Digital Drops Blog de Brinquedo

Skype Linux – lançada a versão 1.4 Alfa

Por em 4 de maio de 2007

Pelo visto o pessoal está apressado. Nem Beta mais esperam. Quem quiser testar, basta conferir a lista de dependências e instruções no site oficial.

 

Fonte: Digg

emAndroid e Linux

Rec6 Pisando na Bola

Por em 3 de maio de 2007

O Rec6 é o mais bem-sucedido dos 664 Diggs brasileiros, apensar de algumas atitudes esquisitas, como não manter organizados seus domínios. http://rec6.via6.com é de lascar, em termos de SEO.

Só que agora a coisa ficou séria. Os sites linkados não abrem simplesmente, mas são posicionados em um frame, dentro do site do Rec6. Esse é um comportamento típico de 1998, no clássico estilo egoísta “não quero que meus leitores vão embora”.

Desculpe, gente, mas nem todo mundo usa monitor wide de 1680×1024, espaço de tela não é infinito. Vocês, ao colocarem o site linkado dentro de seus frames estão utilizando precioso espaço de tela que, sejamos justos, não lhes pertence. Quem tem que decidir como a tela será usada no site linkado é o autor do site linkado.

Até isso ser modificado estou retirando os links para o REC6 em meus sites pessoais, e levando o assunto para ser discutido no Conselho Supremo do MeioBit.

emInternet

Yahoo! Messenger agora via web

Por em 3 de maio de 2007

Finalmente o Y! Messenger ganhou uma versão web oficial (imagem abaixo). Você
pode acessar através do endereço
http://br.messenger.yahoo.com.
Está disponível em português e é necessário ter pelo menos Flash 9 instalado
na máquina. A maioria das pessoas não pode instalar softwares nos PCs do
trabalho e procuram usar serviços de comunicação instantânea baseados em web.
O Meebo é o mais famoso e integra
várias plataformas.

O
post do blog do Yahoo!
informando o Y! Messenger propagandeia as
vantagens: você não depende mais deste ou aquele computador para usar o
serviço, nada de download de softwares, nada de problemas com as restrições do
departamento de TI da sua empresa… entre várias outras. O problema agora é
saber se alguém aqui no Brasil usa esse mensageiro instantâneo…

[via Yodel
Anedoctal
, o blog do Yahoo!]

emInternet

Uma rádio virtual a menos?

Por em 3 de maio de 2007

Vocês se lembram da minha cruzada contra as rádios virtuais? Eu sei… eu sei… me crucificaram, detestaram minha opinião e me chamaram de herege. Mas eu continuo odiando as malditas.

Enfim…

Parece que terei menos uma com a qual me preocupar. O site Pandora emitiu um comunicado informando que começará a bloquear os IPs brasileiros, por não termos uma legislação clara sobre direitos autorais. Pelo menos, para músicas via “streaming”.

Particularmente, acho que foi o email mal-criado que mandei para eles, avisando que ia processá-los pela banda “roubada”, já que meus funcionários adoravam “sintonizá-los”…

O comunicado oficial está abaixo.

Dear Pandora listener,

Today we have some extremely disappointing news to share with you. Due to international licensing constraints, we are deeply, deeply sorry to say that we must begin proactively preventing access to Pandora’s streaming service for most countries outside of the U.S.

It is difficult to convey just how disappointing this is for us. Our vision remains to eventually make Pandora a truly global service, but for the time being, we can no longer continue as we have been. As a small company, the best chance we have of realizing our dream of Pandora all around the world is to grow as the licensing landscape allows.

We show your IP address is ‘201.58.178.36’, which indicates you are listening from Brazil. If you believe you are seeing this by mistake, we offer our sincere apologies and ask that you please reply to this email.

Delivery of Pandora is based on proper licensing from the people who created the music – we have always believed in honoring the guidelines as determined by legislators and regulators, artists and songwriters, and the labels and publishers they work with. In the U.S. there is a federal statute that provides this license for all the music streamed on Pandora. Unfortunately, there is no equivalent license outside the U.S. and there is no global licensing organization to enable us to legitimately offer Pandora around the world. Other than in the U.K., we have not yet been able to make significant progress in our efforts to obtain a sufficient number of international licenses at terms that would enable us to run a viable business. The volume of listening on Pandora makes it a very expensive service to run. Streaming costs are very high, and since our inception, we have been making publishing and performance royalty payments for every song we play.

Until now, we have not been able to tell where a listener is based, relying only on zip code information provided upon registration. We are now able to recognize a listener’s country of origin based on the IP address from which they are accessing the service. Consequently, on May 3rd, we will begin blocking access to Pandora to listeners from your country. We are very sad to have to do this, but there is no other alternative.

We will be posting updates on our blog regarding our ongoing effort to launch in other countries, so please stay in touch. We will keep a record of your existing stations and bookmarked artists and songs, so that when we are able to launch in your country, they will be waiting for you. We deeply share your sense of disappointment and greatly appreciate your understanding.
tim_signature.jpg
-Tim Westergren
(Pandora founder)

Falando sério, agora: é realmente uma pena. A idéia de identificar músicas ao gosto do ouvinto é mesmo fantástica. Será que uma petição on-line resolveria?

emInternet

Resident Evil portátil

Por em 3 de maio de 2007

Recentemente falei aqui no MeioBit como deveria ter sido o Resident Evil 4 e agora apresento dois videos que mostram como estava indo a adaptação de Resident Evil para o Game Boy Color e Resident Evil 2 para Game Boy Advance.

