Digital Drops Blog de Brinquedo

Dicas para comprar um no break

Por em 24 de novembro de 2006

Há muito tempo, deixei de usar apenas estabilizadores para proteger o computador e adotei o no break como padrão de defesa. Não me arrependo nem um pouco, mas dimensionar qual modelo é importante. Devido a montagem do novo PCFrank, descobri que o meu velho de 600VA já não irá suprir mais a demanda e terei que comprar um novo.

Mas como comprar um no break, correto para as suas necessidades, com margem de segurança, sem desperdício?

Um ótimo artigo eu li por acaso, no Boadica. Ele explica de forma fácil o que um no-break realmente faz. O computador passa a receber energia da bateria do equipamento e nunca diretamente da rede elétrica. Dessa forma, a curva de fornecimento de energia é muito mais próxima de uma senóide ideal. A leitura é ricamente ilustrada e vale cada linha.

Os no breaks são vendidos usando-se a medida Volt-Ampére(VA) e normalmente vemos fontes de alimentação e consumo de monitores e impressoras em watts. Mas existe uma fórmula para fazer a conversão. Lembre-se que uma fonte xing-ling não usa os 500 Watts anunciados nela e sim 50-60% disso.

No final, uma super dica de como fazer para escolher o modelo:

  1. Anote a potência em Watts de tudo que será conectado aparelho.
  2. Agora, pegue a potência e multiplique por 1,52. Exemplo: 300W * 1,52 = 456VA
  3. Multiplique por 1,3 para obter 30% de margem de segurança: 456VA * 1,3 = 593VA

Agora, sabendo a sua necessidade, basta ir às compras.

emHardware

Melhorando o nível dos comentários

Por em 24 de novembro de 2006

Na época que tomamos a decisão de somente deixar usuários cadastrados comentarem no Meio Bit, a escolha parecia difícil. Agora posso olhar para trás e perguntar: “porque não fizemos isto antes ?”.

Antes: trolls, desocupados, ignorantes, perdidos soltando comentários de mau gosto ou simplesmente fora do assunto e dando muito trabalho para os colaboradores filtrarem. Estes indivíduos acabaram “assustando” quem realmente vinha para discutir e acrescentar ao artigo.

Depois da mudança, o nível dos comentários melhorou muito, vemos cada vez mais gente que comenta em vários artigos, desenvolvendo discussões muito boas. Além disto, spam nos comentários é zero (o que também liberou muito tempo que antes era dedicado à faxina diária do spam nos comentários). Entendo que há usuários mais puristas, por assim dizer, que são contra o cadastro para comentar, porém esta foi das escolhas a melhor, para manter o nível nas discussões.

Infelizmente tal decisão só deve funcionar em sites que tem um tráfego razoável, pois é preciso que haja uma “massa crítica” de usuários para que uma discussão se desenvolva, e sites com poucos leitores infelizmente tem que deixar comentários totalmente abertos.

emBlog

Estudos comprovam: Quem usa SMS no celular faz mais sexo do que quem usa Internet

Por em 23 de novembro de 2006

phonesex.jpg

Uma pesquisa da Associação Japonesa de Educação Sexual descobriu que entre grupos de estudantes que usam SMS e grupos que usam Internet há uma enorme discrepância de hábitos. Concentrando-se no grupo que mandava mais de 20 SMS por dia e o grupo que passava mais de 2h por dia na Internet mesmo fora do horário escolar, os números são assustadores:

58% do grupo do SMS já fez sexo, contra 15% do grupo da Internet.

Desses, 21% do pessoal do SMS já havia feito sexo com pelo pelo menos 3 parceiros, contra 5% dos nerds.

Partindo para uma área mais leve, foram identificar quem havia ao menos beijado um parceiro. O pessoal da Internet ficou com 20%, o do SMS com 80%.

