Digital Drops Blog de Brinquedo

Blu-Ray vencendo a guerra?

Por em 24 de abril de 2007

Segundo a revista Home Media Magazine, no primeiro trimestre deste ano 70% dos
discos de alta definição vendidos nos EUA foram do formato Blu-Ray. O vencedor
do Oscar deste ano,
Os
Infiltrados
, mostra claramente esta tendência. Distribuído em ambos os
formatos, do seu lançamento em 13 de Fevereiro até o final de Março, foram
vendidas cerca de 53 mil cópias em Blu-Ray contra 31 mil em HD-DVD.

Na outra guerra de formatos que o mundo presenciou
(VHS
vs. Betamax
), venceu o mais barato e não o melhor em termos tecnológicos.
Muitos estão apostando que é isso que vai acontecer novamente, com o HD-DVD
vencendo a batalha por ser mais barato. Mas as vendas deste ano mostram
exatamente o contrário. A provável explicação está no fato de que o Blu-Ray
tem apoio de mais estúdios do que o HD-DVD (6×3).

Enquanto isso a Wal-Mart, preocupada em definir um único padrão para maximizar
suas vendas,
escolheu
o formato HD-DVD como vencedor
. Apesar de terem lançado uma loja on-line
de filmes recentemente, a gigante do varejo conta com o preço baixo dos
HD-DVDs como chamariz para atrair compradores não só de filmes mas de outros
produtos das lojas.

Na verdade a guerra de formatos não empolga. Distribuição por mídia física soa
como algo do século passado. Não é à toa que muitos já partiram para
exploração de downloads legais de filmes pela internet. Mas aí encontramos
outro problema, comum também às mídias físicas: DRM.

[via
Reuters]

emIndústria

E a Índia nos ultrapassou…

Por em 24 de abril de 2007

Ontem a Índia colocou em órbita um satélite italiano, num lançamento perfeito que custou a bagatela de US$ 11 milhões. Só para colocar em perspectiva: esse é o valor de mais de 340 mil sacas de soja.

Para quem não captou: precisamos exportar 340 mil sacas de soja para faturar o mesmo que um único lançamento indiano.

Portanto, do bloco BRIC ( Brasil, Rússia, Índia e China ), só nós ainda não temos capacidade de colocar um artefato no espaço.

Pode parecer pouco, mas a indústria aero-espacial é uma das que mais trazem benefícios a um país, seja pelos altos lucros com lançamentos e artefatos, seja pela tecnologia gerada.

Enquanto isso… vamos plantando soja.

[via BBC]

emMiscelâneas

Microsoft lança ferramenta integrada de segurança corporativa

Por em 24 de abril de 2007

A Microsoft demonstrou hoje em São Paulo dois produtos de segurança para o
mercado corporativo. O
Forefront
é uma solução de anti-malware (vírus, spyware, phishing), que se integra, por
exemplo, a servidores Exchange. Já o
System
Center
é uma ferramenta de gestão em TI, baseada nas disciplinas do
ITIL, que ajuda
no planejamento, implantação, gerenciamento e otimização da estrutura de TI.

As duas ferramenta em conjunto prometem três fatores básicos: produtividade,
simplificação e integração com a plataforma Windows, garantindo maior
disponibilidade, redução de custos e administração remota de servidores,
desktops e dispositivos móveis.

Eduardo Campos, gerente geral da divisão de servidores da Microsoft, fez uma
afirmação interessante durante sua apresentação. Citou aquela máxima,
como
confiar a segurança do meu sistema à mesma empresa que fabrica este
sistema
, que surgiu na época do lançamento do One Care. Ele mesmo dá a
resposta: o Forefront conta com engine de 9 fabricantes de anti-malwares, cada
uma com suas peculiaridades, o que torna a ferramenta extremamente eficiente
na detecção de novas pragas virtuais.

emSegurança Software

Mate Seu Servidor

Por em 24 de abril de 2007

O vídeo abaixo é um viral da Scalent, uma empresa especializada em soluções para datacenters. A idéia é exemplificar os 10 principais motivos que levam um servidor a morrer (input errado, aquecimento, etc) mas de uma forma, digamos… pitoresca.

É propaganda? É, mas assim como os vídeos do Will it Blend?, funcionou ;)

emInternet Propaganda & Marketing

Nota de falecimento: Firefox 1.5

Por em 24 de abril de 2007

É isso aí. Você como eu usa o Firefox 1.5? Então lamento informar, mas ele MOR-REU. Já era. bateu as botas.

A Fundação Mozilla encerrou, hoje, o suporte oficial ao Firefox 1.5. Não haverá mais updates resolvendo problemas de estabilidade, ou de segurança.

