Digital Drops Blog de Brinquedo

Japão elege o Robô do Ano

Por em 26 de dezembro de 2007 - 7 Comentários

É, eu também não sabia que o Japão tinha um concurso de Robô do ano, mas em retrospecto, faz sentido. O concurso é inclusive oficial, promovido pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria.

Só que o vencedor não foi o Bender, nem minhas favoritas cilônias, mas o M-430iA, um robô industrial com dois braços e uma unidade de visão robôtica (d’oh!) de alta performance. Pelo vídeo abaixo, dá pra ver que se o conceito agilidade e velocidade vale alguma coisa, a vitória foi merecida.



O que me assusta mesmo é imaginar como será o vencedor desse concurso, dentro de 20 anos.

Fonte: Pink Tentacle

emHardware Indústria

PayPal Calculator

Por em 26 de dezembro de 2007 - 7 Comentários

Quando alguém faz uma transferência via PayPal há um custo embutido, de 2,9% mais US$0,30 por transação. Assim se eu enviar US$100 para alguém, a pessoa só receberá US$96,80.

O problema é que nem sempre o outro lado quer receber US$96,80.  Assim é preciso enviar um pouco a mais.

Para evitar o cálculo manual (e glorificar a preguiça, admito) usa-se o PayPal Calculator. O site faz várias contas de conversão, inclusive a reversa, onde você coloca quanto o sujeito quer receber, e calcula o valor a enviar para atingir aquele valor. No nosso caso, seria preciso enviar US$104,37.

É um site simples, prático e direto, que resolve um problema. Esse merece um lugar no bookmark de qualquer um que faça transações via PayPal.

emInternet

Relatório aponta que antivírus estão cada vez mais fracos

Por em 25 de dezembro de 2007 - 21 Comentários

Um relatório a ser divulgado no próximo mês pela revista alemã c’t diz que a acurácia dos programas antivírus está diminuindo. Particularmente quando se trata de detectar ataques novos e não familiares, os 17 pacores testados baixaram sua efetividade média em aproximadamente 50% em 2007.

No estudo a revista c’t disparou mais de um milhão de vírus conhecidos dos seis meses anteriores. Avira Antivir e Gdata Antivirus 2008 encabeçaram a lista ao identificar mais de 99% destes vírus pelas suas assinaturas, e Avast, AVG Anti Malware e BitDefender também obtiveram “resultados muito bons”.

Contudo, muitos desses pacotes deixaram a peteca cair em uma área cada vez mais considerada muito importante: detectar e evitar novos e desconhecidos vírus e malwares. No começo de 2007, os pacotes tiveram uma acurácia média de 40% a 50%. Nos testes mais recentes da c’t, no fim do ano, a média caiu para 20% a 30%. Mas pelo ponto de vista otimista, os antivírus NOD32 e BitDefender estão no topo da nova lista, com eficiência de 68% e 41%, respectivamente.

As duas causas relatadas para essa queda na eficiência é a crescente profissionalização dos autores de vírus, bem como os métodos mais sofisticados que esses programadores estão usando para escapar dos antivírus.

De acordo com notas do site Channel Register , serviços online que permitem aos usuários enviar arquivos para análise através de 32 programas antivírus podem estar causando mais danos do que benefícios. Os autores de vírus utilizam estes serviços para testar “os poderes” de suas criações, e alguns serviços, como o AvCheck.ru, prometem não enviar os arquivos escaneados para os fabricantes de antivírus, ajudando a manter a potência temporária dos vírus.

Tudo isso dito, muitos detalhes do relatório da c’t ainda precisam ser revelados, incluindo a listagem completa dos programas testados e as várias metodologias usadas nos testes.

Embora ainda vá demorar algumas semanas para que o relatório completo seja divulgado, o site Heise Security dispõe de um resumo.

via: ars technica

emSegurança Software

Milagre de Natal: Placa de Vídeo tocando Jingle Bell

Por em 25 de dezembro de 2007 - 15 Comentários

Eu já vi até scanners tocando música, mas essa é a primeira vez que vejo uma placa de vídeo ser usada para produzir música. No vídeo Alessandro Bordin, do Hardware Upgrade toca Jingle Bell, usando… uma placa originalmente planejada para gerar milhões de polígonos, zumbis e o Master Chief.

Nada mau, nada mau mesmo.


Achado no Geekologie

emFotografia

Pendrive com Antivirus – ou: Como é fácil tirar dinheiro de leigos

Por em 25 de dezembro de 2007 - 22 Comentários

A LG está lançando um pendrive com capacidade entre 512MB e 8GB, que é o “primeiro do mundo com proteção antivirus”. Segundo o press release, ele ua uma tecnologia chamada “plug and autorun”, que executa automaticamente um programa antivirus quando o pendrive é inserido, mantendo assim a máquina protegida.

O programa tem atualização automática, sendo que durante os primeiros dois anos essas atualizações serão gratuitas.

Eu sei, eu sei, você geek, leitor do MeioBit, está pensando: “GM, colocaram um antivirus no autorun e daí?”

Você está absolutamente certo.

Não há nada ali que você não faça em cinco minutos, baixando o ClamWin Antivirus do PortableApps.

