Digital Drops Blog de Brinquedo

Office 2007 Ultimate a US$59,00? Só se for roubado

Por em 12 de setembro de 2007

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O nome da promoção é The Ultimate Steal, algo como “o roubo supremo”. E para alguém vender cópias do Office 2007 Ultimate a US$59,00, muito provavelmente é uma cópia que caiu do caminhão, ao menos é a impressão inicial.

Mas não é. A promoção é legítima, está sendo feita pela Microsoft, e é exclusiva para estudantes. Até 30 de Abril de 2008 estudantes de instituições de ensino reconhecidas (não vale soudeharvard@hotmal.com) podem adquirir o pacote por esse preço. Lembrando que a Ultimate para não-estudantes custa dez vezes isso.

A proposta é diminuir a pirataria. Para a lógica brazuca US$59,00 é maior que US$0,00, portanto a iniciativa não funciona. Mas no Primeiro Mundo a maioria dos usuários não se orgulha de baixar softwares dos torrents da vida, tanto que a adoção de alternativas open source é bem maior por lá. Já ouvi várias vezes “pra quê vou usar Open Office se posso comprar o Office a R$10,00 no camelô?”. Fica difícil competir com a esperteza.

Portanto um pacotão desses, por US$59,00 é irresistível. E não afetará o forte das vendas do Office, o mercado corporativo.

Agora a parte ruim: Só vale para estudantes nos EUA, Reino Unido e Canadá.

Bem que a Microsoft poderia fazer uma versão dessa promoção por aqui, mas trocando US$59,00 por R$59,00 e estudantes por blogueiros ;)

Fonte: Cybernet Tech News

emIndústria Software

Encontro com o pessoal do Yahoo! Brasil

Por em 12 de setembro de 2007

Ontem, o Manoel Fernandes, "publisher" da revista Bites, promoveu um encontro entre a diretoria do Yahoo! Brasil  e diversos blogueiros. O Meio Bit foi convidado a participar e, pelos últimos 20 minutos, posso dizer que a coisa foi muito proveitosa.

Explicando: como o encontro foi em São Paulo e moro no sul de Minas, no meio do caminho havia estradas em obras, quebras de ônibus e, pasmem, taxistas desinformados.

Presentes, estavam:

Thiago Mobilon www.tecnoblog.net
Gabriel Tonobohn www.oitopassos.com
Lucia Freitas ladybugbrazil.blogspot.com
Renê Fraga e Samantha Azevedo www.googlediscovery.com
Manoel Netto www.tecnocracia.com.br
Alexandre Fugita www.techbits.com.br
Edney Souza http://www.interney.net/blogs/edney/

A idéia era fazer um "bate-papo" descontraído, uma troca de idéias. Acho muito bom que grandes empresas tentem verdadeiramente entender os blogs e essa "nova cultura". E também é ótimo que o Manoel pretenda promover outros desses encontros, com mais empresas e blogs, fortalecendo esse "movimento" ( não no sentido de "comunidade", mas no de "fluxo financeiro"… ). Para o bem de todos, torço pra que dê tão certo quanto o de ontem.

Depois de horas de bate-papo, nada como… mais bate-papo, mas regado a alguma coisa alcoólica…

No final da minha "Odisséia", às 2 da manhã estava numa rodoviária do interior, aguardando um ônibus que só chegaria duas horas depois, num frio de 12 graus, com um pagodinho tocando ao fundo… ah, os sacrifícios que não fazemos pelos leitores…

As fotos, gentilmente cedidas pelo Alexandre, seguem depois do clique. Reparem bem na última, "roubada" na saída.

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samanthaRene

luciaManoel

thiagoGabrielLucaManoel 

vistaNaoInsista

emAnúncios

A nova Microsoft

Por em 12 de setembro de 2007

Um colunista da Computerworld escreveu um texto onde fala que a Apple é a nova Microsoft. Nenhuma novidade: já disseram que ela seria líder nos desktops (o que não se mostra tão impossível assim), nada melhor que assumir a dianteira. Mas o que Mike Elgan diz em seu artigo é que a Apple está ganhando da Microsoft em termos de má fama.

Ele começa comparando a questão do monopólio de software que a Microsoft e a Apple promovem/promoviam com o iTunes e o Internet Explorer. Coerente, eu diria. Quando a Microsoft foi acusada de monopólio ao tirar o Netscape Navigator do páreo por oferecer seu próprio navegador com o Windows, ela se defendeu alegando que eram partes de um mesmo produto. O argumento da Apple quando vende iTunes e iPod é o mesmo – obrigando, assim, o cliente a utilizar seu player e somente seu player.

