Digital Drops Blog de Brinquedo

Internet Explorer 8 passa no teste Acid2

Por em 20 de dezembro de 2007 - 114 Comentários

AcidTest2.PNG

A próxima rodada da guerra dos browsers vai ser boa. A Microsoft já havia declarado que seu foco era a interoperabilidade E aderência aos padrões web. Pelo visto não estavam brincando. Um build interno do Internet Explorer 8 acaba de passar no ACID2, o conjunto de testes de padrões web mais rigoroso existente.

Tão rigoroso que o Safari, que passava no teste, já não passa mais, em sua verão 3.0. Dos browsers conhecidos em versão final (não necessariamente dos usados) o Opera é o único que atende às especificações. O Firefox 3, ainda em beta, também completa com sucesso o teste.

Fonte: Channel 9

emInternet

Tradução Online com o GTalk

Por em 20 de dezembro de 2007 - 16 Comentários

Dia desses escrevi aqui sobre um chatbot de uma empresa russa que teria o objetivo de facilitar que os mais tímidos marcassem encontros pela Internet, embora as empresas de segurança estivessem preocupadas com a possibilidade de roubos de dados importantes dos interlocutores do software (Cuidado: você pode estar flertando com um robô). Nem sempre um chatbot precisa ter esse aspecto “negativo”, de tentar enganar a pessoa do outro lado da tela: a Google agora disponibiliza chatbots especializados em auxiliar na tradução de textos, o que pode efetivamente auxiliar a derrubar as barreiras lingüísticas que costumam separar as pessoas de diferentes culturas.

janio20071219trans_bot.pngPara os mais apressados, a informação disponível no momento exato da edição do presente artigo dá conta que o Português não é uma das linguagens suportadas no projeto (é um dos “projetos de 20%”: a Google permite que seus funcionários utilizem uma fatia de 20% do tempo para trabalhar em projetos paralelos — foi assim que começou o Orkut). Contudo, quem quiser experimentar só tem que acrescentar um endereço nos seus contatos.

O formato do endereço dos contatos será [linguagem original]2[linguagem final]@bot.talk.google.com. Assim, quem quiser acessar o chatbot de tradução do Inglês para o Chinês deve adicionar en2zh@bot.talk.google.com como amigo. Qualquer mensagem em Inglês enviada para esse contato voltará traduzida para o Chinês. Dá até para usá-lo como um “intérprete” nas conversas em grupo, ou como tradutor de bolso para os usuários do Google Talk client for BlackBerry.

Até o momento, os pares de linguagens disponíveis são: ar2en, de2en, de2fr, el2en, en2ar, en2de, en2el, en2es, en2fr, en2it, en2ja, en2ko, en2nl, en2ru, en2zh, es2en, fr2de, fr2en, it2en, ja2en, ko2en, nl2en, ru2en, zh2en.

Considerando que o Google Talk opera sobre o protocolo aberto chamado XMPP, a Google está “convocando” os programadores interessados em desenvolver seus próprios chatbots.

Via: Google Talkabout

emGoogle Internet Web 2.0

Macs com fator de cura surpreende até fanboy

Por em 19 de dezembro de 2007 - 79 Comentários

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Embora a confortável posição de fanboy da Apple nos traga a agradável certeza da Perfeição Encarnada da empresa de Steve Jobs, algumas vezes somos surpreendidos -positivamente- com exemplos reais, muito além dos devaneios causados pelo Campo de Distorção da Realidade.

Uma ou duas semanas atrás eu estava curtindo o mato (no bom sentido, eu não fumo) em um sítio no interior de SP. Eu e a dona do sítio demos uma saída, e esquecemos os dois Macbooks ligados na tomada. Quando voltamos soubemos que uma tempestade de raios das feias (acreditem, nas tempestades “fracas” o lugar já fica parecido com Mordor) caiu na área do sítio (que fica no alto de um morro).

