Digital Drops Blog de Brinquedo

SanDisk lança flash drive que faz backup automático na Internet

Por em 3 de janeiro de 2008 - 4 Comentários

Decididamente, é uma pecinha que eu não pretendo adquirir para meu próprio uso, e se o fizer com certeza absoluta vou desabilitar o recurso que é o principal argumento de venda do produto: o envio automático dos arquivos da unidade removível para um "disco virtual" qualquer, à escolha do fabricante.

OK, não é um serviço qualquer: a SanDisk escolheu uma start-up chamada BeInSync para armazenar os arquivos dos usuários nos servidores da Amazon. A Amazon oferece serviços de banco de dados de grande volume, com cobrança baseada em uso real, o que vem permitindo que pequenos negócios se viabilizem sem a necessidade de altos investimentos em equipamentos.

De fato, é uma nova tendência, e em se tratando de pen-drives a SanDisk acredita ser a primeira a utilizar a Internet para agregar funções ou recursos a dispositivs anteriormente considerados offline. Como o novo leitor de livros eletrônicos da Amazon, que vem com rede sem fio, para permitir que o usuário baixe diretamente livros, jornais e blogs para o aparelho. O concorrente, da Sony, não tem internet sem fio, e exige que o usuário o conecte a um computador para armazenar os livros no aparelho.

O Cruzer, com preço sugerido de 59.99 Dólares, com o início das vendas previsto para março, virá com 4GB de espaço e oferecerá seis meses de backup online gratuito. Após este período o cliente pagará 29.99 Dólares ao ano para continuar com o serviço de armazenagem na Internet.

O modo de operação, segundo divulgado, é bem transparente e simples: após um registro inicial, assim que o drive se ligue a um computador conectado, as informações serão automaticamente sincronizads com a conta de armazenamento remoto.

Via Reuters

emHardware Internet

RSS para todos com o Dapper

Por em 3 de janeiro de 2008 - 1 Comentário

RSS ainda não é utilizado pela ampla maioria dos usuários de Internet, mas certamente está muito difundido entre as pessoas com perfil mais técnico. Com a facilidade dos atuais sistemas gerenciadores de conteúdo é praticamente inadmissível que um site atualizado com uma certa freqüência não disponha de feeds para acompanhamento do site sem a necessidade de entrar todo santo dia na página inicial para ver o que mudou.

Pois bem, um novo serviço (ao menos pra mim, pois só o descobri há poucos minutos) promete entre outras coisas prover feeds RSS para sites sem feeds, como os blogs hospedados no Blogger brasileiro: o Dapper.

A idéia não é nova: o RSSficado foi um projeto criado justamente com o objetivo de popularizar mais o formato, porém o criador do serviço desanimou e hoje só o que existe no wiki do projeto são toneladas de páginas de links para sites de spam.

Voltando ao Dapper: o nome do serviço é "Dapper: The Data Mapper", e seu objetivo é tomar informações de um determinado site e empacotá-las em qualquer outro formato à escolha, como o mais que óbvio RSS, Google Maps, iCalendar, Google Gadget, e outros.

O serviço permite a criação de "Dapps", ou Dapper Apps. Ao entrar no site haverá um link "create a new Dapp", que abrirá um assistente deveras interessante, que vai fazendo uma série de perguntas (a começar pelo formato de saída desejado, e pela URL da origem das informações). As perguntas seguintes variam de acordo com o formato final, e em alguns minutos consegui criar um feed tosco (muito tosco, tanto que tenho vergonha de publicar o endereço dele aqui) de um site hospedado no Blogger brasileiro.

Como bem disseram os caras do Download Squad, as possibilidades não são infinitas, mas há muitas delas. E já estou prevendo mais uma noite de insônia fazendo descobertas.

