Digital Drops Blog de Brinquedo

Pequenas mudanças

Por em 2 de março de 2007

De acordo com a pesquisa de ontem sobre o que fazer com os blocos “destaque” e ” mais ativos” na página principal, descobrimos que 43% preferem que este conteúdo seja movido para a barra lateral.

Vou fazer isto imediatamente. O povo falou :-).

Estamos coletando muitas informações com o concurso para melhorar o Meio Bit, e esta é apenas a primeira das mudanças. Vem muita coisa pela frente.

emAnúncios

Bug quase derruba esquadrilha de caças F-22

Por em 2 de março de 2007

F22.jpg

Maverick ficaria envergonhado, mas é a triste realidade. Os caças de hoje são totalmente dependentes de software. No caso do F-22 são supercomputadores, mas que apesar de todas as caríssimas certificações, estão sujeitos a erros, como qualquer script PHP.

Quem não gostou disso foram os pilotos de um vôo de seis caças, entre o Havaí e o Japão. Quando cruzaram a Linha Internacional de Data, o sistema de gerenciamento deu pau. Abastecimento, navegação, comunicações, tudo resetou e apagou. Tentaram rebootar várias vezes, mas não deu certo. A salvação foram os aviões-tanque, que estavam reabastecendo os caças, e serviram de guia, levando-os de volta para o Havaí.

Em 48 horas foi escrito um patch, e os aviões de 125 milhões de dólares estavam voando de novo.

Apesar da suspeita geral, a Microsoft não tem nada a ver com a história.

Fonte: DailyTech

emHardware Indústria

Como foi a conferência para entender a web 2.0

Por em 2 de março de 2007

Pra quem acha que web 2.0 não significa nada, essa semana aconteceu em São Paulo a 1a. Conferência Web 2.0. Analisando o cronograma dá pra ter uma idéia do tom das apresentações: explicar à platéia o que é web 2.0, seus impactos na vida das organizações e como lidar com um mundo no qual todos podem gerar conteúdo, ou seja, nada que o leitor habitual do Meio Bit já não tenha ouvido falar.

As palestras envolveram pesos pesados como IBM, Google, Yahoo!, iG, Terra, etc… O Fábio Seixas, blogger e empreendedor do Camiseteria.com participou de um painel e explicou como a colaboração da comunidade é usada em seu negócio para criar estampas de camisetas. Totalmente 2.0.

Temas como a sabedoria das multidões, a cauda longa, colaboração e usuário gerando conteúdo, dominaram boa parte das discussões. Cada empresa aproveitou para vender seu peixe, claro. O destaque ficou com o ICOX, sistema de código aberto de gerenciamento de comunidades e inteligência coletiva.

O ponto alto foi o último painel: Google vs. Yahoo, iG vs. Terra. O Google falou sobre o eterno beta e os usuários ajudando a construir seus serviços. O Yahoo! confirmou que prentende lançar versões em português do Flickr e delicious. O iG falou das possibilidades de monetização na web e criticou de forma geral a incapacidade dos grandes portais de gerar conteúdo interativo. O Terra reclamou do DRM e dos problemas enfrentados no Brasil pelas mídias digitais, como a proibição do COB em relação à cobertura na web dos jogos Pan-Americanos.

Blogs, wikis, mashups (mistura de vários aplicativos web em um único lugar), RSS, todos tiveram seus momentos de destaque na conferência. Agora é torcer para que as empresas adotem conceitos dessa nova web em seus produtos e serviços, tornando a vida dos usuários mais fácil e interativa.

[via blog da Conferência Web 2.0 ]

emWeb 2.0

Quarto grupo de sugestões ao Meio Bit. E o concurso continua!

Por em 1 de março de 2007

Já estamos no quarto grupo de sugestões para o concurso do Meio Bit. O feedback e as idéias são muito interessantes. Os participantes, além de ganharem um link, correm o risco de se tornarem o proprietários de um pen drive de 512 MB. De cada dez posts com sugestões, um deles, o que for considerado melhor pela equipe do Meio Bit, leva o prêmio.