Como na última tempestade eu VI a fonte de um notebook Acer morrer (com direito a um flash cegante digno de Stephen King) esperei pelo pior. Como quem espera sempre alcança, as DUAS fontes dos Macbooks haviam queimado. No dia seguinte, por “desencargo de consciência” (seja lá o que for isso) testei de novo. Nada. Em várias tomadas (que estavam funcionando) as duas fontes. Nada.

Uma foi para a assistência, a outra veio comigo para o Rio, onde tenho uma fonte backup.

Chegando em casa, testei (de novo) a minha fonte queimada. Continuava queimada.

Hoje soube que a fonte de minha anfitriã, que estava na garantia, chegou na Autorizada Apple, testaram e estava funcionando normalmente. Peguei a minha fonte queimada, espetei na tomada. Adivinhem: Voltou a funcionar.

Alguém já viu isso? Eu estou assustado. Não sabia que os computadores da Apple vinham com Fator de Cura mutante. Será o caso de anunciarem “Eu sou um PC” e o outro “Eu sou um Mac. Eu não quebro, mas se eu quebrar eu me conserto sozinho”? Por essas e outras que a Primeira Lei de Cardoso reza: “Informática não é uma ciência exata”.

[update] imagem atualizada após sugestão (muito bem mandada) do jwjosefy.

emApple e Mac

Troca de farpas, Cloud e zumbis

Por em 19 de dezembro de 2007 - 5 Comentários

Nos últimos dias mostramos no MB Games um “bate-boca civilizado” entre Ryan Schneider da Insomniac e Shigeru Miyamoto, o resultado é que o responsável pela série Ratchet & Clank deveria ter ficado calado. Teve também o comentário dos propdutores do simulador Gran Turismo dizendo que o jogo pode ajudar os motoristas.

Mostramos dois comerciais estranhos da série Zelda e uma ótima análise do jogo Resident Evil: The Umbrella Chronicles enviada por um leitor, sem falar no web game que está virando mania na internet e no rumor sobre a presença de Cloud Strife no próximo Final Fantasy.

emGames

Meio Bit procura: moderadores para o forum

Por em 19 de dezembro de 2007 - 26 Comentários

O fórum do Meio Bit (você conhece, né ?) está ficando cada vez mais movimentado. E como todo bom fórum deve ser, precisamos de moderadores para manter a ordem.

Por isso, estamos convocando nossos leitores que estejam interessados em ajudar a moderar o fórum. Para se candidatar, utilize nosso formulário de contato, categoria “sugestão”. Envie para nós os seguintes dados:
– Nome
– E-mail e telefone de contato
– Blog ou site (se tiver)
– Motivo pelo qual gostaria de ser moderador do fórum do Meio Bit
– Outros fórums dos quais participa ou participou, e se já foi moderador de algum fórum
– Um breve resumo sobre você (idade, interesses, o que faz da vida, etc)
– 2 sugestões para melhorar o fórum do Meio Bit

Os escolhidos não só ajudarão a moderar o fórum, mas tambem ajudarão a melhorar a funcionalidade do forum, organização de categorias, enfim, no desenvolvimento de todos os aspectos do fórum.

Voltamos agora a nossa programação normal.

emAnúncios

Temas Fáceis no Firefox com o Personas

Por em 18 de dezembro de 2007 - 29 Comentários

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Todo mundo que usa o Firefox sabe que existem muitos temas para ele, uns muito bons, outros muito ruins, e todos têm em comum a necessidade de se reiniciar o navegador para poder ver as mudanças em ação (há gambiarras adequações técnicas de emergência que facultam aplicar temas sem reiniciar o programa).

Contudo, a maior parte dos temas para Firefox existentes são apenas ajustes na folha de estilos (CSS) que define a aparência do aplicativo, o que é mais do que suficiente para modificar totalmente como o programa aparenta.

