Digital Drops Blog de Brinquedo

Eonde: filmes para download legalizados (e caros)

Por em 27 de junho de 2007

Está acontecendo agora em São Paulo o lançamento da Eonde (Entertainment On-Demand), portal que oferece compra ou locação de filmes, seriados e jogos. A iniciativa é pioneira no Brasil, possibilitando a compra via download de filmes de forma legalizada. Por enquanto apenas conteúdo da Warner está disponível. No lançamento somente o cartão Amex é aceito. Mais para frente outras bandeiras poderão ser usadas para pagamento.

Caso você compre um conteúdo, baixe no seu HD e o mesmo vá para o espaço, a Eonde permite que se refaça o download. A navegação no portal é similar a um DVD, com algumas informações interessantes a mais. Até o final do ano esperam ter cerca de 200 filmes e também fechar acordos com outros estúdios.

O problema são os preços. Ao contrário da iTunes na qual um filme custa mais barato que sua versão em mídia física, os preços praticados pela Eonde são bastante similares aos do DVD. Lançamentos custam entre R$ 39,90 e R$ 44,90. Catálogos ficam na faixa dos 25 reais. Por enquanto não haverá locação, mas o preço também será similar ao que encontramos nas videolocadoras. A Marisa Ematoma, que está aqui comigo fazendo live blogging, fez uma pergunta pertinente sobre esse preço. A resposta foi confusa… Será que alguém vai pagar 40 reais por um filme feito só de bits?

O conteúdo usa DRM da Microsoft. A política não está totalmente definida, mas pelo que foi dito é permitida a gravação de um backup em DVD mas que só pode rodar na mesma máquina em que o filme foi baixado. Ou seja, uma cópia de segurança.

Um aparelho chamado X-Cube, um cubo de cerca de 20 cm de lado, permite ligar na TV ou projetor para ver os vídeos comprados. Roda Media Center em um Vista Home Premium, Intel Core 2 Duo (Santa Rosa), 1GB Ram e 250 GB HD. Tudo isso por 3 mil reais.

emIndústria

Alone in the Dark vindo para o PS2

Por em 27 de junho de 2007

Por essa ninguém esperava. A quinta edição do clássico Alone in the Dark irá ser lançada também para o incansável PS2. Segundo Lionel Fumery, designer responsável pelo jogo, a versão para o antigo console da Sony terá a mesma estrutura que o jogo para o Xbox 360 e PS3 e a revista Official PlayStation 2 Magazine afirmou que até o visual do jogo está parecido com os dos consoles da nova geração.

O jogo se passa em uma versão sombria do Central Park em Nova York e no PS2 eles tiveram que diminuir o local, além da inteligência artificial dos inimigos e os efeitos de física. É claro também, que ninguém é bobo de acreditar que o PS2 conseguirá recriar os visuais impressionantes já mostrados até aqui para o X360, por exemplo, mas de qualquer forma é uma boa notícia para os donos de um PS2 e que gostam de um bom jogo de terror.

E o aparelho da Sony mostra mais uma vez que ainda tem muita lenha pra queimar.

Ps: As fotos abaixo são da versão para o X360.

[via Games Radar]

emGames

Novo layout do Meio Bit

Por em 27 de junho de 2007

Calma, você não está no site errado. Acaba de entrar no ar o novo layout do
Meio Bit. Ficou mais limpo, o conteúdo fica em destaque no centro da tela, a
distribuição dos blocos laterais está melhor, etc… Esse layout esteve em
testes internos exaustivos nos últimos dias. Testamos em várias combinações de
sistemas: Windows (Firefox, IE, Opera, Netscape e Safari), Linux Ubuntu e
Kubuntu (Firefox, Konqueror) e Mac (Opera, Firefox). Claro, não cobrimos todas
as possibilidades existentes, mas provavelmente você usa uma dessas
combinações.

