Digital Drops Blog de Brinquedo

Inclusão digital no mundo real

Por em 23 de abril de 2007

“Há 550 milhões de armas de fogo no mundo. É uma arma para

cada 12 pessoas no planeta. A única questão é:

 Como irei armar as outras 11?”

Yuri Orlov – O Senhor das Armas

 

A foto acima é de uma mulher, membro da tribo Mursi, da Etiópia. Temos de um lado um iPod e do outro um AK-47.

Acho que poucas imagens representam melhor os nossos tempos, e passam a mensagem que tantos geeks detestam reconhecer: Tecnologia, por si só, não resolve nada. É preciso muito mais do que disponibilizar computadores, fornos solares, cisternas populares, celulares baratos. As pessoas irão abraçar a tecnologia, mas essa não mudará sua essência.

E não, este post não tem qualquer piadinha.

 

Fonte: BoingBoing

emApple e Mac Miscelâneas

US$25 mil por um torpedo

Por em 23 de abril de 2007

Não é do tipo que faz cabum.

Uma adolescente, de nome Morgan Pozgar superou 200 competidores, tornando-se a campeã  mundial de SMS, que por causa de uma campanha besta de publicidade no Brasil chama-se “torpedo”.

Na final os dois últimos competidores deveriam escrever no celular, sem usar T9 e outros métodos, a frase abaixo, cantada em Mary Poppins:

“Supercalifragilisticexpialidoucious! Even though the sound of it is something quite atrocious. If you say it loud enough you’ll always sound precocious”

A concorrente de Morgan terminou primeiro, mas errou um caracter, portando Morgan foi declarada vencedora.

Agora temos uma menina de 13 anos, com US$25 mil no bolso, partindo pras compras em NY.

Aparentemente ela não precisou treinar muito, pois calcula que envia em torno de 8 mil mensagens por mês.

Para nós aqui no mato, mais motivo para tristeza: Ela paga um pacote ilimitado de SMS. US$10,00 por mês.

Fonte: EarthTimes e Physorg

emCelular

Sacanagem na Internet em queda?

Por em 22 de abril de 2007

Um estudo na Inglaterra (sempre eles) determinou que a safardanagem online está em franca decadência. Sério. Sites de busca já são mais acessados que sites de sacanagem.

Alguns vêem isso como um sinal de maturidade, algo como “a novidade passou”, e uma pesquisa rápida mostra que realmente há algo errado. Antigamente havia grandes sites de sacanagem, inclusive com domínios como o sex.com valendo milhões de dólares. O site da Playboy era um dos mais acessados do mundo, mesmo sem nenhum conteúdo interessante. Do ponto de vista de tecnologia, claro.

Talvez justamente por ser algo muito fácil de achar, a sacanagem online perdeu seu encanto. Virou Commodity. Você consegue, online, o sexo que quiser, na hora que quiser, e de graça. Mais ou menos como casamento, ao menos pra quem está de fora.

Isso pode ser culpa das redes P2P, fóruns, colegas de escritório com tempo de sobra pra mandar emails, listas de discussão e similares. São excelentes recursos para o campo da sacanagem. Bolas, até o Google Images é excelente, se você quer apenas fotos. (só se lembre de religar o filtro de conteúdo adulto, se estiver usando o computador de sua irmã. Como? Já estava desligado?)

A indústria não está gostando, pois as pessoas estão preferindo sacanagem com outras pessoas, ao invés de pagar por sacanagem online. Vide serviços como o Adultcheck, que foram bem valorizados alguns anos atrás, e hoje estão à beira da extinção. A maior parte das inscrições em sites de conteúdo adulto é feita por adolescentes usando cartões falsos, sem contar a taxa de vendas questionadas junto à administradora. É um golpe comum. Sexo vende, o problema é receber.

