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Usuário brasileiro também resiste ao Vista

Por em 23 de novembro de 2006

Invariavelmente toda (ou boa parte da) base de usuários de Windows vai migrar para o Vista. Hoje em dia, por exemplo, são muito poucos os que ainda rodam Win98, por mais que o XP tenha sido criticado quando lançado. E as criticas já conhecemos bem. Reclamações sobre como o sistema é pesado, precisa de hardware mais novo e é incompatível com um sem número de programas e drivers existentes repetem-se a cada nova versão do Windows. E sempre os usuários acabam migrando para a versão mais nova, como se todos esses inconvenientes nunca tivessem existido. A principal questão não é se os usuários irão migrar, mas quando. O Windows XP foi lançado em 2001 e seu substituto estava então previsto para 2003, entretanto a lentidão na migração para aquela plataforma foi um fator crucial para definir o primeiro adiamento no lançamento do Vista.

O ciclo de vida de um produto é influenciado pela velocidade pela qual ele é aceito pelo mercado. Outros aspectos são importantes, certamente, mas não haveria muito sentido para a Microsoft lançar o Vista em um mercado que ainda não havia absorvido o XP como produto. A lentidão na migração para o XP acabou por ser um outro fator que alongou seu ciclo de vida para intermináveis 5 anos. O Vista chegará agora ao final de Novembro e atingirá o mercado de massa em Janeiro. Mas antes que você se impressione com as prováveis filas que aparecerão na mídia de pobres coitados matando-se para pegar uma caixinha (outro inconveniente que usuários de software livre não precisam suportar) saiba que a adoção do Vista deve ser ainda mais lenta que a do seu antecessor. E que essa lentidão pode dar origem à um ciclo de vida ainda mais longo. Dependendo de como as coisas acontecerem o Vista pode ser o sistema oficial da MS por talvez 7 ou 8 anos. E só veríamos um novo Windows para desktops em 2015.

A Microsoft empregou muito dinheiro e horas de trabalho de seus funcionários no desenvolvimento do Vista, considerado por muitos o projeto de software mais complexo da história. E, de fato, quando os funcionários da empresa não estavam ocupados fazendo vídeo piadas com os problemas de seus clientes estavam trabalhando duro no maior produto que ela jamais lançou. Esse investimento todo em pesquisa e desenvolvimento, além de treinamento e marketing, precisa ser recuperado. Isso significa que o Vista precisa ser mantido no mercado tempo o bastante para recuperar esses gastos e apresentar lucro. Sob essa ótica a velocidade de adoção da nova plataforma é crucial não apenas para a manutenção do market share da empresa mas também para sua saúde financeira. Certamente você já ouviu ou leu sobre como as grandes empresas esperarão (talvez por um SP1) 1 ou 2 anos para migrarem seus sistemas do XP para o Vista. Mas como essa migração se dará, ao menos em um primeiro momento, no segmento doméstico?

O mercado doméstico e de pequenos escritórios (chamado SOHO) não é tão importante para a Microsoft quando o de grades clientes e OEM do ponto de vista do faturamento mas é importante para a manutenção da imagem da companhia. Ainda que boa parte do faturamento de sistemas operacionais da empresa venha de vendas de licenças em volume (especialmente para fabricantes de PCs) nesse segmento o Windows tem fortes concorrentes, como UNIX, BSD e Linux. Cada dólar é disputado entre os diversos fornecedores de soluções para esse segmento de forma ferrenha e dia a dia empresas optam por soluções mistas usando Windows e Linux, a exemplo das grandes redes de varejo Pão de Açucar e Casas Bahia. No âmbito SOHO, entretanto, a Microsoft reina absoluta com o Windows. Por isso a adoção do Vista nesse segmento pode não valer seu peso em ouro, mas é importante para que a empresa mantenha-se controlando o padrão usado pelo mercado. Essa importância faz com que a empresa dê uma atenção especial ao que acontece nesse segmento.