Pois o pessoal do Mozilla Labs resolveu inovar, e criou o Personas for Firefox, uma extensão que torna o processo de personalizar a aparência do Firefox uma coisa boba de dois ou três cliques, e extremamente rápida.

janio20071218personasscreenshot.png Para começar a brincar instale agora (compatível com as versões 2.x e 3.0beta, nos temas padrão — mas funciona também em outros temas, embora não 100%), e reinicie o Firefox. Quando o programa voltar vai ter um ícone de uma raposinha bem no canto inferior esquerdo da janela, que ao ser clicado abrirá um menu (imagem ao lado).

A partir desse menu você poderá escolher um novo tema (ou “skin”) para seu Firefox. Os arquivos necessários serão baixados da Internet e em instantes você estará curtindo o novo visual de seu navegador.

De tempos em tempos o repositório de temas é atualizado, e a extensão, naturalmente, reflete essas alterações. Assim, de tempos em tempos haverá novas “personas” para você instalar no seu navegador favorito!

Via Mozilla Labs Blog

emSoftware

Microsoft TechEd : Day -1

Por em 18 de dezembro de 2007 - 148 Comentários

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Com muito atraso, finalmente vou conseguir relatar a vocês, comunidade do MeioBit, tudo que aconteceu no TechEd Brasil, detalhe por detalhe. Finalmente consegui extrair as fotos do meu celular e vou começar os relatos.

Um dia antes do evento a Microsoft convidou alguns colaboradores para um evento que é realizado periodicamente chamado Community Zone.

O último Community Zone foi maior, mais amplo (e não peçam porque não conto onde na web está o vídeo em que eu apareço), este porém, devido a proximidade do TechEd, foi basicamente um jantar com algumas apresentações.

Diego Neufert e Marcelo Pauli (ambos MVPs, Most Valuable Professionals, não achei o blog do Marcelo) foram premiados pela gravação que fizeram de vídeos para o Microsoft Experience, novo e excelente recurso para aprendizado das tecnologias Microsoft (Porém meus vídeos também não deixam nada a dever). Espero não ter esquecido ninguém, pois cheguei tipicamente atrasado. Leo Tolomeli publicou detalhes e fotos do Community Zone.

Houve muito contato de membros da comunidade com a INETA e com o Culminis. Ambos são organizações internacionais que apoiam grupos de usuários, respectivamente grupos de usuários de desenvolvimento e grupos de usuários de infraestrutura.

Cada uma destas organizações fornece diferentes recursos aos grupos de usuários apoiados por elas, permitindo a criação de uma grande comunidade em todo o país.

Ambas as organizações encontram-se com muitas novidades : Enquanto a INETA mudou toda sua liderança (espero não estar falando demais), o que me motivou a cadastrar novamente o devASPNet, que lidero, o Culminis está aberto a grupos de usuários de TI de qualquer área, não precisando ser necessáriamente Microsoft. Aqui no Rio temos os grupos getWindows e devSQL apoiados pelo Culminis.

 

Durante o TechEd, por exemplo, auxiliei no contato entre o NUI, que estava participando das demonstrações de interoperabilidade no stand da Novell, e o Culminis. Acredito que muitos trabalhos legais vão sair dai e já começamos com o Interoperability Day, um dia de eventos com funcionários da MS e da Novell mostrando a interoperabilidade entre os sistemas. Qualquer faculdade interessada pode entrar em contato comigo e procuro organizar, da minha parte sem custos.

No momento o Culminis encontra-se realizando o CLT – Community Launch Training, um treinamento preparatório dos líderes das comunidades de usuário com o objetivo de que realizem eventos de lançamento dos novos produtos, Windows Server 2008, Visual Studio 2008 e SQL Server 2008, através de todo o país. Mais uma vez, trata-se de uma atividade voluntária, qualquer universidade que deseje sediar um destes eventos de lançamento pode entrar em contato com o grupo de usuários de TI local e terá esta oportunidade. Em caso de dúvida, podem me contactar e encaminho para as pessoas certas.