A pesquisa foi feita com 5500 estudantes de 1o e 2o graus, faculdades e escolas técnicas no Japão. Na matéria sobre a mesma, SMS está traduzido por “email”, mas é SMS mesmo.

via: The Gadgets Weblog

PS: Esta matéria foi composta em celular e enviada por SMS ;)



emCelular

O Marketing correto para o seu produto

Por em 23 de novembro de 2006

Uma grande lição que muitos deixaram na história é que não basta ter um bom produto para que ele faça sucesso, que o diga a Digital Eq. Você também tem que saber como vendê-lo. E em se tratando de vender, poucas empresas no mundo fazem isso tão bem quanto a Microsoft. Essa propaganda do Windows é um belo exemplo.

Acho que essa peça tem dois pontos altos:
Now, how much do you think MS Windows is worthy? Don’t answer!
e
And… can you believe it? Reversi!!!

Eu sei, você vai dizer que os anos 80 foram assim mesmo, com um monte de coisas estranhas em todos os lugares. Pode até ser. Mas um dia eu ainda descubro o que o Ballmer usa para ficar desse jeito. Em uma conversa sobre desenvolvimento em Java e .NET eu e o Moardib formamos nossa opinião.

emMiscelâneas

Americanas.com e Submarino preparam fusão

Por em 23 de novembro de 2006

As duas maiores empresas do comércio eletrônico brasileiro estão preparando sua fusão. Em um negócio de R$7 bilhões as lojas Americanas.com e Submarino devem fundir suas operações em um negócio que deve faturar R$2 bilhões por ano. Ainda que as empresas não queiram comentar ou até neguem o assunto analistas da Bovespa já afirmaram que as negociações para a fusão encontram-se em fase final. Fornecedores consultados pela revista Exame também afirmam que a fusão já é dada como certa, ainda que os acionistas do Submarino precisem aprová-la em assembléia para que o negócio seja fechado. Nos últimos sete dias as ações do Submarino já acumulam alta de 10% e da Americanas.com 5%.

Via Blue Bus

emInternet Miscelâneas

Usuário brasileiro também resiste ao Vista

Por em 23 de novembro de 2006

Invariavelmente toda (ou boa parte da) base de usuários de Windows vai migrar para o Vista. Hoje em dia, por exemplo, são muito poucos os que ainda rodam Win98, por mais que o XP tenha sido criticado quando lançado. E as criticas já conhecemos bem. Reclamações sobre como o sistema é pesado, precisa de hardware mais novo e é incompatível com um sem número de programas e drivers existentes repetem-se a cada nova versão do Windows. E sempre os usuários acabam migrando para a versão mais nova, como se todos esses inconvenientes nunca tivessem existido. A principal questão não é se os usuários irão migrar, mas quando. O Windows XP foi lançado em 2001 e seu substituto estava então previsto para 2003, entretanto a lentidão na migração para aquela plataforma foi um fator crucial para definir o primeiro adiamento no lançamento do Vista.

O ciclo de vida de um produto é influenciado pela velocidade pela qual ele é aceito pelo mercado. Outros aspectos são importantes, certamente, mas não haveria muito sentido para a Microsoft lançar o Vista em um mercado que ainda não havia absorvido o XP como produto. A lentidão na migração para o XP acabou por ser um outro fator que alongou seu ciclo de vida para intermináveis 5 anos. O Vista chegará agora ao final de Novembro e atingirá o mercado de massa em Janeiro. Mas antes que você se impressione com as prováveis filas que aparecerão na mídia de pobres coitados matando-se para pegar uma caixinha (outro inconveniente que usuários de software livre não precisam suportar) saiba que a adoção do Vista deve ser ainda mais lenta que a do seu antecessor. E que essa lentidão pode dar origem à um ciclo de vida ainda mais longo. Dependendo de como as coisas acontecerem o Vista pode ser o sistema oficial da MS por talvez 7 ou 8 anos. E só veríamos um novo Windows para desktops em 2015.