No video podemos perceber que a versão para GBC estava ficando sofrível, enquanto que a de GBA era simplesmente impressionante. De qualquer forma, mesmo com o lançamento do promissor Silent Hill Origins para PSP, continuo achando que os portáteis nãos são as melhores plataformas para este estilo de jogo pois o clima necessário para se aproveitar melhor o game acaba se perdendo.


[via GoNintendo]

emGames

09 F9 11 02 9D 74 E3 5B D8 41 56 C5 63 56 88 C0 é O Número da Besta?

Por em 3 de maio de 2007

Os sites de busca estão fervilhando, a Internet está com seus canos cheios de mensagens e sites divulgando essa singela seqüência numérica, mais famosa do que o código de lançamento dos mísseis em Wargames (CPE1704TKS).

Uma enorme vacilada da indústria conseguiu popularizar essa seqüência, usada para acessar o conteúdo encriptado de um HD-DVD. Sim, aquela encriptação que era super-segura, ninguém quebraria, bla bla bla. Um hacker do site Doom9 mostrou que estavam errados.

Em resumo, ao invés de passar o código direto para o processador, uma implementação porca do algoritmo em um popular programa de DVDs mantinha em memória os valores. Sem usar debuggers complexos, sem fazer engenharia reversa, apenas observando as mudanças no espaço alocado pelo programa, o Hacker conseguiu a seqüência.

Agora o caminho está aberto para que qualquer programa (pelo menos por um tempo) possa decodificar DVDs em alta definição, gerando nossas preciosas cópias de backup.

Só que a indústria não gostou, e saiu atrás, com ordens de restrição inclusive para sites honestos, como um blog de um curso ministrado por Cory Doctorow, colunista do BoingBoing.net. Curiosamente os tais números já estavam disponíveis na Net pelo menos desde 13 de Fevereiro, e no blog da Wired, nada menos.

Com a ordem para remover os números, a coisa se espalhou. Vários posts no Digg falando do assunto foram removidos pela direção do site, o que gerou uma ENORME onda de protestos entre os usuários, que se sentiram censurados. Depois de muita briga, desistiram, liberando os posts sobre o assunto. Mas não antes que TODOS os posts da primeira página trouxessem o código.

Isso prejudicou muito a imagem do Digg, sites como o Slashdot estão lotados de comentários venenosos, visto que o Digg sequer foi ameaçado judicialmente, removeram os números por medo mesmo.

Os advogados da Indústria vão ficar ricos, pois terão que processar o planeta inteiro. Já há até domínios com os tais números, e com certeza todos os desenvolvedores de programas de ripping de DVDs já os tem em mãos.

O que ganham com isso? Antipatia de todo mundo que tem um site ou blog, e mais nada. Quem compra DVDs vai continuar comprando, pois queremos qualidade máxima, toneladas de extras e, sim, a sensação de estar recompensando quem ralou para fazer um produto que gostamos.

Quem se contenta com cópias em VCD com legendas em portunhol vai continuar fora do fluxo de vendas, então contabilizar quem jamais compraria um DVD como perda para a pirataria é como contabilizar todo mundo que baixou fotos da Luciana Vendramini como uma venda perdida para a Playboy, gerando assim uma audiência potencial de um bilhão de leitores.

emIndústria

Fim de Feira

Por em 3 de maio de 2007

Antes da Internet, quando vivíamos nas trevas, a única fonte de informação para os simpatizantes de tecnologia era a imprensa “de verdade”, que contava com algumas publicações de nicho, como a Info (não confundir com info-exame) e a Micro-Sistemas, lançamentos eram raros e limitados, quase nada chegava ao Brasil (viva a Reserva de Mercado!). A única ocasião onde podíamos conhecer, ver e tocar tecnologia de ponta eram as Feiras de Informática.

A FENASOFT, e depois a COMDEX faziam a alegria dos nerds. Quando era no Rio eu juntava dinheiro da mesada para pagar a entrada, quando não conseguia convite com o pai de algum amigo. Nessas feiras era possível ver coisas incríveis, como um MSX ligado a um sintetizador em um show de Rock, um Mac512 da Unitron – clone do Macintosh- e a Luiza Brunet.

Feiras de informática eram importantes o bastante para isso, hoje seria o equivalente a colocar a Gisele Bundchen no stand da Leadership. Movimentava-se muito dinheiro, paises como os EUA, que sequer podiam fazer negócios no Brasil por causa da Reserva montavam stands enormes, no melhor estilo “não esqueçam de nós”. A USP montou uma estação gráfica com um monitor de… sei lá, 500 polegadas, em minha memória era enorme.

Hoje, se me perguntarem, sequer sei o dia de uma feira dessas. Das que sobraram.

Com a popularização da Internet, TV por assinatura, BBSs, a sede de informação dos visitantes foi sendo saciada por outras fontes. Não havia mais nada supercool esperando a gente nas feiras, pela primeira vez o visitante sabia mais sobre o que estava sendo lançado do que o recepcionista do stand. E esse fenômeno é mundial. A COMDEX deixou de ser realizada nos EUA em 2004.

Tentando sobreviver a FENASOFT virou uma feira de varejo. Em uma das últimas que fui não só havia uma penca de lojas (completas) como os preços sequer estavam convidativos. A COMDEX, que era uma feira de indústria, terminou seus dias vendendo quinquilharias também.

É uma pena que a área de TI seja uma amante tão cruel. Outras áreas dispõem do mesmo tipo de acesso a informação, mas continuam com suas feiras e eventos setoriais. Nós somos tão ávidos por novidades que uma feira tendo um iPhone em exposição não atrairia ninguém, pois apesar de nem ter sido lançado, já é “notícia velha”.

Agradecimentos ao Junior pela excelente sugestão de pauta.

emArtigo