O problema nesse tipo de projeto é que consertar bugs é muito chato, assim como dar suporte a versões antigas. Na falta de um compromisso comercial com seus usuários, a Fundação Mozilla pode se dar ao luxo de deixar na mão QUARENTA PORCENTO dos usuários do Firefox, indicando que se quiserem, que migrem para o 2.0.

Imagine uma empresa que tenha homologado um Firefox 1.5 e o esteja usando. Como ficam? Quem arca com os custos de homologar o 2.0, e quem garante que ele funcionará? Na minha instalação há extensões que não funcionam no 2.0, fora seu consumo exagerado de recursos. O tempo de vida desses softwares está curto demais para uso profissional.

É fácil dizer para mudar pro 2.0, se você mora em uma cobertura em NY, mas e o pessoal com menos condições, máquinas mais humildes? Como ficam? Pressão de mercado? Isso funciona para a Dell e a Microsoft, que agora voltaram a oferecer o XP, por demanda popular. Qual o poder de pressão que temos com a Fundação Mozilla?

O máximo (ou mínimo) que pode-se fazer é considerar alternativas. Já vi que vou olhar com mais carinho para o Explorer 7 e o Opera.

Fonte: DownloadSquad

emInternet Open-Source

Apenas um console?

Por em 24 de abril de 2007

Recentemente a Silicon Knights, sugeriu que seria melhor para todos se houvesse apenas um console no mercado. O assunto é um tanto polêmico, mas bastantes interessante, pois possui vantagens e desvantagens.

Muitos podem argumentar que apenas um console iria atrasar o avanço tecnológico. Para isso não acontecer acho que seria interessante que mais de uma empresa ajudasse no desenvolvimento do aparelho. Por exemplo, caso o console fosse desenvolvido pela Sony, Nintendo e Microsoft e as três tivessem poder de opinar sobre a tecnologia empregada, até poderia dar certo.

As empresas que desenvolvem o hardware teriam seus custos de produção e pesquisas reduzidos e poderiam ganhar uma porcetagem das desenvolvedoras em cima dos jogos vendidos.

Uma vantagem citada pela Silicon Knights é que com apenas um console, as desenvolvedoras teriam mais tempo para aperfeiçoar os games, ao invés de terem de se preocupar com o hardware de cada um dos consoles. Some a isso a praticidade, já que todos os jogadores teriam o mesmo aparelho em casa, com os mesmos periféricos, mesmos jogos e até saves.

Acho uma idéia sensata pois poderia ser realmente melhor para todos. Lembrem do trabalho realizado pelas equipes responsáveis pelos ótimos Shadow of the Colossus e God of War 2 que conseguiram aproveitar até a última gota do hardware do PS2.

Outro fator é que com o mesmo poder de processamento para todos, os desenvolvedores teriam que arriscar mais para se diferenciarem do resto e isso poderia ser bom para a indústria que vem sendo criticada a anos pela falta de originalidade de alguns jogos.

Mencionei apenas algumas vantagens no texto e você? O que acha que poderia mudar caso as empresas adotassem apenas um console para as próximas gerações?

emGames

Dia randômico

Por em 24 de abril de 2007

Hoje foi um dia randômico: feira de componentes eletrônicos em São Paulo, passei o dia procurando um “switch” ( não o equipamento de redes, mas uma chave… uma tecla ). No processo, rodei a rua Santa Efigênia e decidi conferir os preços de “notebooks”.

Lembram-se do modelo escolhido pela maioria, na última enquete? Só pra lembrar: nos EUA, sai por US$ 1.200,00.

Pois bem: tipos inferiores, com Pentium M, Core Duo ou mesmo um Mac G4, com o gabinete amassado, saiam por R$ 4.500,00, R$ 6.000,00 e R$ 4.000,00, respectivamente. E olha que eu vasculhei até aqueles prédios antigos, com elevadores do tipo ´gaiola´ emperrados entre o primeiro e o segundo andar.

Depois de horas de procura, a melhor oferta veio de uma banquinha, no fundo de uma galeria: um Toshiba Satellite A135-S4487, mas com apenas 1GB de RAM e 120GB de HD, por R$ 3.800,00. Depois que descobri um dead pixel, ficou por R$ 3.600,00.

O que parece é que todas as lojinhas de coreanos têm o mesmo fornecedor. Os preços estavam praticamente tabelados.

Ah! E como não poderia faltar, os camelôs vendendo DVDs do Windows Vista Ultimate por R$ 10,00 em TODAS as esquinas. Os Playstation 2 saiam por R$ 500,00, desbloqueados.

emMiscelâneas