Digital Drops Blog de Brinquedo

Battlefield 2142

Por em 21 de março de 2006

Uma das séries mais bem-sucedidas no campo dos multiplayers de combate, Battelfield 1942, passou por várias encarnações. A última, Battlefield2, é excelente em termos de imersão, mesmo se baseando em conflitos hipotéticos.

Agora surgiu um vídeo de demonstração da nova versão. Battlefield 2142. A história? Uma nova Era do Gelo (sem o Scrat) joga o mundo em uma recessão, guerra civil, etc. Duas frentes combatem entre si, com direito a hovercrafts, jatocópteros tirados de Aliens e Exterminador 2, e Mechas.

O medo é que uma honorável série tenha sido reduzida a mais um joguinho de robôs, sem nenhum apelo além de ter coisas explodindo coisas. Seria um triste fim para a franquia. O fio de esperança vem de um detalhe; em uma das cenas do trailer, um soldado passa, usando uma camuflagem no melhor estilo Predador. ISSO ficou muito legal, deu vontade de jogar.

Veja o trailer, via link abaixo:

emGames

TV Digital brasileira terá uma mescla de padrões

Por em 21 de março de 2006

O nosso ministro das Comunicações, Hélio Costa, disse que o Brasil não vai adotar um único padrão de TV digital. Segundo o ele, a tecnologia nacional vai articular ferramentas de modelos já existentes. :s

Ele disse que não adotarão o padrão americano ou o europeu ou o japonês por inteiro, mas ferramentas dos três padrões, esclarecendo que algumas delas são comuns.

No entanto, a decisão final sobre a definição do padrão está nas mãos do nosso presidente Lula, sem prazo para optar. :-sS

Hélio, disse ainda, que somente os paulistas poderão assistir à Copa do Mundo deste ano utilizando a tecnologia de TV digital em caráter experimental. E que em julho serão instaladas 10 mil caixas de recepção em algumas regiões de São Paulo e a partir de setembro o país já deve ter condições de operar a tecnologia comercialmente. Bem vago, não?

Fonte:
Agência Brasil

emÁudio Vídeo Fotografia

Sun Grid – Supercomputador sob demanda

Por em 21 de março de 2006

Querendo usar um supercomputador, mas sem alguns milhões para gastar.
A Sun Microsystems, Inc. pretende lhe atender em breve com esse novo projeto chamado inicialmente de Sun Grid.

Mais um produto que segue a filosofia da Sun de que ”o computador é a rede”.
Provando isso: Vejam o endereço escolhido para hospedar o serviço Sun Grid – http://www.network.com/

Você poderá acessar esse serviço com seu navegador, pagando com seu cartão de crédito, por exemplo, somente o que utilizar. Algo como “processe & pague“. rs

No começo – EUA inicialmente, e depois resto do mundo – o supercomputador sob demanda vai operar com menos de cinco mil sockets de CPU, tanto Opteron quanto UltraSPARC. Essa capacidade será expandida conforme a demanda. É claro.

Será que isso pega? :s

emIndústria Internet

Motivos para o sucesso do PS3

Por em 21 de março de 2006

Bom, como defensor do PS2 (não, não odeio outras plataformas, o videogame que mais gostei até hoje foi o Super NES, mas naquela época eu era um pré-adolescente viciado em videogames e jogava bem mais, fica difícil comparar objetivamente se gosto mais do PS2 ou do SNES), sinto-me obrigado a colocar minha visão sobre porque acho que o PS3 provavelmente será um sucesso (o ponto de Sony ou não patrocinar a gente já foi discutido o suficiente aqui, pelo amor de Deus… Uma gigante como a Sony, que nem suporta o Playstation, desde o 1, no Brasil, vai lá assediar um blog brasileiro?)

Ok, lá vão…1) Lançamento não quer dizer nada. Qual o único console, considerando a partir do PS1, que teve um lançamento com muitos jogos bons? Não foi o Xbox 360. Nem o PS1, nem o Xbox, esses daí tiveram um ou dois jogos bons no lançamento e um monte de jogos medianos. Foi o Dreamcast. O Dreamcast teve uma leva de jogos em seu lançamento (e a segunda, a terceira leva) que tinha uma média de notas muito acima de qualquer outro videogame até hoje. E cadê o Dreamcast hoje?

2) Lançamento do PS2 = fracasso. Claro que vendeu bem porque o povo adorou o PS1, mas alguns meses depois (três, se não me engano), a Sony fez uma reunião com mais ou menos 100 usuários e apenas UM levantou a mão quando perguntaram se alguém estava usando o PS2 para jogar. Os outros estavam usando para ver DVDs (DVD player eram caros na época, como um player Blu-Ray é bem caro também).

