Digital Drops Blog de Brinquedo

Google compra DoubleClick por US$ 3.1 Bilhões

Por em 14 de abril de 2007

Pelo valor de dois YouTubes o Google comprou a DoubleClick, empresa de
anúncios na web. A disputa estava acirrada e fontes indicam que a Microsoft
também tinha interesse na aquisição. Para o Google, ganhar o leilão fortalece sua
posição, já dominante, no mundo da publicidade on-line.

O negócio da DoubleClick é diferente do Google. Enquanto a gigante das
buscas vende anúncios contextuais de texto através de leilões de palavras on-line, a
DoubleClick mantém relacionamento mais próximo com anunciantes e publicadores.
O formato dos anúncios é diferente e talvez esteja aí o interesse do
Google. A gigante de Montain View tem expandido seus horizontes no mercado
publicitário. Testes de anúncios em rádio, TV e outdoor já foram relatados.

A compra pode parecer não fazer sentido já que a receita anual da DoubleClick
é de aproximadamente 300 milhões de dólares. Mas o Google sabe como
transformar suas propriedades em dinheiro. Não é à toa que tem gente chamando
o
Google
de máquina de fazer dinheiro
.

[Via
New
York Times
]

emGoogle

Samsung vai lançar combo HD-DVD e Blu-Ray

Por em 13 de abril de 2007

Depois de muito pensar a Samsung finalmente resolveu que vai lançar um player
compatível com os dois formatos de alta definição. Será chamado de Duo HD e estará disponível para venda nas festas de final de ano.

Este player, ao contrário do
concorrente da LG, terá suporte completo tanto ao HD-DVD quanto ao Blu-Ray. No player da LG o suporte é completo apenas para Blu-Ray, como toda a
interatividade que o formato proporciona. Para HD-DVD só possui função simples de
reprodução dos filmes.

As vendas dos formatos de alta definição ainda não decolaram. Para se ter uma
idéia, na lista dos 10 mais vendidos (EUA) de um período de uma semana do mês de Março,
3 títulos de HD-DVD não tiveram nem mil unidades vendidas.

Consumidores estão esperando para ver qual dos formatos vencerá a guerra. O
problema é que esta espera tem feito as vendas de cada lado andarem a passos
de tartaruga. Enquanto isso o
Joost
faz acordos com emissoras de TV
e não duvido nada saírem acordos diretamente com estúdios de cinema em um futuro próximo.

[via
ArsTechnica
e
RegHardware
]

emIndústria

Plágio? Imagina…

Por em 13 de abril de 2007

Parece que lá pelas bandas da Konami nada se cria, tudo se copia. O blog Shamoonzal fez um texto mostrando as semelhanças entre vários personagens criados pela empresa e personagens de filmes de Hoolywood. É realmente impressionante a semelhança em alguns casos. Até o gênio Hideo Kojima “inspirou-se” no cinema americano para criar alguns de seus clássicos.

- Veja outras comparações!

emGames Miscelâneas

Games como forma de cultura

Por em 13 de abril de 2007

Muito se fala sobre o quanto os games podem influenciar as pessoas a cometerem atos violentos, porém de um tempo para cá tenho pensado no outro lado da moeda. Não seriam os videogames uma boa forma de levar mais cultura às pessoas?

 É fácil perceber que os jogos eletrônico é um bom meio de divulgação de informações. Há muitos anos eles já vêm sendo usados como forma de ensino em pré-escolas, o que indubitávelmente facilita o aprendizado das crianças. Podemos ver também várias pessoas se interessando por história grega após jogar o violento God of War e conheço vários jogadores que se interessaram por uma segunda ou terceira lingua apenas para aproveitarem melhor seus jogos.

Os videogames acabaram levando várias pessoas a se interessarem por artes, a gostarem de músicas e até obter o hábito de ler e esses são alguns detalhes que os críticos acabam esquecendo na hora de atacar um determinado game só porque um desequilibrado entrou em um shopping atirando para todos os lados.

Me lembro de alguns jogos do começo da década de 90, como Carmen Sandiego e Mario is Missing onde os jogadores deveriam responder perguntas sobre geografia e história afim de avançar no game. Isso só para citar um exemplo. Imaginem o leque de possibilidades existentes para se oferecer aos jogadores.

Acredito que a exploração desta vertente pela indústria/governo/universidades ainda é muito pequena. As universidades poderiam propor aos estudantes da área que desenvolvessem seus projetos visando levar mais conhecimento aos jogadores, criando jogos mais educativos. O governo ao realizar concursos deveria colocar como regra que os games pudessem ser usados em escolas, tendo como tema jogos que poderiam ser usados na alfabetização, por exemplo.