A empresa de consultoria Forrester Research divulgou um estudo onde aponta que a migração para o Vista no segmento doméstico ocorrerá de forma tão lenta quanto foi a mudança do Win98 para o XP. Nos EUA o XP levou quase 4 anos para tornar-se o sistema mais usado pelos consumidores do mercado doméstico e a Forrester estima que para o Vista esse prazo não será menor. Segundo a consultoria isso deve ocorrer porque o novo Windows não apresenta mudanças impactantes para o usuário comum enquanto requer hardware novo e mais potente. Esses fatores despertam pouco interesse no novo sistema por parte dos usuários que estão satisfeitos com o WindowsXP. O grande fator aqui é a chamada migração involuntária, onde o usuário não opta explicitamente por migrar para o novo sistema, mas o faz ao adquirir um novo computador com o Vista pré-instalado. Assim a base instalada do Vista cresceria sem que ocorra uma diminuição na grande base existente do XP, fazendo com que seja maior o tempo para que o Vista domine o mercado.

O site de tecnologia Seopher fez sua própria pesquisa, em lugar de avaliar o mercado e estimar um comportamento. Pediu que seus leitores respondessem à seguinte pergunta: “O que você fará quando o Vista chegar?” e ofereceu 4 opções de resposta:
Atualizar para o Vista;
Permanecer no XP;
Mudar para o Mac;
Usar Linux.

E a resposta surpreendeu a maioria dos analistas:
Pesquisa SeopherPesquisa Seopher

Mais pessoas afirmaram pretender usar Linux (29,8%) do que atualizar para o Windows Vista (21,1%). Enquanto a maioria dos usuários pretende em um primeiro momento permanecer no XP (38,6%), o que é muito natural, boa parte dos pesquisados pretende mudar de plataforma e adquirir um Mac (10,5%). Mas essa pesquisa tem alguns problemas.

O primeiro deles é que ela não faz distinção entre usuários de Linux e de Windows. Usuários que já usam Linux ou que pretendem usar Linux no futuro poderiam responder “Usar Linux”. Enquanto o resultado da pesquisa pode parecer indicar que após o Vista cerca de 1/4 do mercado mudaria para Linux a verdade é que os 29% do pingüim já incluem os usuários dessa plataforma. Ou seja, não temos 29% dos usuários de Windows mudando para Linux, temos usuários de Linux respondendo uma pergunta sobre se mudariam para o Vista. Você já imagina que tipo de distorção foi criada aqui.

O outro problema é que não sabemos quantas pessoas respoderam à pesquisa, e por isso não conseguimos determinar sua precisão. Sem essa precisão não podemos afirmar que ela representará a atividade real do mercado, que é composto de milhões de usuários. Acima disto pode-se entender que nenhuma pesquisa conduzida dessa forma vai conseguir representar o comportamento do mercado. Apenas usuários mais comprometidos com o uso de computadores (e por conseqüência menos leigos ou mais técnicos, como queira) freqüentam sites que realizam essas pesquisas. É justamente entre esses usuários que sistemas como o Linux, o BSD e o MacOSX encontram seus usuários. O Valdomiro da padaria que usa Windows em seu computador doméstico não lê o Slashdot e talvez nem saiba o que é Vista, mas vai usá-lo quando ele chegar ao camelô perto de sua casa. Em miúdos, o usuário regular de computadores não vai responder esse tipo de pesquisa, e o usuário técnico não pode ser considerado parâmetro de referência.

Mesmo tendo calculado todos esses problemas não pude me furtar à uma outra pergunta. Esses números representam a opinião do usuário dos EUA, e no Brasil, como seria o ritmo da migração SOHO para o Vista? E que lugar melhor para conduzir essa pesquisa do que no Meiobit? Assim decidimos criar uma enquete que minimizasse os problemas acima descritos e pudesse nos dar uma impressão do como acontecerá esse processo em terras tupiniquins. Para detalhes sobre as opções e o número de votos visualize os resultados finais da enquete Meiobit.

Responderam à enquete 1358 pessoas, um bom número para pesquisas de opinião. As pesquisas eleitorais para presidente da república normalmente pesquisavam entre 1800 e 3000 pessoas e apresentaram erro de apenas 2% em relação ao resultado final das eleições. É claro que devemos ter em mente que, também aqui, o público que respondeu a pesquisa não representa o usuário regular de informática brasileiro.