3) Processadores não fazem tanta diferença no mundo dos consoles, ao contrário do mundo PC – o Gamecube e o Xbox ambos são (bem) mais poderosos que o PS2, e isso nunca atrapalhou as vendas deste último. Alguem leu um (ou todos) os reviews de Resident Evil 4, um dos jogos commaiores notas da história dos videogames? Lançado no Gamecube e meses depois no PS2 com conteúdo adicional (estou falando de um jogo a mais com uma nova personagem que dura 6 horas, além das 30 necessárias ao jogo original com o Leon), além de novos uniformes, armas, coisas que alteram a jogabilidade bastante (basta jogar com o traje alternativo da personagem que você tem que resgatar no jogo, a Ashley, para ver que muda muita coisa) – e os gráficos ficaram praticamente iguais – o que mais mudou, segundo os reviews mais detalhistas, é o ‘brilho do cabelo do Leon’. Sinceramente, não?

4) Fanbase – não sou fanboy e se lançassem um videogame que me agradasse mais que o PS2, eu não hestaria em trocar, mas o PS1 e PS2 juntos criaram uma legião de fanboys que a Microsoft não conseguiu com o Xbox.

5) Jogos ‘americanizados’ – ao contrário da maioria das ‘coisas’ (queria ter uma palavra melhor para isso), os EUA não são o centro do mundo dos videogames. Os europeus, japoneses e nós, que crescemos jogando Nintendo, Megadrive e Super NES – alguns de nós, claro, muitos sempre preferiram os jogos de PC, não temos tanto favoritismo quanto os americanos por jogos de esporte, shooters como Doom3 e estratégia como quem joga PC e o que parece ser o foco da Microsoft. Sim, o típico jogador de console gosta também desses gêneros, mas não gosta de se restringir às categorias que o Xbox mais promove, que são praticamente as mesmas de quem gosta de jogar no PC. E todo mundo sabe que não importa qual console seja mais poderoso, se esses são seus gêneros favoritos, em 1, 2 anos o mercado de PC já vai ter hardware mais poderoso que todos os consoles juntos.

6) PS2 ainda é um bom negócio. Jogos mais premiados do ano de 2005? God of War, Shadow of The Colossus, Resident Evil 4 (que primeiro foi lançado p/ o Gamecube, mas o GC falhou em lançar jogos suficientes para fazer valer a pena comprá-lo só pelo RE4). Esporte? Winning eleven 8. RPG? Dragon quest VIII. Luta? Soul Calibur III e Tekken 5 (o único que ainda chega perto deles é o Virtua Fighter 4 Special Edition, que também é do PS2 mas é considerado muito difícil de aprender pela maioria, então é preferência mais de quem é hardcore em jogos de luta, viciado mesmo). Corrida? Gran Turismo 4, que desde o 1 sempre foi unanimidade entre simuladores de corrida, não importa qual você prefira da série. Jogos mais criativos? Guitar Hero e We Love Katamari. Melhor fotografia, direção de cenário e maiores inimigos já coocados num jogo? Shadow of The Colossus. Quer ver mais títulos que estão para ser lançado este ano para o PS2? veja aqui. Nem o Xbox 360 tem tantos. Portanto, mau negócio não é. E foi o único, o único console desde o PS1 (não lembro de quanto tempo o Super NES durou) que superou o ‘dogma’ atual dos videogames de que o ciclo de vida de um console é de cinco anos.

7) Ainda sobre o PS2: jogo mais esperado de 2006 disparado? Final Fantasy 12. Outros? Metal Gear Solid 3 Subsisence (que acabou de ser lançado e tem média de 95.9% no gamerankings.com, que leva emconta a méia de todos os principais sites de review). Um dos jogos que mais vendeu nos EUA de consoles até hoje? Kingdom Hearts (vendeu mais que os blockbusters Final Fantasy X e X-2 juntos nos EUA), estamos a 1 mês do lançamento do segundo e também é um dos mais esperados do ano (vale a pena ainda joga o primeiro de 2001. É algo fora do comum jogar um jogo estilo Zelda com o Pateta e o Pato Donald te ajudando (além do Tarzan, Pequena Sereia, Rei Leão, Alladin, o Jack do Estranho Mundo de Jack, etc etc etc) e com personagens de todos os Final Fantasy recentes tendo participação especial. Mais jogos muito esperados em 2006? Rogue Galaxy, Okami, Dirge of Cerberus, NBA Ballers Phenom. Tirando o NBA, todos são exclusivos do PS2.