O autor ainda destaca um ponto favorável à empresa de Redmond: o IE ainda pode ser ignorado, e você pode baixar o navegador concorrente (ignorado. Desinstalado, jamais). Obviamente há outros softwares “alternativos” para exercer algumas funções do iTunes, como o YamiPod ou gtkPod, mas nenhum deles com todos os recursos do player da Apple.

A má fama da Microsoft também vem de sua atitude de fazer uma versão (a. k. a. cópia) de produtos concorrentes. A Apple, ao contrário, é sempre exaltada devido à sua originalidade e pioneirismo, afinal é a empresa que popularizou a interface gráfica de usuário, o mouse, matou o disquete e o miniCD, mandou o CRT pra cova, etc, etc, etc. Mas nem de longe foi a primeira a usar tecnologia touchscreen em seus produtos. Ou WiFi – e, veja só que interessante, quem foi pioneira em disponibilizar WiFi em seu player digital foi a Microsoft. Aliás, teve gente xingando a empresa do tio Bill por copiar a tecnologia multitouch do iPhone no Surface!

Além destas características que aproximam a Apple da Microsoft, Mike Elgan ainda destaca outras, como o fato de a Apple aprisionar consumidores com as faixas vendidas na iTunes Store com DRM que só as permitem serem reproduzidas em seu player, o domínio da referida loja no mercado de mídia digital que, segundo ele, fará com que a NBC volte rastejando para a Apple, ou o corte repentino de preços do iPhone.

O mais interessante neste artigo é que o autor é fã da Apple e tem consciência das práticas pouco amistosas da empresa. Em sua conclusão, ressalta que não o escreveu para defender uma ou outra empresa, mas para reforçar que consumidores sempre têm escolha. As pessoas costumam reclamar, mas a partir do momento em que se clica no botão “Concordo com os termos de uso”, o fornecedor do produto considera que o consumidor concorda mesmo com estes termos.

Veja o artigo na íntegra (em inglês).

emApple e Mac

Liberdade de opção e jogabilidade

Por em 12 de setembro de 2007

Existe uma característica na série Hitman que sempre me chamou a atenção. A forma como os produtores conseguiram desenvolver a jogabilidade dos games de forma que o jogador possa realizar as missões da maneira que achar melhor é simplesmente genial.

Para quem nunca jogou, o game foi desenvolvido pela até então desconhecida Io Interactive e nele você é uma espécie de assassino de aluguel, tendo como objetivo eliminar vários alvos diferentes, de chefes da máfia até bandidos de menor expressão. O jogo brilha por sua história envolvente e principalmente por sua jogabilidade.

O protagonista do jogo, conhecido como assassino 47 possui um vasto leque de habilidades, utilizando-as para matar seus alvos. Na primeira missão do segundo jogo você precisa entrar na casa de um poderoso mafioso e acabar com o bandido. Porém, a casa está cheia de seguranças e você precisa descobrir uma maneira de adentrar o local.

Começa aí suas possibilidades, você pode interceptar o carteiro que está indo entregar um buquê de flores na mansão e roubar suas roupas para que os guardas não desconfiem, mas lembre-se de jogar suas armas fora, já que será revistado. No quintal da casa, cabe a você matar algum guardar ou empregado do mafioso e trocar de roupas de volta, mas sem causar alardes, claro.

Continuando na missão, ao chegar ao quarto do alvo, cabe a você decidir matá-lo enforcado, envenenado ou até com uma arma que você já deve ter conseguindo ao eliminar algum segurança. Ahh! E isso é apenas três das opções.

O que descrevi acima foi apenas uma missão de uma série que já está em seu quarto título, portanto você já deve ter percebido que Hitman é um game par pessoas pacientes. Aqui não adianta dar uma de Rambo e sair atirando em tudo que se move. Você terá que pensar. Arriscaria até a dizer que o jogo é quase um puzzle.

O que quis dizer com este exemplo é que sinto falta de mais jogos com tal liberdade na jogabilidade. Quando joguei Hitman pela primeira vez (e lá se vão alguns anos!) achei que mais jogos iriam seguir seu caminho, o fato é que o jogo do careca assassino ainda é uma raridade. Sinceramente não sei se a série vendeu bem, mas por já estar em seu quarto episódio, ou a produtora possui muito prestígio ou as outras empresas não querem apostar em um jogo de ação mais “cabeça”.

Deixando a jogabilidade um pouco de lado, tenho que mencionar também os jogos que permitem os gamers tomarem decisões em relação ao desenrolar da trama. É óbvio que neste quesito os RPGs se destacam. Games como Chrono Trigger, Knights of the Old Republic e Fable são provas clássicas disso e sempre me fascinaram por me dar a possibilidade de escolher qual desfecho eu gostaria de ver para a história.