Aqui vai a quarta leva de links dos participantes:


O vencedor do pendrive deste grupo foi Yuri Malheiros do yLog.

Agradecemos a participação de todos, e o concurso continua. Continuem mandando seus links.

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Adobe Photoshop terá versão online

Por em 1 de março de 2007

A Adobe revelou que em 6 meses, o melhor e mais famoso editor de imagens da atualidade, o Photoshop, terá uma versão simplificada e gratuita online.

O modelo de negócios será baseado em propaganda e é uma resposta direta ao Google que está oferecendo gratuitamente aplicativos através da Web. E eles deixaram claro que apesar de não conter toda a funcionalidade do pacote instalado, a versão web será mais poderosa que concorrentes gratuitos.

Uma pessoa, como eu, que está escrevendo um post e precisa rapidamente cortar e redimensionar uma imagem, não precisa de um programa como o Photoshop. No máximo um tratamento básico de cores e exportar em jpg, png ou gif. Uma solução como essa pode ser útil no caso de usar uma máquina onde não se pode instalar um editor de imagens, nem mesmo gratuito e/ou free.

Ainda não há detalhes sobre quais tecnologias serão usadas para criar o aplicativo, que pode ser Flash, Shockwave, Java ou AJAX.

Dica: Paulo Iap
Fontes: News.com via DailyTech

emInternet Software Web 2.0

Resenha do Microsoft Zune

Por em 1 de março de 2007

Já faz algum tempo que a Microsoft lançou o seu representante a destronar o iPod, da Apple. Pois bem, depois de muitas críticas, resolvi comprar um Zune para testá-lo e dar minhas opiniões aqui no Meio Bit. Isso foi em dezembro, avaliei o aparelho durante 2 semanas. Apesar de deliberadamente não ser um review completo, vou expor minhas opiniões. Este foi o modelo de 30 Gb de armazenamento.

A caixa

A Microsoft conseguiu realmente fazer uma caixa com um design bonito e de material decente, uma espécie de papelão endurecido. Não há aquele excesso de texto e material promocional, adesivos e tal, é um design bastante “clean” neste aspecto. Na caixa vem além do Zune, um cabo de conexão com o PC, o CD de instalação, o carregador e uma capinha (muito boa por sinal).

Instalação

Na instalação (em um Athlon XP 2600+ com 1Gb de RAM rodando Windows XP SP2), já houve alguns engasgos. A instalação inicia com a inserção do CD que acompanha o aparelho. Esta primeira etapa demorou muito, para um “setup” inicial e preparativos para a instalação (mais de 15 minutos) e a um certo momento ele pede para conectar o player a porta USB. O player foi detectado mais de uma vez inicialmente, necessitando desconectar e reconectá-lo à porta USB para ser reconhecido adequadamente. Felizmente a instalação não foi tão horrivel quanto a experiência do pessoal do Engadget.Após isto, apesar da demora, ele detectou que o firmware era o 1.0 e fez o download e upgrade para a versão 1.1. Em seguida, ele trata de indexar as músicas e vídeos do HD para o Zune, e com a minha biblioteca de pouco mais de 3 Gb demorou incríveis 30 minutos para sincronizar pela primeira vez.

Uso

Ao retirar da caixa, nota-se que a construção do aparelho é bastante sólida, os materias foram bem escolhidos. O peso está dentro do esperado para um dispositivo que contenha um HD de 30 Gb.

A primeira coisa que tentei fazer ao ligar o Zune foi rolar a “rodinha” com o deslizar do dedo, e reparei que nada ocorria… fato é que a tal “rodinha” são 4 botoes (cima, baixo, direita, esquerda) disrfarçados. Pudera, a Apple detém a patente desta navegação com o deslizar do dedo, e esta é uma grande vantagem do iPod.

Talvez o que mais impressione e seja um grande ponto positivo do Zune é a enorme tela de LCD (3 polegadas, widescreen), que é além de ampla bastante nítida e brilhante. Baixei um vídeo em alta-definição que foi um espetáculo, mesmo em cenas com bastante ação a tela não desapontou, não houve engasgos.