Resultados a pesquisa Meiobit sobre a adoção inicial do Windows Vista:
Pesquisa MeiobitPesquisa Meiobit

A primeira análise a ser construída sobre a pesquisa do Meiobit é que 17% das pessoas que a responderam não usam Windows como seu SO principal. Enquanto este valor é razoável para o mercado corporativo ele é bem incomum para o mercado SOHO. Esse valor deve ser um parâmetro para medir a possível aplicabilidade dessa pesquisa para o comportamento real do mercado a longo prazo. Provavelmente em um primeiro momento essa pesquisa deve prever muito bem o comportamento do mercado. Sua validade deve estender-se até Junho ou Julho de 2007, quando o Vista completar 6 meses no mercado. Depois disso a resistência inicial dos usuários de Windows deve diminuir e mais deles devem migrar para a nova plataforma.

A segunda análise é a de que, assim como no mercado dos EUA, os consumidores brasileiros devem demorar para adotar o Vista. Quase metade dos pesquisados irá manter seu sistema Windows atual, recusando o upgrade para o Vista. Apenas 16% dos pesquisados pretende realizar o upgrade para o novo sistema, uma adoção muito menor do que a planejada pela Microsoft.

A terceira análise interessante é que somando os usuários que pretendem mudar para Linux, mudar para outros sistemas e mudar para o Mac temos um valor pouco maior que 17%. Coincidente com os 17% que afirmaram já não usar Windows. Isso representa uma perspectiva interessante. A base instalada de outros sistemas operacionais (que não Windows) pode crescer muito com a chegada do Vista. Se nossos números se confirmarem no mercado ela na verdade dobraria de tamanho. Motivados pela curiosidade de experimentar outras plataformas ou apenas empurrados para fora da plataforma Windows por alguma razão muitos usuários parecem querer aproveitar a oportunidade do lançamento do Vista para buscar novas soluções. Talvez os custos de licenças ou a necessidade de hardware mais novo sejam duas causas cruciais aqui. O fato é que um número maior de usuários clientes da Microsoft pretende deixar a plataforma Windows com o lançamento do Vista do que efetuar uma atualização, ao menos em um primeiro momento.

Esse panorama pode até ser enganoso, e a Microsoft vai lutar com todas as armas para mudá-lo caso ele seja percebido na prática. É um aspecto muito desconfortável para Redmond, depois de investir tanto tempo e dinheiro no desenvolvimento de sua nova plataforma, observar que os usuários dispostos a adotar o novo sistema sejam a minoria. O mais impressionante demonstrado por essa pesquisa é o fato de que quase 84% dos usuários estariam rejeitando a nova plataforma em um primeiro momento. Não há aspecto positivo para a MS nesse cenário e muito marketing precisará ser feito para convencer os 48% de usuários que pretendem manter seus Windows atuais a migrar para no novo sistema.

É cedo para dizer quanto tempo o Vista levará para atrair os usuários de Windows. Também é cedo para afirmar que essa brecha deixada pelo lançamento do Vista vai permitir que outros sistemas como o Linux ou o MacOS consigam melhorar significativamente sua participação no mercado SOHO. Mas é inegável que análises de empresas profissionais e pesquisas de opinião que apontam dados parecidos em mercados distintos, como a nossa e a realizada pelo site Seopher, indicam uma tendência. Tendência essa que, se confirmada pelo mercado, pode realmente afetar o domínio que a Microsoft tem no mercado de sistemas operacionais hoje. Parece que, após 5 longos anos de desenvolvimento, o trabalho em Redmond está apenas começando.

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O que esperar do Ubuntu

Por em 23 de novembro de 2006
Ubuntu

Scott James, escreveu sobre o que podemos esperar da próxima versão do Ubuntu (7.04 ou Feisty Faw), baseado nas discussões realizadas no Ubuntu Developer Summit.

As principais expectativas são:

Desktop

Suporte ao desktop 3D – Colocar o desktop 3D como padrão do Ubuntu (depende da aprovação da utilização de drivers proprietários). O objetivo é impressionar o usuário com uma interface melhor e mais funcional, só resta decidir de será usado o compiz ou beryl, acredito mais no beryl .

Configuração mais robusta do X – Nada de deixar o usuário em uma tela preta por qualquer erro, cada vez mais o Ubuntu foca na utilização 100% via X, o que é muito bom para o usuário doméstico.