8) Melhores jogos de 2005 pelos leitores americanos da gamespy:

PS2:
God of War 24%
Shadow of the Colossus 10%
Resident Evil 4 9%
Gran Turismo 4 6%
Dragon Quest VIII 5%
We Love Katamari 4%
Soul Calibur III 4%
Devil May Cry 3: Dante’s Awakening 4%
Star Wars Battlefront II 4%
Burnout Revenge 3%

Gamecube:
Resident Evil 4 54%
Fire Emblem: Path of Radiance 7% *
LEGO Star Wars: The Game 4%
Mario Party 7 3% *
Prince of Persia: The Two Thrones 2%
Tom Clancy’s Splinter Cell Chaos Theory 2%
Battalion Wars 2% *
Super Mario Strikers 2% *
X-Men Legends II: Rise of Apocalypse 1%
Star Fox: Assault 1% *

Xbox:
Half-Life 2 14% *
Jade Empire 12% *
Tom Clancy’s Splinter Cell Chaos Theory 6%
Ninja Gaiden Black 6% *
Halo 2 Multiplayer Map Pack 6% *
Grand Theft Auto: San Andreas 5%
Burnout Revenge 4%
Star Wars Battlefront II 4%
Forza Motorsport 4%
Psychonauts 3%

(os que estão com asterisco são os que não tem versão para o PS2 – prestem atenção na variedade de gêneros disponíveis, e nenhuma versão de PS2 desses jogos saíram inferiores a ponto de dizer ‘essa versão é um lixo comparada com a do outro console’. Ironicamente, a única da lista que recebeu algo assim foi o Half-Life 2 do Xbox – ‘uma porcaria comparada à versão do PC, mas um jogo bom se você não lembrar que o do PC existe – e Ninja Gaiden Black é só uma reedição do jogo de 2004 Ninja Gaiden do Xbox, o que demonstra a falta de variedade para os outros – pelo amor de Deus, Halo Multiplayer Pack como jogo favorito? Não é nada mais que mapas extras para o Multiplayer de Halo 2 do Xbox).

Link para os eleitos da própria Gamespy.

9) Desde o dia 1 de lançamento do PS2 e até hoje os desenvolvedores reclamam que é uma porcaria programar para o console comparando ao Gamecube e ao Xbox, então em minha opinião, isso não terá tanta influência no PS3. O PS2 também foi lançado por um preço absurdo, e baixou muito depois, e ate hoje é o console (não portátil, mas aí considero uma categoria bem diferente – o Gameboy Advance ainda vende mais que qualquer outro) mais vendido do mundo (até nas estatísticas dessa semana).

10) Jogos confirmados para o PS3 (links para telas dos jogos):

- Metal Gear Solid 4 (exclusivo)
- Resident Evil 5 (também para o 360)
- Devil May Cry 4 (exclusivo)
- Tekken 6 (exclusivo)
- Splinter Cell: Double Agent (tb para o 360 e PC)
- Rainbow 6: Vegas (tb para 360 e PC)
- Mais exclusivos: Fatal Frame, Final Fantasy 13 confirmados.

E obviamente você pode esperar mais sequências dos melhores jogos de plataforma de 2005 do PS2: as séries Jak, Ratchet e Sly (exclusivas da Sony), Psychonauts talvez (apesar de excelente, não vendeu quase nada, nem para o Xbox nem para o PS2, talvez não façam uma sequência), Silent Hill, Dark cloud (o 3 sai para o PS2 em agosto, é um jogo pouco conhecido mas quem jogou o 2, da mesma produtora de Dragon Quest VIII, sabe que é o jogo que mais se aproxima de Zelda no PS2 – e os gráficos, mesmo sendo de 2003, ainda impressionam muito), Shadow Hearts, qualquer coisa da Electronic Arts (que lança para tudo que é console), God of War 2 (sequência confirmada, claro, para o jogo que mais arrebatou prêmios em 2005, mesmo ainda não tendo fotos), bom, por aí vai.

11) Obviamente não podemos desprezar a Nintendo e sua criatividade, mas, com seu famoso atraso para lançar jogos (lembram que Perfect Dark Zero iria sair para o Nintendo 64, depois mudaram para o Gamecube e depois saiu para o Xbox 360 porque a Microsoft comprou a Rare, que era da Nintendo – e ainda assim o jogo recebeu notas medianas para um jogo tão esperado – 70-80%, não superando o melhor shooter de consoles até hoje, o Halo 2 do Xbox 1? Sem falar que a Nintendo não consegue nem lançar um Zelda novo para o GC, está sendo adiado cada vez mais). E, apesar de processamento e gráficos não serem tão relevantes no mundo dos consoles como no dos PCs… A Nintendo precisa tomar cuidado com o Revolution, que já foi descartado por muitos publishers top de linha pelo seu hardware apresentar gráficos levemente superiores ao do Xbox (Xbox UM, não 360, veja bem!). Minha ‘aposta’ é que o Revolution fará sucessso como o segundo console de alguém por sua criatividade e preço baixo de lançamento (provavelmente 199 dólares, segundo a Nintendo).

