Digital Drops Blog de Brinquedo

37 dicas para melhorar seu HTML

Por em 7 de março de 2007

Um excelente artigo para quem está interessado em escrever código usando padrões e de boa qualidade, foi publicado há algum tempo no Sitepoint.

Nele, Tommy Olson, escreveu um tutorial entitulado Bulletproof HTML: 37 Steps to Perfect Markup

As 10 primeiras perguntas estão listadas abaixo:

1. What is HTML?
2. What are the different versions of HTML?
3. What about XHTML?
4. Is HTML case-sensitive?
5. What does the DOCTYPE declaration do?
6. What is a DTD?
7. What is the difference between Strict, Transitional and Frameset DTDs?
8. Which DOCTYPE should I use?
9. Why should I validate my markup?
10. Why does HTML allow sloppy coding?

É claro que eu gostaria de ter traduzido o artigo para pt-br. Já requisitei a permissão, mas não tenho certeza se será aprovado. Então, vai a dica: estude inglês. ;-)

emInternet

Dell pensando seriamente em oferecer PCs com Linux

Por em 7 de março de 2007

house3.JPEG

Após uma consulta aos internautas, a Dell está fortemente motivada para fornecer computadores com Linux, ao invés de Windows ou freeDOS, como fazia.

A idéia é boa, mas esbarra em alguns problemas. Primeiro, não importa qual a distro escolhida, TODAS as outras acharão um absurdo não serem a escolhida, e criticarão a Dell por isso, com sua argumentação clássica, que começa em colocar uma cabeça de cavalo no travesseiro do Michael Dell.

Segundo, terão que decidir se querem o mercado corporate ou o doméstico. Se o objetivo for o corporativo, há excelentes opções, como o RedHat ou o SUSE, que já dispõe de uma estrutura de suporte excelente. Só que essas distros não funcionam bem no mercado doméstico, que é a maioria absoluta dos que demandaram o tal “Dell com Linux”.

Um usuário Ubuntu ainda compraria um Dell, se este viesse com SUSE, ou com outra distro? Os xiitas do Debian aceitariam se a Dell tentasse disponibilizar o sistema com drivers proprietários?

Em termos de marketing é muito bom para a Dell dar a opção do consumidor adquirir PCs com Linux, mas do ponto de vista logístico é um pesadelo. Se eles já vão ter problemas com 3 ou 4 versões do Vista, imagine o que vem por aí…

via CNN

emLinux

Microsoft ataca Google em relação a direitos autorais

Por em 6 de março de 2007

Não, o Google não está infringindo direitos autorais de patentes da Microsoft. A Microsoft está criticando o Google devido ao seu projeto de escaneamento de livros. Ambas empresas possuem programas similares para indexar livros, mas cada uma aborda a situação de forma diferente. Enquanto o Google não pede autorização para os donos do material e usa a desculpa do fair use, a Microsoft só escaneia livros que estejam em domínio público ou com autorização dos retentores do direto autoral.

A gigante de Redmond acusa a rival de faturar com anúncios a cada pesquisa feita. O Google, por sua vez, diz que consegue aumentar a procura por livros e que sem esse sistema talvez não encontrassem comprador. O mesmo ataque é feito ao YouTube.

Em parte o Google está certo. Um livro, se não for facilmente localizável, pode ficar perdido para sempre na estante de uma biblioteca, sem jamais ser consultado. Por outro lado pode estar errado, já que precisa armazenar conteúdo integral de uma obra em seus servidores para torná-lo pesquisável.

A Microsoft sabe de tudo isso mas está vendo o caminho das duas empresas se cruzarem em várias coisas: busca, pacote office, vídeos, etc… É um ataque preventivo para atordoar o inimigo crescente.

[via CNet]

emGoogle Indústria

Aprendendo mais sobre dispositivos embarcados

Por em 6 de março de 2007

embedded.jpgMuita gente, depois de ler minha série de artigos sobre sistemas operacionais para dispositivos embarcados, perguntou como se aprofundar na área, que dispositivos escolher etc…

Se você não tem ao menos um bom curso técnico em eletrônica, procure a escola mais próxima. Agora, se o problema for apenas como se aprofundar, aí a coisa fica mais fácil.

Há centenas de opções pela internet afora, mas vou mostrar uma das mais interessantes.

A Freescale ( antiga divisão de semicondutores da Motorola ) disponibiliza um “laboratório virtual”, onde você pode usar as placas de desenvolvimento à distância e ter acesso a milhares de páginas de manuais, “application notes” e tutoriais. Funciona bem para um primeiro contato e pode-se colocar pequenos programas de teste rodando, sem se preocupar em comprar as ferramentas ( que podem passar dos US$ 6.000,00 ).

Através deste link ( cadastro gratuito, mas necessário ), você escolhe entre as ferramentas para dispositivos de 8, 16 ou 32 bits. As versões de 32 bits são capazes de rodar o linux embarcado, o que é um prato cheio para os desenvolvedores de aplicações “high end”. Observe que, algumas vezes, será preciso reservar um horário, já que gente do mundo inteiro usa os programas. Outra coisa: uma conexão rápida é vital.

embedded1.png

Podem testar à vontade, pois é praticamente impossível queimar os kits de desenvolvimento com um software mal-feito, mas a Freescale se reserva ao direito de bloquear eventuais usuários que abusarem.

