Digital Drops Blog de Brinquedo

Image Toolbar – Extensão para o Firefox

Por em 3 de agosto de 2007

meiobit-toolbar.jpg

Quem faz muita coleta de imagens na Internet e não usa um desktop com mais de um monitor, onde arrastar e soltar arquivos fica mais confortável, pode se beneficiar muito da extensão Image Toolbar do Firefox. Ela mostra uma barrinha com ícones para salvar, imprimir ou ver as propriedades do arquivo. Qualquer semelhança com um recurso nativo de outro browser mais popular é mera coincidência.

Além dos recursos normais você pode configurar um tamanho mínimo de imagem que ativará a toolbar, se o arquivo será salvo em um folder default, se o nome será solicitado ou usado o original, quanto tempo entre o mouse pousar sobre a imagem e a toolbar aparecer e até mesmo a posição relativa da mesma.

É uma daquelas extensões simples que facilitam nossa vida. Recomendável, mesmo na versão 0.6.4 – Funciona nos Firefox 1.X até 2.0. No 3 está derrubando o programa.

Para baixar, visite este link.

Via Cybernet Tech News

emInternet Software

Achou o preço covardia, acabou vendo a covardia do 5×1

Por em 3 de agosto de 2007

meiobit-espertaofone.jpgDave Barthram é um espertão. Esse inglês de 60 anos resolveu comprar um celular. Entrou na The Mobile Phone Shop, uma loja com um gerente de nome Manmoan Singh e viu o aparelho que queria. Um Sony-Ericsson K750i, que em uma loja online confiável custa £179.99. O preço da loja? £65. Sem caixa, manual, cabos, CDs. Entregaram apenas o telefone e um carregador.

Ele perguntou pelo caixa e manual, disseram que não acharam. Mesmo assim ele levou. Achando que estava comprando um aparelho zero quilômetro.

Chegando em casa ele começou a fuçar. Na parte de vídeo, achou uma gravação do dono anterior do aparelho… descabelando o palhaço, esganando o ganso, praticando a covardia do 5 contra 1, descascando a banana… bem, já deu pra entender, né?

Indignado o espertão voltou à loja. O gerente se desculpou, disse que tentam sempre apagar todas as informações dos telefones que vendem, mas alguma coisa pode ter escapado. Mas como não era um problema técnico, não poderia trocar o aparelho.

Alegando que não havia cartazes na loja indicando que os aparelhos eram usados, e que os vendedores não informavam essa condição, ele deu queixa na polícia. O Gerente reconheceu que realmente não era informado que os aparelhos eram usados, mas o fato deles virem sem caixas ou acessórios tornava a condição de usados “mais que óbvia”.

Acrescento que o preço também era uma boa indicação.

Até agora nosso esperto comprador ficou na mão (com trocadilho). Esperemos que o teclado não esteja grudento, e que ele aprenda a reconhecer um aparelho usado e uma oferta boa demais para ser verdade, da próxima vez.

Via Yorkshire Evening Post

emCelular

Cell: além do videogame

Por em 3 de agosto de 2007

cell.jpgA Sony decidiu de vez ampliar os horizontes do Cell. Na próxima SIGGRAPH, que começa dia 07, vai mostrar seu novo hardware: um sistema 1U, consumindo 400W e que tem, além do Cell, o processador gráfico RSX. Parece um PS3 encaixotado, não é mesmo?

A empresa quer abocanhar um pedaço do milionário mercado de processamento de altíssimo desempenho, como gerenciamento de imagens científicas de alta resolução. Particularmente, acho que é só mais uma forma de tentar incrementar as vendas do PlayStation…

[via Dailytech]

emHardware Indústria

Google planejando Googlephone

Por em 3 de agosto de 2007

Na busca por uma fatia (ainda) maior do mercado de publicidade, o Google pretende entrar em novas indústrias. Parece que a gigante realmente está planejando um aparelho celular, que incluiria boa parte de seus serviços, obviamente,  e uma plataforma melhor para seus anúncios.

Segundo o The Register, a empresa está em conversações com algumas operadoras nos EUA e Europa. Além disto, já teria investido “milhões de dólares” na concepção de um aparelho celular. Até aí tudo não passa de rumores, mas quando se leva em consideração que a empresa comprou muita “dark fiber” e está querendo participar do leilão do espectro de 700 mHz nos EUA, percebe-se que os rumores são bastante substanciados.

De qualquer maneira, eu me pergunto até onde uma empresa consegue diversificar sua área de atuação sem perder o foco. Alguns críticos já dizem que a empresa já não consegue inovar como anteriormente, e recentemente seu balanço trimestral ficou além das expectativas dos investidores.

emCelular Indústria

Peach: patrocine um projeto open source

Por em 3 de agosto de 2007

O Blender é um software de modelagem, animação, pós-edição e desenvolvimento de games com uma game engine própria, de ótima qualidade, competindo pau a pau com as alternativas proprietárias. Tem desenvolvimento open source, não custa alguns milhares de dólares como o 3D Max e não exige hardware poderoso. Aliás, seus requerimentos de sistema são bem modestos.