Bom, acho que minha opinião está colocada… Eu nunca compraria o PS3 (nem que pudesse) no lançamento, porque obviamente vai ser muito mais caro no início que a concorrência e ainda com o PS2 ainda sendo a plataforma com os melhores jogos lançados e os mais esperados e meu gosto ser mais eclético que o gosto dos jogadores de PC, que é o que o xbox 360 foca (por isso tem loja no Japão vendendo Xbox 360 pela metade do preço – até o Gamecube, o console com menos jogos disponíveis e com menos lançamentos por vir, vende mais que o 360 lá a cada semana). Eu comprei meu PS2 ano passado e já joguei tantos jogos de 2000 (Final Fantasy X, de 2000, eu acabei ano passado e quase chorei no final – alguém que acabou o jogo não gostou? Foi o único jogo cujo final foi tão comovente que causou suicídios no Japão – tudo bem que japonês já é estatisticamente suicida comparado a outros países – e foi um dos motivos da Square-Enix ter lançado o Final Fantasy X-2 com um tema mais ‘para cima’ – claro que não acho ‘legal’ essa de causar suicídios, mas fenômeno parecido não acontecia desde o lançamento do livro ‘Os Sofrimentos do Jovem Werther’ de Goethe, em 1800 e lá vai pedrada). Além disso, não tenho mania de ter a tecnologia mais nova como os jogadores hardcore de PC (principalmente os americanos, que sempre querem a melhor placa de vídeo, etc, e mesmo entre os jogadores fanáticos de PC eles são, estatisticamente, a minoria – mas é claro que a divulgação das novas tecnologias é muito enfatizada porque é um ramo muito lucrativo, como um concessionário da Chevrolet me disse uma vez, o lucro que ele tinha vendendo um Vectra era 8 vezes o que ele tinha vendendo um Corsa, então não importava para a loja se 10% dos clientes ou menos comprassem Vectras).

Pontos fracos do PS3?

1) Bom, Blu-Ray acho que não. Não é como Betamax, que só a Sony suportava bem. A indústria cinematográfica está completamente dividida entre Blu-Ray e HD-DVD desta vez. Além disso, para videogames em especial, a Nintendo, quando fazia sucesso com não portáteis, sempre usou formatos só dela. E o Xbox360 vai ficar ‘preso’ nos jogos em DVD – a Microsoft já anunciou um periférico que vai permitir HD-DVD, mas só para assistir a filmes no formato. e, como já disse, o que isso importa? Videogame não é para ver filme. O Gameboy Advance, o Nintendo DS, usam seus próprios formatos. Mesmo que o Blu-Ray, na pior das hipóteses, seja só usado em jogos de PS3, qual a diferença que isso vai fazer para qualquer jogador, sendo que o preço dos jogos será parecido? Sim, mesmo nesse cenário pessimista de Blu-Ray só no PS3, a mídia não chega nem perto do custo de produção de qualquer tipo de cartucho já produzido, e é por isso que nunca existiram cartuchos piratas de qualidade no mercado. Cartucho, usados no Super NES, N64, Gameboy, Nintendo DS, é hardware – é chip, é circuito, não é desenvolver um software ou um jogo e sair copiando em série em um monte de mídias como DVD, CD, Blu-Ray, GD (Dreamcast), UMD (PSP), etc. Alguem lembra que o final Fantasy III (hoje chamado de VI para seguir a cronologia correta do Japão) do Super NES foi lançado por 100 dólares e vendeu absurdamente bem? Cartuchos são fabricados como um celular é fabricado. Mesmo que a mídia Blu-Ray seja o triplo do custo de um DVD (digamos que depois de um tempo, sendo bem pessimista, um disco BD vai custar 10 dólares – o preço de um jogo de Xbox 360 é 60 dólares, o do Xbox e PS2 varia de 40 a 50 e depois de 1 ano cai para 20, e todos usam DVD – por que a diferença? Não pela mídia, mas pelo custo de desenvolver o software do jogo, cada vez maior). Então, nem de longe o Blu-Ray (1 mídia) chegará perto do preço que já foi cobrado por certos cartuchos. E o preço do jogo é o que importa para o jogador, não a mídia. Pessoalmente não vejo relação alguma com Betamax. Quem quiser um PS3 pelos jogos, seja pela variedade, pelo número enorme de marcas que desenvolvem jogos para os consoles da Sony, seja por qualquer outro motivo – não vai se importar com a mídia em que vem o jogo. Você, que tinha um Playstation 1, que usava CD, se importava demais em trocar de CD naqueles jogos enormes como Final Fantasy 9 a cada 15 horas de jogo? No máximo, o xbox 360 um dia terá jogos com múltiplos DVDs (como o PS2 já tem – Shadow Hearts Covenant, Onimusha Dawn of Dreams, Grandia III) para concorrer com a maior capacidade do Blu-Ray, e também não acho que quem usará o 360 vai reclamar disso. Por isso não acho o tipo de mídia vital para o sucesso no mercado de videogames.

2) Online – o PS2 é muito inferior ao Xbox online (embora isso não impeça ninguém de passar noites e noites jogando Winning Eleven 9 online), e, não tendo um serviço excelente e centralizado como o Xbox Live, não acho que a Sony vá desenvolver algo à altura em tão pouco tempo. Lembrando que o Xbox Live do Xbox custa 50 dólares por ano e o do 360 custa 15 dólares por mês – o que vale a pena lá fora, mas aqui já fica um pouco complicado para muita gente.