Boa sorte!

emHardware Linux

CEO, salário de 1 dólar

Por em 6 de março de 2007

Quanto será que ganha o CEO da Google, Eric Schimidt? Ou ainda, os co-fundadores da empresa de Montain View, Larry Page e Sergey Brin? Certamente milhões de dólares. Mas na verdade o salário registrado de cada um deles é de apenas 1 dólar por ano. Isso mesmo, 1 dólar! Claro, cada um desses executivos possuem ações da Google que valem bilhões.

Outras empresas do Vale do Silício adotam a mesma tática. O Steve Jobs, da Apple, recebe salário de 1 dólar anual. Terry Semel, CEO da Yahoo!, tem o mesmo rendimento.

Executivos importantes com ações da empresa não reclamam do salário simbólico. Sabem que se trabalharem bem, as ações vão subir e seus ganhos valerão muito mais do que qualquer salário. No Brasil temos coisa parecida, mas espantamos o risco. Há participação nos lucros, mas não nos prejuízos. Assim fica fácil.

[via CNN money]

emIndústria

Software Livre e Receita Federal – Causa certa, argumento errado

Por em 6 de março de 2007

Estava indo para o trabalho hoje quando deparei com um artigo no INFOetc do jornal O Globo sobre as reclamações da Fundação Software Livre da América Latina (FSF-LA) em relação à teimosia da Receita Federal não abrir o código-fonte do programa IRPF.

Estou de acordo com maior transparência em relação a software que afeta milhões de pessoas, mas quando leio um argumento como o transcrito abaixo, lembro da entrevista no Programa do Jô, do cara defendendo software livre falando de compiladores:

Para evitar tais riscos, o contribuinte deveria poder “inspecionar os programas oferecidos pela Receita Federal ou implementar seus próprios, de acordo com especificações que a própria Receita Federal deveria publicar no tocante a formatos de arquivos, protocolos de comunicação e requisitos para validação de declarações e recibos…”¹

Minha nossa, o contruibuinte além de sofrer com a mordida do Leão no órgão mais sensível do corpo humano, o bolso, vai querer programar o próprio software para entrega da declaração de impostos? A FSF de vez em quando viaja na maionese…

O desejo de ter as regras de validação abertas poderia abrir um mercado para softwares financeiros, serviços web, serviços empresariais de consultoria financeira feito por empresas, etc. Esse é o tipo de argumento que precisa ser defendido. Geração de empregos e expertise na área tributária é algo que pode ser explorado.

Um contador não quer nem ouvir falar de alguém refazendo um programa pronto, ou baixar um software livre meia boca feito em java, por causa de filosofias tecnológicas.

Converse com o administrativo de uma empresa e a primeira pergunta vai ser: e o custo? A segunda: é seguro? E a terceira: se algo der errado na validação, quem paga o pato?

Com exceção de empresas que possam estar interessadas em melhorar o que o SERPRO já faz por excelência, o programa precisaria ser atualizado todos os anos e só seria realmente útil durante alguns meses. Agora eu pergunto: levante a mão quem se dispõe a manter um software notadamente complicado, com regras de negócio ultra complexas por convicções ideológicas?

A causa está certa, mas o argumento deles está equivocado em apontar uma “vontade” dos usuários em criar o seus próprios programas. O que o contribuinte quer mesmo é cada vez mais facilidades, como poder declarar os impostos de qualquer sistema operacional. Se uma equipe de programadores for capaz de deixar o programa IRPF mais fácil de usar, melhor ainda.

Dizer que usar software proprietário é “prejudicial” (a quem? como?) e “moralmente condenável” já perdeu pontos. Ao invés de criticar a forma de distribuição, a FSF-LA poderia listar quais os benefícios diretos e indiretos a comunidade poderia trazer, como contribuições de código e redução dos custos de desenvolvimento. O SERPRO agiria como validador dessas implementações e controle de qualidade. Eles, inclusive, possuem uma forte cultura de software livre.

E um último detalhe, o IRPF é desenvolvido com recursos do governo, o que o torna um software da União e não de uma empresa de quinta categoria malvadona que come programadores open source no café da manhã.

Fonte:
1. MACHADO, André. Um Programa Imposto? O Globo, Rio de Janeiro, 5 mar. 2007. INFOetc, p. 1, 4.

emOpen-Source

Ajuda para o BlogBlogs

Por em 6 de março de 2007

O Manoel do BlogBlogs continua expandindo seu arsenal. Agora está criando alguns widgets para colocar nos blogs participantes, como o MyBlogLog. O Manoel está procurando por alguem que saiba javascript para ajudar na implementação.

Vamos ver se isso sai em breve, é uma evolução da blogosfera nacional. Agora é torcer pro Manoel liberar a API em breve.

emBlog Internet