Entre 2005 e 2006, a Blender Foundation tocou o Orange Open Movie Project, cujo propósito era fazer o Elephants Dream, o primeiro filme open source da história, mostrar o potencial da ferramenta e desenvolver recursos para o software. Este ano, foi criado o Blender Institute, só para cuidar de projetos desta natureza, além de jogos open source educativos desenvolvidos com sua game engine.

No blog do novo projeto, começou a campanha para arrecadar fundos para ele, através da pré-venda dos DVDs do filme, que virá com todos os arquivos de produção, script, storyboards e documentação inclusos, e quem comprar o disco nessa pré-venda antes de 1º de Outubro, terá seu nome nos créditos do filme. Denominado Peach Open Movie, ele está previsto para sair no segundo trimestre do ano que vem. E se você é pobre como eu, também poderá baixar tudo o que vier no DVD separadamente, ou a .iso do disco.

Se o Elephants Dream foi um filme de aproximadamente dez minutos com uma história sombria, o Peach Open Movie será mais no estilo das grandes superproduções cinematográficas de estúdios consagrados, como Pixar e Dreamworks: uma aventura cômica com bichinhos fofos, engraçadinhos e coelhinhos cor-de-rosa.

Com estas iniciativas, a Blender Foundation dá uma lição sobre como lidar com projetos open source: desenvolvendo um ótimo produto, cumprindo seus prazos, estimulando a criatividade e deixando orgulhosos os usuários deste software que evolui a cada dia.

Fonte: Allan Brito [1] e [2] (autor do livro Blender 3D – Guia do usuário), Blender Nation e Peach Open Movie.

Nota: Não estou ganhando nada para fazer jabá do livro do Allan Brito, mas que é um ótimo guia de referência e um dos melhores investimentos bibliográficos que fiz, isso é.

emOpen-Source

Elton John quer acabar com a internet

Por em 2 de agosto de 2007

Não adianta. Por mais que essa relação simbiótica do ser humano com a tecnologia seja cada vez maior e mais interdependente, tem gente que nunca vai entendê-la, ou mesmo gostar dela. É o caso de Sir Elton John.

Segundo o cantor inglês, em entrevista ao jornal The Sun, a internet prejudica o mundo da música, e que deveriam pensar em uma forma de “fechar” a internet por cinco anos pra ver o que acontece nesse período em relação a produção musical. Para ele, as pessoas têm que ir às ruas e protestar ao invés de blogar, porque a rede desestimula o contato pessoal e evita que as pessoas se reúnam para produzir arte.

Isso é o que foi dito por ele. Agora leiamos as entrelinhas.

Seu último CD, “The Captain & The Kid” vendeu uma miséria de 100 mil cópias, o que é muito pouco para quem já vendeu milhões. A indústria fonográfica há muito já passou da hora de se rever e achar alguma maneira eficiente de continuar existindo, sem processar as pessoas e afastar quem a mantém, que são as pessoas que ainda compram CDs originais. Não é preciso ser muito esperto para ver que Elton John morre de medo de ver seu pedaço do bolo ser apanhado por uma legião de usuário de redes P2P. Daniela Mercury, aqui mesmo no Brasil, disse algo parecido quando comparou o download de músicas à roubo.

Se os artistas e as gravadoras não sabem se adaptar à “nova ordem mundial” que impera no mundo através da internet, não devem culpá-la. É como botar a culpa no carteiro porque a encomenda não era bem o que se esperava – é burrice. Gravar fitas já foi ilegal, e estas mesmas gravadoras tentaram de tudo para impedir a proliferação delas, infrutiferamente.

A mesma coisa vai acontecer com o download de músicas: algum dia, alguém vai se dar conta que proibir isso é como tentar tapar o rombo no casco do Titanic com uma goma de mascar. Leis serão mudadas e adaptadas, e o que é ilegal hoje, não será mais.

Como na Suécia.

emInternet

Próximo sucesso de vendas nas lojas online: AC/DC

Por em 2 de agosto de 2007

Enquanto a banda Led Zeppelin disponibiliza suas músicas na iTunes Store, o AC/DC virou a cara e fechou contrato de exclusividade com a Verizon.

O problema é que, nesta loja, só é possível fazer download de álbuns completos, e custa 12 dólares, mais do que comprar da Amazon ou mesmo na loja da Apple, onde cada música (com DRM) custa 99 centavos de dólar. Vai vender como água!

Fonte: Gizmodo.

emIndústria