer melhor o Linux sem formatar o HD, mexer com partições ou sobrecarregar sua unidade ótica com um LiveCD. Seria perfeitamente possível obter o mesmo resultado (em termos de segurança) usando um WindowsXP como sistema visitante, mas como dissemos no começo do artigo, por questões de custo e legalidade talvez você prefira essa solução gratuíta. A performance do Linux virtualizado sobre o Windows é boa ainda que fique um pouco distante do que se poderia esperar de um Ubuntu rodando nativamente. Se você quer navegar menos exposto a riscos ou conhecer o Linux pela primeira vez essa é sem dúvida uma alternativa a considerar.

Caso o Ubuntu fique com um desempenho muito pobre em suas configurações de hardware é possível usar outro sistema diferente, mais leve. Opções de sistemas Linux mais enxutos com interfaces gráficas mais leves (e menos ricas em características) estão disponíveis na página de Virtual Appliances para Desktop do VMware. Todas elas necessitam apenas do VMWPlayer e de um pouco de tempo. Existem até versões de BSDs para quem quiser conhecer outros sistemas operacionais além de Windows e Linux. E com certeza uma procura no Google pode trazer mais informações e algumas outras máquinas compatíveis para diversas necessidades. Como sugestão eu daria o XUbuntu, um Ubuntu 5.10 usando a interface gráfica Xfce4 em lugar do Gnome deste artigo. O Xfce4 é uma interface muito bonita e um pouco mais leve que poderá melhorar um pouco o desempenho de seu sistema virtualzado caso o Gnome fique um pouco pesado.

Agora que já fomos introduzidos ao mundo da virtualização, fique a vontade para nos contar sobre as máquinas que você testar e descrever suas vantagens e funcionalidades. Boa navegação!

emArtigo Destaque Internet Open-Source Segurança Tutorial

Writely agora sem convite

Por em 18 de agosto de 2006

A aplicação de processamento de textos online Writely liberou geral. Aproveite e faça seu cadastro nesse editor de textos com recursos básicos mas que atendem a maior parte dos usuários.

Não é nada que vá como alguns dizem, matar o MS Word, ou o OpenOffice, ou qualquer outro editor sério, mas é uma excelente ferramenta colaborativa, onde vários podem editar o mesmo texto simultaneamente.

Há backup a cada dez segundos, a interface é limpa, toda em AJAX e para quem viaja sem notebook manter os documentos no Writely pode ser uma opção interessante.


Via Digg

emInternet

A webcam mais bonitinha do mundo

Por em 18 de agosto de 2006


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Essa webcam é vendida pela Brando, velha conhecida do pessoal do mundo Palm. Tem resolução VGA, grava vídeo em 15 quadros por segundo e vem dentro de um bonequinho do Doraemon. Custando US$32, tem tudo para fazer sucesso nos Stand Center da vida.

É o presente ideal para namoradas, colegas ou qualquer representante do sexo feminino que você queira cair nas graças. Afinal, como qualquer frequentador do MSN sabe, quanto mais meninas agradecidas usando webcams, melhor.


Via Techfresh

emÁudio Vídeo Fotografia