A todos que desejam participar desta grande comunidade minha recomendação : Procurem primeiramente o grupo de usuários local, conversem com o líder do grupo e procurem criar atividades e agitar o grupo de usuários local. Se não houver grupo de usuários local, criem o próprio grupo de usuários de vocês.

Na foto abaixo, vocês podem ver Vicki Tomich, líder do Culminis na américa latina, Dave Sanders, presidente do Culminis, eu e Emílio Mansur, representante nacional do Culminis.

FotoCulminis

Tive a oportunidade de conhecer pessoalmente os curitibanos, Daniel Oliveira, com quem tive o prazer de fazer o webCast sobre workFlow foundation, que ficou excelente, e Guilherme, ambos MSPs (Microsoft Student Partners) de curitiba.

Tivemos a oportunidade de conversar sobre a dificuldade dos MSPs em obterem material, apoio e boa indicação de como orientar uma célula acadêmica, então indiquei a eles o vídeo que produzi, que fala justamente sobre isso. Eles realmente não tinham assistido, o que farão em breve, assim como outros membros de grupos de Belém e do sul da Bahia.

Por outro lado tive a tristeza de saber que alguns membros da comunidade muito manés apesar de dizerem ter gostado da idéia afirmaram que não implementariam por ter sido criada por mim (eu não sou um sujeito muito querido em alguns circulos). É uma pena que algumas pessoas ainda tenham mente tão pequena, a ponto de rejeitar boas idéias por motivos políticos.

Ao final da noite estavamos Diego, Marcelo, Daniel, Guilherme, Juliana (MSP), e mais uma pessoa que infelizmente não lembro o  nome debatendo sobre diversos assuntos.

Conversamos sobre as novidades do ASP.NET 3.5, algumas, mas não muitas, um listView com recursos de agrupamento, por exemplo. Diego me contou sobre a idéia do lançamento do ASP.NET 4.0 ASP.NET 3.5 Extensions e a possibilidade das versões de ASP.NET não acompanharem mais as versões do framework.

Mas o que o ASP.NET 4.0 ASP.NET 3.5 Extensions terá de novo ? MVC Framework, que Scott Gu tem documentado muito bem em seu blog, e o Dynamic Data Support que imediatamente identifiquei como sendo o BLinq, do qual não tivemos nem sinal neste lançamento do framework 3.5.

Considerando-se o MVC Framework e a criação do DLR, começamos divagações sobre qual o motivo destas implementações no Framework .NET. Será que as linguagens dinâmicas tinham assim tantas vantagens adicionais sobre as linguagens tradicionais ? Será que o MVC fazia tanta falta em comparação com o code-behind ? Uma metodologia como a demostranda neste vídeo realmente não resolveria ?

É claro que regados a chopps noturnos esses questionamentos não chegariam a lugar algum. Mas com um empurrãozinho do Israel Aéce (MVP) no dia seguinte, levantamos primeiramente a questão da própria Microsoft estar simplesmente mostrando os novos recursos, sem deixar clara sua vantagem, quando mesmo nos tutoriais do Scott Gu o que vemos é um retorno ao velho modelo de código e tags mesclados, o que não nos anima nem um pouco.

Por outro lado levantamos também a possibilidade de ser simplesmente uma tentativa da Microsoft de conquistar os adeptos do fenômeno Ruby on Rails, trazendo o IronRuby e o MVC para o ASP.NET. Porém observamos que seria uma estratégia errada, porque não é a falta de um ou outro recurso que leva as pessoas a migrarem para o Ruby, mas sim a dificuldade do entendimento teórico do ciclo de vida de uma página ASP.NET, entre outros conceitos, que para os velhacos que acompanham tecnologia desde a era das BBSs são mamão com açucar, mas para os novatos na web se tornam conceitos complexos. Mais valeria um investimento na transmissão de conhecimento da tecnologia do que na cópia de recursos que, em meio há inúmeras controvérsias, talvez não tragam ganho técnico para o ambiente, sejam simplesmente uma cópia.

emArtigo Destaque Software