3) Ponto duvidoso – Shooters, estratégia, jogos típicos de PC que aparecem no Xbox e aparecerão no 360 de tonelada (a referida preferência dos americanos)? Não sei, mesmo o PS2 tem tido lançamentos de shooters em 1a pessoa que impressionaram a todos – ninguém acreditou que conseguiram usar a tecnologia de Normal Mapping nas texturas do Splinter Cell: Chaos Theory na versão do PS2, mas conseguiram.

Sinceramente, eu acho que quem gosta dos tipos de jogos priorizados pelo 360 está melhor servido de um PC. Mas também não nego que duvido que a Sony vá chegar aos pés do serviço online do 360.

No fim, será uma questão mais de preferência pessoal do que hardware, números e gêneros de jogos lançados e tecnologia usada, mas em minha opinião, achar que o PS3 vai fracassar é forçar a barra demais. O Xbox1 não vendeu quase nada no Japão, não vendeu nem metade do PS2 no mundo todo e foi um sucesso (e ainda o é) mesmo assim, só não foi o primeiro colocado.

Se tem algum que corre o risco de ser um verdadeiro fracasso é o Revolution, mas não pela sua proposta, e sim pelo fator que eu simplesmente não entendo: a Nintendo conseguir lançar tantos jogos excelentes para seus portáteis e levar tanto tempo para lançar um jogo de qualidade para seus consoles, e isto vem ocorrendo desde o Nintendo 64, cuja diferença no hardware era muito maior que seus concorrentes – Sega Saturn e Playstation 1 (pô, o N64 foi o único console destes de 64 bits, o resto era de 32 bits, é claro que estou ignorando o fracasso da Atari de 64 bits, o Jaguar) – do que será a diferença entre Xbox360 e PS3. E, ainda dando apoio à minha opinião de que o Revolution poderá ser o segundo videogame de muita gente, o maior gênio dos videogames até hoje (criador de Super Mario, Zelda, entre muitos outros), Shigeru Miyamoto, afirmou ontem que o Revolution não está competindo com o PS3, e sim que quer conquistar jogadores que querem uma experiência diferente dos jogos de hoje, talvez até do pafrão de hoje em dia da Nintendo – link aqui – em segundo lugar nessa categoria de gurus dos videogames está Hideo Kojima, criador da série Metal Gear.

Não me venha falar do Sid Meyer, outro gênio, claro, mas de jogos de PC e estou falando de consoles.

Eu queria escrever uma conclusão, mas já estou exausto demais porque já escrevi muito mais do que pretendia. Basta dizer que eu duvido que o PS3 fracassará como o Dreamcast, por exemplo, e que mesmo que não seja o mais vendido, acho que será um sucesso, no mínimo como o Xbox 1 foi. E obviamente eu respeito a preferência de cada um, senão não teria tanto amigo que gosta de pagode e nem eles seriam meus amigos por gostar de dance e pop e ser um dos únicos seres da Terra que não suportou ver Senhor dos Anéis – mesmo já tendo sido xingado de tudo que é nome por isso ;)

emGames

Microsoft (e outras) falando muito, fazendo pouco

Por em 21 de março de 2006

Notícias bastatnte frequentes que leio são do tipo “Microsoft prepara o matador do iPod“, ou mesmo “Microsoft prepara o matador do Craigslist“. O mesmo lemos sempre que o Google anuncia (ou surgem rumores de) um novo produto. São estas companhias no topo (principalmente as com capital aberto) que dependem muito do mercado de ações para seu sucesso (ou fracasso) no mercado que ficam lançando elaboradas jogadas de marketing, press-releases e posts “plantados” em blogs estratégicos, a fim de criar um hype sobre seus produtos. Não duvido que a Microsoft lance um dia um produto que seja mesmo superior ao iPod, eles dispoem de dinheiro e pessoal para tal, mas basta acompanhar a Microsoft por algum tempo e todos sabemos que as chances são muito pequenas disto se concretizar. Outra jogada de marketing bem elaborada foi o tal Microsoft Origami, ou UPMC (ultra-portable PC), do qual muito se foi falado, e quando o produto (aliás, o protótipo) foi revelado todos perceberam que não é nada inovador como noticiado (aliás, depois do buzz, ninguém mais falou nisso).

Para nós, consumidores, fica a dica de ler com espírito crítico matérias que saiam publicadas com este tipo de linguagem.

emIndústria

Compras online atingindo cada vez mais setores

Por em 21 de março de 2006

Desde quando passei a comprar produtos pela Internet já tive boas experiências. Era 1995, e a loja CD Now (hoje em dia da Amazon.com) vendia CDs com preços muito mais acessíveis aos praticados no Brasil, além de um catálogo absurdamente maior. Além disto, naquela época não havia imposto nenhum para CDs, o que estimulava ainda mais meu desejo consumista.