O futuro parece estar nas comunidades, nos mundos virtuais e nas redes P2P. Ao invés de pagar $20 para ver um strip-tease daquela loura assaz no www.lasvegasniki.com o sujeito entra no Second Life e passa horas fazendo sexo virtual com uma linda ninfetinha de 15 18 anos vestida de colegial. De graça. (só não vamos contar que a ninfetinha se chama Bubba e é caminhoneiro no Arkansas)

 Fonte: Economist

emInternet

Luvas Atlas: Controlando o Google Earth com gestos

Por em 22 de abril de 2007

A princípio parece um Minority Report de pobre, mas uma leitura mais atenta do site do projeto revela que a coisa é bem interessante. Criado por um pessoal do Centro de Análise Espacial do University College, de Londres, usa equipamentos MUITO simples. A maior peça de tecnologia são dois chaveiros-lanterna ligados a bolas de ping-pong. E uma webcam.

O melhor? O projeto está disponível para download, com versões para Linux, Windows e Mac, com código-fonte disponível também. Agora você também pode brincar de Tom Cruise. Só falta a Kate.

Via Metafilter

emMiscelâneas Open-Source

Microsoft diz que iPhone é irrelevante para o mercado corporativo. D’oh!

Por em 22 de abril de 2007

Chris Sorenson é chefe da divisão de Smartphones da Microsoft para a região Asia-Pacífico, e se saiu com a pérola:

“[o iPhone] é um equipamento fechado, você não pode instalar aplicações nele, e não há suporte para documentos do Office. Se você é uma empresa e quer disponibilizar suas aplicações, não é uma opção.”

Ele está absolutamente certo, o iPhone perde feio para um Smartphone rodando Windows Mobile, disponibilizado em 140 diferentes aparelhos, ou mesmo o Symbian, que embora seja líder de mercado está disponível em menor variedade de equipamentos.

Entretanto a conclusão do Mr Sorenson é completamente irrelevante. Equivale a dizer que o Vista é irrelevante para o mercado de sondas espaciais.

O iPhone, caro Chris, não foi feito para ser um smartphone. Ele foi feito para ser um iPhone. iPod + Telefone, sacou? A objetividade do iPod com uma interface revolucionariamente simples para telefone.

Não existe Ferramenta Universal. O iPhone é um péssimo business phone, assim como um QTek é um péssimo iPhone.

Soa patética essa tentativa da MS em desqualificar o iPhone, trazendo-o para uma área que a Apple nunca cogitou atuar.

Fonte: Slashdot e ZDNet

emApple e Mac Celular

Dúvida cruel…

Por em 21 de abril de 2007

Imaginem a seguinte situação: sujeito voltando dos EUA, precisando comprar um laptop para trabalhar em casa.

Depois de alguma pesquisa, ele fica entre dois modelos:

Toshiba Satellite A135-S4487 ( Core2Duo 1.66GHz, 2GB de RAM, dois HDs SATA totalizando 220GB, LCD de 15,4″ com 1280×768 pixels, gravador de DVD dual layer, WiFi );

Apple MacBook ( Core2Duo 2GHz, 1GB de RAM, HD SATA 80GB, LCD de 13″ com 1280×800 pixels, gravador de DVD dual layer, câmera integrada, controle remoto, WiFi, Bluetooth );

O Toshiba custa US$ 1199,99 e o Apple US$ 1299,00.

Qual deles vocês comprariam? Respondam à enquete.

emHardware

Resident Evil 3.5

Por em 20 de abril de 2007

Quando uma produtora está desenvolvendo um game, é muito comum os responsáveis não ficarem satisfeito com o resultado e cancelar a produção e começar tudo do zero. Poucas pessoas sabem, mas com o aclamado jogo Resident Evil 4 aconteceu isso.

Abaixo segue um vídeo de um beta do jogo, que a Capcom decidiu refazer. Algumas coisas chamam a atenção. Repare nos efeitos de luz, principalmente da laterna de Leon e no fantasma que ele enfrenta. Repare como a luz do cenário tem papel importante na batalha. Outro ponto que me chamou muito a atenção é o avançado estágio de desenvolvimento do game. Isso fica nítido no nível de detalhes do cenário, a música, enfim, parece um game acabado já.

Muitos vão discordar do que vou dizer, mas na minha opnião, a Capcom não fez a escolha certa.

emGames