Redes

Rede simplificada – Network Manager instalado por padrão, o que simplificará bastante para usuários wireless, incluindo suporte a WEP e WPA.

Suporte a Zeroconf – Possibilidade de criação de redes com outros usuários próximos, sem necessidade de configurações ou servidores (basta que todos concordem em um nome para esta rede).

Melhoria no compartilhamento – Integração com o projeto Avahi para facilitar o compartilhamento de arquivos dentro de uma rede.

Customização

Facilidade de instalação – instalar alguns itens que não são padrões podem ser complicados, o objetivo é facilitar ao extremo, ao ponto do Ubuntu instalar, automaticamente, os Codecs para MP3 quando você tentar abrir um arquivo de música.

Inicialização

Diminuição do tempo de boot – Utilização maior e melhor do Upstart, que foi inserido no Edgy e já trouxe uma melhora considerável no tempo de boot, o objetivo é ser mais rápido que o Edgy, ainda.

Todas as novidades planejadas para o Ubuntu

Olhando as novidades, é possível notar, claramente, que esta versão será um enorme passo na direção do usuário comum, que usa o computador como ferramenta.

O item mais marcante, é a instalação automática de codex, não conheço nenhum sistema operacional que ofereça tal funcionalidade, hoje.

Isso é basicamente, tudo o que o usuário quer, ao tentar fazer alguma coisa, simplesmente funcionar.

Seguindo esses passos, o Ubuntu caminha para consolidar a posição de distribuição mais amigável.

emLinux

Spielberg não quer seus filmes em iPods

Por em 23 de novembro de 2006

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Em entrevista para a Reuters Steven Spielberg detonou os iPods e outros players de vídeo de telas minúsculas. Do ponto de vista de um cinéfilo, a reclamação dele faz sentido. Telas pequenas são práticas, vejo muitas séries, no meu PDA Dell X51V, já viajei vendo desenhos animados no Symbian, Nokia 6600, mas qualquer coisa que venha de cinema perde, e muito.

Conheci um sujeito que viu Star Wars, não achou anda demais. Depois soube os detalhes: Viu em uma TV de 14 polegadas, preto-e-branco, na cozinha enquanto a mãe fazia o almoço.

Cinema é muito mais que assistir um filme, cinema envolve toda uma experiência sensorial, do cheiro de pipoca ao couro da cadeira, a sala escura e o telão, quanto maior melhor. Os filmes são pensados assim, com imagens grandiosas. Senhor dos Anéis em uma TV normal, ainda mais sem ser em formato Widescreen é completamente brochante.

Em uma tela de um iPod Video (ou de um Zune, para falarmos mal da MS um pouco) você terá uma resolução de 320×240. Isso é ridículo, se você considerar a quantidade de informação apresentada em uma imagem de cinema, ou mesmo em uma imagem de TV de alta definição. Estamos falando de 1920×1080, o equivalente a uma foto de 2 Megapixels a cada 1/60 de segundo. (para mais detalhes sobre HDTV, veja este artigo).

De que adianta você gastar milhões em efeitos especiais e locações, se o seus Orcs serão representados por dois pixels pretos, Gandalf por um pixel branco e o Frodo por um abend error divide by zero? O espectador vai ter uma experiência ruim, mas a culpa será do iPod? Será dele, por forçar um filme projetado para ser visto em uma tela de 15 metros em uma telinha de 6cm? Não, a culpa será do filme.

Spielberg está certo. Eu diria que filmes de cinema deveriam vir com um aviso: “Este filme não foi projetado para ser visto em caixas de fósforos. Ficará uma bosta. Assista por sua conta e risco”.

Há uma enorme quantidade de conteúdo formatado para TV, que funciona bem em iPods e similares. Que tal deixar os filmes para sua TV de Alta Definição Sony Widescreen novinha em folha, ao invés de atuchá-los em uma telinha? Assim dá até para ver com os amigos, aproveitando o fator socialização, outro excelente motivo para se ir ao cinema.

emÁudio Vídeo Fotografia

XBOX 360 terá filmes e séries para download

Por em 23 de novembro de 2006

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A Microsoft passou a disponibilizar, desde o dia de hoje, filmes e séries para download através do Xbox Live Marketplace, a loja online acessível através do XBOX 360. O conteúdo inclúi séries atuais, como South Park, CSI e Drawn Together, bem como toneladas de filmes. Inclusive há possibilidade de fazer o download do conteúdo em Alta Definição.