Quero ressaltar o trabalho realizado em Fable. Este game conseguiu dar um passo à frente em relação a liberdade de escolha. Durante todo o jogo você está tomando decisões que modificam de alguma forma o desenrolar da história. No game você poderá, por exemplo, casar, roubar, trabalhar, ajudar as pessoas ou não, comprar casas. Enfim, você poderá realmente entrar no personagem.

Outro título que também segue por esta direção é o fantástico Shenmue. Na época de seu lançamento o jogo chegou a ser considerado um simulador de vida, pois nele você precisava dormir, trabalhar, treinar artes marciais e até jogar fliperama.

Quem promete revolucionar também a indústria é o Bioshock e pasmem, aqui não estamos falando de outro RPG e sim de um FPS. Os produtores garantem que o jogador poderá decidir como progredir no game. Um exemplo seria você botar fogo em um inimigo e quando ele correr para água jogar cabos de eletricidade para matá-lo eletrocutado. Some a isso o fato de que a cada partida os inimigos aparecem em lugares diferentes e uma inteligência artificial apurada e teremos um jogo que se diferenciará dos demais.

Como disse em relação a liberdade na jogabilidade do Hitman, acho que deveria haver mais jogos assim. Jogos onde pudéssemos tomar mais decisões e que nos desse pelo menos a impressão de que estamos no controle do enredo. Jogos assim seriam a definição mais perfeita para a palavra interatividade. Ou quase isso.

emDestaque Games

Preparem seus teclados (será?)

Por em 11 de setembro de 2007

Após o game gratuito Frets on Fire ter feito um relativo sucesso, a Activision percebeu um grande público em potencial para sua franquia Guitar Hero, que por sua vez possui uma legião de fãs nos consoles, principalmente no PS2. O jogo será lançado para PC e Mac e deverá chegar ao mercado junto com as versões para consoles (28 de outubro para Xbox 360, PS2, PS3 e Wii).

Jay Gordon, produtor da Aspyr, empresa que fará a conversão do game para o PC e Mac, disse que ainda não foi decidido como novas músicas serão oferecidas para download, mas que esta funcionalidade estará presente. Embora uma especificação mínima não tenha sido revelada, Gordon afirma que os envolvidos estão trabalhando para levar o jogo ao maior número de pessoas possíveis. A produtora promete ainda mais de 70 músicas, multiplayer online e um controle em forma de guitarra que será ligado ao computador pela porta USB.

Agora só nos resta esperar que o game tenha uma opção de configuração do teclado para aqueles que não quiserem (ou não puderem!) comprar o jogo com a guitarra.

[via GameDaily]

emGames

Castlevania em um orgão de tubo

Por em 11 de setembro de 2007

Martin Leung é um pianista que acompanha a turnê da Video Games Live pelo mundo. Na passagem do grupo pelos Estado Unidos, Leung aproveitou a apresentação na Universidade de Yale para tocar algumas músicas da série Castlevania em um orgão de tubo com 104 anos de idade.

O resultado é impressionante e o pianista não poderia ter escolhido uma trilha melhor para aproveitar a oportunidade.

Se quiser ver outra bela versão, só que esta interpretada por Rey Tang e em um piano, basta clicar aqui.

[via EGM #64]

emGames

Tecnologia da HP pode virar injeção sem dor

Por em 11 de setembro de 2007

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Eu odeio agulhas. Mesmo. Abomino. Quando vejo imagens de viciados com as veias em petição de miséria eu tremo. Meu sonho de consumo sempre foi uma tecnologia de Jornada nas Estrelas, onde uma hypospray aplicaria o medicamento sem dor. Na prática temos equipamentos que já aplicam sem agulha (e dói) ou a famosa pistola de vacinação, que dói muito. E as agulhas. Brrr.

Agora a HP está usando sua tecnologia de cabeças de impressão e desenvolvendo uma solução médica. O protótipo é uma peça de uma polegada quadrada, com 400 agulhas de 150 micrômetros de comprimento (1 micrômetro == 1 milésimo de milímetro), cada uma ligada a um reservatório de 1mm cúbico, podendo ser acionadas individualmente.

A idéia é que um chip no equipamento monitore a atividade vital do paciente, e reaja de acordo.

Aplicações futuras incluem uso militar. Imagine um sensor detectando uma arma química, e despejando atropina na corrente sangúinea do sujeito, outro detectando um trauma inesperado e inundando o organismo com morfina, ou um sensor que detecte perda de atenção e fadiga, e caso o soldado esteja em situação de combate, para protegê-lo são liberadas anfetaminas ou outros estimulantes.

Tudo de forma transparente e sem dor. Como cada reservatório pode ter uma droga específica, o equipamento pode ser versátil E barato, desde que não seja facilmente hackeável. Não deve ser interessante estar no trem apertado indo pra casa e um engraçadinho invadir os implantes de todo mundo e despejar Viagra na corrente sanguínea dos passageiros.

Via Technology Review

emHardware Indústria