De 1995 até hoje, muitas coisas mudaram. Continuo comprando minhas compras de supermercado em um mercado convencional, roupas em lojas, etc. Porém aqueles produtos que tradicionalmente comprávamos em grandes lojas de departamentos estão cada vez mais sendo comprados pela Internet também. Falo de grandes produtos, como máquinas de lavar, aparelhos domésticos grandes e pesados. Hoje em dia moro em Chicago, EUA, claro que o comércio eletrônico está em um estágio mais avançado em relação ao Brasil, porém em seu tempo são coisas que chegarão à realidade brasileira em breve. Posso dizer que a grande maioria de produtos razoavelmente pequenos e não-perecíveis eu compro em 2 sites em 90% das vezes: Amazon.com ou eBay. É tão simples e seguro que eu nem mais pesquiso em lojas tradicionais, tamanha é a vantagem até mesmo em termos de preço. Exemplo de ontem: procurando por uma máquina de lavar roupas, fui ao site de várias lojas tradicionais, e a mesma máquina estava custando entre US$350-400, e nenhuma das lojas tinha a máquina para pronta entrega, ou mesmo para minha avaliação na loja. Além disto, seria cobrado entre US$50-80 para entrega em minha casa, mais os impostos sobre a venda (8.5%). Fui na Amazon.com, e acabei achando a mesma máquina por US$269, com frete grátis e sem impostos. Além disto, havia 19 reviews sobre o produto, o que me ajudou a fazer a decisão de compra. Efetuada a compra ontem, hoje me enviaram a confirmação de envio, juntamente com o número de rastreamento da UPS.

Creio que o paralelo no Brasil seria com Americanas.com ou Submarino e Mercado Livre. Apesar das diferenças, ambos os sites estão no mesmo caminho, que é diminuir a fatia de dinheiro destinada ao intermediário. Com uma estrutura mais enxuta, o consumidor final acaba tendo grandes vantagens. Com cada vez mais vendedores profissionais em sites com o Mercado Livre, o consumidor conta também com a segurança do sistema de reputação, que praticamente garantem que o vendedor é idôneo. Na minha opinião o que realmente falta no comércio eletrônico brasileiro é um sistema de pagamentos mais simples e funcional tanto do lado do comprador quanto do vendedor. Os sistemas de cartão de crédito atuais são onerosos e bastante complexos de implementar, tornando muito difícil a participação de pequenos vendedores.

emArtigo Indústria

Meiobit não aceita publicidade editorial (ou 8 motivos para o fracasso do PS3)

Por em 21 de março de 2006

Introdução
Minha filosofia, enquanto usuário de computador e blogueiro, é: se tenho algo pra falar, falo mesmo. Este post eu estou escrevendo sem autorização do meu chefe supremo aqui do Meiobit, o Leo; apenas porque acho que devo escrevê-lo. Se eu não escrever mais por aqui é porque ele não gostou e me mandou embora :-))))Prólogo
O Laker publicou um artigo sobre o novo player de Blu-ray da Sony e alguns leitores sugeriram que o post seria uma prova de publicidade editorial do nosso site. Até surgiu um desafio, de um leitor, para que alguém aqui provasse que não recebemos nada da Sony (ou de qualquer outra empresa) para publicar artigos. Não que isso precise ser feito, mas como eu gosto de uma boa “briga” aqui vou eu.

Todo mundo sabe que a Sony lidera há algum tempo o mercado de consoles domésticos com a plataforma PlayStation. Todo mundo sabe que as promessas em torno do PS3 são grandes, por seu hardware e pelas possibilidades que abre. Decidi então falar sobre como a Sony está errando a mão e abrindo a possibilidade para que um grande rival (a Microsoft) consiga superá-la no mercado de games. Aqui começa esse meu artigo.

8 motivos que podem fazer o Sony PS3 ser um fracasso

1- Um ano de vantagem é muito tempo
O XBox 360 já terá quase um ano de mercado quando o PS3 chegar. Após atrasar a data de lançamento do console para Novembro de 2006 a Sony deu à Microsoft a chance de ouro. Quando o Xbox foi anunciado a Sony fez questão de dizer que o PS3 chegaria no primeiro trimestre de 2006. Os gamers pensaram que não haveira problema esperar apenas 4 meses pelo PS3. Mas agora que a Sony admitiu que quase um ano se passará entre a chegada do concorrente e seu produto pode ser que muitos não esperem tanto assim. O resultado pode ser um crescimento das vendas do XBox e menos consumidores dispostos a comprar um PS3 quando ele chegar. Se isso ocorrer a larga vantagem de mercado do Playstation pode ser fragilizada e a próxima geração de consoles (em 2009 talvez) pode ser dominada pelo produto da Microsoft.