Via Download Squad

emDicas Internet Web 2.0

O Mito dos Megapixels II – Sensores Fotográficos

Por em 2 de janeiro de 2008 - 12 Comentários

No primeiro texto eu falei um pouco das observações feitas pelo fotógrafo Ken Rockwell a respeito do mito que os fabricantes de equipamentos fotográficos propagam entre o consumidor comum de que quanto mais megapixels melhor vai ser a qualidade do equipamento. Rockwell demonstrou que a quantidade de megapixels é fundamental apenas para o tamanho da impressão da imagem, não tendo muita relevância para sua qualidade. Porém, existem dois fatores importantes envolvendo o sensor que são fundamentais para  a qualidade da imagem produzida. Estou falando do tipo do sensor e de seu tamanho.

Atualmente, existem três tipos de sensores fotográficos. O primeiro é o CCD (charge-coupled device) ou Dispositivo de Carga Acoplada. Esse é o tipo mais comum de sensor fotográfico. É usado na maioria das compactas e algumas DSLR (em sua quase totalidade produzido pela Sony). Possuem ótima qualidade de imagem, mas são muito caros e consomem muita energia. O segundo tipo de sensor é o CMOS (complementary metal oxide semiconductor) ou semicondutor metal-óxido complementar. O sensor CMOS é mais barato, consome uma quantidade menor de energia e é um pouco mais rápido na captura da imagem, mas apresenta uma qualidade inferior a do CCD. Geralmente é usado em DSLRs e em compactas de baixo custo e, conseqüentemente, de qualidade inferior. O terceiro tipo de sensor utilizado atualmente é o Foveon. Desenvolvido pela Sigma, e utilizado apenas em suas câmeras, esse sensor tem uma proposta diferente dos dois anteriores. Tanto o CCD quanto o CMOS trabalham com o Filtro Bayer que é um mosaico onde cada quadrado é responsável pala captura de uma das cores primárias (câmeras fotográficas trabalham com o sistema RGB). No Foveon existem três camadas onde cada cor primária é capturada por uma delas. Teoricamente isso traz uma qualidade de imagem superior visto que não é necessário trabalhar com a interpolação do sistema Bayer. Cada um desses sensores tem suas vantagens e desvantagens, mas para avaliar a qualidade final da imagem produzida é necessário levar em conta a lente da câmera, a qualidade do processamento interno da imagem (um fator muito importante) e o tamanho do sensor.

O tamanho do sensor é fundamental para desvendarmos algumas diferenças entre câmeras. Serve para mostrar porque uma foto de 6 megapixels de uma compacta não tem a qualidade de uma foto de 6 megapixels de uma DSLR. A lógica para o digital é igual a lógica do filme fotográfico: quanto menor a área de captura, menor será a qualidade da imagem. E quanto mais aumentarmos os megapixels sem um correspondente aumento no tamanho do sensor, pior vai ser a capacidade de captar a luz. Vamos entender essa lógica. Imagine que o sensor fotográfico seja uma quadra de basquete. E nessa quadra vamos colocar 6 milhões de baldes. Quando chover, cada balde vai captar uma certa quantidade de água. Agora, se decidirmos colocar 8 milhões de baldes nessa quadra, teremos que diminuir o tamanho do balde para que todos caibam no mesmo espaço. Então, na próxima chuva, cada balde vai captar uma quantidade menor de água do que os anteriores. Isso é o que acontece com os sensores fotográficos. Cada pixel é um foto-sensor. Quanto menor o seu tamanho, menor será a quantidade de luz captada. Isso pode ser notado na quantidade de ruído gerado na foto com pouca luz. Para compensar a baixa qualidade da imagem os fabricantes colocam um pós-processamento mais agressivo para eliminar os defeitos, que acabam gerando imagens mais plastificadas e texturas artificiais. Atualmente, existem 6 tamanhos diferentes de sensores em uso nas câmeras digitais.