Uma certeza existe: há bugs que não percebemos. Já que a única forma de
descobri-los é colocar a cara a bater se você, nosso leitor, encontrar alguma
coisa funcionando de forma estranha, deixe seu comentário que tentaremos
corrigir o mais rápido possível. De repente pode ser uma feature, um capricho
nosso, e não um bug, :-)!

O Walmar Andrade do fator W é
o designer do novo layout do Meio Bit. A ele nossos agradecimentos. Idéias que
foram dadas pelos leitores
em
seus blogs
ajudaram bastante tanto o Walmar quanto nós na definição dos
requisitos do layout. O resultado é esse que você desfruta a partir de hoje.
Aprecie sem moderação.

emDestaque

Originalidade impressionante

Por em 26 de junho de 2007

Uma pequena empresa da Nova Zelândia chamada Orbitcoms corre o risco de ser processada pela Apple. Motivo: colocaram o nome de um software que trabalha com o sistema de CRM da Microsoft (Customer Relationship Management – Gestão de Relacionamentos com o Cliente) de iPop.

Nas palavras Tony Shi, CEO da empresa, eles não vão confrontar a Apple por motivos “obviamente financeiros”, pois o prejuízo poderia chegar a quase 40 mil dólares e não vale a briga. Então decidiram optar por outra solução que, no caso, seria arranjar outro nome pro produto.

Tantos nomes possíveis para um software desse tipo, e o departamento de marketing (ou seja lá quem for o responsável por arranjar nomes para as crias da empresa) arrisca perder algumas centenas de dólares por preguiça de pensar.

Fonte: Computerworld.

emIndústria

Ubuntu x Kubuntu

Por em 26 de junho de 2007
kubuntu e ubuntu

Usuário do Ubuntu desde que me lembro da existência dele e do Gnome desde o Debian, nunca me dei muito bem com o KDE, portanto nunca dei muita bola para o Kubuntu.

Há alguns dias resolvi instalar o k3b para gravar algumas ISOs (imagens de CD) e fiquei surpreso ao ver que teria que baixar quase 90Mb para um único aplicativo.

Na verdade, eu estava baixando toda a base do KDE junto para que o k3b funcionasse.

Resolvi, então baixar uma cópia do Kubuntu para poder fazer um comparativo entre os dois sistemas.

A máquina usada no comparativo foi um Notebook Acer com processador Semprom 3100+, 512 Mb de RAM, HD de 40Gb, placa de vídeo compartilhada e Wi-fi da Broadcom.

Separei 2 Gb para o swap (exagero) e dividi o restante do HD em duas partes para ficar com ambientes idênticos.

Premissas:

Ao fazer o comparativos, segui algumas premissas, para que o comparativo não ficasse sem sentido, entre elas:

  • Foco no usuário doméstico e corporativo, não especialista.
  • Nenhuma otimização dos ambientes, usar da maneira que foi instalado.
  • Instalar apenas drivers que não fosse encontrados pela instalação e usando a maneira mais simples possível.
  • Instalar somente programas para testar o sistema de instalação, para as atividades corriqueiras, usar os programs que já se encontrem na instalação básica.
  • Usar o sistema em atividades corriqueiras, como acessar o e-mail, a internet, usar o MSN e redigir textos.

Instalação:

A instalação, ocorreu sem problemas nos dois sistemas, com todo o hardware sendo reconhecido e com o sistema pronto para uso em menos de uma hora.

O único ponto que seria complicado para um usuário doméstico foi a placa Wireless da Broadcom, que mesmo reconhecida, não funciona sem a instalação do firmware.

Mesmo existindo duas opções de firmware para esta placa.

No Ubuntu a instalação do firmware foi um pouco mais simples e pode ser feita sem utilizar o shell, já no Kubuntu, não consegui escapar do Shell.

Mesmo já sabendo fazer, fui procurar tutoriais na internet sobre o assunto e não achei um visual, todos partiam direto para o shell (linha de comando), portanto essa seria a saída para o usuário leigo.

Considerando isso, a instalação fica empatada.