A Microsoft empregou muito dinheiro e horas de trabalho de seus funcionários no desenvolvimento do Vista, considerado por muitos o projeto de software mais complexo da história. E, de fato, quando os funcionários da empresa não estavam ocupados fazendo vídeo piadas com os problemas de seus clientes estavam trabalhando duro no maior produto que ela jamais lançou. Esse investimento todo em pesquisa e desenvolvimento, além de treinamento e marketing, precisa ser recuperado. Isso significa que o Vista precisa ser mantido no mercado tempo o bastante para recuperar esses gastos e apresentar lucro. Sob essa ótica a velocidade de adoção da nova plataforma é crucial não apenas para a manutenção do market share da empresa mas também para sua saúde financeira. Certamente você já ouviu ou leu sobre como as grandes empresas esperarão (talvez por um SP1) 1 ou 2 anos para migrarem seus sistemas do XP para o Vista. Mas como essa migração se dará, ao menos em um primeiro momento, no segmento doméstico?

O mercado doméstico e de pequenos escritórios (chamado SOHO) não é tão importante para a Microsoft quando o de grades clientes e OEM do ponto de vista do faturamento mas é importante para a manutenção da imagem da companhia. Ainda que boa parte do faturamento de sistemas operacionais da empresa venha de vendas de licenças em volume (especialmente para fabricantes de PCs) nesse segmento o Windows tem fortes concorrentes, como UNIX, BSD e Linux. Cada dólar é disputado entre os diversos fornecedores de soluções para esse segmento de forma ferrenha e dia a dia empresas optam por soluções mistas usando Windows e Linux, a exemplo das grandes redes de varejo Pão de Açucar e Casas Bahia. No âmbito SOHO, entretanto, a Microsoft reina absoluta com o Windows. Por isso a adoção do Vista nesse segmento pode não valer seu peso em ouro, mas é importante para que a empresa mantenha-se controlando o padrão usado pelo mercado. Essa importância faz com que a empresa dê uma atenção especial ao que acontece nesse segmento.

A empresa de consultoria Forrester Research divulgou um estudo onde aponta que a migração para o Vista no segmento doméstico ocorrerá de forma tão lenta quanto foi a mudança do Win98 para o XP. Nos EUA o XP levou quase 4 anos para tornar-se o sistema mais usado pelos consumidores do mercado doméstico e a Forrester estima que para o Vista esse prazo não será menor. Segundo a consultoria isso deve ocorrer porque o novo Windows não apresenta mudanças impactantes para o usuário comum enquanto requer hardware novo e mais potente. Esses fatores despertam pouco interesse no novo sistema por parte dos usuários que estão satisfeitos com o WindowsXP. O grande fator aqui é a chamada migração involuntária, onde o usuário não opta explicitamente por migrar para o novo sistema, mas o faz ao adquirir um novo computador com o Vista pré-instalado. Assim a base instalada do Vista cresceria sem que ocorra uma diminuição na grande base existente do XP, fazendo com que seja maior o tempo para que o Vista domine o mercado.

O site de tecnologia Seopher fez sua própria pesquisa, em lugar de avaliar o mercado e estimar um comportamento. Pediu que seus leitores respondessem à seguinte pergunta: “O que você fará quando o Vista chegar?” e ofereceu 4 opções de resposta:
Atualizar para o Vista;
Permanecer no XP;
Mudar para o Mac;
Usar Linux.

E a resposta surpreendeu a maioria dos analistas:
Pesquisa SeopherPesquisa Seopher

Mais pessoas afirmaram pretender usar Linux (29,8%) do que atualizar para o Windows Vista (21,1%). Enquanto a maioria dos usuários pretende em um primeiro momento permanecer no XP (38,6%), o que é muito natural, boa parte dos pesquisados pretende mudar de plataforma e adquirir um Mac (10,5%). Mas essa pesquisa tem alguns problemas.

O primeiro deles é que ela não faz distinção entre usuários de Linux e de Windows. Usuários que já usam Linux ou que pretendem usar Linux no futuro poderiam responder “Usar Linux”. Enquanto o resultado da pesquisa pode parecer indicar que após o Vista cerca de 1/4 do mercado mudaria para Linux a verdade é que os 29% do pingüim já incluem os usuários dessa plataforma. Ou seja, não temos 29% dos usuários de Windows mudando para Linux, temos usuários de Linux respondendo uma pergunta sobre se mudariam para o Vista. Você já imagina que tipo de distorção foi criada aqui.