2- Nova tecnologia, novos problemas
O Xbox usa um PowerPC de 3 núcleos a 3.2GHz, o PS3 vai usar o novo STI Cell. A tecnologia do PS3 é mais nova, portanto teoricamente melhor. Na prática ninguém sabe como o novo console da Sony desempenhará de verdade. Enquanto o XBox é uma realidade e está por aí vendendo como água o console da Sony é apenas uma promessa, nada mais. Boatos sobre as dificuldades da Sony em produzir um protótipo funcional da máquina, sobre os problemas do desenvolvimento de softwares que consigam tirar proveito do hardware inovador, sobre a inexistência de sequer um compilador que consiga criar binários para rodar com desemepenho esperado sobre a plataforma Cell (o único que se tem notícia, Octopiler, ainda nem entrou em Alpha) e sobre o descontentamento das produtoras de jogos para PlayStation sobre o que a Sony conseguiu mostrar de real até agora se espalham como gafanhotos na internet. Isso pode estar afetando a imagem de produto que existe na mente coletiva do mercado. Já vi isso acontecer antes e não é nada bom. O que pode ocorrer é que, ao chegar ao mercado, a idéia de que o console não é tudo que se esperava dele, mesmo que seja FUD, pode ser mais forte que o marketing da Sony e encalhar o produto nas lojas.

3- Blu-ray é uma péssima idéia
Lembrem do Betamax. Tecnicamente superior, comercialmente um fracasso. O Blu-ray, enquanto padrão para os nodos discos de mídia, pode até ser superior ao HD-DVD da Toshiba. Mas os problemas comerciais em torno da definição de padrões que envolveram desde estúdios de cinema até empresas de tecnologia são o calcanhar de aquiles. Unidades de reprodução caras, padrões não implementados por toda a indústria e dispositivos contra cópia muito bem implementados são, quase sempre, sinônimos de uma expressão medonha: fracasso comercial. Basta que as unidades de HD-DVD sejam 30% mais baratas que as de Blu-ray e o padrão vai micar. Com ele os discos de jogos de PS3, pois irão tornar-se caros e difíceis de achar. A proteção contra cópia irá impedir que os jogos tornem-se amplamente disponíveis e, de uma hora pra outra, ninguém vai querer um console com Blu-ray. O XBox vai tornar-se uma grande idéia, por usar o DVD comum como formato (altamente pirateável) com jogos baratos e de acesso fácil. Veremos de novo a luta PlayStation x Nintendo 64, onde o console que era tecnicamente superior perdeu a briga porque ninguém queria jogos em cartuchos, só que desta vez a Sony estaria em maus lençóis. Pode acontecer.

4- A Sony é especialista em enterrar bons produtos
Pense de novo no Betamax. E pense no Walkman. O Walkman, criado pela Sony, tirou a empresa do buraco financeiro no qual ela estava no final da década de 70 e imortalizou o estilo de ouvir música de uma geração. Genial a idéia de ouvir rádio ou fitas cassete (o padrão de mídia portátil da época) usando um aparelhinho leve e duas pilhas pequenas. Quando o formato de mídia mudou para o CD a Sony até que conseguiu manter-se em voga, mas já não era sombra de antes (quem aí teve um Discman da Sony?). Mas na terceira geração, com dispositivos de armazenamento de estado sólido, a Sony sumiu do mapa de vez e perdeu seu mercado para uma novata no ramo de música pessoal portátil, a Apple. Agora a SonyEricsson usa a marca Wlakman em celulares, coisa absurda. Agora pense nos consoles. Com o PS original a Sony conseguiu novamente sair do buraco e colocar seu nome novamente nas casas de milhares de pessoas e praticamente destruiu a concorrência. Na segunda geração de seu console já teve que encarar uma novata no ramo de video-games, a Microsoft, com seu horrível XBox. A grande razão pela qual o PS2 foi um sucesso é apenas porque, como console, o XBox era muito ruim. De console ele não tinha nada, era um Pentium III de 700MHz disfarçado que enganou uma parte do mercado. Agora a MS tem um console competente, jogos muito bons e está vendendo como água. Quem compra um PS2 hoje, está fazendo um péssimo negócio. O PS3 vai ter que ser muito bom mesmo para conseguir impedir uma virada do XBox 360 (ou seu sucessor) no mercado mundial. Novamente a dificuldade em copiar jogos de PS3 com Blu-ray e a facilidade de copiar DVDs de XBox 360 deve ser levada em conta. Em 3 dos 6 continentes (América, África, Ásia, Europa, Oceania e Antártida) o console com maior número de jogos piratas disponível será o que atrairá mais atenção do comprador. A Sony parece não ter aprendido isso na guerra com o Nintendo 64.

5- Não esqueça o Revolucionário
Engana-se quem considerar a Nintendo carta fora do baralho nessa briga. O console que pode ser a última cartada da mais antiga empresa de consoles ainda em atividade, o Nintendo Revolution, é uma máquina sobre a qual não se sabe nada. O que parece certo é que ela usará também um processador da IBM e que seu controle será totalmente diferente de tudo que você já viu antes. De resto ninguém faz idéia do que está para sair das mentes prodigiosas da tradicional Nintendo. Talvez embebida por sua liderança de mercado a Sony tenha esquecido que ainda há esse personagem para chegar ao palco. Se lançados na mesma época (fim de 2006) o Nintendo pode trazer surpresas em suas mangas e ofuscar o já problemático lançamento do PS3. Com parte do mercado já no XBox 360 e com holofotes voltados para o Revolution o PS3 pode chegar ao mercado com menos atenção do que gostaria (ou precisaria) a Sony para provocar a explosão nas vendas que é esperada para viabilizar a produção do PS3. Uma performance um pouco decepcionante do PS3 e seu destino pode estar mal-fadado para sempre.