Sempre acreditei que um povo com cultura está mais preparado para enfrentar os problemas do mundo. Uma pessoa com um pouco de conhecimento não vai parar de estudar, vai querer um emprego melhor para poder levar mais conforto à sua família e os jogos poderiam ser um bom veículo para se levar isso ao povo, assim como o cinema e os livros. É claro que não penso que videogames irão sustituir um bom filme ou um clássico da literatura, pelo contrário, acho que os jogos poderiam conviver sem problemas com outras formas de comunicação.

Ao invés de ficarmos discutindo se os games incitam a violência ou não, deveríamos pensar em formas de usá-los a nosso favor. Seja criando jogos que exercitam o cérebro, seja ensinando as pessoas adiquirirem mais conhecimento. Melhor do que tirar um videogame de uma criança é ensinar ela a usá-los de forma mais sadia.

emGames

Em que mundo essa gente vive?

Por em 13 de abril de 2007

Recebemos um release em nosso formulário de contatos. De uma empresa legítima, anunciando um serviço legítimo.

O problema é que o contato é feito via uma sala de chat proprietária e, bem… vejam o drama:

acesse: [url omitida]

Clique em “SALA DE CONFERENCIA”, leia com atenção e clique no link
indicado para baixar o arquivo “Conferencia.exe”, instale e execute-o.
Digite o Nome de quem lhe convidou (C-[nome omitido]-Teu_Nome) e a senha: 123123 de ok.

Estamos vivendo uma época em que segurança é a palavra-chave, temos toneladas de estelionatários e picaretas tentando tirar nosso dinheiro invadindo nossos computadores, temos toda uma estrutura de serviços online, com a migração de todas as atividades “light” como email, documentos e agendas para a Internet, e fazem o caminho contrário?

Desculpe, gente, mas eu não aceito executáveis por email nem da Mariana Ximenes fazendo biquinho. E não sou só eu. Ao agirem assim vocês estão restringindo sua divulgação a usuários sem semancol ou neurônios, pois todo mundo que pensa não aceitaria seu método de contato.

Fora que vocês estão restringindo seus clientes a usuários windows. Imagine se vocês recebem um “desculpe, não pude ver sua apresentação, contratei seu concorrente. Assinado: Steve Jobs”? 

Fica aqui a dica: Se querem ser respeitados na Internet, não ajam de forma idêntica à pior raça de estelionatários.

emSegurança

TAM vai oferecer vôos no Second Life

Por em 13 de abril de 2007

A grande perda de tempo O revolucionário Mundo Virtual Second Life está atraindo empresas de uma forma completamente desproporcional, mas os departamentos de marketing adoram. A grande imprensa finalmente achou algo relacionado com Internet que podem mais ou menos entender. Melhor ainda, há imagens bem próximas da visão idealizada de Hollywood do que seria a Internet. Perfeito para encher lingüiça nos programas vespertinos.

Quem ganha são os estúdios que surgiram para atender essas demandas, por mais ridículas que sejam. De Embaixadas no Second Life, chegamos ao ponto da TAM criar uma estrutura no Second Life oferecendo vôos para Milão, Paris, Nova York e Inglaterra (no caso, ilhas no Second Life com esses nomes).

OK. Tudo bem. Vamos dizer que é legal, que o Second Life é divertido, tem um propósito, etc. Mas será que algum santo pode me explicar qual a lógica de pegar um vôo virtual em um ambiente virtual onde todo mundo pode voar ou mesmo se teleportar?

Aliás, quanto tempo até um engraçadinho montar um World Trade Center virtual, e somar 1+1?

Fonte: CNN Money – obrigado, Bia.

emInternet

Google Maps em 3D

Por em 13 de abril de 2007

Novidades no Google Maps não faltam. Recentemente implementaram a possibilidade de mapas personalizados. Agora os prédios de algumas cidades ganham volume quase 3D. Não é 3D completo pois não é possível rotacionar a imagem como no Google Earth. Alguns blogs estão chamando de 2.5D. No exemplo abaixo, o Empire State Building em Nova York.

Interessante que o Maps está ganhando várias funcionalidades antes disponíveis só no seu irmão desktop Google Earth. Lá os prédios de várias cidades podem ser vistos em 3D, com rotação e tudo. A versão on-line está ficando mais completa ou seja, segue a filosofia da
gigante de Montain View de portar tudo para a web. Qual será a próxima novidade?

[via Googlified e Google Discovery]

emGoogle