Ubuntu 1 x Kubuntu 1

Desempenho:

Contrariando todas as minhas expectativas, o KDE é mais leve que o GNome.

O consumo de memória, pelo sistema base, é menor em torno de 15 a 20 Mb a menos.

Nenhuma maravilha, mas o KDE parece mais “esperto”, apesar dos números próximos, a sensação é de ter uma máquina mais rápida com o KDE.

Ubuntu 1 x Kubuntu 2

Gerenciamento de hardware:

Eu tinha certeza que não haveria nenhuma diferença nessa área, mas isso não é verdade.

Na duração da bateria, o KDE ganha uns 5 minutos, provavelmente pelo menor consumo de memória, que diminui a necessidade de uso do swap, com menos acesso a disco, a bateria ganha uma sobrevida, é pequeno, mas esses 5 minutos já me fizeram muita falta.

Quando rodando com o notebook conectado à tomada, o gerenciador do KDE fica mostrando, o tempo todo que a mesma foi removida e que ele está passando para a bateria, até poderia ser um problema no meu notebook, mas no Ubuntu isso não aconteceu.

Conexão de rede, o gerenciador de redes do Ubuntu é muito mais esperto do que o do Kubuntu, reconhecendo, conectando e desconectanto automaticamente as redes com e sem fio.

O gerenciador do Kubuntu se perdeu várias vezes, porém, uma vez conectado na rede wireless, apresenta um desempenho ligeiramente melhor, na conexão com fio a desempenho é o mesmo para os dois.

Para um usuário geek, que poderia estabilizar o gerenciador de conexões, fazendo scripts para as trocas manuais e abandonar o gerenciador do KDE, o Kubuntu ganharia essa comparação, mas como o foco é o usuário leigo, ponto para o Ubuntu.

Ubuntu 2 x Kubuntu 2

Interface com o usuário:

A interface com o usuário é muito mais intuitiva e simples no GNome do que no KDE.

A semelhança com o Windows, opções em seqüência não muito lógica e pequenos detalhes que complicam atividades simples, fazem com que o KDE seja muito mais complicado do que deveria ser, para o usuário leigo.

Não estou falando de coisas mirabolantes, mais bem simples, mesmo, como lembrar a senha que o usuário acabou de digitar, deixar o programa de e-mail na cara do usuário, ao invés de escondido no Kontact etc…

Nessa área o Ubuntu com o GNome dá um banho, sendo mais intuitivo que o Windows, em várias atividades.

Quando não existe nenhuma incompatibilidade de hardware, a máxima de simplesmente funcionar é uma verdade no Ubuntu, as coisas simplesmente funcionam como deveriam.

Ubuntu 3 x Kubuntu 2

Instalação de aplicativos

O sistema do Ubuntu de instalação é muito melhor resolvido do que o do Kubuntu.

É possível instalar qualquer programa disponível nos repositórios (mais de 18.000 pacotes) sempre usando a interface gráfica.

Nem para para acessar repositórios obscuros é necessário usar o shell, o instalador e o synaptics dão conta do recado com maestria.

Já no Kubuntu, se você precisar de algo que não esteja no instalador, terá que recorrer a linha de comando.

Ubuntu 4 x Kubuntu 2

Aplicativos base

A instalação base dos dois sistemas traz uma gama de aplicativos capaz de satisfazer qualquer usuário doméstico ou corporativo, porém no trio base web, e-mail e mensagem instantânea, o Ubuntu leva vantagem.

Trazendo Firefox, Evolution e Gaim, proporciona uma experiência melhor para o usuário leigo do que o Konqueror, KMail e Kopete.

Independente das qualidade de cada aplicativo, o trio usado pelo Ubuntu tem um foco maior no usuário leigo com interfaces mais simples e intuitivas.

Na área de escritório, os dois trazem o OpenOffice, que suprirá todas as necessidades de um usuário doméstico e a maioria das necessidades de um usuário corporativo.