O outro problema é que não sabemos quantas pessoas respoderam à pesquisa, e por isso não conseguimos determinar sua precisão. Sem essa precisão não podemos afirmar que ela representará a atividade real do mercado, que é composto de milhões de usuários. Acima disto pode-se entender que nenhuma pesquisa conduzida dessa forma vai conseguir representar o comportamento do mercado. Apenas usuários mais comprometidos com o uso de computadores (e por conseqüência menos leigos ou mais técnicos, como queira) freqüentam sites que realizam essas pesquisas. É justamente entre esses usuários que sistemas como o Linux, o BSD e o MacOSX encontram seus usuários. O Valdomiro da padaria que usa Windows em seu computador doméstico não lê o Slashdot e talvez nem saiba o que é Vista, mas vai usá-lo quando ele chegar ao camelô perto de sua casa. Em miúdos, o usuário regular de computadores não vai responder esse tipo de pesquisa, e o usuário técnico não pode ser considerado parâmetro de referência.

Mesmo tendo calculado todos esses problemas não pude me furtar à uma outra pergunta. Esses números representam a opinião do usuário dos EUA, e no Brasil, como seria o ritmo da migração SOHO para o Vista? E que lugar melhor para conduzir essa pesquisa do que no Meiobit? Assim decidimos criar uma enquete que minimizasse os problemas acima descritos e pudesse nos dar uma impressão do como acontecerá esse processo em terras tupiniquins. Para detalhes sobre as opções e o número de votos visualize os resultados finais da enquete Meiobit.

Responderam à enquete 1358 pessoas, um bom número para pesquisas de opinião. As pesquisas eleitorais para presidente da república normalmente pesquisavam entre 1800 e 3000 pessoas e apresentaram erro de apenas 2% em relação ao resultado final das eleições. É claro que devemos ter em mente que, também aqui, o público que respondeu a pesquisa não representa o usuário regular de informática brasileiro.

Resultados a pesquisa Meiobit sobre a adoção inicial do Windows Vista:
Pesquisa MeiobitPesquisa Meiobit

A primeira análise a ser construída sobre a pesquisa do Meiobit é que 17% das pessoas que a responderam não usam Windows como seu SO principal. Enquanto este valor é razoável para o mercado corporativo ele é bem incomum para o mercado SOHO. Esse valor deve ser um parâmetro para medir a possível aplicabilidade dessa pesquisa para o comportamento real do mercado a longo prazo. Provavelmente em um primeiro momento essa pesquisa deve prever muito bem o comportamento do mercado. Sua validade deve estender-se até Junho ou Julho de 2007, quando o Vista completar 6 meses no mercado. Depois disso a resistência inicial dos usuários de Windows deve diminuir e mais deles devem migrar para a nova plataforma.

A segunda análise é a de que, assim como no mercado dos EUA, os consumidores brasileiros devem demorar para adotar o Vista. Quase metade dos pesquisados irá manter seu sistema Windows atual, recusando o upgrade para o Vista. Apenas 16% dos pesquisados pretende realizar o upgrade para o novo sistema, uma adoção muito menor do que a planejada pela Microsoft.

A terceira análise interessante é que somando os usuários que pretendem mudar para Linux, mudar para outros sistemas e mudar para o Mac temos um valor pouco maior que 17%. Coincidente com os 17% que afirmaram já não usar Windows. Isso representa uma perspectiva interessante. A base instalada de outros sistemas operacionais (que não Windows) pode crescer muito com a chegada do Vista. Se nossos números se confirmarem no mercado ela na verdade dobraria de tamanho. Motivados pela curiosidade de experimentar outras plataformas ou apenas empurrados para fora da plataforma Windows por alguma razão muitos usuários parecem querer aproveitar a oportunidade do lançamento do Vista para buscar novas soluções. Talvez os custos de licenças ou a necessidade de hardware mais novo sejam duas causas cruciais aqui. O fato é que um número maior de usuários clientes da Microsoft pretende deixar a plataforma Windows com o lançamento do Vista do que efetuar uma atualização, ao menos em um primeiro momento.