6- Preço importa
Custando US$ 500,00 (ou até US$ 800,00 segundo os menos otimistas) o maior obstáculo do PS3 pode ser seu preço. Quando a Sony lançou o PS2 ele também era o console mais caro do mercado (e ainda é o mais caro de sua classe até hoje) a diferença é que na época ele custava cerca de 50% a mais que um DVD player normal. Entre um simples DVD player e um DVD player com um PS2 acoplado você compraria qual? A habilidade de substituir as máquinas de DVD foi o grande diferencial do produto PS2 e muitas casas optaram por adiar a compra de um DVD player e comprar logo um PS2 para as crianças (de todas as idades) da casa. Para que o PS3 faça o mesmo ele precisa que o Blu-ray como formato de mídia bem consolidado. Isso ainda não aconteceu. Não existe Blu-ray ainda e a pergunta que pode surgir na mente dos consumidores é: Devo comprar um console que usa discos que não encontro nas lojas e que custa 4x mais que um DVD comum? Da resposta dessa pergunta depende o sucesso de mercado do PS3.

7- Jogos, jogos, jogos
Pessoalmente o GT4 é uma grande decepção. O melhor da série, pra mim, ainda é o GT2, pois é mais difícil de pilotar. No GT4 basta frear certinho em todas as curvas que você vai bem. Acho o Enduro do Atari mais difícil de jogar que o GT4, sendo honesto. Para que os consumidores queiram o PS3 seus jogos devem ser mortalmente melhores que os antecessores. A MS conseguiu isso com o XBox (nada difícil aliás, graças à fata de qualidade do XBox original) e o desejo pelos jogos novos levou os donos de XBox à uma busca doentia pelos XBox 360. A Sony precisará mais do que um novo Final Fantasy para causar o mesmo furor nos clientes de PS2, pois este já é um console excelente. Jogos extraordinários serão essênciais para que os consumidores não decidam esperar pela diminuição de preço do PS3 antes de ir às lojas. Desde o primeiro dia o PS3 deverá vender como pão quente para que a Sony recupere o que ela investiu nesse projeto, qualquer coisa menor que isso coloca todo o futuro da plataforma em cheque.

8- Quando a força é a maior fraqueza
A força do PS3, supõe-se, está em seu hardware inovador. É aí que está também sua maior fraqueza. O hardware é tão inovador que é difícil programar pra ele. Para que seja mais fácil programar para ele é preciso que mais software de infra-estrutura seja desenvolvido. Para que isso ocorra é necessário que mais programadores estejam dispostos a programar para esse hardware. Para isso é necessário que mais hardware esteja disponível a preço acessível para os programadores. Esse ciclo de desenvolvimento depende de acessibilidade à plataforma. A IBM já anunciou que pretende que o Cell torne-se um hardware de ampla penetração em diversos nichos de mercado. Desde desktops normais a servidores e muitos outros dispositivos. Mas então o que difere um PS3 com teclado, mouse, HD e rede de um computador de mesa operado pelo Cell? Software é copiável e parece claro que um computador usando o mesmo hardware do PS3 irá, pelas mãos de hackers de plantão, rodar jogos de PS3, cedo ou tarde. Como então vender um console com características de computador a um público que pode comprar um computador com poder de fogo de um console? Sem o abismo de performance existente entre máqiunas dedicadas e genéricas computadores equipados com Cell podem roubar vendas de PS3 no mundo todo. Para evitar isso Sony e IBM podem assinar um acordo impedindo que computadores usando a plataforma Cell fiquem disponíveis ao mercado quando tudo estiver pronto. Isso daria espaço e fôlego para que a Sony vendesse seus consoles. Em contrapartida a falta de ecossistema para programadores criarem e melhorarem o código usado no Cell pode impedir que o hardware demonstre todo seu poder. Isso refletiria-se no desempenho do PS3, que poderia impressionar menos do que o prometido pela Sony até agora. Causando todo o cenário descrito no item 2.

São 8 razões pelas quais o PS3 pode chegar ao mercado e não sair-se tão bem quanto esperado.

Conclusão
Espero ter ficado claro nessa peça que a Sony (ou qualquer outra empresa) não patrocina nosso site de forma alguma porque o Meiobit recusa esse tipo de publicidade. Nosso compromisso é bem informar o leitor e permitir que ele tenha uma visão clara e honesta do mercado de tecnologia. O post original sobre o Blu-ray player só existe porque ele é o primeiro equipamento de sua categoria a estar disponível para o mercado doméstico. Por ser o primeiro, virou notícia. Nada mais.

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