Ubuntu 5 x Kubuntu 2

Aplicativos

Saindo dos aplicativos básicos o Kubuntu leva uma vantagem enorme em relação ao Ubuntu.

Amarok, K3b, Quanta e companhia, competem de igual para igual com seus similares comerciais.

O que falta na parte de desenvolvimento do ambiente, sobra no desenvolvimento de aplicativos.

Você vai encontrar aplicativos para fazer quase tudo no Kubuntu e com usabilidade e recursos, em geral, muito superiores aos equivalentes no Ubuntu.

Ubuntu 5 x Kubuntu 3

Documentação

Para um usuário leigo a documentação é fundamental, se não for, deveria ser o primeiro lugar para tentar tirar as dúvidas e nesse ponto, o Ubuntu dá um verdadeiro show.

A página de documentação oficial do Kubuntu ainda está na versão 6.10 e o link para a versão 7.04 (atual), aponta para a documentação oficial do Ubuntu.

Para um usuário avançado, nenhum problemas, mas para os iniciantes fica muito confuso ver o exemplo com para o GNome e tentar aplicar no KDE.

Ubuntu 6 x Kubuntu 3

Aparência

Apesar de aparência ser um quesito subjetivo e gosto não se discutir, a aparência do Kubuntu é muito superior a aparência do Ubuntu.

Como algumas customizações, os dois podem ficar com um visual impressionante, mas considerando a aparência “de fábrica”, o Kubuntu tem mais chance de não assustar o usuário que vê o sistema pela primeira vez.

Ao contrário do que o marrom estranho do Ubuntu.

A primeira impressão conta e muito na hora que o usuário está comprando um computador com o sistema já instalado, por exemplo.

Ubuntu 6 x Kubuntu 4

Conclusão

Vendo o placar final de 6 x 4 para o Ubuntu, podemos notar que o Ubuntu se encontra muito mais preparado para o usuário leigo ou o usuário corporativo, que usam o computador como uma ferramenta e não querem se preocupar com o funcionamento do sistema.

O Kubuntu amadureceu muito em relação às primeiras versões, porém o Ubuntu foi mais rápido na hora de cuidar de detalhes que fazem a diferença.

Em parte, isso é explicado pela diferença de filosofia dos ambientes, onde o Gnome preza mais pela facilidade de uso e o KDE pela quantidade de recursos.

Outra parte da explicação é a atenção maior dada pela Canonical ao Ubuntu do que ao Kubuntu.

Em outras distribuições, o KDE se encontra mais resolvido do que no Kubuntu (como no caso do SuSe, por exemplo).

As apostas do KDE ficam com a versão 4, que promete uma revolução no ambiente desktop, mas enquanto ela não está disponível, a vitória fica com o Ubuntu usando o GNome.

emAndroid e Linux

Aprenda Microsoft

Por em 26 de junho de 2007

O que meia dúzia de consoles vendidos não faz, não é mesmo? Já que está com um pouco de dinheiro nos cofres, a Nintendo contratou a atriz Nicole Kidman para divulgar seu jogo Brain Training 2 e consecutivamente, o Nintendo DS.

Tá certo, a propaganda não tem nada de espetacular, mas com uma beleza garota propaganda dessas já tô pensando em comprar uns 5 ou 6 DS só pra ajudar a BigN.

Pelo menos este comercial nós conseguimos entender.

emGames

Hyperterminal fora do Vista

Por em 26 de junho de 2007

Aconteceu. Mais cedo ou mais tarde, tudo fica obsoleto e com o Hyperterminal não foi diferente. A Microsoft decidiu não incluí-lo no Vista. Num mundo “wireless”, com protocolos rápidos e inteligentes, onde todo micro tem Bluetooth, quem precisa da velha conexão serial?

Resposta: muita gente! Eu mesmo! Afinal, ainda uso a boa e confiável HP48G, com seu processador de 4 bits

Para os saudosistas ( ou desesperados ), o programa pode ser livremente copiado do site do fabricante.

Longa vida à interface RS232C!

emHardware Indústria Miscelâneas