A interface do Zune também é boa, na minha opinião, talvez não tão intuitiva quanto o iPod, porém funciona bem. Ela mostra a capa do disco que está tocando e uma “linha do tempo” na parte inferior da tela para localizar o usuário que ponto da música está tocando.

Outro ponto positivo é a presença de um sintonizador FM incluído, que também funcionou muito bem nos meus testes. Ele inclusive detecta o nome da estação e vai armazenando as estações em um “dial” virtual (não sei se as estações no Brasil disponibilizam este tipo de informação adicional, o teste foi feito em Chicago).

A qualidade do som também não desapontou. Os fones de ouvido (que inclusive tem uma área magnética para “grudarem” um no outro para serem guardados sem embaraçar) fornecem uma qualidade de áudio boa, claro que nada excepcional, como seria de se esperar de fones de ouvido incluidos, achei que ficam no nível de audio dos fones do iPod (troquei de fones para comparar).

Agora o maior problema do Zune é realmente o seu cliente instalado no PC. O aplicativo é simplesmente muito ruim. Interface simples não significa eficiência, e acabou tornando o uso do aparelho um tanto difícil e desordenado. Além disto, para quem esta acostumado ao suporte para podcasts excelente do iTunes, isto faz uma falta tremenda.

Não usei o recurso de Wi-Fi do aparelho, visto que não achei ninguem para testá-lo comigo, portanto não posso opinar sobre este recurso. Outro aspecto que não testei foi o Marketplace, o sistema de compra de músicas.

Conclusões

Enfim, minha opinião é que o hardware do Zune é bom, mas o software no PC é sofrível. Com isso, a experiência toda acaba sendo ruim sempre que é necessário sincronizar mais conteúdo. O aparelho em si tem desempenho muito bom, mas a Microsoft ainda tem que melhorar bastante o cliente para que tudo funcione mais “redondo”. Claro que muitas outras coisas eu não comentei, como durabilidade da bateria (não testei por muito tempo), mas o principal é isso mesmo. (E sim, o Zune voltou pra loja). Atualmente a Microsoft está melhorando tanto o firmware quanto o cliente, porém eu ainda acho que o iPod desempenha melhor em quase todos os aspectos.

PS: as fotos ficaram em Chicago, portanto não postei nada. Mas há uma galeria  no Gizmodo. Além disto, há o review no mesmo site, além do review do Engadget.

PS2: Cardoso, finalmente criei vergonha na cara e resolvi postar isto, ok ?

emArtigo Áudio Vídeo Fotografia Destaque Periféricos

Game Developers Conference: OLPC como plataforma viável para games

Por em 1 de março de 2007

Acontece no início de março, a Game Developers Conference 2007, a reunião dos maiores experts da indústria de entretenimento eletrônico, em San Francisco, nos EUA.

E o que particularmente chamou a atenção é um keynote sobre o One Laptop Per Child (OLPC) como plataforma de jogos. E isso faz todo sentido.

Com milhões de máquinas distribuídas gratuitamente, para faixas etárias específicas, é natural que a indústria se interesse em produzir ou adaptar jogos.

E não apenas isso. O Brasil terá um potencial enorme para liderar o desenvolvimento de jogos e conquistar mercados no mundo inteiro. Basta o governo e empresariado não ser míope e investir.

O Brasil possui centros de excelência em games, mas totalmente desconectados. Empresas que criam jogos para celulares, por exemplo, já possuem o expertise necessário para trabalhar com equipamentos de recursos limitados.

O Brasil terá a faca e o queijo na mão. Basta um pouco de visão empresarial para finalmente estarmos inseridos no mercado bilionário de entretenimento eletrônico e passar a exportar produtos. Quem sabe o OLPC não acabe se tornando o catalisador de um movimento maior, de liberação e abertura do mercado de tecnologia no Brasil?

Fonte: Game Developers Conference

emGames Hardware