O custo é bem competitivo. Um episódio de um seriado em Alta Definição custa US$3,00. O mesmo episódio em baixa definição custa US$2,00. Um filme em alta definição custa US$6,00, o normal, US$4,00.

Os filmes clássicos, ou seja, mais antigos, custam US$4,50 em Alta Definição e US$3,00 na normal. O usuário que baixar um filme em Alta pode baixar o mesmo filme em Baixa, gratuitamente. A idéia é aproveitar o HD do equipamento, sua saída de áudio digital 5.1 e vídeo de alta definição e transformá-lo em um centro de mídia e entretenimento para a família.

Além dos filmes e séries, neste final de ano o XBOX 360 atingirá a marca de 160 jogos em Alta Definição.

Via Kotaku

emÁudio Vídeo Fotografia Games

eCommerce: Perde-se interação, ganha-se agilidade

Por em 23 de novembro de 2006

Não adianta, a experiência de se adquirir um produto, qualquer que seja, é muito melhor quando feita em uma loja de verdade. Entretanto, a facilidade e economia em potencial ao comprar online são evidentes.

Um modelo para vendas online é a Amazon.com. Vejam, por exemplo, como a possibilidade de “folhear” um livro agrega valor ao serviço. Oras, a primeira coisa que alguem faz ao se deparar com um livro é ver a capa. A seguir, se cogita adquirir o tal livro, quer folhear e ter uma idéia do conteúdo, espiar a contra-capa, etc.

Um outro aspecto importante é a conclusão da compra. Muitos sites, por exemplo exigem cadastro para efetuar uma compra, e o cadastro com freqüência é complicado, com muitos campos que as vezes podem parecer desnecessários ao consumidor. Claro que efetuar o cadastro é importante para o vendedor, que pode tentar retê-lo como comprador no futuro; uma solução que surgiu não faz muito tempo e que é uma ótima idéia é o Google Checkout. Basta o usuário escolher o produto, adicionar ao carrinho de compras, e quando for efetuar a compra colocar seu login e senha do Google. O Google trata de efetuar  a transação, e passa ao vendedor somente o endereço do comprador e a confirmação de pagamento. Eu usei o sistema algumas vezes, e ultimamente me acho procurando por lojas que aceitam o Google Checkout pela facilidade em terminar a compra, dispensando cadastros.

emInternet

CBS Lucrando com YouTube

Por em 22 de novembro de 2006

Depois que todo mundo brigou, esperneou e pensou em processar o YouTube, uma das empresas que apostaram na velha máxima de que se não pode vencê-los, junte-se a eles, começa a comemorar a parceria.

A CBS, assim como a Universal e a Sony BMG, fecharam acordos com o YouTube para disponibilizar seu conteúdo de forma legal na época da compra do mesmo pelo Google.

A CBS já colocou mais de 300 vídeos em seu canal no YouTube com uma média de um milhão de exibições por dia.

Mas ao contrário do que as produtoras imaginavam, a colocação dos vídeos oficiais no YouTube vem contribuindo para o aumento da audiência dos programas noturnos da emissora.

As pessoas vêm no YouTube, gostam e acabam adquirindo o hábito de assistir na televisão.

Espero que as demais produtoras de mídia entendam que podem ganhar muito mais usando a internet do que brigando com ela.

Via: [Jornalistas da Web]

emInternet

Netgear SkypePhone WIFI

Por em 22 de novembro de 2006

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O SkypePhone da Netgear parece um celular mas é bem melhor: É um telefone com um cliente Skype completo, acessando Internet através de uma conexão WIFI. Isso significa que em casa você pode desligar o computador, mantendo ligado apenas seu Access Point.

O aparelho permite que você use o chat, o serviço de recebimento de chamadas normal, o serviço de conexão via rede telefônica convencional (SkypeIN) ou mesmo discar para números “de verdade”, através do SkypeOut.

Com tempo de conversação de 2 horas e stand-by de 20h, está melhor que muito celular. O preço é que ainda está meio puxado. Na casa de US$220/US$250.

via XYZComputing

emVoIP Wireless e Redes