O grande desafio atual para a indústria fotográfica é desenvolver um sensor CMOS de qualidade para equipar as câmeras compactas. Isso aumentaria consideravelmente a autonomia das baterias e diminuiria o preço dos equipamentos. A briga é feia e já está em curso. Em julho do ano passado Canon e Sony anunciaram investimentos milionários para o desenvolvimento de sensores CMOS para compactas. O importante é que essa briga reverta em qualidade e preços baixos para o consumidor.

emFotografia

Arábia Saudita bane ringtones muçulmanos

Por em 2 de janeiro de 2008 - 16 Comentários

Um conjunto de 70 dignatários e estudiosos muçulmanos se reuniu por uma semana para lidar com diversos problemas causados pela tecnologia. Entre eles o uso de ringtones em celulares contendo versos do Corão, o livro sagrado islâmico.

Eles consideraram degradante interromper uma frase do Corão pela metade, como acontece quando atendemos uma ligação. Já usar o celular para gravar frases do Livro, para escutar depois, é um ato virtuoso.

Curiosamente o Conselho não tocou na parte da pornografia, que está se difundindo feito fogo entre a juventude saudita. Uma pesquisa revelou que 70% dos arquivos trocados via celular por jovens é conteúdo pornográfico, e 88% das jovens já foi assediada sexualmente via Bluetooth.

Fontes: The Raw Feed, BBC, Khaleej Times

emCelular

Microscópio com tela LCD e câmera digital acoplada

Por em 2 de janeiro de 2008 - 8 Comentários

O Celestron LCD é um microscópio com câmera digital e tela LCD, com várias características muito interessantes:

  • Slot para cartão SD
  • 128MB de memória interna
  • Até 400x de ampliação
  • Conexão USB
  • Tela LCD de 3,5 polegadas
  • Câmera digital acoplada de 2Megapixels

A empresa é tradicional fabricante de telescópios e outros instrumentos ópticos, então não cometeu os erros da Intel, ao lançar o QX3, um microscópio USB interessante o bastante para atrair a atenção de gente mais profissional, mas limitado o bastante para frustrar até as crianças, que seriam seu público-alvo original.

Custando US$299,00, é uma pechincha para quem quer um instrumento científico básico, mas funcional.

Fonte: Gizmodo

emHardware

Nokia prevê usos diferentes para celulares com câmera

Por em 2 de janeiro de 2008 - 10 Comentários
Copyright © Nokia 2007 – uso sob permissão

A visão da empresa finlandesa é que futuramente as câmeras nos celulares sejam usadas para atividades bem mais poderosas do que simplesmente tirar fotos.

A idéia é que sirvam como interface. Exemplo: Um texto fotografado poderia ser enviado para um servidor, traduzido e retransmitido como um SMS. Ou uma foto de um cartaz de um filme seria entendida como tal e o usuário seria direcionado para um website de entretenimento, ou venda de ingressos.

A Nokia quer fazer isso tudo sem necessidade de códigos de barra ou etiquetas RFID.

É uma senhora promessa, dada a capacidade de  processamento e abstração necessárias para viabilizar esse tipo de  funcionalidade. Mas não duvido que consigam, afinal o telefone que qualquer um tem no bolso hoje é mais poderoso que qualquer micro de mesa de 10 anos atrás.

Fonte: Gizmag

emCelular

Início de ano!

Por em 2 de janeiro de 2008 - 11 Comentários

Começou 2008 e nada melhor do que ficar por dentro do que ocorreu no Meio Bit Games, caso você tenha viajado para curtir o feriadão. Para começar, perguntamos aos leitores que games eles terminaram em 2007, além de citar o uso do bittorrent nos jogos eletrônicos. Também mostramos os primeiros vídeos de Street Fighter IV, mostrando como que será o possível visual do game.

A revista Time chegou a eleger os melhores do ano, e alguns usuários criaram capas da revista com os ganhadores e criamos uma nova enquete para saber onde os jogadores preferem jogar: se nos consoles, nos PCs ou nos portáteis. Participe da enquete!

Por fim, demos dicas de sites de comics de games, falamos dos lançamentos de 2008 do portátil PSP, da Sony e citamos as influências do clássico Blade Runner nos jogos eletrônicos.

emGames