Mas eu garanto que a LG vai cobrar um premium por esse pendrive. Assim como garanto que muita gente vai comprar. Afinal, não é o pendrive do “sobrinho que entende de computador”, é um pendrive da LG, uma empresa grande, e vem com antivirus.

Enquanto existirem leigos ninguém que trabalha com informática vai morrer de fome. Seja o guri que instala Windows pros vizinhos, seja a LG.

Fonte: Uneasysilence

emHardware Segurança

Presos Autores de Gerador de Malware

Por em 25 de dezembro de 2007 - 4 Comentários

Em julho foi noticiada a aparição de um gerador de malware bastante sofisticado, chamado Pinch Pro. Embora não seja um “trojan” propriamente dito, o Pinch Pro provia um framework completo para programadores desejosos de projetar e criar seus próprios “worms” e “trojans”, cada um na medida certa para reportar dados específicos, tornar um PC em zumbi ou inutilizar determinados comandos ou arquivos.

O Pinch tornou-se popular na Rússia e, por conseguinte, virou uma dor de cabeça para os serviços de TI e serviços governamentais em particular. De fato, o gerador se mostrou um pouco popular demais para o seu próprio bem, e acabou atraindo a atenção das autoridades russas. De acordo com o Kaspersky Lab, o Serviço de Segurança Federal Russo identificou os dois autores do programa, e em breve vai entregá-los ao sistema legal Russo.

Embora a prisão e e condenação dos autores do programa seja importante, isso não vai implicar muito para resolver o problema implícito que o Pinch criou. Os fontes do programa foram divulgados livremente, e os autores apenas cobravam por programas personalizados e suporte. Ou seja, dá para esperar que muitas variações do gerador de malware apareçam no futuro. Só a Kaspersky Labs já identificou mais de 4.000 variações de “trojans” criados pelo Pinch.

As personlizações disponíveis para um projetista no Pinch correspondem aos recursos da ferramenta: com o clique de um botão o “engenheiro” pode especificar que sua criação execute várias tarefas específicas, incluindo:

SPY: permite que o trojan aja como um “keylogger” (registrando tudo o que é digitado), que faça capturas de tela, que capture dados do Internet Explorer, e que possa procurar por arquivos específicos.

NET: transforma o PC num zumbi, facultando abrir portas específicas, baixar e executar arquivos, e fazer o sistema funcionar como um proxy.

BD: abre uma “porta dos fundos” (backdoor) no sistema infectado.

KILL: desativa determinados serviços ou processos.

A ameaça mais séria, da qual o Pinch Pro é apenas um sintoma visível, contudo, é a comercialização de malware. A utilização de malware para coletar informações de sistema ou catar endereços de e-mail sempre foi de interesse de muita gente, mas a criação dos programas não era necessariamente visto como uma fonte de receita. Agora, programas com o Pinch Pro, tanto quanto o mercado aberto para aplicações do tipo malware, estão trazendo à tona o lado comercial dos trojans e vírus.

Via: ars technica

emSegurança Software

Mac OSX é mais Unix do que o Linux

Por em 25 de dezembro de 2007 - 107 Comentários

O Exército dos EUA vinha sofrendo com ataques cibernéticos no começo da década, seu servidor rodava Windows NT, e se uma coisa podemos dizer do NT naquele tempo é que ele não era um primor de segurança online. Cansados das invasões, migraram para servidores Mac rodando o webserver Webstar.

Hoje, embora a segurança nos servidores Windows tenha melhorado MUITO (você só é invadido se for um péssimo administrador) no lado do desktop o perigo continua. Há muito, muito spyware, muito cavalo de tróia, e confiar que os usuários do exército são mais espertos que usuários comuns seria… confiar demais. Por isso o US Army está vontando sua atenção para os Macs, que já formam 20.000 máquinas, de um parque de 700 mil.

Faz sentido. Além de ter um histórico de segurança bem melhor que máquinas Windows, a virtual ausência de malware para Macs facilita a vida dos administradores e torna mais fácil manter dados sigilosos sob sigilo.

Mas… e o Linux?

O problema aqui é que o exército dos EUA adora UNIX. Eles usam muito essa arquitetura, e é preciso que um sistema operacional seja amistoso à essa arquitetura.

Essa certificação é conseguida quando o sistema atende a um conjunto de padrões chamado POSIX. Um sistema POSIX é capaz de se comunicar, sem problemas, com outros sistemas UNIX, e não será rejeitado dentro desse ambiente.

O Linux, infelizmente, não atende aos requisitos de forma satisfatória, e por isso não é certificado.

Já o Mac OSX é 100% compatível com o padrão POSIX. Daí o interesse do exército.

Mas…. e o Windows, como entrou?

O Windows NT, Windows Server 2003, Vista Ultimate e Enterprise são 100% POSIX.

Pelo visto o Linux levou a sério aquele papo de GNU is Not Unix.

Curiosamente, o termo POSIX foi sugerido por Richard Stallman.

Com certeza o exército não é o primeiro cliente que o Linux perde por não ser certificado como sistema POSIX. Convenhamos, já era tempo. Pelo visto está faltando mesmo um Steve Jobs ou similar no mundo Linux, com uma visão mais corporativa e pragmática, para dar um rumo à coisa.

Convenhamos quando o Windows NT é mais “Unix” do que o Linux, há algo muito errado.

Fontes: Wikipedia, Forbes, The Unnoficial Apple Weblog

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