Esse panorama pode até ser enganoso, e a Microsoft vai lutar com todas as armas para mudá-lo caso ele seja percebido na prática. É um aspecto muito desconfortável para Redmond, depois de investir tanto tempo e dinheiro no desenvolvimento de sua nova plataforma, observar que os usuários dispostos a adotar o novo sistema sejam a minoria. O mais impressionante demonstrado por essa pesquisa é o fato de que quase 84% dos usuários estariam rejeitando a nova plataforma em um primeiro momento. Não há aspecto positivo para a MS nesse cenário e muito marketing precisará ser feito para convencer os 48% de usuários que pretendem manter seus Windows atuais a migrar para no novo sistema.

É cedo para dizer quanto tempo o Vista levará para atrair os usuários de Windows. Também é cedo para afirmar que essa brecha deixada pelo lançamento do Vista vai permitir que outros sistemas como o Linux ou o MacOS consigam melhorar significativamente sua participação no mercado SOHO. Mas é inegável que análises de empresas profissionais e pesquisas de opinião que apontam dados parecidos em mercados distintos, como a nossa e a realizada pelo site Seopher, indicam uma tendência. Tendência essa que, se confirmada pelo mercado, pode realmente afetar o domínio que a Microsoft tem no mercado de sistemas operacionais hoje. Parece que, após 5 longos anos de desenvolvimento, o trabalho em Redmond está apenas começando.

emArtigo Destaque Linux Miscelâneas Software

O que esperar do Ubuntu

Por em 23 de novembro de 2006
Ubuntu

Scott James, escreveu sobre o que podemos esperar da próxima versão do Ubuntu (7.04 ou Feisty Faw), baseado nas discussões realizadas no Ubuntu Developer Summit.

As principais expectativas são:

Desktop

Suporte ao desktop 3D – Colocar o desktop 3D como padrão do Ubuntu (depende da aprovação da utilização de drivers proprietários). O objetivo é impressionar o usuário com uma interface melhor e mais funcional, só resta decidir de será usado o compiz ou beryl, acredito mais no beryl .

Configuração mais robusta do X – Nada de deixar o usuário em uma tela preta por qualquer erro, cada vez mais o Ubuntu foca na utilização 100% via X, o que é muito bom para o usuário doméstico.

Redes

Rede simplificada – Network Manager instalado por padrão, o que simplificará bastante para usuários wireless, incluindo suporte a WEP e WPA.

Suporte a Zeroconf – Possibilidade de criação de redes com outros usuários próximos, sem necessidade de configurações ou servidores (basta que todos concordem em um nome para esta rede).

Melhoria no compartilhamento – Integração com o projeto Avahi para facilitar o compartilhamento de arquivos dentro de uma rede.

Customização

Facilidade de instalação – instalar alguns itens que não são padrões podem ser complicados, o objetivo é facilitar ao extremo, ao ponto do Ubuntu instalar, automaticamente, os Codecs para MP3 quando você tentar abrir um arquivo de música.

Inicialização

Diminuição do tempo de boot – Utilização maior e melhor do Upstart, que foi inserido no Edgy e já trouxe uma melhora considerável no tempo de boot, o objetivo é ser mais rápido que o Edgy, ainda.

Todas as novidades planejadas para o Ubuntu

Olhando as novidades, é possível notar, claramente, que esta versão será um enorme passo na direção do usuário comum, que usa o computador como ferramenta.

O item mais marcante, é a instalação automática de codex, não conheço nenhum sistema operacional que ofereça tal funcionalidade, hoje.

Isso é basicamente, tudo o que o usuário quer, ao tentar fazer alguma coisa, simplesmente funcionar.

Seguindo esses passos, o Ubuntu caminha para consolidar a posição de distribuição mais amigável.

emLinux